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  • Renda extra no varejo: por que o consultor de vendas pode ser o novo “motor” da economia colaborativa

    Renda extra no varejo: por que o consultor de vendas pode ser o novo “motor” da economia colaborativa

    Durante muitos anos, o ícone da renda extra no Brasil foi a consultora que vendia cosméticos com um catálogo embaixo do braço. Natura, Avon, entre outras, construíram verdadeiros exércitos de empreendedores independentes que batiam de porta em porta, visitavam amigas, atendiam vizinhos e criavam uma relação de confiança baseada em conversa, indicação e proximidade. Mais do que um modelo de negócio, isso se tornou parte da cultura brasileira.

    Os números ajudam a entender essa força. O mercado de venda direta no Brasil já envolveu milhões de pessoas e segue movimentando bilhões de dólares por ano, com destaque para cosméticos, bem-estar e produtos de uso recorrente. Em muitos lares, essa renda complementar fez diferença para pagar contas, guardar um pouco mais no fim do mês ou até financiar sonhos maiores. Era (e ainda é) uma forma de empreender com risco relativamente baixo, apoiado por marcas estruturadas.

    O que está acontecendo agora é uma evolução desse comportamento. Se antes a consultora dependia de um único catálogo e de uma única marca, hoje a tecnologia permite que ela se conecte a diversos fornecedores, categorias e estoques e isso sem precisar carregar caixas ou manter um grande volume de produtos em casa. É aqui que a Figo entra com uma proposta diferente: transformar pessoas comuns em consultores de vendas conectados a estoques de lojistas e fabricantes, usando o marketplace Figo como base e a tecnologia como ponte. Uma força de venda inovadora para diversos fabricantes de diversas categoria.

    Imagine uma pessoa que conhece bem sua vizinhança e tem boa relação com o comércio local. Pela Figo, ela pode acessar catálogos de produtos de várias lojas e marcas, oferecer esses itens para sua rede de contatos, fechar pedidos e ganhar comissão pelas vendas, sem ter que bancar compra antecipada. De um lado, ajuda o pequeno lojista a vender mais porque aqui entra o estoque infinito Figo que promove vendas para diversos varejistas, físicos e on-line; de outro, permite que o fabricante chegue mais longe; no meio, cria uma nova fonte de renda para quem está disposto a empreender em formato colaborativo.

    Esse modelo resgata a essência da venda direta, reafirma o relacionamento, confiança e a recomendação da venda de produtos entre amigos e conhecidos, mas com uma camada de inteligência que garante que tudo aconteça de forma simples e objetiva, tudo isso com dados, meios de pagamento integrados, roteamento, orquestração e visão unificada de performance. O consultor (afiliado Figo) deixa de ser apenas um “vendedor de catálogo” e passa a ser um integrador de oportunidades, conectando demanda e oferta em diferentes pontos da cadeia. E o melhor: com flexibilidade de horário, baixo risco e potencial de escala para quem se destaca.

    Do ponto de vista social, isso tem um peso enorme. Em um país em que milhões buscam alternativas de renda, criar um caminho estruturado para que qualquer pessoa possa se tornar afiliado Figo de vendas, apoiado por tecnologia, é uma forma concreta de inclusão produtiva. É dar às pessoas a chance de recomeçar, muitas vezes em uma fase da vida em que os caminhos tradicionais pareciam mais estreitos.

    Quando olho para esse cenário, vejo a Figo como uma plataforma que faz duas coisas ao mesmo tempo: destrava valor para o varejo e abre portas para gente comum transformar seu tempo, sua rede e sua vontade em renda. E essa combinação, na minha visão, é a cara de uma nova economia colaborativa que está nascendo no varejo físico brasileiro.

    Seja você também um afiliado, nos ajude a transformar o varejo brasileiro!

    Imagem mostrando um ambiente de loja com prateleiras de produtos, clientes interagindo e vários dispositivos móveis, destacando a solução Figo para gestão de estoque e fluxo de caixa.
  • Como transformar estoque parado em oportunidade: o impacto (real) da Figo no varejo físico

    Como transformar estoque parado em oportunidade: o impacto (real) da Figo no varejo físico

    Existe uma cena que se repete em milhares de lojas pelo Brasil: prateleiras cheias, estoque abarrotado, mas caixa vazio. O lojista olha para o sistema, vê produtos encalhados há meses e sente um misto de frustração e impotência. A mercadoria está ali, ocupando espaço, consumindo capital e energia, mas não gera resultado. É como se parte do negócio estivesse congelada, esperando uma oportunidade que nunca chega.

    Quando a gente olha os números, a dimensão desse problema fica ainda mais clara. Estudos recentes mostram que só no Brasil existem bilhões de reais empatados em estoque parado, especialmente em setores como moda, bem-estar e isso no varejo físico em geral. É dinheiro que poderia estar financiando expansão, inovação, marketing ou simplesmente dando fôlego para o fluxo de caixa, mas está silenciado em caixas, araras e almoxarifados. Ao mesmo tempo, há consumidores buscando variedade, tamanhos, cores e condições de pagamento que muitas lojas não conseguem oferecer sozinhas.

