#InovaçãoNoVarejo

  • Prateleira infinita no mundo físico: como a Figo transforma o varejo com estoque compartilhado via SmartPOS

    Prateleira infinita no mundo físico: como a Figo transforma o varejo com estoque compartilhado via SmartPOS

    Hoje, inovação no varejo não é só ter um e-commerce: é conseguir vender mais, com menos ruptura e menos risco, utilizando como fonte de receita o estoque da indústria ou de outros varejistas.

    É aqui que a Figo entra como protagonista dessa transformação. A Figo leva o conceito de marketplace para o mundo físico, conectando indústrias, lojas multimarcas e afiliados por meio de um marketplace inserido diretamente no seu SmartPOS, permitindo que cada ponto de venda acesse um estoque infinito de produtos. Com isso, o varejista multimarcas não precisa imobilizar capital de giro além de sua capacidade em mercadorias próprias.

    Na prática, cada loja passa a vender o próprio mix, com um capital já definido periodicamente pelo varejista, e também o mix de outros lojistas que precisam escoar seus estoques. Esse movimento ajuda a indústria a melhorar a distribuição das vendas, aumentando o volume de reposição regionalmente, ampliando oferta, ticket médio e faturamento por metro quadrado.

    Por trás dessa experiência simples para o lojista, existe uma infraestrutura robusta de pagamentos, split financeiro e logística integrada. A cobrança acontece diretamente no SmartPOS da Figo, com cartão de crédito, débito ou PIX, reduzindo riscos como o chargeback e garantindo que cada elo da cadeia receba exatamente o que lhe é devido, no prazo e com transparência. O vendedor vira um afiliado no mundo físico, ganhando comissão pelo fluxo de vendas que gera: recomenda, vende e é remunerado por isso, usando a tecnologia como aliada e não como barreira.

    O resultado é um varejo mais inteligente, colaborativo e escalável, em que prateleira infinita deixa de ser um serviço restrito às grandes plataformas de software e OMS e passa a ser modelo operacional aplicado ao dia a dia de pequenas e médias lojas. Em um cenário de concorrência acirrada e margens pressionadas, transformar cada PDV em um hub multimarcas conectado pode ser a diferença entre apenas sobreviver e realmente crescer.

    www.figoshop.com.br

  • Transformação do Varejo: a revolução do estoque infinito com Figo

    Transformação do Varejo: a revolução do estoque infinito com Figo

    O varejo físico brasileiro vive um momento de transformação, com lojistas de diversos nichos enfrentando estoques limitados ou excessivos em meio a tendências globais como omnicanal e eficiência operacional destacadas na NRF 2026.

    Uma empresa como a Figo surge como oportunidade estratégica para lojista médios e pequenos que buscam elevar vendas diárias sem grandes investimentos em capital ou espaço.

    Solução para estoque limitado

    Lojistas com pouco estoque e sem capital de giro para reposição rápida, ganham com o modelo de marketplace físico da Figo, integrado ao SmartPOS, pois eles agora podem acessar estoque infinito de parceiros e afiliados do marketplace Figo, vendendo produtos variados no PDV sem comprar antecipadamente, o que aumenta o sortimento e atrai mais clientes diariamente.
    Isso transforma limitações em vendas recorrentes, usando da força da consultoria de venda do lojista afiliado e de algumas ferramentas oferecidas na plataforma Figo, como IA que facilita a busca pelo produto mais adequado e mais próximo, e outros serviços para sugestões em tempo real e logística compartilhada.

    Oportunidade com estoque Excedente

    Para quem acumulou estoque por erros de compra ou estratégias conservadoras, a Figo abre portas para uma rede de lojistas em todo o Brasil, que passam a receber pedidos direto na maquininha e podem escoar seus estoques, simplesmente aceitando pedidos de afiliados. Assim, o excesso vira ativo rentável, gerando receita extra sem depender só da própria loja.
    Gestão inteligente via SmartPOS otimiza splits de pagamento e visibilidade, impulsionando giro e fidelização em escala colaborativa.

    Expansão para nichos específicos

    O modelo Figo Shop pretende entrar forte em setores como material de construção, com suas 153 mil lojas, sendo 102 mil independentes, lidando com rupturas frequentes e criando uma malha colaborativa onde estoque ocioso de uns supre a demanda urgente de outros.
    Não se limitando a vestuário, material de construção e setor de autopeças, um outro setor que se beneficiará do modelo figo serão as farmácias e drogarias independentes, que hoje no brasil atingem o número impressionante de cerca de 90 mil pontos de venda, que enfrentam rupturas de estoque semelhantes a outros setores, e a Figo possibilita uma grande rede de compartilhamento, ampliando sortimento em tempo real e vendas cruzadas sem investimentos extras.
    Esses nichos ganham resiliência, conectando PMEs locais em um ecossistema que equilibra oferta e demanda via marketplace Figo Shop.

    Impacto colaborativo no varejo

    A Figo conecta lojistas em ecossistema omnichannel, onde todos ganham: quem tem pouco estoque expande oferta; quem tem muito, encontra compradores afiliados e agora também escalável para construção e farmácias e outros setores do varejo.
    Isso alinha-se a movimentos virais como IA prática e competição e-commerce, posicionando PDVs físicos como hubs eficientes e escaláveis para PMEs de múltiplos setores.

    Imagem ilustrativa mostrando um lojista preocupado em um corredor de supermercado, com prateleiras parcialmente vazias. O texto aborda os desafios do varejo multimarcas, destacando problemas como ruptura de estoque e excesso de estoque, além de listar fatores que impactam o negócio.
    Um supermercado com prateleiras desordenadas, mostrando uma seção de 'Falta de Estoque' à esquerda e 'Excesso de Estoque' à direita, com produtos espalhados pelo chão.
  • Economia colaborativa no Brasil: desafios e oportunidades

    Economia colaborativa no Brasil: desafios e oportunidades

    A economia colaborativa cresce globalmente, projetada para US$ 827,1 bilhões até 2032 com taxa anual de 7,7%, impulsionada pela digitalização e compartilhamento de recursos. No Brasil, MEIs e pequenos empreendedores enfrentam barreiras como acesso a crédito, instabilidade financeira e dificuldades para vender mais, uma grande parte desses empreendedores citam “gerar vendas” como principal dor em 2025. Isso se dá pelo motivo de cada vez ficar mais caro divulgar produtos e serviços nas redes sociais e nos atuais canais de veiculação, nesse contexto plataformas como a da Figo, via marketplace físico, surgem como aliadas ao integrar lojas físicas e seus estoques em um formato marketplace, trazendo uma oportunidade real de geração de vendas colaborativas.

