#IntegraçãoDeEstoques

  • Seu ecommerce em milhares de maquininhas: o que a Figo aprendeu no Fórum E‑Commerce Brasil 2026

    Seu ecommerce em milhares de maquininhas: o que a Figo aprendeu no Fórum E‑Commerce Brasil 2026

    Estar com a Figo no Fórum E‑Commerce Brasil 2026 foi, para mim, viver em três dias a confirmação de uma tese que venho construindo em conjunto com sócios maravilhosos há anos no varejo e na tecnologia.

    Entre 28 e 30 de julho, caminhar pelos pavilhões do Distrito Anhembi, em São Paulo, era atravessar um mapa vivo do comércio eletrônico brasileiro. O Fórum reuniu sellers, marketplaces, grandes marcas, meios de pagamento, startups e empreendedores em trilhas que iam de gestão e operações até inovação.

    Como empreendedor, eu senti na pele como o evento espelha o momento do mercado: um e‑commerce que já ultrapassou a fase de expansão desordenada e começa a olhar com muito mais cuidado para margem, eficiência, integração de canais e liderança. Estar ali com a Figo significava colocar nossa visão exatamente no centro dessa conversa, ao lado de quem está desenhando o futuro do varejo digital no Brasil.

    Por que a Figo existe, na minha visão

    Quando eu falo da Figo, não falo apenas de uma plataforma de pagamento ou de um marketplace; falo de uma resposta empreendedora a dores que vi muitas vezes na prática, em diferentes negócios. A Figo nasceu da convicção de que o varejo precisa de menos fricção, mais inteligência e novas fontes de receita, isso sem abrir mão da simplicidade na operação do dia a dia.

    A Figo propõe uma lógica diferente, um jeito novo em um mercado já rico em inovações. É um marketplace físico e colaborativo, conectando lojas e indústrias como sellers e vendedores e colaboradores como afiliados, permitindo que qualquer loja tenha acesso a um estoque infinito sem assumir inventário próprio.

    É dessa junção que surge a frase que carrego com orgulho: seu ecommerce em milhares de maquininhas. Eu realmente acredito que o e‑commerce não precisa ficar preso a uma única tela; ele pode se espalhar por uma rede de pontos de venda físicos, transformando cada maquininha em um canal de venda, serviços financeiros e relacionamento.

    Em meio a muitas inovações, qual era o nosso diferencial

    Uma coisa que me chamou atenção no Fórum foi a quantidade de iniciativas inovadoras presentes: marketplace digital amadurecido, soluções phygital, projetos de marketplace físico em grandes redes, plataformas de SEO com IA, ecossistemas completos de varejo omnichannel. Esse ambiente reforça como o varejo brasileiro está se reinventando em várias frentes ao mesmo tempo.

    Nesse cenário rico em novidades, o que eu senti, e aqui falo com muita humildade e senso de realidade, é que a Figo trazia uma proposta diferente, alinhada ao seu propósito de negócio. Enquanto muitos players focavam em ampliar o alcance do marketplace digital ou em sofisticar a experiência online, nós estávamos propondo algo complementar: transformar o próprio ponto de venda físico em parte de um marketplace maior, com pagamento, split e serviços financeiros fluindo em um único ambiente.

    Ver isso na prática, em conversas com lojistas, indústrias e parceiros, me mostrou que era uma contribuição específica dentro de um ecossistema com várias soluções interessantes. Não me sinto confortável em dizer que “somos os únicos inovadores”, porque há outras iniciativas importantes no mercado, inclusive testes de marketplace físico e modelos phygital em grandes redes e startups. Mas eu saí do evento com a sensação clara de que a Figo era a única empresa propondo essa combinação específica: marketplace físico colaborativo, gestão unificada de pagamentos multiadquirente e loja de serviços financeiros plugada ao PDV, sob uma mesma tese.

    Para mim, mais do que “ser o único”, o ponto é estar fiel ao propósito da Figo e contribuir com uma visão original para um problema real: como fazer o varejo físico participar de verdade da lógica de marketplace, sem perder controle financeiro e sem aumentar a complexidade da operação.

    Três dias de conexões intensas

    No Fórum, a Figo esteve presente no estande da Wbuy, dentro de um ecossistema que já fala muito bem com o lojista digital. A Wbuy levou sua estrutura de plataforma de e‑commerce, e nós nos somamos a essa conversa mostrando como levar o comércio digital para o PDV físico, com multiadquirência, marketplace e serviços financeiros integrados.

    Foram três dias de conexões intensas e excelentes. Falei com lojistas iniciando sua jornada digital, com grandes redes buscando integração entre canais, com indústrias querendo se aproximar mais do consumidor final e com parceiros de tecnologia interessados em construir algo junto. Em cada conversa, via um ponto em comum: a necessidade de simplificar o fluxo financeiro, ganhar transparência e transformar o ponto de venda em um ambiente de dados e serviços, não apenas de transação.

    Ver pessoas parando no estande, ouvindo o conceito de marketplace físico, fazendo perguntas e trazendo casos reais, foi uma experiência forte. A cada troca, eu sentia que “seu ecommerce em milhares de maquininhas” deixava de ser um slogan e se tornava uma possibilidade concreta na cabeça de quem nos visitava.