    A grande virada de chave está em mudar a pergunta. Em vez de “como faço para me livrar do meu estoque?”, o lojista agora pode passar a pensar “como posso vender mais usando também o estoque dos outros?”. É aqui que entra o conceito de estoque infinito e de uso inteligente de estoques de terceiros, sendo eles fabricantes, distribuidores e até outros lojistas como extensão do seu próprio mix, sem precisar imobilizar mais capital.

    A Figo com seu propósito de unificar chega justamente para orquestrar esse movimento. De um lado, conecta fabricantes com estoque excedente ou coleções passadas; de outro, lojistas que querem ampliar sortimento, aumentar tíquete médio e reduzir ruptura sem assumir o risco de comprar tudo antecipado. Por trás dessa relação, a tecnologia faz o trabalho pesado: integra pagamentos, roteia pedidos, organiza split entre todos os envolvidos e garante que a venda aconteça da forma mais simples possível, isso para quem vende, como para quem compra.

    Quando você combina estoque de terceiros, meios de pagamento inteligentes e uma camada de dados que entende o que vende melhor em cada região, algo poderoso acontece: o estoque deixa de ser um peso morto e passa a ser um ativo vivo, fluido, colaborativo. Em vez de mercadoria parada, você tem produtos circulando entre fabricantes, lojistas e consumidores com muito mais fluidez e velocidade. E, no limite, isso é bom para todos: para quem produz, porque monetiza melhor; para quem vende, porque ganha margem e relevância; e para quem compra, porque encontra aquilo que precisa com mais facilidade em um estoque praticamente infinito.

    Existe ainda um componente importante de impacto. Quando você aproveita melhor o estoque existente, reduz a necessidade de novas produções desnecessárias, diminui desperdícios e evita logística redundante. Menos caminhões rodando à toa, menos peças indo para descarte, mais inteligência na forma como a cadeia inteira se organiza. Sem fazer discurso bonito, a Figo coloca ESG em prática na origem: antes de falar de compensação, fala de evitar o problema.

    No fundo, transformar estoque parado em oportunidade é uma forma de recomeçar o varejo sem destruir o que já foi construído. É usar melhor o que existe, liberar o que está travado e abrir espaço para um novo ciclo de crescimento. E é exatamente disso que eu acredito como empreendedor quando falo em recomeçar com amor: não é negar o passado, é ressignificar o que você já tem e usar isso como combustível para o próximo passo, trago isso na Figo e acredito que nosso propósito alem de claro é também nobre.

    Ambiente de loja moderna com prateleiras, caixas e uma variedade de produtos. Destacam-se elementos relacionados à tecnologia e gestão de estoque, com foco em integração de pagamentos e eficiência operacional.
  • O Agente Secreto: como uma premiação pode revelar tanto sobre nós!

    O Agente Secreto: como uma premiação pode revelar tanto sobre nós!

    Hoje é dia de Oscar. Para muitos países, é um domingo como outro qualquer; para outros, é um dos pontos altos do ano, quando cultura vira assunto nacional e o Estado se orgulha de mostrar seus artistas para o mundo. Eu escrevo isso como um desabafo.

    Nesta semana, ouvi de um amigo próximo a seguinte frase:
    “É, no domingo vamos ver aquele comuna perder.”

    No momento, eu nem entendi do que ele estava falando. Não lembrei de cara do Oscar, nem do Wagner Moura e da indicação de O Agente Secreto. Logo em seguida, ele completou:
    “Como podemos apoiar uns corruptos que usam o dinheiro público pra fazer filme?”

    Aí eu entendi do que estávamos falando.

    Respondi:
    “Pelo que eu li, e com o pouco conhecimento que tenho do tema, você está falando de Lei Rouanet, certo?”

    Irritado, ele rebateu:
    “Sim, essas leis de merda.”

    Naquela hora, caiu a ficha: infelizmente estamos todos envenenados. Discutimos temas que não dominamos, repetindo frases prontas de gente que também não domina nada, só carrega rancor e slogans. Como sempre fui conciliador, tentei colocar isso de forma tranquila. Disse que talvez nenhum de nós soubesse, de verdade, o que as leis dizem, e que estávamos reagindo mais às histórias que ouvimos do que aos fatos.

    Então propus um desafio:
    “Fulano, vamos consultar uma IA qualquer?”

    Ele:
    “Pode fazer. Você vai ver que eu estou certo.”

    Eu:
    “Beleza, posso tentar?”

    “Claro, quer perder tempo, manda bala…rs”

    Peguei o celular e fiz uma pergunta simples:

    “O filme O Agente Secreto foi financiado pela Lei Rouanet?”