    Desafios do empreendedor

    O cidadão comum que sonha com renda extra enfrenta uma burocracia pesada como MEI, especialmente com as regras de 2025 que somam renda pessoal ao limite anual, criando riscos de ultrapassagem involuntária e multas salgadas. Pequenos varejistas lidam com retenção de mão de obra, jornadas exaustivas e queda de vendas de 2,8% no terceiro trimestre de 2025, piorada por juros da Selic em 15%.

    Exemplo Prático no Dia a Dia

    Imagine um salão de cabeleireiro com fluxo constante de clientes, que esperam 20 ou 30 minutos pela vez, um momento perfeito de consumo passivo. Por que não oferecer shampoo, bijuteria, perfume ou camiseta da moda ali mesmo? Sem suporte, promover esses itens extras sai caro e ineficiente, travando o sonho de sustentar a família via empreendedorismo. Ai entra a Figo como Solução Imediata. A Figo vira aliada ideal: o profissional da beleza se torna afiliado, acessa estoques colaborativos via SmartPOS e vende como “consultor de cosméticos”, gerando renda extra na própria comunidade sem estoque ou chargeback. Assim, o tempo ocioso vira oportunidade real de ganho familiar e negócios locais fortalecidos. Tudo isso sem empatar um real de capital de giro.

    Crescimento da Economia Colaborativa

    No Brasil, a economia colaborativa transforma o varejo com compartilhamento de estoques e serviços, reduzindo desperdícios e custos fixos. Tendências de 2026 incluem IA para recomendações personalizadas, que geraram milhões em vendas em 2025, e colaboração previsiva entre indústria e varejo para estoques ágeis. A loja física ganha novo papel como centro logístico e relacional, alinhando físico e digital em omnicanal amplamente inserido no varejo Brasileiro.

    Figo como Aliada Estratégica

    A Figo revoluciona o varejo físico ao conectar estoques de lojas e indústrias via SmartPOS, criando “prateleira infinita” sem investimento extra em mercadorias. Lojistas acessam mix ampliado de produtos, vendem no local com pagamento via cartão ou PIX no POS, eliminando chargebacks e riscos financeiros. Para o cidadão comum, isso gera renda extra: um vendedor atua como afiliado sendo ele PF ou PJ, comissiona vendas de parceiros e impulsiona tráfego na loja.

    Impacto na Renda Familiar

    Com Figo, o empreendedor sem capital de giro oferece calçados, cosméticos, vestuários e outros, além de seu estoque principal, exponenciando ganhos em nichos como diversos. O modelo colaborativo reduz despesas, networking e eficiência, transformando desafios em oportunidades de autonomia. Em 2026, isso alinha com varejo inteligente, capacitando pequenos varejistas, profissionais autônomos e famílias a prosperar na economia compartilhada.

    Loja de calçados com um atendente e uma cliente trocando produtos. À esquerda, uma mulher está sentada em uma cadeira.

  • Como tendências impactam nossas vidas?

    Como tendências impactam nossas vidas?

    As tendências da NRF 2026 deixam claro que 2026 é o ano em que a IA vira infraestrutura de varejo e passa a operar ponta a ponta em e-commerce, marketplaces e pagamentos, não apenas como “feature”. No contexto brasileiro, isso abre espaço direto para modelos como o da Figo, conectando loja física, dados, pagamentos e orquestração de canais com IA aplicada ao dia a dia da operação.

    Macro temas da NRF 2026

    • Commerce agentic (assistentes que compram por você): a NRF fala em “agentic commerce”, no qual agentes de IA mediam a decisão de compra do início ao fim, muitas vezes antes do cliente entrar em um site ou loja. Isso exige que catálogos, estoques, preços e promoções estejam “legíveis para máquinas” via APIs e dados estruturados.​
    • IA como padrão, não mais diferencial: independente da palavra “bolha”e do temor desse mundo meio sombrio, análises mostram que investimentos globais em IA devem ultrapassar US$ 2 trilhões em 2026, tornando obrigatório incorporar IA em planejamento, operação, atendimento e marketing do varejo. Quem permanecer em soluções pontuais (chatbot, recomendação simples) tende a perder competitividade porque o benchmark subiu.​
    • Dados e governança como ativo regulado: cresce a pressão por governança de dados e avaliação de impacto algorítmico, com multas relevantes para quem não tratar vieses, explicabilidade e revisão humana de decisões automatizadas. No Brasil, isso conversa com a agenda LGPD e futuras regulações específicas de IA para o varejo.

    IA aplicada ao e-commerce

    • IA como “motor de operação” e não só de marketing: em 2026, IA em e-commerce é exigida como operação real, integrando aquisição de tráfego, conversão, atendimento, logística e pós-venda em um fluxo mensurável. Soluções isoladas (recomendação básica, chatbot genérico) deixam de gerar vantagem competitiva.
    • Jornadas começando fora do site (assistentes e superapps): muitas jornadas passam a começar em assistentes de IA ou em ambientes de terceiros, e não mais na home do e-commerce. Isso obriga o varejista a estruturar dados de produtos, preços e disponibilidade para serem descobertos e transacionados via esses agentes externos.​
    • Personalização profunda em tempo real: IA passa a alimentar engines de precificação, sortimento de vitrines e conteúdo de forma dinâmica, com base em comportamento, estoque e margem em tempo real. Na prática, vitrines, banners, e-mails e pushs são montados sob medida para cada contexto, e não apenas por segmentos amplos.