    O Fórum como porta aberta para crescimento

    Do ponto de vista de negócio, o Fórum foi claramente uma porta aberta para o crescimento da Figo. Saí de lá com um pipeline de oportunidades muito mais qualificado: redes varejistas interessadas em testar o modelo, indústrias curiosas sobre a dinâmica de estoque infinito e parceiros tecnológicos buscando complementar suas ofertas com a nossa infraestrutura.

    Mas, para mim, o impacto vai além das oportunidades comerciais. Estar naquele ambiente, ao lado de grandes players de tecnologia, meios de pagamento e plataformas de e‑commerce, reforçou a certeza de que a Figo não é uma solução acessória; ela é parte da conversa sobre como integrar físico e digital em um único organismo, com dados, pagamentos e logística trabalhando juntos.

    Também foi um laboratório poderoso de narrativa. Explicar a tese da Figo para milhares de pessoas em três dias nos obrigou a afinar a forma de contar a história, deixar mais claro o “porquê” antes do “como” e traduzir conceitos técnicos (como multiadquirência, split automático e marketplace e afiliado físico) em benefícios que fazem sentido para quem está na linha de frente do varejo.

    O que eu levo comigo depois do evento

    Saí com várias certezas e alguns desafios saudáveis. A principal certeza é que existe espaço e necessidade para um modelo que transforma o PDV e também microempreendedores afiliados em hub de vendas, serviços financeiros e dados, conectando varejo físico e digital de forma muito mais fluida. Outra certeza é que conexões geram oportunidades: cada nova loja, indústria ou parceiro que entra na rede Figo abre possibilidades para todo o ecossistema que estamos construindo.

    Os desafios que enxerguei são o tipo de desafio que alimenta quem empreende: aprofundar integrações com outros players, seguir educando o mercado sobre conceitos como marketplace físico e split, e manter a experiência simples para quem opera na ponta, apesar da complexidade que existe por trás da tecnologia. Ao mesmo tempo, ver a tese da Figo dialogar tão bem com os temas centrais do Fórum me dá convicção de que estamos no caminho certo.

    Em resumo, estar no Fórum foi um marco importante na jornada da Figo e na minha jornada pessoal como empreendedor. Foram três dias intensos, cheios de conversas, aprendizados e confirmações de que é possível, sim, colocar seu ecommerce em milhares de maquininhas e, ao fazer isso, abrir novas portas de crescimento para todo o varejo brasileiro. Ao mesmo tempo, esse modelo cria para microempreendedores afiliados um novo formato de se remunerar, com receita nova e recorrente, a partir de um marketplace físico e colaborativo que conecta lojas, indústrias, vendedores e colaboradores em torno de um estoque infinito sem inventário próprio. Tudo isso com originalidade, mas também com respeito a tudo o que o ecossistema já vem construindo ao longo dos últimos anos.

    Selfie de homem sorridente em frente à entrada do Fórum 2026 de e-commerce, com uma tela grande que exibe as datas do evento e a frase 'A voz que orienta o mercado brasileiro'.
    Grupo de cinco pessoas sorrindo em estande de feira, todas vestindo camisetas roxas, com banners coloridos ao fundo.
    Três homens sorrindo em um evento, todos usando camisetas laranja da wbuy. O homem do meio usa uma camisa preta e óculos escuros.
    Selfie de um homem sorridente em frente ao estande da wbuy, com outras pessoas ao fundo. O estande apresenta banners em destaque e a equipe usando camisetas laranja.
  • O poder de um nome: por que a escolha certa pode ajudar uma empresa a prosperar

    O poder de um nome: por que a escolha certa pode ajudar uma empresa a prosperar

    Escolher o nome de uma empresa parece, para muita gente, só uma etapa criativa. Uma questão de gosto. Uma hora de brainstorming com post-it na parede.

    Mas na prática, é uma das decisões mais estratégicas da jornada.

    Um nome não serve apenas para identificar um negócio. Ele comunica propósito, transmite percepção e cria conexão emocional com o mercado antes mesmo de você abrir a boca para explicar o que faz.

    Um nome forte não nasce só da estética. Ele nasce quando som, significado e visão de futuro se encontram no mesmo lugar.

    No caso da Figo, essa escolha foi especial de um jeito que até hoje é difícil de explicar só pela lógica.

    Eu estava buscando um nome que traduzisse o que a empresa realmente seria. Queria algo simples, com força e propósito. Mas não conseguia chegar a uma definição final. Até que, em um determinado dia, uma palavra me veio à cabeça. Simples. Curta. Quatro letras. E que parecia perfeita: Figo.

    O mais curioso? Isso aconteceu antes de qualquer pesquisa mais profunda sobre o simbolismo da palavra. Primeiro veio a intuição. Depois, o significado.

    Quando fui conversar com minha sócia, Maysa, compartilhei algumas ideias. Em um momento da conversa, mencionei “Figo”. Ela pegou o caderno e disse: “Veja qual palavra eu escrevi hoje de manhã e queria te mostrar.”