    A resposta foi algo assim, resumindo:

    • O filme custou cerca de R$ 27–28 milhões e é uma coprodução internacional entre Brasil, França, Alemanha e Holanda.
    • Da parte brasileira (cerca de R$ 13,5 milhões), R$ 7,5 milhões vieram do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), o restante veio de recursos privados e parceiros estrangeiros.
    • O FSA é um fundo público específico para o setor audiovisual, abastecido principalmente por contribuições cobradas do próprio mercado de audiovisual e telecom (Condecine, Fistel etc.), com lógica de investimento que busca retorno e desenvolvimento industrial.
    • Não houve uso de Lei Rouanet no filme. Aliás, a Rouanet nem pode financiar longa-metragem de ficção comercial; por lei, ela se aplica a curtas, médias, preservação e difusão de acervo, entre outras áreas culturais.

    Ou seja fulano: não é o governo dando dinheiro pra um artista “amiguinho comuna”, como você acabou de afirmar. Entende? Faz parte de uma política bem formatada para atender um setor caro, arriscado e globalmente competitivo, como fazem França, Alemanha, Coreia do Sul, Reino Unido, etc.

    Quando terminei de ler a resposta e dar minha opinião, vi nos olhos dele a desconfiança. E ele me perguntou, com toda sinceridade:
    “Você usou uma IA chinesa?” :)

    Acreditem: ele desconfiou do resultado não porque os dados estavam errados, mas porque a resposta não cabia na história que ele já tinha comprado. Se fosse uma IA “ocidental”, na cabeça dele, “não poderia” responder aquilo. Naquele instante eu percebi que a questão não estava no ator, no filme, na lei ou mesmo no país. O que estava em jogo era algo mais profundo: um afastamento da realidade talvez e, principalmente, uma falta de amor pelo próprio Brasil e pelo brilhantismo da cultura brasileira. 

    Fiquei mexido. Foi um baque ouvir isso de uma pessoa que considero do bem, inteligente, supercapacitada. O rancor que ele carrega e que muitos amigos próximos de nós vem carregando, não está mais direcionado a políticos específicos ou a governos, mas ao próprio país e aos brasileiros que dão certo. Hoje o alvo virou o cinema brasileiro, os artistas, os cientistas, qualquer um que se destaque. Tudo explicado por teorias conspiratórias que parecem roteiro de ficção ruim.

    Mas não escrevo isso para atacar pessoas que pensam diferente. Escrevo para lembrar que hoje nós temos todas as ferramentas do mundo para checar fatos. Uma busca simples em uma IA gratuita, num jornal sério, em dados públicos, já mostra o que é verdade e o que é boato maldoso.

    Eu estou aqui, na verdade, para celebrar. Hoje o Brasil tem um filme indicado a uma das premiações mais importantes do planeta, o Oscar, que infelizmente tivemos poucas oportunidades de prestigiar. Hoje é o dia e nossa chance pra isso, vamos aproveitar esse momento tão especial. Vamos simplesmente, prestigiar!

    Hoje o Brasil e os brasileiros podem brilhar como país e como cidadãos. Hoje é dia de comemoração, independente do resultado. Neste momento, deveríamos ser todos brasileiros torcendo juntos: pelos atores, roteiristas, diretores, técnicos, montadores, trilha, figurino, produtores, e também por todos os cinéfilos que assistiram e prestigiaram o filme.

    Qualquer brasileiro que esteja em evidência por fazer algo bom terá a minha torcida, independentemente de posição política, crença ou ideologia.

    Desejo que hoje seja um dia histórico para o nosso lindo e maravilhoso BRASIL, país que eu amo e que quero ver sempre como o melhor lugar do mundo. Para mim, graças a Deus, ele já é.

    E, se a gente conseguir trocar um pouco de rancor por curiosidade, carisma e amor próprio, talvez ele fique ainda melhor.

  • Chegou a era dos Marketplaces: cada vez mais presentes na vida das pessoas

    Chegou a era dos Marketplaces: cada vez mais presentes na vida das pessoas

    Como Assaí e Mercado Livre estão redesenhando o jogo e o que isso impacta no cotidiano do consumidor

    Em fevereiro de 2026, o Assaí anunciou sua entrada no marketplace do Mercado Livre, no modelo fulfillment, começando com aproximadamente 400 itens não perecíveis, como higiene, limpeza, mercearia seca, bebidas e itens não alimentares. As vendas terão início no segundo trimestre na região Sudeste, com expansão planejada para todo o Brasil até o fim de 2026, usando a infraestrutura logística do Mercado Livre para garantir prazos de entrega mais curtos e experiência integrada.

    Essa parceria é simbólica por dois motivos: mostra que até o atacarejo, historicamente cauteloso com e‑commerce alimentar, agora aposta na escala dos marketplaces, e confirma que o supermercado online e omnichannel deixou de ser exceção para virar parte do modelo padrão do varejo alimentar. Na prática, o consumidor passa a montar um único carrinho com produtos de diferentes vendedores, usando a mesma jornada de compra a que já está acostumado no Mercado Livre, mas agora com a força de uma rede como o Assaí.

    A combinação de conveniência, variedade e preço faz com que o marketplace ocupe um espaço diário na vida do brasileiro: da compra de eletrônicos ao alimento de rotina. Redes de atacarejo, supermercados e varejistas regionais estão acelerando o movimento omnichannel, conectando loja física, e‑commerce próprio, apps e marketplaces de terceiros em uma jornada contínua.