    IA em marketplaces e super apps

    • Algoritmo decide quem joga: análises da NRF para o Brasil apontam que “o algoritmo decide quem entra no jogo” em marketplaces, à medida que ranking, buy box e exposição viram função de performance histórica, dados estruturados e qualidade operacional. Estar em super apps e grandes marketplaces amplia venda, mas a disputa real é por relevância algorítmica, não só por presença.
    • Arquiteturas API-first e dados modulares: para dialogar com superapps, assistentes e plataformas globais, sistemas precisam ser modulares e abertos, com catálogos, promoções, estoques e regras comerciais expostos via APIs robustas. Isso é crucial para que agentes de IA confiem nos dados e possam atuar em nome de pessoas ou empresas.​
    • Marketplaces como plataformas de serviços de IA para sellers: há um movimento de marketplaces oferecerem IA “embutida” para sellers: otimização automática de anúncios, conteúdo, preço, estoque e atendimento. Isso redistribui poder para pequenos lojistas que conseguem “plugar-se” a essa inteligência sem construir tudo do zero

    IA em operações e meios de pagamento

    • IA embedded no core operacional: fornecedores globais de tecnologia para varejo apresentam soluções em que IA está embutida no planejamento, operações, fulfillment e commerce, harmonizando dados de vendas, estoque, clientes e fornecedores. Isso melhora acurácia de previsão, reduz esforço manual de planejamento e viabiliza omnicanalidade sem aumentar complexidade.​
    • Pagamentos mais automáticos e invisíveis: há forte avanço em automação de transações, com soluções que tornam o pagamento mais rápido e, muitas vezes, invisível ao usuário, especialmente em self-checkout e formatos híbridos. Isso inclui desde automação de numerário em lojas físicas até integrações fluídas entre carteiras digitais, PIX e crédito integrado em jornadas omnicanal, aqui a Figo navegara em um terreno muito fértil e com possibilidades reais de aumentar as vendas, utilizando o cruzamento de estoques como ponto focal na geração e potencialização do faturamento do varejista.
    • Commerce “sem canal” (channel-less): soluções de comércio começam a permitir que preços, estoques e promoções sejam consumidos por qualquer interface (site, aplicativo, chatbot, assistente de IA), criando uma experiência verdadeiramente “sem canal”. Isso reforça o papel dos meios de pagamento como camada de infraestrutura que acompanha o cliente, em vez de ficar preso ao PDV físico ou digital

    Como aplicar no Brasil (e na Figo)

    • Orquestrar a jornada omnicanal com IA embarcado no smartPOS: usar IA para sugerir próximas ações ao lojista no smartPOS (quem contatar, qual oferta sugerir, como reengajar um cliente de marketplace na loja física), com base em dados de vendas, comportamento e estoque. Na prática, o PDV vira um cockpit inteligente, não apenas um terminal de cobrança, pois Figo utiliza do carisma do vendedor, como um consultor de venda para potencializar a força da IA.
    • Criar “camada de inteligência” sobre pagamentos: aproveitar dados transacionais (PIX, crédito, débito, carteiras) para pontuar risco, propensão à recompra e sensibilidade a preço, alimentando motores de crédito privado, BNPL e loyalty proprietários da Figo e dos lojistas. Isso alinha a tendência de IA no core financeiro com a realidade de um Brasil centrado em PIX, parcelado e programas de fidelidade.​
    • Oferecer IA pronta para o pequeno varejista: empacotar capacidades de IA (recomendações, pricing dinâmico simplificado, conteúdo automatizado, campanhas de CRM) como serviços plug-and-play para os lojistas do ecossistema. Assim, Figo vira o “atalho” para que o pequeno varejo brasileiro acesse as mesmas capacidades que grandes redes estão vendo na NRF 2026. Esse é o principal objetivo da Figo.
    Um atendente sorridente em uma loja mostra um celular para uma cliente, que está segurando uma bolsa. O ambiente tem produtos tecnológicos expostos em prateleiras ao fundo.
  • 2026, um ano desafiador! Figo Shop e seu modelo inovador.

    2026, um ano desafiador! Figo Shop e seu modelo inovador.


    O potencial transformador da Figo no mercado Brasileiro em 2026

    A Figo, por meio da plataforma Figoshop.com.br, surge como um marketplace inovador voltado ao varejo físico, integrando estoques de lojas e indústrias por meio do SmartPOS. Essa tecnologia viabiliza o conceito de prateleira infinita e pagamentos seguros no ponto de venda. Seu modelo colaborativo amplia significativamente o mix de produtos sem a necessidade de estoque adicional, elimina riscos como chargeback e impulsiona as vendas de pequenos e médios lojistas.

    Com a crescente expansão do e-commerce e dos modelos de vendas virtuais no Brasil, a Figo se posiciona como uma proposta diferenciada. Amparada por um conceito inovador e pela sólida experiência de seus empreendedores em fidelização de clientes e meios de pagamento, a Figo Shop entra em uma tendência clara de crescimento, concentrando sua energia em revolucionar a forma como o varejo físico e digital se conectam.


    Modelo de negócio da Figo

    A Figo transforma lojas físicas em verdadeiros hubs multimarcas, permitindo acesso em tempo real aos estoques de parceiros diretamente pelo SmartPOS da loja marketplace. A plataforma opera com split de pagamentos e logística integrada, gerenciada de ponta a ponta. Os lojistas passam a atuar como afiliados, ampliando suas receitas sem necessidade de capital de giro ou aumento de risco, enquanto as indústrias ganham novos canais de venda e maior capilaridade. Para o consumidor final, o benefício é imediato, com mais variedade, conveniência e disponibilidade de produtos. Essa integração entre o físico e o digital democratiza o varejo e valoriza as PMEs em segmentos como moda, cosméticos, drogarias, materiais de construção e bricolagem.


    Crescimento dos marketplaces no Brasil

    O e-commerce brasileiro projeta um GMV (otimista)superior a R$ 400 bilhões em 2026, com os marketplaces respondendo por mais de 65% das compras online e crescimento estimado de até 10% no GMV. No varejo físico, a expectativa é de crescimento de 2,08% em 2026, impulsionado por estratégias omnicanal, uso de inteligência artificial e pela expansão de marcas nativas digitais para o ambiente presencial. Tendências como a economia colaborativa fortalecem plataformas que conectam oferta e demanda de forma eficiente, reduzindo desperdícios e otimizando recursos, esse ponto é uma das apostas da plataforma Figo.