    Era exatamente a mesma. Acredite se quiser! :-)

    Naquele momento, tudo fez sentido. Conexão, sintonia e, pra nós, destino. Como se o nome já estivesse escolhido antes mesmo de ser oficialmente escolhido.

    Com o tempo, ao pesquisar mais, a força dessa escolha ficou ainda mais evidente. Em diferentes civilizações, o figo aparece associado à fertilidade, à abundância, à prosperidade e à sustentação da vida. Na cultura greco-romana, símbolo de abundância. Na tradição bíblica, uma das Sete Espécies da Terra Prometida e símbolo de paz e prosperidade. Na tradição romana, a figueira aparece ligada ao mito de Rômulo e Remo, fundadores de Roma, reforçando a ideia de origem, fundação e ascensão. No budismo, a Bodhi Tree, uma figueira sagrada, é a árvore sob a qual Sidarta Gautama alcançou a iluminação.

    Quando você olha para esse conjunto, percebe que o nome Figo carrega algo muito maior do que identidade visual. Ele carrega uma mensagem simbólica coerente com a proposta do negócio: nutrir relações, gerar valor, sustentar crescimento e levar prosperidade a quem faz parte do ecossistema.

    E esse ponto é central.

    Empresas prosperam mais quando existe coerência entre nome, propósito e entrega. Quando o nome reforça a essência do negócio, ele deixa de ser apenas uma marca e passa a funcionar como um ativo estratégico. Ele encurta a distância entre percepção e posicionamento.

    O mercado tem bons exemplos disso.

    A Amazon começou com outro nome, “Cadabra”. Jeff Bezos trocou porque queria algo que comunicasse escala e grandiosidade antes mesmo de a empresa chegar lá. Escolheu o maior rio do mundo. Funcionou.

    A Nike veio da deusa grega da vitória, e essa associação sustenta toda a construção simbólica da marca em torno de conquista e superação.

    Quando nome e narrativa trabalham juntos, a marca não começa do zero. Ela já nasce com direção.

    Esse é o ponto que muitas empresas ignoram.

    Um nome não faz uma empresa prosperar sozinho. O que faz uma empresa prosperar é execução, estratégia, consistência e capacidade de gerar valor real. Mas um nome certo ajuda muito nesse processo. Ele fortalece identidade, diferenciação, memorabilidade e conexão emocional.

    Ele ajuda o mercado a entender mais rápido quem você é.

    Ele ajuda parceiros a enxergarem com mais clareza o que você propõe.

    E ajuda a própria empresa a construir cultura com mais verdade desde o início.

    A Figo nasceu com um nome que já carregava propósito. Agora, a missão é honrar esse significado todos os dias.

    Hoje, olhando para trás, fica ainda mais claro que escolhemos a palavra mais adequada possível. Não apenas pelo simbolismo histórico, que por si só já é extraordinário, mas porque ela traduz exatamente aquilo em que acreditamos.

    Figo é prosperidade.
    Figo é crescimento.
    Figo é sustentação.
    Figo é conexão.

    E, acima de tudo, esse é o propósito da Figo: levar prosperidade aos nossos parceiros.

    Quer fazer parte desse ecossistema? Acesse www.soufigo.com.br

    Painel publicitário em uma cidade, questionando sobre o que as empresas Figo, Amazon e Nike têm em comum.
  • Estoque infinito no mundo físico: como lojistas e indústrias de moda podem vender mais sem abrir novas lojas

    Estoque infinito no mundo físico: como lojistas e indústrias de moda podem vender mais sem abrir novas lojas

    No varejo de moda, todo mundo está correndo atrás da mesma equação: vender mais, arriscar menos estoque e entregar uma experiência fluida para um cliente que já não aceita ouvir “não tenho esse produto aqui”. Ao mesmo tempo, lojistas e indústrias entram em 2026 pressionados por margens apertadas, excesso de oferta e um ambiente de e‑commerce cada vez mais competitivo e caro para crescer.

    É nesse contexto que o conceito de estoque infinito ganha protagonismo –e que a Figo surge como um modelo diferente, levando a lógica de marketplace e prateleira infinita para o mundo físico, diretamente no SmartPOS (maquininha) da loja.


    O problema dos dois lados: loja e indústria

    Do lado do lojista de moda (principalmente o pequeno e o multimarcas):

    • Espaço físico limitado, que impede trabalhar todo o sortimento desejado.
    • Capital de giro curto, que limita quantidade de coleção e profundidade de grade.
    • Perda diária de vendas porque o produto, o tamanho ou a cor que o cliente quer não está ali na hora.

    Do lado da indústria de moda:

    • Estoques elevados e coleção que muitas vezes não encontra o PDV certo na hora certa.
    • Dependência de poucos grandes canais, aumentando risco comercial e pressão por desconto.
    • Crescimento caro via mídia digital e canais próprios, num cenário em que omnichannel deixou de ser diferencial e virou “básico”.

    Todos sentem a mesma dor: muito esforço para pouco resultado em uma cadeia que não conversa em tempo real.


    O que é “estoque infinito” no mundo físico

    Prateleira infinita, na prática, é a capacidade de oferecer ao cliente todo o catálogo, mesmo que o produto não esteja fisicamente na loja naquele momento. O vendedor acessa estoques de outros pontos (outras lojas, CD, indústria, e‑commerce) e conclui a venda como se tudo estivesse ali, sem deixar o cliente ir embora.