    Esse avanço tem uma consequência clara: o consumidor deixa de pensar em “loja” e passa a pensar em “acesso”. A pergunta deixa de ser “onde tem?” e passa a ser “como eu recebo?” seja retirando na loja, recebendo em casa ou comprando em um ponto físico que acessa estoques virtuais infinitos.

    Como e onde a Figo entra nessa história?

    Enquanto grandes players usam o marketplace para escalar estoques próprios, a Figo atua como uma camada inteligente que ajuda o varejo a se conectar com estoques e serviços de forma distribuída. A plataforma Figo unifica pagamentos (cartões, PIX, links, dinheiro) e opera de forma multiadquirente em SmartPOS, pinpad, computador ou celular, simplificando o dia a dia financeiro do lojista, tudo isso para dar base e segurança aos varejistas afiliados que receberão comissionamento pelas vendas, mas também para proteger seus recebíveis de vendas de seu próprio estoque ofertados e vendidos por terceiros.

    No modelo de marketplace físico da Figo (Figoshop), o ponto de venda passa a enxergar e vender estoques de outros lojistas e indústrias em tempo real, diretamente pelo smartPOS. O vendedor da loja se torna um afiliado da plataforma, auxiliando o consumidor a acessar um “estoque infinito”, enquanto a Figo faz toda a gestão financeira, logística e de repasses via split de pagamento, isso por si só já é uma revolução silenciosa, mas tem mais, na era ​dos marketplaces isso pode ter valor significativo nas receitas dos lojistas que aderirem ao modelo, pois alem da fidelização do consumidor, o modelo ainda promove sustentabilidade ao diminuir desperdício de armazenagem equivocada e logísticas desnecessárias.

    O que torna a Figo relevante é que ela não substitui a presença física, e nem tem essa pretenção, pelo contrario, ela a potencializa. O consumidor continua indo à loja do bairro, conversando com o vendedor, pedindo opinião e vivendo a experiência física, mas agora com acesso a um sortimento virtual muito maior, que normalmente só estaria disponível em grandes e‑commerces.

    Para o lojista, isso significa:

    • Vender produtos de terceiros sem imobilizar capital em estoque físico, ampliando o mix com risco reduzido.
    • Usar o mesmo SmartPOS do seu cotidiano para cobrar, com pagamento instantâneo sem chargeback, menor risco de inadimplência e sem complicar o fechamento de caixa.
    • Ganhar novas fontes de receita com comissionamento sobre vendas de estoque virtual, enquanto a Figo opera a retaguarda financeira e logística.

    Na prática, a Figo leva o conceito de marketplace para dentro do varejo físico e para dentro do fluxo de pagamento, o que aumenta a probabilidade de penetração no dia a dia do brasileiro: a cada compra em um SmartPOS conectado, surge a oportunidade de acessar mais oferta, mais serviços e mais crédito.

    O paralelo que fiz aqui entre o que a Figo esta propondo e o que esta acontecendo entre dois gigantes, um do mundo fisico (ASSAI) e o outro do mundo virtual (Mercado livre), foi uma provocação que gostaria que você refletisse, pois são dessas inovações que surgem as grandes mudanças.

    O caso Assaí–Mercado Livre mostra o quanto o marketplace deixou de ser apenas “mais um canal” e passou a ser infraestrutura crítica do varejo brasileiro. Ao mesmo tempo, modelos como o da Figo apontam para uma próxima etapa: o marketplace não apenas na tela do celular, mas embutido no smartPOS, na maquininha e na rotina da loja física, permitindo que estoques virtuais convivam com a presença real do consumidor.

    Quando o brasileiro puder entrar em qualquer loja de bairro, ser atendido por uma pessoa que conhece seu contexto, pagar com o meio que quiser e, ainda assim, acessar um estoque praticamente ilimitado por trás daquele PDV, teremos o marketplace verdadeiramente incorporado ao cotidiano. É exatamente nessa encruzilhada entre físico e digital que a Figo se posiciona, como infraestrutura silenciosa, mas decisiva, para que o marketplace deixe de ser um destino e passe a ser um comportamento.

    O movimento entre Assaí e Mercado Livre mostra que não estamos falando apenas de uma nova parceria, mas de um novo estágio da relação entre o brasileiro, o varejo e os marketplaces. A Figo nasce exatamente nesse contexto, como peça relevante da vida cotidiana, conectando o mundo físico com estoques virtuais e ampliando, na prática, as opções de consumo de milhões de pessoas.

  • Transformação do Varejo: a revolução do estoque infinito com Figo

    Transformação do Varejo: a revolução do estoque infinito com Figo

    O varejo físico brasileiro vive um momento de transformação, com lojistas de diversos nichos enfrentando estoques limitados ou excessivos em meio a tendências globais como omnicanal e eficiência operacional destacadas na NRF 2026.

    Uma empresa como a Figo surge como oportunidade estratégica para lojista médios e pequenos que buscam elevar vendas diárias sem grandes investimentos em capital ou espaço.