    Impacto potencial em 2026

    Em 2026, com a expansão do crédito estimada em 6,44% e um mercado cada vez mais focado em eficiência operacional, a Figo tem potencial para capturar uma fatia relevante do varejo resiliente. O aumento do tráfego em lojas físicas, que já registrou crescimento de 4,5% em 2025, tende a ser impulsionado por um mix de produtos mais amplo e inteligente. O modelo colaborativo da Figo está alinhado à maturidade do e-commerce brasileiro, potencializando o GMV em nichos físicos e gerando novas fontes de renda para lojistas dentro da lógica da economia de compartilhamento. As projeções indicam uma transformação profunda no omnicanal, com a Figo liderando a transição para um varejo mais inteligente, integrado e sustentável.


    Tamanho do mercado em 2025

    Em 2025, o mercado de e-commerce no Brasil, fortemente dominado por marketplaces, faturou cerca de R$ 234 bilhões, com crescimento de 10% em relação a 2024. As projeções iniciais da ABComm foram revisadas para aproximadamente R$ 224,7 bilhões. Os marketplaces representam mais de 65% das compras online, com destaque para o Mercado Livre, cujo GMV alcançou R$ 183 bilhões, correspondendo a cerca de 45% a 50% do total estimado do e-commerce, que gira em torno de R$ 414 bilhões.


    Principais métricas

    • GMV do e-commerce no primeiro semestre de 2025: crescimento de 7% ano contra ano, com aumento do ticket médio para R$ 120 e 5% a mais de pedidos.
    • Consumidores online: 94 milhões, com acréscimo de 3 milhões em relação a 2024.
    • Ticket médio anual: entre R$ 539 e R$ 564, com alta projetada de 4,7%, atingindo R$ 564,96.
    • Volume de pedidos: 435 milhões, representando crescimento de 5% ano contra ano.
    Imagem de um ambiente de loja com tecnologia SmartPOS da Figo em destaque, apresentando um tablet no balcão, prateleiras com roupas e sapatos ao fundo, e um gráfico de crescimento da economia brasileira na parede.

  • 2025 o ano dos recomeços: uma jornada, novo desafio

    2025 o ano dos recomeços: uma jornada, novo desafio

    Do livro às conversas com amigos, sócios e empreendedores, como um sonho antigo ganhou vida e abriu um novo desafio

    Foi um ano em que a palavra recomeço deixou de ser apenas conceito para virar prática diária. Entre o lançamento do livro, novas conexões com empreendedores e a rotina de produzir conteúdo sobre meu cotidiano e acontecimentos do dia a dia, mas também sobre coragem, vulnerabilidade e execução, 2025 consolidou uma fase em que a minha história como empreendedor recomeça novamente.

    Meu 2025 foi, acima de tudo, um ano de recomeços conscientes. Não daqueles que nascem do desespero, mas dos que vêm de uma escolha madura: honrar a própria história, reconhecer os tropeços, agradecer as conquistas e, ainda assim, decidir seguir em frente com mais amor, propósito e coragem.

    O ano em que minha história virou livro

    Durante muito tempo, minha trajetória como empreendedor viveu apenas nas memórias, nos bastidores das empresas que ajudei a criar e nas conversas com amigos e parceiros de negócio. Em 2025, essa história ganhou forma, páginas e capa com o lançamento de “Amor pra Recomeçar: Transforme seu sonho em sucesso”. O livro nasceu do desejo de registrar não só as vitórias, mas também os fracassos, os desvios de rota, as associações erradas e os momentos em que parecia mais fácil desistir do que tentar de novo.

    Ao escrever, revisitar capítulos difíceis e recontar passagens que ainda doíam, percebi que recomeçar nunca foi sinal de fraqueza na minha trajetória. Sempre que um negócio não deu certo, que uma decisão me afastou do que eu acreditava ou que precisei desfazer caminhos, ali estava escondida uma oportunidade de crescer, aprender e voltar melhor. O livro é, antes de tudo, um convite para que outras pessoas também se permitam transformar seus sonhos em projetos concretos, mesmo carregando cicatrizes no caminho.

    Empreender na vida real, sem romantizar

    Ao longo do ano, tanto no site quanto nas redes, procurei mostrar um empreendedorismo mais humano, menos glamourizado e mais próximo da vida real. Compartilhei reflexões sobre visão de longo prazo, timing, coragem para mudar de direção e, principalmente, sobre a importância de não se apegar ao que deu certo ontem se isso estiver impedindo a construção do amanhã.

    Passei a falar com mais clareza sobre aquilo que sempre moveu minhas decisões: criar negócios que geram impacto real na vida de clientes, parceiros e colaboradores, usando inovação, dados, marketing e relacionamento como ferramentas para construir valor de verdade. Mais do que contar “cases de sucesso”, quis abrir os bastidores da minha vida como empreendedor e principalmente das dúvidas aos medos, das conversas difíceis às apostas feitas quando quase ninguém via potencial.

    Recomeços pessoais, novos laços e propósitos

    2025 também foi um ano de recomeços internos. Em paralelo aos projetos profissionais, precisei reorganizar prioridades, olhar com mais carinho para minha própria saúde emocional e revisar quais relações, agendas e compromissos ainda faziam sentido com a pessoa que venho me tornando. Assim como nos negócios, entendi que, na vida pessoal, recomeçar não é apagar o que foi vivido, e sim escolher seguir mais leve, mais inteiro e mais alinhado com o propósito que hoje me guia, essa é uma vantagem absoluta da maturidade dos meus 54 anos.​

    As mensagens que recebi de leitores do livro e de quem acompanha meus conteúdos foram combustível importante para continuar. Ler relatos de pessoas que decidiram tirar um projeto da gaveta, mudar de carreira, voltar a estudar ou simplesmente se tratar com menos dureza depois de um erro reforçou a certeza de que vulnerabilidade conecta e cura. Aos poucos, foi nascendo uma comunidade em torno da ideia de que recomeçar com amor, por si, pela própria história e pelos próprios sonhos é uma das decisões mais corajosas que alguém pode tomar.

