#Empreendedorismo

  • Quem você conhece que criou 5 empresas e vendeu 3 delas?

    Quem você conhece que criou 5 empresas e vendeu 3 delas?

    Mesmo assim, o que eu respondi quando meu filho perguntou: “pai, o que você faz?“.

    Hoje é aniversário do meu filho. 14 anos. E parece que foi ontem. Nesse mesmo dia, doze meses atrás, eu parei para contar pra ele o que eu estava construindo. Me lembro disso, pois naquele dia eu tinha visto a primeira versão na loja Figo Shop. Estava iniciando ali uma nova jornada a ser perseguida. A Figo, ali, ainda era um sonho. Apenas uma ideia em construção. Para mim, porém, ela já ocupava espaço todos os dias: nas conversas, nos planos, nas dúvidas, nas planilhas, nas madrugadas e, principalmente, naquela inquietação que sempre me acompanhou como empreendedor. Pois eu sabia que eu, novamente, poderia criar algo que ainda não existisse.


    Empreender novamente não foi uma decisão simples. Quando todos na minha posição pensariam em anos sabáticos, não. Eu estava, novamente, decidindo criar uma nova história. Depois de mais de 20 anos criando negócios, vivendo ciclos de crescimento, conquistas, mudanças e recomeços, eu poderia imaginar que a experiência deixaria tudo mais fácil. NÃO DEIXA!


    A experiência ajuda a enxergar alguns riscos antes. Ajuda a fazer perguntas melhores. Ajuda a entender que uma boa ideia, sozinha, não sustenta uma empresa. Mas ela não elimina o frio na barriga. Não reduz a responsabilidade. Traz novos aprendizados, como entender que algumas pessoas que você tinha certeza que estariam com você, mesmo sabendo da sua capacidade, simplesmente te viram as costas. Mas também mostram claramente quem sempre esteve ao seu lado. Uma certeza é clara: não existe respostas prontas.


    Esses últimos 12 meses na Figo foram espetaculares, pois dia a dia ela se mostra cada vez mais próspera. Deixou de ser uma ideia que precisava virar realidade, para uma realidade.

    A Figo nasceu com o propósito claro de aproximar fabricantes, lojistas, consultores e afiliados em um mesmo ecossistema de colaboração mútua. A ideia era levar mais oportunidades para o varejo físico, que está aos poucos perdendo espaço para o digital, usando tecnologia, marketplace e pagamentos para transformar uma simples maquininha em uma porta de acesso a uma prateleira praticamente infinita. Mais do que vender produtos, queríamos criar possibilidades.

    Possibilidades para fabricantes ampliarem sua presença. Para lojistas encontrarem novas receitas. Para microempreendedores independentes construírem sua própria carteira de clientes. Para afiliados se enxergarem como microempreendedores, com autonomia, escolha e participação real no crescimento de um negócio.


    Era uma visão grande. E toda visão grande exige paciência para ser construída. E isso eu tenho de sobra!


    Existe uma parte do empreendedorismo que quase ninguém vê. É a fase anterior ao lançamento: aquela em que ainda não existem aplausos, grandes anúncios ou resultados para comemorar publicamente. Existem testes. Existem mudanças de rota. Existem reuniões que parecem não acabar. Existem decisões difíceis, recursos limitados e a necessidade constante de escolher onde colocar energia.


    A Figo passou muito tempo sendo preparada antes de chegar ao mercado. Foram quase dois anos de construção, aprendizado e amadurecimento do modelo. Cada detalhe importava: tecnologia, parceiros, operação, proposta de valor, marca, canais comerciais e a experiência de quem estaria do outro lado usando a nossa solução.


    Foi um período intenso, mas necessário. Afinal, uma empresa não nasce no dia em que abre as portas. Ela começa bem antes, quando alguém decide continuar acreditando mesmo sem ter todas as garantias.


    Em abril de 2026, a Figo iniciou oficialmente sua operação. Esse momento teve um significado muito especial para mim. Lançar uma empresa é emocionante, mas não representa o fim de uma jornada. Na verdade, é quando começa a parte mais desafiadora: transformar propósito em execução diária, ajustar o que for preciso, ouvir o mercado e construir confiança, uma relação por vez. A partir dali, o que era projeto passou a ser realidade. Passamos a conversar ainda mais com parceiros, marcas, consultores, lojistas e pessoas que enxergam valor em uma nova forma de gerar vendas no varejo. A Figo começou a ganhar voz, presença e movimento.


    Um dos marcos mais importantes desse período foi a participação da Figo no Fórum E-Commerce Brasil 2026, em julho. Foram dias intensos de conexões, conversas, aprendizados e oportunidades.
    Estar naquele ambiente reforçou algo que eu já sentia desde o início: existe uma demanda real por soluções que conectem o digital ao físico de forma simples, comercial e acessível. Apresentar a Figo para milhares de pessoas foi mais do que mostrar uma plataforma ou uma maquininha. Foi dividir uma visão de futuro. Foi falar de novos canais de venda, de renda extra para microempreendedores, de distribuição para marcas e de um varejo mais conectado, pois une pagamento físico com venda online. Cada conversa trouxe uma possibilidade. Algumas podem virar parceria. Outras podem gerar aprendizado. Todas ajudaram a fortalecer a certeza de que estamos construindo algo relevante.
    Eu escrevi meu livro Amor pra Recomeçar por conta de uma simples pergunta do meu filho, que hoje faz 14 anos. Ele me perguntou: “Pai, o que você faz?”. Foi ali que me dei conta de que não podemos deixar de lado nossa história. Foi ali que percebi que eu precisaria falar pra ele, de forma clara, como foi incrível minha vida até ali. Como foi viver, mesmo com tantos desafios, uma vida de realizações, mesmo aquelas super pequenas. Foi assim que nasceu em mim um sentimento: que eu deveria dizer a ele uma frase: “Mesmo que você tenha problemas, não deixe de seguir em frente. Se tiver que recomeçar mil vezes, recomece. Isso não é fraqueza. Recomeçar é coragem.” A Figo me reconectou com essa verdade. Mesmo depois de uma trajetória inteira empreendendo, criar algo novo nos obriga a voltar para o essencial: acreditar, aprender, escutar, corrigir, insistir e seguir em frente. Em muitos momentos, empreender é defender uma visão antes que ela seja compreendida por todos. É aceitar que nem tudo acontecerá no tempo que imaginamos. É entender que os desafios não significam que estamos no caminho errado. Muitas vezes, eles são justamente a confirmação de que estamos tentando construir algo que vale a pena.