    No modelo tradicional, isso costuma depender de grandes redes, integrações complexas e projetos caros de omnichannel. A proposta da Figo é democratizar essa lógica para o varejo físico e multimarcas, conectando lojistas e indústria em um marketplace do mundo físico, plugado direto na maquininha.


    Como a Figo funciona na prática

    A Figo se posiciona como um ecossistema do varejo físico: um marketplace integrado na maquininha que conecta estoques de lojas e indústrias em uma única plataforma.

    Na ponta do lojista:

    • A loja continua vendendo seu estoque normalmente, como sempre fez.
    • Quando o produto desejado não está ali, o vendedor acessa o catálogo compartilhado da Figo direto na maquininha e vende o estoque de outras lojas e marcas.
    • A loja recebe comissão sobre cada venda intermediada, com split de pagamento e logística orquestrada pela plataforma.

    Na ponta da indústria de moda:

    • A coleção passa a estar disponível em uma rede de PDVs físicos, sem necessidade de abrir novas lojas próprias.
    • Lojistas atuam como “afiliados físicos” da marca, recomendando e vendendo produtos mesmo além do mix que compraram no atacado.
    • O giro de estoque aumenta, com muito mais capilaridade e pulverização de risco comercial.

    Tudo isso apoiado por processos automatizados de split, emissão de documentos e conciliação, reduzindo fricção operacional e deixando os parceiros focados em produto, atendimento e marca.

    Na prática a Figo não inventou uma necessidade. Ela identificou uma demanda real, já existente, e a reorganizou de forma mais inteligente. O resultado é uma proposta de valor que vai além do produto: entrega conveniência, serviço, e benefícios financeiros e operacionais, tudo integrado em uma única experiência.


    Benefícios para o lojista de moda

    Para o lojista, a Figo transforma a loja física em um hub multimarcas com prateleira infinita.

    Os principais ganhos são:

    • Mais vendas por metro quadrado, graças a um catálogo virtual ilimitado sem necessidade de estocar tudo.
    • Menos ruptura de estoque, evitando perder venda porque “o produto não está aqui hoje”.
    • Nova fonte de receita com comissões sobre a venda de produtos de outras lojas e indústrias.
    • Zero investimento inicial relevante em tecnologia complexa, pois a experiência acontece na maquininha que ele já usa.

    Em um cenário em que omnichannel virou requisito básico, isso coloca o pequeno e médio lojista em um patamar tecnológico que antes parecia restrito a grandes redes.


    Benefícios para a indústria de moda

    Para a indústria, a Figo abre um novo canal de sell‑out usando a força da rede de lojas físicas.

    Os impactos mais relevantes:

    • Maior capilaridade em PDVs físicos, sem o custo e o risco de expansão de lojas próprias.
    • Giro mais inteligente de coleção, com acesso a demanda real de múltiplas praças em tempo quase real.
    • Redução da dependência de poucos grandes clientes ou plataformas globais, pulverizando risco comercial.
    • Possibilidade de testar produtos, cápsulas e coleções em diferentes perfis de lojistas sem reinventar toda a operação de canais.

    Em resumo, a indústria passa a enxergar a rede de varejo físico não só como “cliente de atacado”, mas como uma verdadeira rede de afiliados e distribuidores omnichannel da marca em um canal fisico de venda.


    Por que isso é relevante agora

    Dados recentes mostram que o varejo físico segue vivo, mas precisa ser mais inteligente, conectado e eficiente para crescer. Omnichannel, tecnologia no PDV e modelos colaborativos de estoque deixaram de ser “tendência” para virar base operacional do varejo que quer sobreviver aos próximos ciclos.

    A Figo se posiciona exatamente nessa interseção:

    • Mundo físico +
    • Estoque infinito +
    • Pagamentos inteligentes via maquininha +
    • Modelo colaborativo entre lojistas, indústrias e vendedores.

    E agora?

    Se você é lojista de moda e quer vender mais sem aumentar o estoque, ou se é indústria e quer colocar sua coleção em centenas de lojas físicas sem abrir nenhuma nova operação, esse é o tipo de modelo que vale testar.

    Estou abrindo agenda para conversar com lojas multimarcas e indústrias que queiram construir essa próxima fase do varejo de moda com a gente. Se fizer sentido para você, me manda uma mensagem no LinkedIn ou comente “quero entender melhor” em nosso perfil no instagran (@Sou_figo)e eu retorno com detalhes e ideias de piloto para o seu cenário.

    Um atendente sorridente em uma loja mostra um smartphone para uma cliente, que está segurando uma sacola de compras. Ao fundo, há prateleiras com produtos variados.

  • Do PPT ao caixa: como contar a história da Figo para diversos publicos

    Do PPT ao caixa: como contar a história da Figo para diversos publicos

    Um dos maiores aprendizados da minha trajetória empreendedora é que não existe “a” história da empresa. Existem várias versões da mesma verdade, contadas sob ângulos diferentes para públicos diferentes. O discurso que encanta um investidor não é exatamente o mesmo que faz um lojista se mexer, e certamente não é igual o que toca o consultor ou afiliado que está buscando renda extra. A arte está em alinhar todos eles sem perder a essência. Esse é o maior desafio de qualquer empreendedor em seu início de trajetória da sua nova iniciativa.