    Solução para estoque limitado

    Lojistas com pouco estoque e sem capital de giro para reposição rápida, ganham com o modelo de marketplace físico da Figo, integrado ao SmartPOS, pois eles agora podem acessar estoque infinito de parceiros e afiliados do marketplace Figo, vendendo produtos variados no PDV sem comprar antecipadamente, o que aumenta o sortimento e atrai mais clientes diariamente.
    Isso transforma limitações em vendas recorrentes, usando da força da consultoria de venda do lojista afiliado e de algumas ferramentas oferecidas na plataforma Figo, como IA que facilita a busca pelo produto mais adequado e mais próximo, e outros serviços para sugestões em tempo real e logística compartilhada.

    Oportunidade com estoque Excedente

    Para quem acumulou estoque por erros de compra ou estratégias conservadoras, a Figo abre portas para uma rede de lojistas em todo o Brasil, que passam a receber pedidos direto na maquininha e podem escoar seus estoques, simplesmente aceitando pedidos de afiliados. Assim, o excesso vira ativo rentável, gerando receita extra sem depender só da própria loja.
    Gestão inteligente via SmartPOS otimiza splits de pagamento e visibilidade, impulsionando giro e fidelização em escala colaborativa.

    Expansão para nichos específicos

    O modelo Figo Shop pretende entrar forte em setores como material de construção, com suas 153 mil lojas, sendo 102 mil independentes, lidando com rupturas frequentes e criando uma malha colaborativa onde estoque ocioso de uns supre a demanda urgente de outros.
    Não se limitando a vestuário, material de construção e setor de autopeças, um outro setor que se beneficiará do modelo figo serão as farmácias e drogarias independentes, que hoje no brasil atingem o número impressionante de cerca de 90 mil pontos de venda, que enfrentam rupturas de estoque semelhantes a outros setores, e a Figo possibilita uma grande rede de compartilhamento, ampliando sortimento em tempo real e vendas cruzadas sem investimentos extras.
    Esses nichos ganham resiliência, conectando PMEs locais em um ecossistema que equilibra oferta e demanda via marketplace Figo Shop.

    Impacto colaborativo no varejo

    A Figo conecta lojistas em ecossistema omnichannel, onde todos ganham: quem tem pouco estoque expande oferta; quem tem muito, encontra compradores afiliados e agora também escalável para construção e farmácias e outros setores do varejo.
    Isso alinha-se a movimentos virais como IA prática e competição e-commerce, posicionando PDVs físicos como hubs eficientes e escaláveis para PMEs de múltiplos setores.

    Imagem ilustrativa mostrando um lojista preocupado em um corredor de supermercado, com prateleiras parcialmente vazias. O texto aborda os desafios do varejo multimarcas, destacando problemas como ruptura de estoque e excesso de estoque, além de listar fatores que impactam o negócio.
    Um supermercado com prateleiras desordenadas, mostrando uma seção de 'Falta de Estoque' à esquerda e 'Excesso de Estoque' à direita, com produtos espalhados pelo chão.
  • Marketplace físico integrado ao SmartPOS: o modelo brasileiro que pode revolucionar o varejo e ainda sem referencia no mundo.  Figo shop: inovação, segurança e gestão inteligente de estoques

    Marketplace físico integrado ao SmartPOS: o modelo brasileiro que pode revolucionar o varejo e ainda sem referencia no mundo. Figo shop: inovação, segurança e gestão inteligente de estoques

    O avanço das soluções omnichannel transformou a experiência do consumidor no varejo mundial, conectando operações físicas e digitais de maneira inédita. Em meio a esse cenário, o modelo da www.Figoshop.com.br destaca-se como uma verdadeira referência em inovação, especialmente por integrar o conceito de marketplace ao universo físico por meio das máquinas de POS (ponto de venda). Essa solução, raramente vista no mundo, apresenta vantagens competitivas e tecnológicas que merecem destaque.

    Como funciona o Marketplace Físico da Figoshop?

    A Figoshop rompe barreiras ao permitir que lojas físicas e indústrias compartilhem seus estoques em tempo real, acessando o inventário de parceiros diretamente pelo POS. O diferencial está na experiência do cliente e do lojista: o usuário (consumidor) pode comprar produtos de outras lojas e fornecedores, garantindo maior variedade (“mixer”) de mercadorias na própria loja, sendo auxiliado diretamente pelo vendedor da loja que exerce um papel de afiliado da plataforma e ajudando o consumidor a acessar um estoque infinito. Além disso, o pagamento é realizado no próprio POS, via cartão de crédito ou débito, eliminando praticamente todo risco financeiro do lojista, já que o chargeback é evitado, garatindo também seu comissionamento e o repasse financeiro para o lojista que emitira a nota e enviará a mercadoria ao consumidor final, tudo isso gerenciado pela plataforma Figo Shop.

    Benchmark Internacional: Existe algo parecido lá fora?