    O que levo deste ano para o próximo

    Se fosse para resumir os principais aprendizados deste ciclo, colocaria assim:

    • História bem contada abre portas. Quando você compartilha sua caminhada com honestidade, sem máscaras e sem edição exagerada, oportunidades começam a aparecer de lugares que você nem imaginava.
    • Nem todo negócio que nasce precisa durar para sempre. Alguns existem para te ensinar algo, ampliar sua visão e te preparar para o que vem depois; entender isso tira o peso da culpa e devolve a responsabilidade para a escolha.
    • Ninguém empreende sozinho. Sócios, equipes, mentores, clientes e até as críticas têm um papel importante na construção de qualquer jornada consistente.
    • Cuidar de si é parte da estratégia. Sem saúde emocional, autoconsciência e limites claros, nenhum resultado financeiro se sustenta por muito tempo.
    • Recomeçar não diminui o seu valor; eleva sua maturidade. Cada novo começo carrega a sabedoria de tudo o que já foi vivido, e é justamente isso que dá força para dar o próximo passo, mesmo com medo.

    Entro no próximo ano com o compromisso de aprofundar essas conversas: escrevendo mais, me conectando com outros empreendedores, apoiando novas iniciativas e mantendo acesa a chama de transformar sonhos em negócios que façam sentido. Se a sua vida também está pedindo um novo capítulo, o convite é simples: recomece com amor, recomece pela sua história, pelo seu sonho e por tudo o que ainda pode nascer a partir dele.

    Minha nova jornada

    Na hora de olhar para frente, é impossível não reconhecer o papel de um novo desafio em minha vida como empreendedor, nesse momento estou envolvido em alguns projetos como investidor, mas como gestor e apaixonado, eu escolhi a Figo para imprimir toda minha energia nessa nova trajetória que estou construindo. A Figo nasce exatamente no ponto de interseção entre tudo o que vivi no varejo e na tecnologia e tudo aquilo em que acredito para o futuro: colaboração, dados na veia, foco no pequeno e médio empreendedor e uso inteligente da inovação para gerar resultado na vida real.

    Ao transformar a loja física em um hub multicanal, com prateleira infinita, split de pagamentos e um ecossistema em que indústria, lojista e consumidor ganham juntos, a Figo materializa, em produto, a visão de negócios que venho defendendo há anos. Mais do que uma plataforma de pagamentos inteligentes, ela é a prova de que é possível usar tecnologia para reduzir barreiras, aumentar vendas, democratizar acesso e criar uma nova lógica de economia colaborativa no varejo brasileiro.

    Por isso, quando falo em “amor pra recomeçar”, hoje não estou mais falando só da minha história pessoal, mas também do que a Figo representa: a coragem de propor um modelo novo em um mercado tradicional, de apostar no potencial de lojistas e indústrias que muitas vezes foram deixados de lado e de construir, na prática, um ambiente em que todo mundo pode vender mais e melhor. A Figo é, ao mesmo tempo, continuidade e recomeço da minha jornada empreendedora e é o capítulo em que toda a experiência acumulada encontra um propósito ainda maior: impulsionar milhares de outros sonhos a saírem do papel e ocuparem seu lugar no mundo.

    Quero agradecer todos os meus sócios, amigos e colaboradores nesse projeto maravilhoso, mas sobre tudo nesses tantos anos que eles participam em minha vida. Obrigado!

    Collage of various logos and images representing different business ventures and milestones from 2005 to 2022, including Walmart's Download Center, coolnex, peela, and more.
  • Startups de meios de pagamento no Brasil: por que esse mercado gera unicórnios e como a Figo pode ser o próximo

    Startups de meios de pagamento no Brasil: por que esse mercado gera unicórnios e como a Figo pode ser o próximo

    Startups de meios de pagamento vivem um dos momentos mais favoráveis da história, impulsionadas pela digitalização do consumo, pelo avanço do e-commerce e pela popularização de soluções como Pix, carteiras digitais e maquininhas inteligentes (SmartPOS). No Brasil, o setor de fintechs é líder na América Latina, com destaque para pagamentos e infraestrutura financeira, que atraem bilhões de reais em investimentos e já geraram cases de unicórnios como Nubank, PagSeguro e, mais recentemente, QI Tech, avaliada em mais de 1 bilhão de dólares.

    Por que meios de pagamento viraram “máquina de crescimento”

    Pagamentos são a porta de entrada do cliente em qualquer negócio: toda compra passa por um meio de pagamento, seja físico ou digital. Estudos indicam que o mercado de pagamentos no Brasil movimenta um profit pool da ordem de R$ 120 bilhões, com potencial de chegar a cerca de R$ 170 bilhões até 2030, puxado por digitalização, Pix e novas soluções de crédito embutido. Além disso, pagamentos instantâneos já respondem por uma fatia relevante das transações (mais de um terço no e-commerce e grande parcela no varejo físico), abrindo espaço para modelos inovadores de negócios, como “buy now pay later”, split de pagamento entre lojistas e plataformas, e banking-as-a-service.

    Capacidade de uma startup de pagamento ter sucesso

    A boa notícia é que uma startup de meios de pagamento não precisa nascer gigante para ter relevância: o setor recompensa modelos muito focados em nichos, setores e comunidades específicas. Há casos de fintechs que cresceram atendendo públicos segmentados, como adolescentes, PME, exportadores ou marketplaces e rapidamente escalaram para milhões de usuários e bilhões transacionados ao oferecer experiência simples, taxas competitivas e serviços adicionais como gestão financeira, crédito e fidelização. Isso mostra que a capacidade de sucesso está menos em disputar com bancos em tudo e mais em resolver profundamente a dor de um segmento: varejistas de bairro, e-commerce de nicho, economia de comunidade, profissionais autônomos, entre outros.