    Quando falo com investidores sobre a Figo, a história começa pelo tamanho do problema e do mercado. Mostro o volume de estoque parado no varejo, a ineficiência logística, o potencial de venda direta e colaborativa e o quanto o modelo de estoque infinito pode capturar parte dessa oportunidade. Entro em temas como TAM, escalabilidade, monetização via transações e serviços financeiros, impacto ESG real e capacidade de replicar o modelo em diferentes verticais do varejo. É uma conversa mais numérica, estratégica, de tese.

    Com o lojista, a narrativa muda de lugar. O foco deixa de ser o tamanho global do mercado e passa a ser a pergunta que realmente importa para ele: “Como isso faz meu caixa respirar e crescer?”. Aqui, falo sobre vender mais sem imobilizar tanto capital, sobre girar o próprio estoque usando a rede de outros lojistas, sobre reduzir ruptura e aumentar tíquete médio com acesso a “estoque infinito”. Mostro cenários práticos: se antes ele precisava comprar 100 peças para testar uma coleção, agora ele pode continuar comprando o tradicional, mas também pode tentar impulsionar vendas de novos produtos com muito menos risco apoiado por outras vendas pelo ecossistema.

    Já com o consultor de vendas, o centro da conversa é a vida real. Tempo, renda, propósito. Explico como ele ou ela poderá acessar catálogos de diferentes lojas e fabricantes, vender para sua rede, ganhar comissões claras e ser apoiado pela tecnologia em vez de ficar sozinho. É sobre como encaixar essa atividade na rotina, como crescer, como transformar contatos em clientes e clientes em uma carteira recorrente. É mostrar que não estamos falando de um “bico qualquer”, mas de um caminho de empreendedorismo colaborativo.

    Em todas essas versões, existe um fio condutor que não pode se perder: o propósito da Figo de destravar valor no varejo físico conectando pessoas, estoques e tecnologia. O investidor precisa sentir que essa visão é grande e defensável. O lojista precisa perceber que isso resolve problemas concretos do dia a dia. O consultor precisa enxergar que há espaço para o seu recomeço dentro desse ecossistema.

    Do slide ao caixa, da tese ao PDV, tudo é sobre contar uma boa história e depois fazer com que ela aconteça na prática na vida real. Fiz isso algumas vezes na minha vida com sucesso, vou fazer novamente, pois tenho pessoas comprometidas ao meu lado e juntos faremos novamente história no varejo brasileiro. No fim, a Figo também é uma forma de recomeçar a forma como contamos e vivemos o varejo: menos solitário, mais colaborativo; menos pesado, mais fluido; menos limitado, mais infinito.

    Venha fazer parte dessa revolução!

    www.soufigo.com.br

  • Reinventando o varejo com a Figo: como monetizar estoques multimarcas em um ecossistema colaborativo

    Reinventando o varejo com a Figo: como monetizar estoques multimarcas em um ecossistema colaborativo

    Sempre acreditei que recomeçar e se reinventar não é jogar a história fora, e sim olhar para ela com outros olhos. Quando escrevi meu livro “Amor pra Recomeçar”, meu desejo foi justamente mostrar que cada queda, cada mudança de rota e cada empresa construída, e às vezes vendida, carregavam sementes de um próximo episódio. No varejo, não é diferente: há um universo de ativos e experiências já existentes que podem ser ressignificados antes de pensarmos em construir algo novo do zero.

    A economia colaborativa nos deu exemplos claros disso. Carros ociosos viraram fonte de renda em aplicativos de corrida; quartos vazios se transformaram em hospedagem para viajantes; tempo livre virou serviço por demanda; conhecimento virou curso online. Em comum, uma lógica simples: alguém tem um ativo parado; outra pessoa tem uma necessidade; a tecnologia constrói a ponte e cria valor para os dois lados.

    No varejo físico, o estoque é um desses ativos em algumas vezes subaproveitados. Lojas com produtos que não giram; marcas com coleções passadas encalhadas em galpões; espaços físicos com capacidade ociosa. Em vez de tratar isso como perda, a pergunta é: como transformar esse estoque em parte de um grande “estoque infinito”, acessível a mais pontos de venda e mais pessoas, sem exigir que cada lojista banque tudo sozinho?

    A Figo materializa essa lógica ao permitir que lojistas vendam produtos de fabricantes e de outros lojistas como se fossem seus, usando tecnologia para orquestrar quem tem o produto, quem tem o cliente e quem viabiliza a transação. O lojista recomeça o seu mix de forma colaborativa, sem precisar recomeçar a loja do zero. O fabricante recomeça o ciclo de uma coleção que parecia encerrada. E o consultor recomeça sua jornada profissional com uma nova forma de vender, mais conectada e menos engessada.