    Os últimos 12 meses me lembraram que empresas são feitas de pessoas, confiança e propósito. Tecnologia é fundamental, modelos de negócio são indispensáveis e estratégia é decisiva. Mas nada substitui a disposição de continuar quando o cenário ainda é incerto.


    A Figo está apenas começando. Ainda temos muito a aprender, testar, ajustar e conquistar. Mas já existe uma base construída com trabalho, parceria e a vontade genuína de gerar prosperidade para quem caminha conosco.

    O nome Figo surgiu de forma simples, quase intuitiva, e hoje carrega para mim um significado ainda maior: fertilidade, abundância e crescimento. É exatamente isso que desejo construir com todos os parceiros que acreditarem nessa jornada.
    Depois de doze meses tão intensos, sigo com a mesma convicção que me trouxe até aqui: grandes transformações começam quando alguém decide transformar uma ideia em realidade.
    E, muitas vezes, tudo o que precisamos para começar é coragem para recomeçar.


    Escrevi esse texto hoje em homenagem ao meu filho Davi, pois desejo que ele, antes de qualquer coisa, saiba que foi difícil chegar até aqui, mas que eu faria tudo de novo. E com a certeza de que seria feliz novamente, todos os dias, como fui nessa minha jornada até aqui. Parabéns, Davisão. Te amo!

    Quer saber mais da história, assista um podcast no youtube que participei recentemente.

    http://www.amorparecomecar.com.br

    Compre o livro: https://clubedeautores.com.br/livro/amor-pra-recomecar

    Acesse minhas redes socias:

    Instagram: @marcelopereira.figo e @sou_figo

    #empreendedorismo #recomeçar #startup #ecommerce #marketplace #pagamentos #varejo #Figo #AmorPraRecomeçar #liderança #inovaço #negócios #propósito

  • Seu ecommerce em milhares de maquininhas: o que a Figo aprendeu no Fórum E‑Commerce Brasil 2026

    Seu ecommerce em milhares de maquininhas: o que a Figo aprendeu no Fórum E‑Commerce Brasil 2026

    Estar com a Figo no Fórum E‑Commerce Brasil 2026 foi, para mim, viver em três dias a confirmação de uma tese que venho construindo em conjunto com sócios maravilhosos há anos no varejo e na tecnologia.

    Entre 28 e 30 de julho, caminhar pelos pavilhões do Distrito Anhembi, em São Paulo, era atravessar um mapa vivo do comércio eletrônico brasileiro. O Fórum reuniu sellers, marketplaces, grandes marcas, meios de pagamento, startups e empreendedores em trilhas que iam de gestão e operações até inovação.

    Como empreendedor, eu senti na pele como o evento espelha o momento do mercado: um e‑commerce que já ultrapassou a fase de expansão desordenada e começa a olhar com muito mais cuidado para margem, eficiência, integração de canais e liderança. Estar ali com a Figo significava colocar nossa visão exatamente no centro dessa conversa, ao lado de quem está desenhando o futuro do varejo digital no Brasil.

    Por que a Figo existe, na minha visão

    Quando eu falo da Figo, não falo apenas de uma plataforma de pagamento ou de um marketplace; falo de uma resposta empreendedora a dores que vi muitas vezes na prática, em diferentes negócios. A Figo nasceu da convicção de que o varejo precisa de menos fricção, mais inteligência e novas fontes de receita, isso sem abrir mão da simplicidade na operação do dia a dia.

    A Figo propõe uma lógica diferente, um jeito novo em um mercado já rico em inovações. É um marketplace físico e colaborativo, conectando lojas e indústrias como sellers e vendedores e colaboradores como afiliados, permitindo que qualquer loja tenha acesso a um estoque infinito sem assumir inventário próprio.

    É dessa junção que surge a frase que carrego com orgulho: seu ecommerce em milhares de maquininhas. Eu realmente acredito que o e‑commerce não precisa ficar preso a uma única tela; ele pode se espalhar por uma rede de pontos de venda físicos, transformando cada maquininha em um canal de venda, serviços financeiros e relacionamento.

    Em meio a muitas inovações, qual era o nosso diferencial

    Uma coisa que me chamou atenção no Fórum foi a quantidade de iniciativas inovadoras presentes: marketplace digital amadurecido, soluções phygital, projetos de marketplace físico em grandes redes, plataformas de SEO com IA, ecossistemas completos de varejo omnichannel. Esse ambiente reforça como o varejo brasileiro está se reinventando em várias frentes ao mesmo tempo.

    Nesse cenário rico em novidades, o que eu senti, e aqui falo com muita humildade e senso de realidade, é que a Figo trazia uma proposta diferente, alinhada ao seu propósito de negócio. Enquanto muitos players focavam em ampliar o alcance do marketplace digital ou em sofisticar a experiência online, nós estávamos propondo algo complementar: transformar o próprio ponto de venda físico em parte de um marketplace maior, com pagamento, split e serviços financeiros fluindo em um único ambiente.

    Ver isso na prática, em conversas com lojistas, indústrias e parceiros, me mostrou que era uma contribuição específica dentro de um ecossistema com várias soluções interessantes. Não me sinto confortável em dizer que “somos os únicos inovadores”, porque há outras iniciativas importantes no mercado, inclusive testes de marketplace físico e modelos phygital em grandes redes e startups. Mas eu saí do evento com a sensação clara de que a Figo era a única empresa propondo essa combinação específica: marketplace físico colaborativo, gestão unificada de pagamentos multiadquirente e loja de serviços financeiros plugada ao PDV, sob uma mesma tese.

    Para mim, mais do que “ser o único”, o ponto é estar fiel ao propósito da Figo e contribuir com uma visão original para um problema real: como fazer o varejo físico participar de verdade da lógica de marketplace, sem perder controle financeiro e sem aumentar a complexidade da operação.

    Três dias de conexões intensas

    No Fórum, a Figo esteve presente no estande da Wbuy, dentro de um ecossistema que já fala muito bem com o lojista digital. A Wbuy levou sua estrutura de plataforma de e‑commerce, e nós nos somamos a essa conversa mostrando como levar o comércio digital para o PDV físico, com multiadquirência, marketplace e serviços financeiros integrados.