    O potencial desse tipo de startup

    O potencial de uma startup de meios de pagamento vai muito além da taxa da transação. Ao controlar o “momento do pagamento”, a empresa tem dados de comportamento, recorrência, ticket médio, inadimplência e sazonalidade, o que permite criar:

    Produtos de crédito mais inteligentes e com menos risco

    Soluções de gestão de caixa e antecipação de recebíveis

    Ferramentas de marketing, cashback e fidelidade integradas ao checkout

    Serviços de infraestrutura para terceiros (API, white label, embedded finance) 

    Com isso, uma startup desse segmento pode evoluir de “meio de pagamento” para “plataforma financeira completa”, capturando mais valor por cliente e se tornando peça-chave no crescimento de pequenos negócios, varejistas e marketplaces. Em mercados com alta informalidade e milhões de pequenos empreendedores, como o Brasil, o espaço para soluções que simplificam receber, pagar, registrar e financiar operações ainda é enorme.

    O que isso significa para quem empreende em pagamentos

    Para quem está construindo ou apostando em uma startup de meios de pagamento, o recado do mercado é direto:

    Existe espaço real para novas soluções, especialmente em nichos pouco atendidos

    Investidores continuam atentos a fintechs com modelo claro, foco B2B e tecnologia robusta

    O volume transacional cresce junto com o digital, ampliando o mercado endereçável ano após ano 

    Em outras palavras: com foco no problema certo, tecnologia alinhada à regulação e proposta de valor clara para o cliente final, uma startup de pagamentos tem hoje alta capacidade de alcançar escala, rentabilidade e relevância estratégica no ecossistema financeiro e do varejo.

    A combinação entre fintech e varejo físico abre espaço para modelos ainda mais poderosos, como o da FIGO. A plataforma opera um marketplace com conceito de “estoque infinito” para o varejo físico: o lojista pode vender muito além do que tem na própria prateleira, acessando um sortimento ampliado via marketplace e oferecendo isso ao cliente diretamente em sua loja. Isso multiplica o potencial de faturamento por metro quadrado, aumenta o ticket médio e transforma a loja em um hub de soluções para o consumidor.

    Ao mesmo tempo, a cobrança via SmartPOS, com arquitetura desenhada para reduzir riscos de chargeback e fricções de pagamento, cria uma base de volume financeiro recorrente, previsível e altamente escalável, alinhada às melhores práticas das fintechs de meios de pagamento. Essa combinação de marketplace, “estoque infinito” e infraestrutura de pagamentos inteligente posiciona a FIGO no cruzamento entre varejo, comunidade e serviços financeiros. Exatamente o tipo de tese que já levou outras startups brasileiras de pagamento e infraestrutura financeira ao status de unicórnio, unindo inovação, dados e oportunidade em um mercado gigante e ainda pouco explorado em profundidade.

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    Ilustração de uma mulher em um supermercado usando uma máquina de pagamento inteligente, com uma interface digital mostrando produtos e gráficos de crescimento ao fundo.
  • Economia nas comunidades, mais de R$ 200 bilhões em consumo e 17 milhões de consumidores

    Economia nas comunidades, mais de R$ 200 bilhões em consumo e 17 milhões de consumidores

    A “economia nas comunidades” ganhou mais protagonismo nesta semana, com destaque para projetos e debates que reforçam o papel do varejo local como motor de desenvolvimento econômico, social e digital. Para quem atua com moda, calçados, cosméticos e serviços de proximidade, o recado é claro: fortalecer o bairro, o entorno e a base de clientes locais é, ao mesmo tempo, estratégia de crescimento e blindagem em um cenário macroeconômico mais cauteloso.

    O que aconteceu de relevante

    Iniciativas de “bairro digital” e plataformas que conectam consumidores a lojas locais ganharam evidência, como projetos que unem marketplace, agenda de comerciantes e serviços da vizinhança em um só ambiente digital, com foco em fortalecer a economia de bairro. Entidades do varejo reforçaram, em conteúdos recentes, que priorizar o comércio local faz o dinheiro circular dentro da comunidade, gerando emprego, investimento e senso de pertencimento. Ao mesmo tempo, análises sobre o varejo em 2025 mostram um cenário de crescimento mais lento, exigindo que pequenos negócios usem criatividade e tecnologia para não ficarem reféns apenas do fluxo das grandes redes.

    Por que isso importa para o varejista

    Para lojas de moda, calçados e cosméticos, a economia de comunidade significa vender mais para quem está perto, com conveniência, confiança e reconhecimento de marca local. Pequenos mercados e lojas de bairro vêm ganhando força justamente porque oferecem proximidade e experiência humanizada em um momento em que o consumidor valoriza consumo consciente e relações mais pessoais com as marcas. Isso abre espaço para ações como: clubes de benefícios por bairro, parcerias entre comércios vizinhos, eventos locais e campanhas de “compre do seu bairro”.

    Como a FIGO pretende potencializar a economia nas comunidades

    A FIGO oferece uma plataforma inteligente, colaborativa, sem necessidade de integração, com amplo alcance em estoque e variedade, ideal para quem quer atuar forte na comunidade, mas com potência digital de grande rede. Sua tecnologia permite que lojistas estejam presentes em um canal único e amplo, com acesso a um “estoque infinito” de parceiros e, ao mesmo tempo, ofertem seus próprios produtos de forma simples, de forma híbrida com seu marketplace integrado virtualmente nas maquininhas Figo e com a captura do pagamento presencial para dar segurança a transação. Assim o varejista consegue vender para o cliente do bairro e, se quiser, ampliar o mix oferecendo produtos de outros fornecedores, lojistas e industria, sem assumir a complexidade da operação. A FIGO se encarrega de toda a jornada, sendo: pagamento, repasse, logística compartilhada e campanhas promocionais, removendo fricções operacionais e colocando qualquer negócio, mesmo pequeno, em um patamar competitivo próximo ao das grandes redes.

    FIGO frente às tendências de economia local

    • Economia circulando no bairro: o lojista vende mais para quem está perto, enquanto a FIGO amplia o ticket com sortimento maior sem exigir investimento pesado em estoque.
    • Digitalização do comércio de rua: projetos de “bairro digital” mostram que a combinação de marketplace e presença física é o caminho; a FIGO entrega exatamente esse modelo com marketplace + POS.
    • Sustentabilidade e consumo consciente: ao conectar marcas locais e pequenos empreendedores a uma plataforma com curadoria, a FIGO ajuda o consumidor a comprar melhor e mais próximo, reforçando a identidade da comunidade.