    Quando olho para esse desenho, vejo um paralelo direto com o conceito de recomeço que trago na minha vida. Em vez de descartar aquilo que não funcionou como esperado, você encontra novos usos, novas conexões e novos arranjos. Um estoque parado pode ser um problema para um lojista isolado, mas pode ser uma solução quando passa a fazer parte de uma rede. Um espaço subutilizado pode ser custo fixo pesado para uma loja sozinha, mas pode virar ponto de experiência compartilhada em um ecossistema colaborativo.

    Recomeçar, no varejo, pode significar exatamente isso: sair da lógica de “cada um por si” e entrar na lógica de “como podemos ganhar juntos usando melhor o que já existe?”. A Figo não é apenas uma plataforma tecnológica; é uma proposta de olhar diferente para o varejo físico, inspirada pela mesma ideia e conceito que carrega o título do meu livro: o amor e a coragem de recomeçar e se transformar.

    Seja um afiliado Figo, venha fazer parte dessa revolução.

    www.soufigo.com.br

  • ESG além do discurso: como a Figo conecta eficiência, impacto e resultado no varejo

    ESG além do discurso: como a Figo conecta eficiência, impacto e resultado no varejo

    Nos últimos anos, ESG virou quase obrigatório em qualquer apresentação corporativa. Está no relatório anual, no discurso do CEO, no material para investidores. Mas, na prática, ainda é comum ver ações muito mais próximas de marketing do que de transformação real. No varejo físico, isso é ainda mais sensível: a operação é intensiva em estoque, logística e pessoas, exatamente onde o impacto (positivo ou negativo) acontece de verdade.

    Quando penso na Figo e no alcance que o modelo chegará, não vejo ESG meramente como um “puxadinho” ou um discurso bacana que vem depois do modelo de negócio. Vejo ESG como consequência natural de uma boa solução de eficiência. Se você desenha uma plataforma que reduz desperdício, melhora o uso de ativos, aumenta renda e traz transparência para a cadeia, você inevitavelmente impacta as três letras ao mesmo tempo. E é justamente isso que acontece quando olhamos para E, S e G sob a lente da Figo.

    No E, de ambiental, o primeiro ponto é o estoque. Em segmentos como moda e bens de consumo, o excedente é gigantesco, com bilhões de dólares em estoque parado globalmente e uma fatia relevante desse valor no Brasil. Cada peça encalhada representa recurso natural, água, energia e emissões já gastos. Quando a Figo permite que esse estoque circule mais, seja por outros lojistas, seja via consultores de vendas, ela alonga o ciclo de vida do produto e reduz a necessidade de produzir “mais do mesmo” antes de esgotar o que já existe.

    Além disso, há a camada logística. Ao conectar diretamente fabricantes, lojistas e consultores em rotas mais inteligentes, com menos etapas intermediárias, a Figo contribui para reduzir quilômetros rodados desnecessariamente, minimizando emissões associadas ao transporte, um dos grandes gargalos de ESG nas cadeias de varejo e distribuição. Não é uma solução mágica, mas é um passo concreto na direção certa.

    No S, de social, o impacto é talvez ainda mais visível. A Figo cria um modelo em que três grupos ganham: fabricantes monetizam melhor seus estoques através de um canal novo de venda, lojistas vendem mais com menor risco de capital e pessoas comuns têm acesso a uma nova fonte de renda como consultores de vendas. É inclusão econômica aplicada na veia, especialmente relevante num país com desigualdade elevada e milhões buscando um “bico” que vá além de trabalhos precarizados, este é um dos propósitos que mais me encanta na Figo, sou empreendedor a muitos anos, mas essa é de fato a primeira vez que crio algo que atinge minha essência, vou ficar realizado se eu tiver o privilégio de concretizar isso.

    Por fim, o G de governança se manifesta na forma como tudo isso é organizado. Quando você trabalha com múltiplos atores na mesma venda, digo: plataforma, lojista, fabricante, consultor e cliente final, precisa de regras claras de split, responsabilidade, garantia, dados e compliance. Ao atuar como hub de pagamentos e serviços financeiros, a Figo tem a oportunidade (e o dever) de estruturar contratos digitais, trilhas de auditoria, métricas e políticas que protejam todos os envolvidos. ESG aqui é também transparência: quem faz o quê, quem ganha quanto, quem assume qual risco.

    No final do dia, o que me empolga é ver ESG saindo do slide e entrando no chão da loja, na negociação com o fornecedor, na rotina do consultor que vende mais um produto e leva um pouco mais de renda para casa. Quando impacto e eficiência andam juntos, a discussão deixa de ser custo e passa a ser estratégia. E é exatamente nesse ponto que eu acredito que a Figo pode fazer diferença.

    Seja você também um afiliado, faça parte dessa revolução!

    www.soufigo.com.br

  • Renda extra no varejo: por que o consultor de vendas pode ser o novo “motor” da economia colaborativa

    Renda extra no varejo: por que o consultor de vendas pode ser o novo “motor” da economia colaborativa

    Durante muitos anos, o ícone da renda extra no Brasil foi a consultora que vendia cosméticos com um catálogo embaixo do braço. Natura, Avon, entre outras, construíram verdadeiros exércitos de empreendedores independentes que batiam de porta em porta, visitavam amigas, atendiam vizinhos e criavam uma relação de confiança baseada em conversa, indicação e proximidade. Mais do que um modelo de negócio, isso se tornou parte da cultura brasileira.