    Foram três dias de conexões intensas e excelentes. Falei com lojistas iniciando sua jornada digital, com grandes redes buscando integração entre canais, com indústrias querendo se aproximar mais do consumidor final e com parceiros de tecnologia interessados em construir algo junto. Em cada conversa, via um ponto em comum: a necessidade de simplificar o fluxo financeiro, ganhar transparência e transformar o ponto de venda em um ambiente de dados e serviços, não apenas de transação.

    Ver pessoas parando no estande, ouvindo o conceito de marketplace físico, fazendo perguntas e trazendo casos reais, foi uma experiência forte. A cada troca, eu sentia que “seu ecommerce em milhares de maquininhas” deixava de ser um slogan e se tornava uma possibilidade concreta na cabeça de quem nos visitava.

    O Fórum como porta aberta para crescimento

    Do ponto de vista de negócio, o Fórum foi claramente uma porta aberta para o crescimento da Figo. Saí de lá com um pipeline de oportunidades muito mais qualificado: redes varejistas interessadas em testar o modelo, indústrias curiosas sobre a dinâmica de estoque infinito e parceiros tecnológicos buscando complementar suas ofertas com a nossa infraestrutura.

    Mas, para mim, o impacto vai além das oportunidades comerciais. Estar naquele ambiente, ao lado de grandes players de tecnologia, meios de pagamento e plataformas de e‑commerce, reforçou a certeza de que a Figo não é uma solução acessória; ela é parte da conversa sobre como integrar físico e digital em um único organismo, com dados, pagamentos e logística trabalhando juntos.

    Também foi um laboratório poderoso de narrativa. Explicar a tese da Figo para milhares de pessoas em três dias nos obrigou a afinar a forma de contar a história, deixar mais claro o “porquê” antes do “como” e traduzir conceitos técnicos (como multiadquirência, split automático e marketplace e afiliado físico) em benefícios que fazem sentido para quem está na linha de frente do varejo.

    O que eu levo comigo depois do evento

    Saí com várias certezas e alguns desafios saudáveis. A principal certeza é que existe espaço e necessidade para um modelo que transforma o PDV e também microempreendedores afiliados em hub de vendas, serviços financeiros e dados, conectando varejo físico e digital de forma muito mais fluida. Outra certeza é que conexões geram oportunidades: cada nova loja, indústria ou parceiro que entra na rede Figo abre possibilidades para todo o ecossistema que estamos construindo.

    Os desafios que enxerguei são o tipo de desafio que alimenta quem empreende: aprofundar integrações com outros players, seguir educando o mercado sobre conceitos como marketplace físico e split, e manter a experiência simples para quem opera na ponta, apesar da complexidade que existe por trás da tecnologia. Ao mesmo tempo, ver a tese da Figo dialogar tão bem com os temas centrais do Fórum me dá convicção de que estamos no caminho certo.

    Em resumo, estar no Fórum foi um marco importante na jornada da Figo e na minha jornada pessoal como empreendedor. Foram três dias intensos, cheios de conversas, aprendizados e confirmações de que é possível, sim, colocar seu ecommerce em milhares de maquininhas e, ao fazer isso, abrir novas portas de crescimento para todo o varejo brasileiro. Ao mesmo tempo, esse modelo cria para microempreendedores afiliados um novo formato de se remunerar, com receita nova e recorrente, a partir de um marketplace físico e colaborativo que conecta lojas, indústrias, vendedores e colaboradores em torno de um estoque infinito sem inventário próprio. Tudo isso com originalidade, mas também com respeito a tudo o que o ecossistema já vem construindo ao longo dos últimos anos.

    Selfie de homem sorridente em frente à entrada do Fórum 2026 de e-commerce, com uma tela grande que exibe as datas do evento e a frase 'A voz que orienta o mercado brasileiro'.
    Grupo de cinco pessoas sorrindo em estande de feira, todas vestindo camisetas roxas, com banners coloridos ao fundo.
    Três homens sorrindo em um evento, todos usando camisetas laranja da wbuy. O homem do meio usa uma camisa preta e óculos escuros.
    Selfie de um homem sorridente em frente ao estande da wbuy, com outras pessoas ao fundo. O estande apresenta banners em destaque e a equipe usando camisetas laranja.
  • A maquininha era só pagamento. Agora é canal de vendas infinito. FIGO!

    A maquininha era só pagamento. Agora é canal de vendas infinito. FIGO!

    Tem uma pergunta que ouço com frequência quando explico o que é a Figo:

    “Como você conseguiu simplificar tudo isso?”

    A resposta honesta é: não fui eu que simplifiquei. Foi o tempo.

    Trinta anos atuando no varejo físico, construindo CRM, trabalhando com software e entendendo como o lojista pensa, como ele compra, como ele perde vendas e como muitas vezes desiste de crescer porque o processo é caro e arriscado demais. Tudo isso foi, na prática, uma longa pesquisa de campo sem esse nome, apenas observação, experiência e prática.

    Quando chegou a hora de construir a Figo, eu já conhecia os desafios. E, ao mesmo tempo, lá no meu íntimo, sabia que superaria cada obstáculo. Eu entendia que meu maior desafio seria transformar tudo em algo claro e simples. Eu ainda não tinha todas as respostas, mas o caminho já estava desenhado na minha cabeça.

    O varejo físico convive com problemas invisíveis, mas presentes todos os dias, consumindo energia, tempo e resultado de qualquer varejista. De um lado está o fabricante. Do outro, o varejista. Entre os dois, existe uma cadeia longa, cara e, na maioria das vezes, mal conectada. Meu objetivo era criar algo que simplificasse tudo isso.

    O lojista não consegue oferecer variedade porque precisa comprar estoque antecipado. O fabricante não consegue escalar porque depende de grandes pedidos e de alcançar o maior número possível de varejistas. Distribuidores e fornecedores acabam vivendo no meio desse fogo cruzado.

    E o SmartPOS, o terminal que está todos os dias na frente do cliente e perto do varejista, muitas vezes fica subutilizado, mesmo sendo smart. No máximo, entrega uma ou outra funcionalidade além do seu core, que é processar pagamentos. Ou seja, havia muito mais potencial a ser explorado.

    A Figo nasceu para resolver exatamente isso.

    Ela é o primeiro marketplace físico do Brasil, integrado diretamente ao SmartPOS (maquininha). Conecta fabricantes, distribuidores, varejistas e afiliados em um único ecossistema. O varejista passa a oferecer produtos que não estão no seu estoque físico. O pagamento é orquestrado, o split acontece automaticamente entre os participantes e a liquidação é controlada. Tudo no mesmo fluxo, no mesmo terminal.