    O que o varejista deve fazer agora

    Nos próximos dias, o varejista que quer surfar a onda da economia nas comunidades pode:

    • Mapear seu entorno: entender quem são os clientes do bairro, quais categorias faltam e com quais vizinhos pode criar ações conjuntas. 
    • Transformar a loja em hub do bairro: usar a FIGO para ampliar o sortimento via “estoque infinito”, posicionando a loja como ponto de conveniência onde o cliente resolve tudo em um só lugar.
    • Criar campanhas “do bairro para o bairro”: usar maquininhas POS e o marketplace FIGO para ações como cashback local, kits personalizados e promoções temáticas por região, reforçando pertencimento e recorrência. 

    Ao somar tecnologia de marketplace, presença física via POS e foco em comunidade, FIGO se torna uma ferramenta estratégica para transformar qualquer ponto de venda em protagonista da economia local.

    Nesse últimos dias de novembro aconteceu a esperada e anual feira que demonstra a força das comunidades a Expo Favela Innovation Brasil, que se firmou como um grande palco da potência econômica e criativa das favelas, conectando empreendedores periféricos a marcas, mídia e investidores em escala nacional. Com milhares de participantes, horas de conteúdo e forte engajamento nas redes, o evento deixou de ser apenas uma feira e passou a funcionar como plataforma de visibilidade, formação e geração de negócios para quem empreende nas comunidades. Ao estruturar etapas estaduais com curadoria e levar os finalistas para São Paulo, reforça a ideia de que a inovação que nasce na periferia é estratégica para a economia brasileira e para a pauta de impacto social.

    Para ter uma idéia de como é gigante esse universo das comunidades, uma pesquisa do Data Favela e de outras organizações mostram que as favelas brasileiras movimentam algo entre R$ 200 bilhões e R$ 300 bilhões por ano em renda própria, valor superior ao PIB ou à renda anual de vários estados brasileiros e maior que o de alguns países latino‑americanos. Outro levantamento aponta um potencial de consumo estimado em cerca de R$ 167 bilhões ao ano, considerando mais de 6 mil favelas, 17 milhões de moradores e uma renda média em torno de R$ 3 mil por domicílio.

    A Figo está antenada a esse movimento e se prepara para caminhar junto com essa revolução, conectando varejo, tecnologia e economia das comunidades.

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  • Cada olhar, uma transformação!

    Cada olhar, uma transformação!

    Andrew Scott é um artista interdisciplinar norte americano, nascido em 1991, que conquistou destaque na arte contemporânea ao reinventar o conceito tradicional da moldura. Sua técnica inovadora, batizada de “quebras de moldura”, vai além de simples alterações visuais: Scott transforma fisicamente as molduras, criando um diálogo único e dinâmico entre a obra e o espaço onde ela está inserida. Essa ruptura com o convencional tem encantado o público global, refletindo-se em mais de um bilhão de visualizações nas redes sociais. Suas obras, que abordam temas profundos como escapismo e solidão, também provocam uma nova forma de interação emocional com a arte nas pessoas, conectando-as de maneira inesperada e autêntica.

    Fazendo uma alusão a isso, proponho uma reflexão pra você que esta lendo isso agora. Este gesto de transformação olhando para algo estabelecido e conseguir reinventá-lo, recriando a experiência e sua percepção se conecta fortemente com a essência do empreendedorismo. Empreender é exatamente isso: olhar para um setor, uma indústria ou simplesmente uma ideia, e encontrar, não apenas uma versão melhorada, mas uma nova forma de existir, de operar e de impactar o mercado e a sociedade é o que nos leva a outro nível é o que faz o ser humano brilhante e iluminado.

    Apliquei essa visão transformadora, na prática, em todas as empresas que construí ao longo da minha vida, e tive a graça de encontrar outros empreendedores que compartilham do mesmo olhar e da mesma vontade de transformar. É exatamente essa capacidade de transformação que inspira a Figo Shop. Motivada pela coragem e inovação de tantos visionários em diversas áreas e também pelo brilhante olhar de Andrew Scott. Assim chega a Figo Shop determinada a revolucionar o varejo e a experiência de compra via marketplace fisico no Brasil. O objetivo é reinventar a forma como clientes e lojas se conectam entre si e compartilham não penas estoques, compartilham eficiência, valorizando experiência, personalização e crescimento mutuo.

    Assim como Scott oxigena o universo das artes plásticas, rompendo barreiras físicas e conceituais, a Figo Shop aposta na transformação do ecossistema varejista, criando um ambiente onde tecnologia, atendimento e inovação andam lado a lado. A proposta é ressignificar o consumo fisico por meio de uma plataforma híbrida, digital por usar tecnologia e física por permitir o pagamento presencial, fomentando relações mais humanas e estratégicas entre compradores, vendedores e marcas.

    A história de Andrew Scott não só inspira, mas nos lembra que a transformação, mesmo que parta de um simples olhar diferenciado, seja numa moldura ou num mercado, tem o poder de construir algo novo, maior, disruptivo e fundamentalmente impactante. O empreendedor, ao mirar o que já existe com essa visão de recriação, tem nas mãos a chave para transformar indústrias inteiras, assim como a Figo Shop pretende fazer no comércio brasileiro.

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    Arte de Andrew Scott

  • Varejo em movimento: super novidades e insights da semana

    Varejo em movimento: super novidades e insights da semana

    🚀 Como FIGO pode potencializar seus resultados

    A semana foi marcada por anúncios estratégicos, batalhas intensificadas entre gigantes do e-commerce e tendências cada vez mais presentes no dia a dia dos varejistas. Confira tudo o que aconteceu, seus impactos diretos e como a plataforma FIGO se destaca diante desses movimentos.

    1. Parcerias e Movimentação das gigantes do e-commerce brasileiro

    Casas Bahia & Mercado Livre anunciaram uma parceria inédita: seus produtos agora estão disponíveis na plataforma do Mercado Livre. Isso aumenta a competição e oferta para os consumidores, especialmente nos segmentos de eletrônicos e eletrodomésticos. O movimento reforça a estratégia das grandes em busca de omnicanalidade e integração com múltiplas plataformas, potencializando vendas em datas especiais como Black Friday, que registrou crescimento de mais de 10% neste ano.