    Embora os ecossistemas de varejo digital e físico estejam cada vez mais conectados, soluções completamente comparáveis ao modelo da Figo shop são bastante raras globalmente. Sistemas como o Shopify POS Integration, Tata Cliq (Índia), plataformas iPaaS (como EDICOM) e soluções cloud integradas (Omniful POS – AWS) avançam na unificação de estoques e pagamentos, mas mantêm o foco em canais próprios. Internacionalmente, ainda não há registro de marketplace físico capaz de acessar, em tempo real, estoques externos via POS e realizar o pagamento instantâneo e seguro com proteção total contra chargeback.

    Por que o modelo Figo shop é disruptivo?

    • Acesso a estoques inteligentes: Lojistas podem vender produtos de terceiros, ampliando a oferta sem a necessidade de investir em estoque físico próprio.
    • Pagamento instantâneo e seguro: A cobrança por cartão no próprio POS elimina o risco de inadimplência e chargeback, um dos maiores desafios do varejo.
    • Mix de produtos ampliado: Os clientes encontram variedade, o tráfico na loja aumenta e a satisfação é potencializada.
    • Valorização da indústria e do varejo: Indústrias ganham novos canais de venda e visibilidade, enquanto lojistas expandem receita sem custo operacional adicional.
    • Papeis dos envolvidos na cadeia: A Figo Shop e sua plataforma garantem toda a gestão operacional, logística e financeira, realizando o repasse dos valores aos participantes (Split), assegurando o fluxo de pedidos, controlando a operação logística e operando todo o parque de SmartPOS. O lojista atua em dois papeis distintos: como afiliado quando gera a venda e o pedido, e como seller quando recebe o pedido, emite a nota fiscal e garante o estoque. Nesse mesmo papel de seller também entram a indústria e os fornecedores, que funcionam como provedores do catalogo e do estoque.

    Conclusão

    O marketplace físico da Figo shop pode ser considerado uma referência no varejo moderno, combinando segurança, eficiência operacional e aumento de receita com uma experiência integrada para lojistas, indústrias e consumidores. Enquanto modelos internacionais buscam integrar e simplificar operações omnichannel, a Figo já entrega um ecossistema robusto, seguro e inovador para o mundo físico.

    Quer fortalecer o varejo físico com inovação? Inspire-se no case Figo shop e acompanhe as tendências desse mercado que evolui rápido no Brasil e no mundo.

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  • Conheça a Figo: revolucionando o varejo e a indústria com inovação em compartilhamento de estoque e geração de novas receitas.

    Conheça a Figo: revolucionando o varejo e a indústria com inovação em compartilhamento de estoque e geração de novas receitas.

    Meio de pagamento, marketplace e logística em uma única plataforma.

    Oficialmente lançamos a Figo Pay esta semana em um evento no interior de São Paulo, na cidade de Campinas. A ocasião serviu como um importante teste para avaliarmos a receptividade e o potencial junto ao público. Posso afirmar com convicção que o resultado foi espetacular.

    O diferencial do produto é evidente, e as reações dos participantes foram extremamente positivas, reforçando nossa visão de que estamos a cada dia mais perto de construir uma das empresas mais relevantes do Brasil. Hoje, estamos apenas começando esta jornada e ainda temos um percurso de evolução pela frente até caminharmos com plena maturidade.

    A Figo é muito mais do que tecnologia. Ela é a ponte que conecta toda a cadeia do varejo: indústria, lojas e consumidores, por meio de soluções inovadoras, inteligentes e colaborativas. Sua proposta disruptiva nasce com o objetivo de criar um canal de venda diferente, cruzando estoques de diversos varejistas e abrindo uma nova oportunidade dentro da economia colaborativa, transformando a experiência do varejo físico e tornando-o mais eficiente, prático e moderno.

    O que é a Figo?

    Figo Pay é uma plataforma de pagamentos inteligente que centraliza todos os meios de pagamento (cartões, PIX, links e dinheiro) em um único fluxo. Ela garante segurança, simplicidade e controle total ao lojista, sem alterar a rotina financeira já existente. O varejista mantém suas parcerias com adquirentes, mas ganha um painel unificado, economia otimizada nas taxas, fechamento de caixa transparente e a praticidade de vender em qualquer lugar, por meio de equipamento próprio, SmartPOS, Pinpad, computador ou até celular.

    O diferencial está nos recursos agregados: fechamento de caixa consolidado, controle multiadquirente, cashback integrado para fidelização, split automático de pagamentos e operação altamente intuitiva. Além disso, a Figo oferece uma loja de serviços financeiros completa: recarga de celular, microseguros, antecipação de recebíveis multiadquirente, pagamentos recorrentes e, em breve, funcionalidades como saque via PIX e operações de correspondente bancário.

    Figo Shop é uma solução de marketplace colaborativa, sendo o primeiro marketplace físico do Brasil. Ela integra, em um único ambiente, lojas e indústrias como sellers, além de vendedores e colaboradores atuando como afiliados. Com a Figo, qualquer loja pode oferecer estoque infinito por meio de um catálogo completo, sem necessidade de manter inventário próprio, conectando o varejo à indústria e a outros lojistas.