    É estoque infinito sem risco de capital para o lojista, mais conveniência para o consumidor e uma nova frente de escala para o fabricante, que passa a contar com um canal novo e relevante, pois pode simplesmente conectar seu ecommerce em milhares de maquininhas.

    Complexidade nos bastidores. Simplicidade direto na maquininha.

    No início, quando comecei a prospectar fornecedores de meios de pagamento, percebi que levaria tempo para alguém realmente entender o que eu queria construir. À primeira vista, todos me apresentavam soluções muito diferentes daquilo que eu tinha em mente. Mas isso não aconteceu por falta de competência. Aconteceu porque ainda era preciso compreender com profundidade o conceito da Figo.

    Hoje, olhando em retrospecto, talvez eu mesmo ainda não tivesse traduzido a ideia da melhor forma naquele momento. O processo foi amadurecendo dia após dia. Foram quase dois anos até chegarmos ao produto pronto, já em produção, com duas marcas de moda feminina.

    Na prática, eu e meus sócios nessa empreitada criamos uma empresa de pagamento cujo core business é o marketplace. Parece loucura, mas é exatamente isso.

    Ficou tão claro para o varejista que, quando ele vê na hora, entende imediatamente:

    “Eu posso vender mais sem precisar de mais dinheiro para comprar estoque?”

    Sim. É isso.

    Essa tradução não acontece por acaso. Ela acontece porque quem construiu o produto conhece os dois lados da conversa. Conhece o back-end sofisticado e conhece a linguagem do lojista que acorda cedo, paga aluguel caro e precisa de resultado hoje.

    Da teoria à prática

    Fizemos nosso MVP, a Figo foi testada com a Vestem, marca do setor de moda Fitness. A implantação aconteceu, o modelo funcionou e a venda foi concretizada.

    Não estou aqui para inflar números. Estou dizendo que o conceito saiu do papel, foi para o varejo real e provou que funciona.

    Isso muda tudo. Porque, no varejo brasileiro, teoria sem operação não vale nada.

    O próximo passo

    Estamos hoje lançando uma POC com uma marca de moda feminina premium. É o início.

    Não vou antecipar o nome. Mas posso dizer o que isso representa: a Figo entrando em um segmento que combina alto valor de produto, cliente exigente e uma cadeia de fornecimento complexa. O ambiente ideal para provar que o modelo escala com qualidade.

    O que eu aprendi construindo isso

    Resiliência e resistência de um empreendedor não é uma virtude romântica. Precisa ser uma habilidade operacional.

    Construir a Figo está exigindo de mim muito mais do que eu esperava. Sou empreendedor de longa data, mas encontrei o projeto da minha vida. A Figo tem propósito, tem alma e me permitiu exercitar ainda mais minha resiliência e resistência.

    Eu e todos que estão envolvidos nesse projeto temos um único objetivo: vencer e mostrar ao mercado que a Figo pode se tornar uma das principais empresas deste país.

    Temos energia para adaptar o modelo várias vezes, lidar com a complexidade técnica de integrar múltiplos players e, ao mesmo tempo, manter a explicação simples o suficiente para que o varejista diga:

    “Entendi. Quero isso.”

    Esse equilíbrio entre profundidade e clareza define se um produto chega ao mercado ou fica preso em um slide de apresentação.

    A Figo chegou ao mercado.

    E isso é só o começo.

    Se você é varejista, fabricante ou distribuidor e quer entender como a Figo pode mudar sua operação, o caminho começa em www.soufigo.com.br.

  • As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz?

    As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz?

    As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz? Ou melhor, o que faziam? Eu te conto mais abaixo. :)

    A Lojas Renner investiu R$ 858 milhões em 2025 para integrar físico e digital. A C&A lançou um app que dobrou a taxa de conversão e cresceu 53% no e-commerce em um trimestre. A Riachuelo contratou um CEO vindo da Dafiti exatamente para liderar sua transformação omnichannel.
    O mercado não deixa dúvida: o consumidor brasileiro já decidiu que quer comprar em qualquer canal, a qualquer hora, sem fricção. Pesquisa da Wake e Opinion Box confirma: 78,9% dos consumidores transitam entre canais físicos e digitais. E empresas com operação omnichannel madura faturam três vezes mais e têm um LTV 170% maior que os concorrentes fragmentados.
    Esses são dados reais, publicados agora em 2025 e 2026.
    O problema é que toda essa transformação foi construída para quem tem escala, capital e estrutura de tecnologia. Para as grandes redes.

    E os outros 1,4 milhão de varejistas independentes de moda no Brasil? De novo, o que fazem?

    Esses continuam vendendo o que cabe no seu estoque. Atendendo o cliente com o que têm na prateleira. Perdendo venda por ruptura. Perdendo cliente para o concorrente que tem o tamanho certo, a cor que falta, a marca que o consumidor perguntou.
    Isso não é um problema de gestão. É um problema de infraestrutura.
    E é exatamente aí que entra a Figo.
    O que a Figo faz, de verdade?
    A Figo é um marketplace físico. Não uma plataforma digital, não um app de vitrine. E sim, um ecossistema que conecta fabricantes, distribuidores, varejistas e afiliados dentro de uma lógica simples: o vendedor que está em contato com o cliente na loja física pode oferecer muito mais do que o que está na gôndola.
    Quando o cliente entra na loja e pergunta por um produto que não está disponível, o vendedor não precisa mais dizer “não temos”. Ele acessa o catálogo digital integrado as maquininha Figo, mostra o produto, finaliza a venda e o item é entregue na casa do cliente. A loja vende. A marca vende. O varejista fatura a comissão. O consumidor sai satisfeito.

    Isso é o e-commerce das marcas chegando ao ponto de venda físico do multimarcas, de forma simples e praticamente sem custo.