    Os números ajudam a entender essa força. O mercado de venda direta no Brasil já envolveu milhões de pessoas e segue movimentando bilhões de dólares por ano, com destaque para cosméticos, bem-estar e produtos de uso recorrente. Em muitos lares, essa renda complementar fez diferença para pagar contas, guardar um pouco mais no fim do mês ou até financiar sonhos maiores. Era (e ainda é) uma forma de empreender com risco relativamente baixo, apoiado por marcas estruturadas.

    O que está acontecendo agora é uma evolução desse comportamento. Se antes a consultora dependia de um único catálogo e de uma única marca, hoje a tecnologia permite que ela se conecte a diversos fornecedores, categorias e estoques e isso sem precisar carregar caixas ou manter um grande volume de produtos em casa. É aqui que a Figo entra com uma proposta diferente: transformar pessoas comuns em consultores de vendas conectados a estoques de lojistas e fabricantes, usando o marketplace Figo como base e a tecnologia como ponte. Uma força de venda inovadora para diversos fabricantes de diversas categoria.

    Imagine uma pessoa que conhece bem sua vizinhança e tem boa relação com o comércio local. Pela Figo, ela pode acessar catálogos de produtos de várias lojas e marcas, oferecer esses itens para sua rede de contatos, fechar pedidos e ganhar comissão pelas vendas, sem ter que bancar compra antecipada. De um lado, ajuda o pequeno lojista a vender mais porque aqui entra o estoque infinito Figo que promove vendas para diversos varejistas, físicos e on-line; de outro, permite que o fabricante chegue mais longe; no meio, cria uma nova fonte de renda para quem está disposto a empreender em formato colaborativo.

    Esse modelo resgata a essência da venda direta, reafirma o relacionamento, confiança e a recomendação da venda de produtos entre amigos e conhecidos, mas com uma camada de inteligência que garante que tudo aconteça de forma simples e objetiva, tudo isso com dados, meios de pagamento integrados, roteamento, orquestração e visão unificada de performance. O consultor (afiliado Figo) deixa de ser apenas um “vendedor de catálogo” e passa a ser um integrador de oportunidades, conectando demanda e oferta em diferentes pontos da cadeia. E o melhor: com flexibilidade de horário, baixo risco e potencial de escala para quem se destaca.

    Do ponto de vista social, isso tem um peso enorme. Em um país em que milhões buscam alternativas de renda, criar um caminho estruturado para que qualquer pessoa possa se tornar afiliado Figo de vendas, apoiado por tecnologia, é uma forma concreta de inclusão produtiva. É dar às pessoas a chance de recomeçar, muitas vezes em uma fase da vida em que os caminhos tradicionais pareciam mais estreitos.

    Quando olho para esse cenário, vejo a Figo como uma plataforma que faz duas coisas ao mesmo tempo: destrava valor para o varejo e abre portas para gente comum transformar seu tempo, sua rede e sua vontade em renda. E essa combinação, na minha visão, é a cara de uma nova economia colaborativa que está nascendo no varejo físico brasileiro.

    Seja você também um afiliado, nos ajude a transformar o varejo brasileiro!

    Imagem mostrando um ambiente de loja com prateleiras de produtos, clientes interagindo e vários dispositivos móveis, destacando a solução Figo para gestão de estoque e fluxo de caixa.
  • Como transformar estoque parado em oportunidade: o impacto (real) da Figo no varejo físico

    Como transformar estoque parado em oportunidade: o impacto (real) da Figo no varejo físico

    Existe uma cena que se repete em milhares de lojas pelo Brasil: prateleiras cheias, estoque abarrotado, mas caixa vazio. O lojista olha para o sistema, vê produtos encalhados há meses e sente um misto de frustração e impotência. A mercadoria está ali, ocupando espaço, consumindo capital e energia, mas não gera resultado. É como se parte do negócio estivesse congelada, esperando uma oportunidade que nunca chega.

    Quando a gente olha os números, a dimensão desse problema fica ainda mais clara. Estudos recentes mostram que só no Brasil existem bilhões de reais empatados em estoque parado, especialmente em setores como moda, bem-estar e isso no varejo físico em geral. É dinheiro que poderia estar financiando expansão, inovação, marketing ou simplesmente dando fôlego para o fluxo de caixa, mas está silenciado em caixas, araras e almoxarifados. Ao mesmo tempo, há consumidores buscando variedade, tamanhos, cores e condições de pagamento que muitas lojas não conseguem oferecer sozinhas.

    A grande virada de chave está em mudar a pergunta. Em vez de “como faço para me livrar do meu estoque?”, o lojista agora pode passar a pensar “como posso vender mais usando também o estoque dos outros?”. É aqui que entra o conceito de estoque infinito e de uso inteligente de estoques de terceiros, sendo eles fabricantes, distribuidores e até outros lojistas como extensão do seu próprio mix, sem precisar imobilizar mais capital.