    Dessa forma, vendas não são perdidas por falta de estoque, pois a operação é verdadeiramente omnichannel. Cada venda possui split automático do pagamento, entrega rastreada e todo o processo ocorre via SmartPOS, desktop ou aplicativo móvel. Basta acessar o catálogo digital, apresentar ao cliente e finalizar a venda na hora, com captura de transação presencial em cartão de crédito, débito ou PIX, mitigando riscos de chargeback.

    Vantagens do ecossistema colaborativo Figo

    • Prateleira infinita: acesso imediato a produtos de indústrias e fornecedores parceiros, sem imobilizar capital em estoque.

    • Mix ampliado: lojas multimarcas aumentam variedade e vendem mais por metro quadrado.

    • Recebimento automático e seguro: cada venda gera liquidação direta para o lojista via split, simplificando a gestão e reduzindo burocracias fiscais.

    • Independência de sistemas: solução totalmente independente de PDVs ou ERPs, com implantação simples e operação intuitiva.

    • Expansão colaborativa: indústrias ampliam presença utilizando a força do varejo físico, criando uma rede escalável de acesso ao consumidor final.

    Por que escolher a Figo?

    Em um cenário onde colaboração, integração e eficiência são essenciais, a Figo entrega ferramentas que potencializam o coletivo: o lojista vende mais, o fornecedor alcança novos clientes e o consumidor tem acesso facilitado ao que deseja, com segurança, agilidade e uma experiência digital moderna.

    Mais do que tecnologia, a Figo fomenta prosperidade, incentiva o recomeço e estimula uma nova era para o varejo brasileiro. Em cada venda, existe uma oportunidade de recompra, inovação e crescimento.

    Aqui tem Figo, aqui tem venda garantida e um ecossistema mais forte e preparado para os desafios do presente e do futuro.

    acesse: www.figopay.com.br e www.figoshop.com.br

  • Economia Colaborativa no Brasil: Como Figo Shop vai revolucionar o varejo e gerar mais renda para lojistas e afiliados.

    Economia Colaborativa no Brasil: Como Figo Shop vai revolucionar o varejo e gerar mais renda para lojistas e afiliados.

    A economia colaborativa está crescendo rapidamente no Brasil e no mundo. Esse modelo propõe um novo paradigma de consumo, baseado no compartilhamento de bens e serviços. De acordo com a PwC, até 2025 ela deve representar cerca de 30% do PIB de serviços no Brasil e movimentar aproximadamente 335 bilhões de dólares globalmente. Esse avanço mostra uma mudança de comportamento: o acesso compartilhado se torna mais valorizado do que a posse, trazendo benefícios como redução de custos, praticidade e sustentabilidade.

    No Brasil, um dos exemplos mais conhecidos é a Uber, que transformou o mercado de transporte ao conectar motoristas independentes com usuários de forma direta, oferecendo preços competitivos e criando novas oportunidades de renda. Outro destaque é o Airbnb, que se consolidou como plataforma de hospedagem entre pessoas, com o Rio de Janeiro figurando entre as cinco cidades com mais imóveis cadastrados no mundo. Essa dinâmica permite diárias mais acessíveis para turistas e renda extra para anfitriões.

    Além desses casos, a brasileira GetNinjas também se destacou ao conectar consumidores a profissionais de diversos serviços. Hoje, até mesmo marketplaces digitais reúnem comunidades de influenciadores que ganham comissões através de programas de afiliação, um modelo amplamente adotado por plataformas como o Mercado Livre e gigantes chinesas do e-commerce.

    Seguindo essa tendência, está surgindo um conceito inovador no varejo físico: o Figo Shop. A plataforma pretende unir pessoas jurídicas e físicas em um único ecossistema, permitindo comissionamento por vendas através de maquininhas ou do próprio celular com tecnologia tap on phone. Com o modelo de “prateleira infinita”, a Figo conecta o varejo físico, as indústrias e os consumidores de forma integrada, possibilitando que qualquer pessoa se torne um canal de vendas completo, seja um pequeno lojista ou um usuário comum devidamente credenciado a plataforma.

    A economia colaborativa também se expande para novos mercados, incluindo o compartilhamento de bens de luxo. por exemplo, o setor de compartilhamento de aeronaves e barcos movimentam bilhões em todo o mundo, mostrando que o conceito vai muito além de transporte e hospedagem.

    Todos esses exemplos demonstram que a economia colaborativa está redefinindo o consumo, ampliando as oportunidades de negócios, renda e inclusão social por meio da inovação e do uso inteligente dos recursos. O propósito da Figo é justamente esse: permitir que pessoas jurídicas ou físicas aumentem seus ganhos, conectando-se a novos mercados e expandindo suas possibilidades, seja recomendando produtos a amigos e familiares ou complementando o portfólio de uma loja física, sem necessidade de estoque, utilizando apenas a prateleira infinita oferecida pela plataforma FIGO. Assim, o pequeno varejista ganha força e competitividade, alcançando resultados antes restritos a mais investimentos e comprometimento do seu capital de giro ou a grandes empresas.