    É o omnichannel que a Renner construiu com R$ 858 milhões, chegando ao pequeno varejista via Figo, sem que ele precise investir nada perto disso.
    O que muda para cada lado do ecossistema?
    Para o varejista, a mudança é imediata. Ele deixa de ser limitado pelo espaço físico da sua loja e pelo capital de giro disponível para estoque. Passa a oferecer um mix infinito sem imobilizar capital. E ainda amplia sua receita com um novo canal de remuneração por venda intermediada.
    Para a marca (Seller) e o distribuidor, é a abertura de um canal físico que não existia antes para seu e-commerce: é o vendedor do multimarcas como extensão da sua força de vendas, dentro de um ambiente de confiança, com atendimento humano, no momento em que o consumidor já está com intenção de compra.
    Para o consumidor, é a experiência que ele espera mas raramente encontra fora das grandes redes: variedade real, sem precisar sair da loja que ele já conhece e confia.
    A Figo é a máquininha que faltava. SERAA! :):)
    As grandes redes resolveram o omnichannel de dentro para fora, integrando seus próprios canais. É uma solução vertical, fechada, que funciona para quem tem diversas lojas próprias.
    A Figo resolve o omnichannel de fora para dentro do pequeno e médio varejista, conectando um ecossistema que já existe mas opera desconectado.
    Não é tecnologia pela tecnologia. É tecnologia resolvendo um problema concreto de quem está na ponta, atendendo o consumidor todos os dias, com as ferramentas que tem.
    O varejo de moda no Brasil movimentou R$ 92,5 bilhões em 2023. A maior parte desse dinheiro não passa pelas grandes redes. Passa por lojas menores, multimarcas, representantes, afiliados. Um universo pulverizado, carente de infraestrutura, com enorme potencial represado.
    A Figo foi construída para destravá-lo.
    O varejo que vende mais não é o que tem a maior loja. É o que tem o maior alcance.

    Se você é varejista, fabricante, distribuidor ou investidor e quer entender como esse ecossistema funciona na prática, acesse: http://www.soufigo.com.br.

    Logotipo da empresa Figo, com uma gota estilizada e o nome 'figo' em letras roxas.

    http://www.soufigo.com.br

  • Histórinhas do Varejo com Figo: como vender coleção parada a preço cheio

    Histórinhas do Varejo com Figo: como vender coleção parada a preço cheio

    Nesse série de histórinhas, você vai conhecer de forma lúdica e didática o que é a Figo e como ela muda o jogo para fabricantes, lojistas e consumidores, transformando estoque parado em canal de vendas contínuo, conectando as coleções a uma rede de lojistas multimarcas em todo o Brasil, sem depender só de representantes. Isso aumenta o alcance da marca no ponto de venda físico, mantém o preço cheio por mais tempo e reduz a necessidade de liquidações que corroem margem e desvalorizam a coleção. Não deixe de ler, pois alem de tudo é uma delicia a leitura.

    #varejomoda, #fabricantemoda, #modabrasileira, #modafeminina, #modaatacado, #Multimarcas, #modacenter, #modanobrasil, #empreendedorismo, #modaempreendedora, #varejo, #comerciante, #moda2026, #influenciadormoda,

  • Renda extra no varejo: por que o consultor de vendas pode ser o novo “motor” da economia colaborativa

    Renda extra no varejo: por que o consultor de vendas pode ser o novo “motor” da economia colaborativa

    Durante muitos anos, o ícone da renda extra no Brasil foi a consultora que vendia cosméticos com um catálogo embaixo do braço. Natura, Avon, entre outras, construíram verdadeiros exércitos de empreendedores independentes que batiam de porta em porta, visitavam amigas, atendiam vizinhos e criavam uma relação de confiança baseada em conversa, indicação e proximidade. Mais do que um modelo de negócio, isso se tornou parte da cultura brasileira.

    Os números ajudam a entender essa força. O mercado de venda direta no Brasil já envolveu milhões de pessoas e segue movimentando bilhões de dólares por ano, com destaque para cosméticos, bem-estar e produtos de uso recorrente. Em muitos lares, essa renda complementar fez diferença para pagar contas, guardar um pouco mais no fim do mês ou até financiar sonhos maiores. Era (e ainda é) uma forma de empreender com risco relativamente baixo, apoiado por marcas estruturadas.

    O que está acontecendo agora é uma evolução desse comportamento. Se antes a consultora dependia de um único catálogo e de uma única marca, hoje a tecnologia permite que ela se conecte a diversos fornecedores, categorias e estoques e isso sem precisar carregar caixas ou manter um grande volume de produtos em casa. É aqui que a Figo entra com uma proposta diferente: transformar pessoas comuns em consultores de vendas conectados a estoques de lojistas e fabricantes, usando o marketplace Figo como base e a tecnologia como ponte. Uma força de venda inovadora para diversos fabricantes de diversas categoria.

    Imagine uma pessoa que conhece bem sua vizinhança e tem boa relação com o comércio local. Pela Figo, ela pode acessar catálogos de produtos de várias lojas e marcas, oferecer esses itens para sua rede de contatos, fechar pedidos e ganhar comissão pelas vendas, sem ter que bancar compra antecipada. De um lado, ajuda o pequeno lojista a vender mais porque aqui entra o estoque infinito Figo que promove vendas para diversos varejistas, físicos e on-line; de outro, permite que o fabricante chegue mais longe; no meio, cria uma nova fonte de renda para quem está disposto a empreender em formato colaborativo.

    Esse modelo resgata a essência da venda direta, reafirma o relacionamento, confiança e a recomendação da venda de produtos entre amigos e conhecidos, mas com uma camada de inteligência que garante que tudo aconteça de forma simples e objetiva, tudo isso com dados, meios de pagamento integrados, roteamento, orquestração e visão unificada de performance. O consultor (afiliado Figo) deixa de ser apenas um “vendedor de catálogo” e passa a ser um integrador de oportunidades, conectando demanda e oferta em diferentes pontos da cadeia. E o melhor: com flexibilidade de horário, baixo risco e potencial de escala para quem se destaca.

    Do ponto de vista social, isso tem um peso enorme. Em um país em que milhões buscam alternativas de renda, criar um caminho estruturado para que qualquer pessoa possa se tornar afiliado Figo de vendas, apoiado por tecnologia, é uma forma concreta de inclusão produtiva. É dar às pessoas a chance de recomeçar, muitas vezes em uma fase da vida em que os caminhos tradicionais pareciam mais estreitos.

    Quando olho para esse cenário, vejo a Figo como uma plataforma que faz duas coisas ao mesmo tempo: destrava valor para o varejo e abre portas para gente comum transformar seu tempo, sua rede e sua vontade em renda. E essa combinação, na minha visão, é a cara de uma nova economia colaborativa que está nascendo no varejo físico brasileiro.

    Seja você também um afiliado, nos ajude a transformar o varejo brasileiro!

