Nem todo negócio que eu criei deu certo. Já me associei com as pessoas erradas. Já segui conselhos que me afastaram do que eu realmente acreditava. Já fui otimista demais… e realista de menos.
Mas mesmo nos erros, eu continuei.
A Coolnex, com seus cartões de música digital e rádios online, foi pioneira e desbravadora. Naquela época, até a própria indústria da música resistia à ideia. E hoje? Você não vive sem seu tocador de streaming no bolso. Já parou pra pensar nisso?
A Peela revolucionou o mercado de gift cards quando quase ninguém falava sobre isso. Hoje, cartões pré-pagos e vouchers digitais estão presentes em praticamente todos os negócios. Virou padrão.
Agora, com a Figo e a Cannoli, o foco é outro, mas o propósito continua. Quero dar autonomia aos donos de restaurantes com um CRM inteligente e fácil de usar, e permitir que lojistas de moda abram seu estoque virtualmente para outros lojistas venderem, sendo remunerados por produtos que nunca compraram ou estocaram.
Parece ambicioso? Talvez. Mas já vimos isso antes: ideias que pareciam ousadas demais… até virarem tendência.
O que nunca mudou? Minha vontade de resolver problemas com propósito e criar negócios com alma, não só com planilhas.
Mensagem ao leitor:
Empreender na real é cair, sim. Mas é cair com aprendizado… e levantar com propósito.















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