    Ações intensas de cupons e crédito marcam o período, com Mercado Livre, Casas Bahia, Shopee, Temu e o mais novo de todos no Brasil, mas que entrou com tudo, o TikTok Shop, direcionando milhões de reais em descontos e crédito para seus clientes, disputando a atenção do consumidor.

    Importância para o varejista

    Essa integração entre canais e o foco em benefícios adicionais como descontos e crédito direto ao consumidor geram oportunidade de maior tráfego e fidelização, mas ao mesmo tempo geram mais custo. Para lojas de moda, calçados e cosméticos, entrar ou expandir atuação em marketplaces é uma estratégia cada vez mais importante e essencial para escalar, convencionalmente pra isso essas lojas precisam investir, alem do Take rate (comissão do marketplace), um valor expressivo em mídia, que em alguns casos inviabiliza o custo de aquisição de clientes (o famoso CAC).

    Por que FIGO marketplace?

    A FIGO oferece uma plataforma inteligente, sem necessidade de integração, com amplo alcance em estoque e variedade, sem custo de ADS. Sua tecnologia permite que lojistas estejam presentes em um canal único e amplo, onde há acesso a um estoque praticamente infinito, além de poderem ofertar seus próprios produtos de forma simples e eficiente. Tudo isso acontece dentro do marketplace virtual FIGO, mas com presença física garantida pelas maquininhas POS e impulsionado pela consultoria do comerciante/lojista e seus colaboradores, que ampliam o alcance da loja sem que o varejista perca o controle financeiro. A FIGO assume toda a operação: controle logístico, campanhas promocionais e conciliação financeira, permitindo que o lojista foque no crescimento do negócio. O marketplace Figo resolve fricções operacionais e coloca qualquer negócio, mesmo pequeno, em destaque diante da sofisticação das grandes redes, unindo inovação virtual e presença física de maneira prática e segura.

    2. Tendências globais: IA, automação e social commerce

    A NRF 2026 revela que inteligência artificial continua no topo das prioridades, com foco em algoritmos, automação e dados para elevar a precisão da jornada de compra, recomendação de produtos e experiência personalizada. Os Estados Unidos mantêm base sólida, enquanto a China aposta na fusão entre entretenimento e social commerce, inspirando plataformas brasileiras a inovar, no caso da Figo é um pouco diferente, pois a IA ajuda a consultar o estoque em tempo real, mas a relação humana é preservada em sua essência, o lojista com base no estoque infinito que a plataforma oferece, pode com todo sua persuasão de vendedor, influenciar diretamente o consumidor na melhor escolha e orienta-lo como um consultor no momento do fechamento da venda.

    Experiências imersivas por meio de consultoria no momento da venda e a omnicanalidade ganham destaque: o consumidor espera transição fluida entre loja física, online e canais sociais.

    Importância para o varejista

    Investir em automação, IA aplicada e estrutura omnichannel não é mais tendência, é necessidade para competir de igual com grandes players. Moda e cosméticos se beneficiam especialmente de recomendações personalizadas, oferta em múltiplos canais e experiência unificada, a Figo é tudo isso em uma única experiência.

    FIGO marketplace

    A FIGO está pronta para aplicar IA em recomendações, análise preditiva de vendas e otimização de campanhas. Além disso, oferece soluções omnichannel com sincronização de estoques, pedidos, experiência de atendimento e marketing em todos os pontos de contato. Isso simplifica processos, acelera decisões e reduz custos operacionais, permite que pequenos lojistas possam ter patamar de igualdade com qualquer gigante de mercado.

    3. Experiência do cliente e propósito de marca

    Pesquisas recentes indicam que 78% dos brasileiros priorizam marcas que oferecem atendimento excepcional e valores bem definidos (“consumo com propósito”) especialmente no físico, pensando nisso a Figo traz essa oportunidade real ao lojista, pois o alimenta com uma ferramenta maravilhosa, o acesso ao estoque infinito que a plataforma oferece, pode inclusive ampliar seu mix de produtos, abrindo uma ampla variedade de produtos, imaginem que uma loja de periferia que tem limite de espaço e capital de giro que hoje só venda roupas, pode amanhã vender calçados, cosméticos, bijuterias e outros, com um detalhe simples, sem investimento algum, somente participando da venda como um consultor afiliado.

    O impacto para moda, calçados e cosméticos é enorme, pois os clientes buscam marcas autênticas, sociais e sustentáveis e que tenham acesso simples e ilimitados.

    Importância para o varejista

    Reputação, confiança e propósito ganham peso nas decisões de compra, exigindo transparência e comunicação ativa, tudo que a plataforma Figo pode oferecer, pois é ela a moderadora de tudo e vai orquestrar o bom relacionamento entre os lojistas, consumidores e fornecedores.

    FIGO marketplace

    Na FIGO, os varejistas conseguem criar vitrines personalizadas, comunicar valores de marca, ativar campanhas de engajamento social e monitorar reputação com dados reais. A plataforma facilita a aproximação entre marca. loja e consumidor, tornando cada interação uma oportunidade de fidelização e bom relacionamento.

    Visão Estratégica para os próximos dias

    O varejista que deseja se destacar precisa:

    • Investir na presença multicanal, integrando operações e campanhas e a capacidade de atender bem seu consumidor com variedade e estoque.
    • Aproveitar datas promocionais e estratégias de cupons, ampliando ofertas e fidelizando com benefícios reais.
    • Apostar em IA e automação para recomendação, logística e gestão inteligente ou se beneficiar de uma plataforma que pode oferecer tudo isso em um único lugar.
    • Comunicar valores e propósito da marca, sendo autêntico e próximo do seu cliente, a consultoria e a influencia do lojista no momento da venda ainda é fundamental para fidelizar e melhorar suas vendas.

    A plataforma FIGO é o parceiro ideal para essa jornada, oferecendo tecnologia, inovação e suporte orientado para resultado. Chegou a hora de acelerar!

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