    Imagem mostrando um ambiente de loja com prateleiras de produtos, clientes interagindo e vários dispositivos móveis, destacando a solução Figo para gestão de estoque e fluxo de caixa.
  • Como transformar estoque parado em oportunidade: o impacto (real) da Figo no varejo físico

    Como transformar estoque parado em oportunidade: o impacto (real) da Figo no varejo físico

    Existe uma cena que se repete em milhares de lojas pelo Brasil: prateleiras cheias, estoque abarrotado, mas caixa vazio. O lojista olha para o sistema, vê produtos encalhados há meses e sente um misto de frustração e impotência. A mercadoria está ali, ocupando espaço, consumindo capital e energia, mas não gera resultado. É como se parte do negócio estivesse congelada, esperando uma oportunidade que nunca chega.

    Quando a gente olha os números, a dimensão desse problema fica ainda mais clara. Estudos recentes mostram que só no Brasil existem bilhões de reais empatados em estoque parado, especialmente em setores como moda, bem-estar e isso no varejo físico em geral. É dinheiro que poderia estar financiando expansão, inovação, marketing ou simplesmente dando fôlego para o fluxo de caixa, mas está silenciado em caixas, araras e almoxarifados. Ao mesmo tempo, há consumidores buscando variedade, tamanhos, cores e condições de pagamento que muitas lojas não conseguem oferecer sozinhas.

    A grande virada de chave está em mudar a pergunta. Em vez de “como faço para me livrar do meu estoque?”, o lojista agora pode passar a pensar “como posso vender mais usando também o estoque dos outros?”. É aqui que entra o conceito de estoque infinito e de uso inteligente de estoques de terceiros, sendo eles fabricantes, distribuidores e até outros lojistas como extensão do seu próprio mix, sem precisar imobilizar mais capital.

    A Figo com seu propósito de unificar chega justamente para orquestrar esse movimento. De um lado, conecta fabricantes com estoque excedente ou coleções passadas; de outro, lojistas que querem ampliar sortimento, aumentar tíquete médio e reduzir ruptura sem assumir o risco de comprar tudo antecipado. Por trás dessa relação, a tecnologia faz o trabalho pesado: integra pagamentos, roteia pedidos, organiza split entre todos os envolvidos e garante que a venda aconteça da forma mais simples possível, isso para quem vende, como para quem compra.

    Quando você combina estoque de terceiros, meios de pagamento inteligentes e uma camada de dados que entende o que vende melhor em cada região, algo poderoso acontece: o estoque deixa de ser um peso morto e passa a ser um ativo vivo, fluido, colaborativo. Em vez de mercadoria parada, você tem produtos circulando entre fabricantes, lojistas e consumidores com muito mais fluidez e velocidade. E, no limite, isso é bom para todos: para quem produz, porque monetiza melhor; para quem vende, porque ganha margem e relevância; e para quem compra, porque encontra aquilo que precisa com mais facilidade em um estoque praticamente infinito.

    Existe ainda um componente importante de impacto. Quando você aproveita melhor o estoque existente, reduz a necessidade de novas produções desnecessárias, diminui desperdícios e evita logística redundante. Menos caminhões rodando à toa, menos peças indo para descarte, mais inteligência na forma como a cadeia inteira se organiza. Sem fazer discurso bonito, a Figo coloca ESG em prática na origem: antes de falar de compensação, fala de evitar o problema.

    No fundo, transformar estoque parado em oportunidade é uma forma de recomeçar o varejo sem destruir o que já foi construído. É usar melhor o que existe, liberar o que está travado e abrir espaço para um novo ciclo de crescimento. E é exatamente disso que eu acredito como empreendedor quando falo em recomeçar com amor: não é negar o passado, é ressignificar o que você já tem e usar isso como combustível para o próximo passo, trago isso na Figo e acredito que nosso propósito alem de claro é também nobre.

    Ambiente de loja moderna com prateleiras, caixas e uma variedade de produtos. Destacam-se elementos relacionados à tecnologia e gestão de estoque, com foco em integração de pagamentos e eficiência operacional.
  • O Agente Secreto: como uma premiação pode revelar tanto sobre nós!

    O Agente Secreto: como uma premiação pode revelar tanto sobre nós!

    Hoje é dia de Oscar. Para muitos países, é um domingo como outro qualquer; para outros, é um dos pontos altos do ano, quando cultura vira assunto nacional e o Estado se orgulha de mostrar seus artistas para o mundo. Eu escrevo isso como um desabafo.

    Nesta semana, ouvi de um amigo próximo a seguinte frase:
    “É, no domingo vamos ver aquele comuna perder.”

    No momento, eu nem entendi do que ele estava falando. Não lembrei de cara do Oscar, nem do Wagner Moura e da indicação de O Agente Secreto. Logo em seguida, ele completou:
    “Como podemos apoiar uns corruptos que usam o dinheiro público pra fazer filme?”

    Aí eu entendi do que estávamos falando.

    Respondi:
    “Pelo que eu li, e com o pouco conhecimento que tenho do tema, você está falando de Lei Rouanet, certo?”

    Irritado, ele rebateu:
    “Sim, essas leis de merda.”

    Naquela hora, caiu a ficha: infelizmente estamos todos envenenados. Discutimos temas que não dominamos, repetindo frases prontas de gente que também não domina nada, só carrega rancor e slogans. Como sempre fui conciliador, tentei colocar isso de forma tranquila. Disse que talvez nenhum de nós soubesse, de verdade, o que as leis dizem, e que estávamos reagindo mais às histórias que ouvimos do que aos fatos.

    Então propus um desafio:
    “Fulano, vamos consultar uma IA qualquer?”

    Ele:
    “Pode fazer. Você vai ver que eu estou certo.”

    Eu:
    “Beleza, posso tentar?”

    “Claro, quer perder tempo, manda bala…rs”

    Peguei o celular e fiz uma pergunta simples:

    “O filme O Agente Secreto foi financiado pela Lei Rouanet?”

    A resposta foi algo assim, resumindo:

    • O filme custou cerca de R$ 27–28 milhões e é uma coprodução internacional entre Brasil, França, Alemanha e Holanda.
    • Da parte brasileira (cerca de R$ 13,5 milhões), R$ 7,5 milhões vieram do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), o restante veio de recursos privados e parceiros estrangeiros.
    • O FSA é um fundo público específico para o setor audiovisual, abastecido principalmente por contribuições cobradas do próprio mercado de audiovisual e telecom (Condecine, Fistel etc.), com lógica de investimento que busca retorno e desenvolvimento industrial.
    • Não houve uso de Lei Rouanet no filme. Aliás, a Rouanet nem pode financiar longa-metragem de ficção comercial; por lei, ela se aplica a curtas, médias, preservação e difusão de acervo, entre outras áreas culturais.