    A Figo Shop é um bom exemplo de como uma ideia simples pode transformar a escala de um negócio, transformando para melhor a vida de qualquer pequeno comerciante.

    www.figoshop.com.br

  • Confira como a Figo Shop e a revolução do varejo de moda multimarcas

    Confira como a Figo Shop e a revolução do varejo de moda multimarcas

    Prateleira infinita, vendas omnichannel, integração de estoques e modelo de afiliados para lojas físicas. Descubra como aumentar o faturamento, evitar rupturas e lucrar com comissões em uma nova era para lojistas e indústrias!

    A Figo esta prestes a iniciar suas atividades e já está protagonizando uma verdadeira revolução no mercado de moda brasileiro ao levar para o universo físico das lojas multimarcas o conceito de prateleira infinita e operações omnichannel de ponta.

    Como funciona a inovação Figo:

    A Figo conecta, em uma única plataforma, indústrias, lojistas multimarcas e consumidores, criando um verdadeiro marketplace do mundo físico. O núcleo da sua proposta é o compartilhamento de estoques entre múltiplas lojas e indústrias, eliminando as principais barreiras do varejo tradicional, como a perda de vendas por ruptura de estoque ou limitação do espaço físico.

    Utilizando SmartPOS, totens de autoatendimento e integração digital, o vendedor acessa milhares de produtos, pode fechar vendas mesmo sem ter o item disponível fisicamente, e recebe sua comissão automaticamente via split de pagamento. Toda a orquestração logística (entrega, rastreio, faturamento) fica na responsabilidade da Figo, garantindo simplicidade e transparência para lojista, fornecedor e consumidor.

    A democratização do modelo de “afiliado influenciador” para o varejo físico:

    O que celebridades e creators já realizam online, indicar e vender produtos de terceiros recebendo comissão. Agora é acessível para o pequeno e médio lojista, consultores de vendas e redes de lojas. Cada ponto de venda físico pode atuar como um afiliado Figo: ao abordar um cliente e vender pelo catálogo compartilhado, independentemente do estoque, ele ganha comissões por produtos de outras lojas ou marcas.

    Esse modelo expande o alcance de cada lojista multimarcas:

    Gera vendas de mercadorias que ficariam paradas ou jamais chegariam àquele consumidor, aumentando o giro e a rentabilidade do estoque do ecossistema.

    Lojistas afiliados podem vender para clientes que só conheceriam outros pontos de venda físicos, criando uma rede de vendas cruzadas jamais vista no setor.

    Resultados e diferenciais financeiros:

    Mais vendas por metro quadrado (catálogo virtual ilimitado aumenta a produtividade do espaço físico).

    Redução de ruptura e excesso de estoque (estoque infinito digital e orquestração logística).

    Zero investimento inicial, com automação total dos processos financeiros, fiscais e de entrega.

    Comissionamento transparente: o valor devido é transferido automaticamente, sem burocracia tributária, cada vez que uma venda é concretizada.

    Caso do segmento soma mostram receita anual de R$ 100 milhões só com multimarcas integrando seus estoques ao sistema, inclusive lojas de cidades pequenas atingindo vendas milionárias.

    Criação de um ecossistema onde lojistas antes concorrentes hoje ampliam resultados em conjunto, fortalecendo marcas e gerando prosperidade compartilhada.

    Grandiosidade da proposta Figo para o Omnichannel

    A Figo transforma a loja física em um hub de vendas on e offline, derrubando muros entre canais e democratizando a lógica de influência e comissão, até então restrita ao digital. Para o setor de moda, que depende de alto mix, resposta ágil a tendências e margem apertada, a plataforma Figo potencializa vendas, reduz perdas e cria uma economia colaborativa, conectando estoques, marcas e pessoas com total segurança, automação e liquidez.

    Lojistas multimarcas e indústrias agora têm acesso a uma metodologia escalável, lucrativa e inovadora, trazendo o melhor do universo de afiliados, omnichannel e digitalização para o mundo físico. É mais do que uma nova tecnologia: é um salto de mentalidade e prosperidade para todo o segmento de moda.

    www.figoshop.com.br

    Conheça a Figo e se surpreenda!

  • Ser visionário e pioneiro abre caminhos, mas também expõe aos riscos do desconhecido.

    Ser visionário e pioneiro abre caminhos, mas também expõe aos riscos do desconhecido.


    A PDVBox nasceu em 2010 com uma ideia ousada e muito à frente do seu tempo. Enquanto ninguém sequer cogitava vender seguros por meio de equipamentos eletrônicos instalados em lojas físicas, eu, Luís Henrique, Ricardo e Guilherme decidimos apostar nessa visão. Era uma proposta disruptiva, inovadora e, como todo pioneirismo, teve seu preço. A verdade é que, naquela época, a indústria de seguros não estava pronta. Faltava preparo sistêmico, disposição para arriscar e abertura para o novo. Isso nos leva a uma reflexão importante: será que só a vontade de inovar basta para transformar um modelo de negócio?

    Logotipo da PDVBox, apresentando o nome 'pdv' em cinza e 'box' em azul, em um design moderno e clean.