    Ou seja fulano: não é o governo dando dinheiro pra um artista “amiguinho comuna”, como você acabou de afirmar. Entende? Faz parte de uma política bem formatada para atender um setor caro, arriscado e globalmente competitivo, como fazem França, Alemanha, Coreia do Sul, Reino Unido, etc.

    Quando terminei de ler a resposta e dar minha opinião, vi nos olhos dele a desconfiança. E ele me perguntou, com toda sinceridade:
    “Você usou uma IA chinesa?” :)

    Acreditem: ele desconfiou do resultado não porque os dados estavam errados, mas porque a resposta não cabia na história que ele já tinha comprado. Se fosse uma IA “ocidental”, na cabeça dele, “não poderia” responder aquilo. Naquele instante eu percebi que a questão não estava no ator, no filme, na lei ou mesmo no país. O que estava em jogo era algo mais profundo: um afastamento da realidade talvez e, principalmente, uma falta de amor pelo próprio Brasil e pelo brilhantismo da cultura brasileira. 

    Fiquei mexido. Foi um baque ouvir isso de uma pessoa que considero do bem, inteligente, supercapacitada. O rancor que ele carrega e que muitos amigos próximos de nós vem carregando, não está mais direcionado a políticos específicos ou a governos, mas ao próprio país e aos brasileiros que dão certo. Hoje o alvo virou o cinema brasileiro, os artistas, os cientistas, qualquer um que se destaque. Tudo explicado por teorias conspiratórias que parecem roteiro de ficção ruim.

    Mas não escrevo isso para atacar pessoas que pensam diferente. Escrevo para lembrar que hoje nós temos todas as ferramentas do mundo para checar fatos. Uma busca simples em uma IA gratuita, num jornal sério, em dados públicos, já mostra o que é verdade e o que é boato maldoso.

    Eu estou aqui, na verdade, para celebrar. Hoje o Brasil tem um filme indicado a uma das premiações mais importantes do planeta, o Oscar, que infelizmente tivemos poucas oportunidades de prestigiar. Hoje é o dia e nossa chance pra isso, vamos aproveitar esse momento tão especial. Vamos simplesmente, prestigiar!

    Hoje o Brasil e os brasileiros podem brilhar como país e como cidadãos. Hoje é dia de comemoração, independente do resultado. Neste momento, deveríamos ser todos brasileiros torcendo juntos: pelos atores, roteiristas, diretores, técnicos, montadores, trilha, figurino, produtores, e também por todos os cinéfilos que assistiram e prestigiaram o filme.

    Qualquer brasileiro que esteja em evidência por fazer algo bom terá a minha torcida, independentemente de posição política, crença ou ideologia.

    Desejo que hoje seja um dia histórico para o nosso lindo e maravilhoso BRASIL, país que eu amo e que quero ver sempre como o melhor lugar do mundo. Para mim, graças a Deus, ele já é.

    E, se a gente conseguir trocar um pouco de rancor por curiosidade, carisma e amor próprio, talvez ele fique ainda melhor.

  • Chegou a era dos Marketplaces: cada vez mais presentes na vida das pessoas

    Chegou a era dos Marketplaces: cada vez mais presentes na vida das pessoas

    Como Assaí e Mercado Livre estão redesenhando o jogo e o que isso impacta no cotidiano do consumidor

    Em fevereiro de 2026, o Assaí anunciou sua entrada no marketplace do Mercado Livre, no modelo fulfillment, começando com aproximadamente 400 itens não perecíveis, como higiene, limpeza, mercearia seca, bebidas e itens não alimentares. As vendas terão início no segundo trimestre na região Sudeste, com expansão planejada para todo o Brasil até o fim de 2026, usando a infraestrutura logística do Mercado Livre para garantir prazos de entrega mais curtos e experiência integrada.

    Essa parceria é simbólica por dois motivos: mostra que até o atacarejo, historicamente cauteloso com e‑commerce alimentar, agora aposta na escala dos marketplaces, e confirma que o supermercado online e omnichannel deixou de ser exceção para virar parte do modelo padrão do varejo alimentar. Na prática, o consumidor passa a montar um único carrinho com produtos de diferentes vendedores, usando a mesma jornada de compra a que já está acostumado no Mercado Livre, mas agora com a força de uma rede como o Assaí.

    A combinação de conveniência, variedade e preço faz com que o marketplace ocupe um espaço diário na vida do brasileiro: da compra de eletrônicos ao alimento de rotina. Redes de atacarejo, supermercados e varejistas regionais estão acelerando o movimento omnichannel, conectando loja física, e‑commerce próprio, apps e marketplaces de terceiros em uma jornada contínua.

    Esse avanço tem uma consequência clara: o consumidor deixa de pensar em “loja” e passa a pensar em “acesso”. A pergunta deixa de ser “onde tem?” e passa a ser “como eu recebo?” seja retirando na loja, recebendo em casa ou comprando em um ponto físico que acessa estoques virtuais infinitos.

    Como e onde a Figo entra nessa história?

    Enquanto grandes players usam o marketplace para escalar estoques próprios, a Figo atua como uma camada inteligente que ajuda o varejo a se conectar com estoques e serviços de forma distribuída. A plataforma Figo unifica pagamentos (cartões, PIX, links, dinheiro) e opera de forma multiadquirente em SmartPOS, pinpad, computador ou celular, simplificando o dia a dia financeiro do lojista, tudo isso para dar base e segurança aos varejistas afiliados que receberão comissionamento pelas vendas, mas também para proteger seus recebíveis de vendas de seu próprio estoque ofertados e vendidos por terceiros.

    No modelo de marketplace físico da Figo (Figoshop), o ponto de venda passa a enxergar e vender estoques de outros lojistas e indústrias em tempo real, diretamente pelo smartPOS. O vendedor da loja se torna um afiliado da plataforma, auxiliando o consumidor a acessar um “estoque infinito”, enquanto a Figo faz toda a gestão financeira, logística e de repasses via split de pagamento, isso por si só já é uma revolução silenciosa, mas tem mais, na era ​dos marketplaces isso pode ter valor significativo nas receitas dos lojistas que aderirem ao modelo, pois alem da fidelização do consumidor, o modelo ainda promove sustentabilidade ao diminuir desperdício de armazenagem equivocada e logísticas desnecessárias.

    O que torna a Figo relevante é que ela não substitui a presença física, e nem tem essa pretenção, pelo contrario, ela a potencializa. O consumidor continua indo à loja do bairro, conversando com o vendedor, pedindo opinião e vivendo a experiência física, mas agora com acesso a um sortimento virtual muito maior, que normalmente só estaria disponível em grandes e‑commerces.

    Para o lojista, isso significa:

    • Vender produtos de terceiros sem imobilizar capital em estoque físico, ampliando o mix com risco reduzido.
    • Usar o mesmo SmartPOS do seu cotidiano para cobrar, com pagamento instantâneo sem chargeback, menor risco de inadimplência e sem complicar o fechamento de caixa.
    • Ganhar novas fontes de receita com comissionamento sobre vendas de estoque virtual, enquanto a Figo opera a retaguarda financeira e logística.

    Na prática, a Figo leva o conceito de marketplace para dentro do varejo físico e para dentro do fluxo de pagamento, o que aumenta a probabilidade de penetração no dia a dia do brasileiro: a cada compra em um SmartPOS conectado, surge a oportunidade de acessar mais oferta, mais serviços e mais crédito.

    O paralelo que fiz aqui entre o que a Figo esta propondo e o que esta acontecendo entre dois gigantes, um do mundo fisico (ASSAI) e o outro do mundo virtual (Mercado livre), foi uma provocação que gostaria que você refletisse, pois são dessas inovações que surgem as grandes mudanças.

    O caso Assaí–Mercado Livre mostra o quanto o marketplace deixou de ser apenas “mais um canal” e passou a ser infraestrutura crítica do varejo brasileiro. Ao mesmo tempo, modelos como o da Figo apontam para uma próxima etapa: o marketplace não apenas na tela do celular, mas embutido no smartPOS, na maquininha e na rotina da loja física, permitindo que estoques virtuais convivam com a presença real do consumidor.

    Quando o brasileiro puder entrar em qualquer loja de bairro, ser atendido por uma pessoa que conhece seu contexto, pagar com o meio que quiser e, ainda assim, acessar um estoque praticamente ilimitado por trás daquele PDV, teremos o marketplace verdadeiramente incorporado ao cotidiano. É exatamente nessa encruzilhada entre físico e digital que a Figo se posiciona, como infraestrutura silenciosa, mas decisiva, para que o marketplace deixe de ser um destino e passe a ser um comportamento.

    O movimento entre Assaí e Mercado Livre mostra que não estamos falando apenas de uma nova parceria, mas de um novo estágio da relação entre o brasileiro, o varejo e os marketplaces. A Figo nasce exatamente nesse contexto, como peça relevante da vida cotidiana, conectando o mundo físico com estoques virtuais e ampliando, na prática, as opções de consumo de milhões de pessoas.

  • Transformação do Varejo: a revolução do estoque infinito com Figo

    Transformação do Varejo: a revolução do estoque infinito com Figo

    O varejo físico brasileiro vive um momento de transformação, com lojistas de diversos nichos enfrentando estoques limitados ou excessivos em meio a tendências globais como omnicanal e eficiência operacional destacadas na NRF 2026.

    Uma empresa como a Figo surge como oportunidade estratégica para lojista médios e pequenos que buscam elevar vendas diárias sem grandes investimentos em capital ou espaço.

    Solução para estoque limitado

    Lojistas com pouco estoque e sem capital de giro para reposição rápida, ganham com o modelo de marketplace físico da Figo, integrado ao SmartPOS, pois eles agora podem acessar estoque infinito de parceiros e afiliados do marketplace Figo, vendendo produtos variados no PDV sem comprar antecipadamente, o que aumenta o sortimento e atrai mais clientes diariamente.
    Isso transforma limitações em vendas recorrentes, usando da força da consultoria de venda do lojista afiliado e de algumas ferramentas oferecidas na plataforma Figo, como IA que facilita a busca pelo produto mais adequado e mais próximo, e outros serviços para sugestões em tempo real e logística compartilhada.

    Oportunidade com estoque Excedente

    Para quem acumulou estoque por erros de compra ou estratégias conservadoras, a Figo abre portas para uma rede de lojistas em todo o Brasil, que passam a receber pedidos direto na maquininha e podem escoar seus estoques, simplesmente aceitando pedidos de afiliados. Assim, o excesso vira ativo rentável, gerando receita extra sem depender só da própria loja.
    Gestão inteligente via SmartPOS otimiza splits de pagamento e visibilidade, impulsionando giro e fidelização em escala colaborativa.

    Expansão para nichos específicos

    O modelo Figo Shop pretende entrar forte em setores como material de construção, com suas 153 mil lojas, sendo 102 mil independentes, lidando com rupturas frequentes e criando uma malha colaborativa onde estoque ocioso de uns supre a demanda urgente de outros.
    Não se limitando a vestuário, material de construção e setor de autopeças, um outro setor que se beneficiará do modelo figo serão as farmácias e drogarias independentes, que hoje no brasil atingem o número impressionante de cerca de 90 mil pontos de venda, que enfrentam rupturas de estoque semelhantes a outros setores, e a Figo possibilita uma grande rede de compartilhamento, ampliando sortimento em tempo real e vendas cruzadas sem investimentos extras.
    Esses nichos ganham resiliência, conectando PMEs locais em um ecossistema que equilibra oferta e demanda via marketplace Figo Shop.

    Impacto colaborativo no varejo

    A Figo conecta lojistas em ecossistema omnichannel, onde todos ganham: quem tem pouco estoque expande oferta; quem tem muito, encontra compradores afiliados e agora também escalável para construção e farmácias e outros setores do varejo.
    Isso alinha-se a movimentos virais como IA prática e competição e-commerce, posicionando PDVs físicos como hubs eficientes e escaláveis para PMEs de múltiplos setores.

    Imagem ilustrativa mostrando um lojista preocupado em um corredor de supermercado, com prateleiras parcialmente vazias. O texto aborda os desafios do varejo multimarcas, destacando problemas como ruptura de estoque e excesso de estoque, além de listar fatores que impactam o negócio.
    Um supermercado com prateleiras desordenadas, mostrando uma seção de 'Falta de Estoque' à esquerda e 'Excesso de Estoque' à direita, com produtos espalhados pelo chão.