    A Figo com seu propósito de unificar chega justamente para orquestrar esse movimento. De um lado, conecta fabricantes com estoque excedente ou coleções passadas; de outro, lojistas que querem ampliar sortimento, aumentar tíquete médio e reduzir ruptura sem assumir o risco de comprar tudo antecipado. Por trás dessa relação, a tecnologia faz o trabalho pesado: integra pagamentos, roteia pedidos, organiza split entre todos os envolvidos e garante que a venda aconteça da forma mais simples possível, isso para quem vende, como para quem compra.

    Quando você combina estoque de terceiros, meios de pagamento inteligentes e uma camada de dados que entende o que vende melhor em cada região, algo poderoso acontece: o estoque deixa de ser um peso morto e passa a ser um ativo vivo, fluido, colaborativo. Em vez de mercadoria parada, você tem produtos circulando entre fabricantes, lojistas e consumidores com muito mais fluidez e velocidade. E, no limite, isso é bom para todos: para quem produz, porque monetiza melhor; para quem vende, porque ganha margem e relevância; e para quem compra, porque encontra aquilo que precisa com mais facilidade em um estoque praticamente infinito.

    Existe ainda um componente importante de impacto. Quando você aproveita melhor o estoque existente, reduz a necessidade de novas produções desnecessárias, diminui desperdícios e evita logística redundante. Menos caminhões rodando à toa, menos peças indo para descarte, mais inteligência na forma como a cadeia inteira se organiza. Sem fazer discurso bonito, a Figo coloca ESG em prática na origem: antes de falar de compensação, fala de evitar o problema.

    No fundo, transformar estoque parado em oportunidade é uma forma de recomeçar o varejo sem destruir o que já foi construído. É usar melhor o que existe, liberar o que está travado e abrir espaço para um novo ciclo de crescimento. E é exatamente disso que eu acredito como empreendedor quando falo em recomeçar com amor: não é negar o passado, é ressignificar o que você já tem e usar isso como combustível para o próximo passo, trago isso na Figo e acredito que nosso propósito alem de claro é também nobre.

    Ambiente de loja moderna com prateleiras, caixas e uma variedade de produtos. Destacam-se elementos relacionados à tecnologia e gestão de estoque, com foco em integração de pagamentos e eficiência operacional.
  • Omnicanal no Varejo 2026: como a Figo une mundo físico, digital e pagamentos em uma única experiência?

    Omnicanal no Varejo 2026: como a Figo une mundo físico, digital e pagamentos em uma única experiência?

    Hoje li um material que me inspirou muito a escrever este artigo, pois me fez perceber o quanto estamos alinhados com um presente em que o mundo digital está profundamente conectado ao mundo físico e como esses dois canais não só podem, como devem, conversar entre si o tempo todo.​

    O varejo de 2026 está no meio de uma virada histórica: o consumidor continua frequentando a loja física, principalmente nas compras de maior valor, mas agora chega muito mais informado, impaciente com qualquer tipo de fricção e disposto a trocar de marca se não encontrar a experiência que deseja. Ele quer pagar como quiser, transitar entre online e offline sem barreiras e, de preferência, se relacionar com marcas que tenham um propósito claro e coerente com seus valores, especialmente quando encontra um vendedor que o acolhe, tira dúvidas e conduz o fechamento da venda com atenção às suas expectativas.​

    Ao mesmo tempo, a IA entra em cena como um novo “cérebro” para apoiar o varejista, trazendo uma capacidade inovadora e cada vez mais acessível de personalizar ofertas, prever demandas, automatizar jornadas e até conduzir toda a experiência de compra. Muitos consumidores já usam assistentes de IA para comprar e grande parte declara que aceitaria delegar toda a jornada à tecnologia, desde que haja transparência, controle e responsabilidade. Do lado dos varejistas, quase 9 em cada 10 estão abertos ao chamado comércio “agêntico” e se movimentam para incorporar IA em recomendações, operações e atendimento, mas ainda veem a relação humana e o contato direto com o consumidor como um diferencial indispensável.​

    É nesse cenário de alta complexidade e aceleração das inovações que a Figo se torna estratégica e chega em um momento extremamente oportuno, é quase como “unir a fome com a vontade de comer”. A Figo nasce exatamente no ponto de encontro entre três forças: o varejo físico, os meios de pagamento e a inteligência sobre o comportamento de compra em loja. Quando 60% dos consumidores afirmam que abandonam a compra se não puderem pagar como desejam, fica claro que o PDV não pode mais ser apenas um “caixa”; ele precisa ser uma plataforma flexível, capaz de integrar cartões, carteiras digitais, benefícios, PIX, crédito e o que vier a seguir.​

    A Figo organiza essa complexidade para o varejista, promovendo a união perfeita do físico e do digital ao convergir, em uma maquininha (smartPOS) e outros devices, todos os serviços financeiros e, ao mesmo tempo, integrar o Figo Shop, seu marketplace com “prateleira infinita”. Com isso, gera mais receita para o varejista que tem muito estoque e encontra um novo canal de venda, e também ajuda quem está com dificuldade de comprar mais mercadoria, oferecendo a oportunidade de gerar receita via comissionamento, vendendo produtos de outros varejistas. Tudo isso ocorre em uma única camada transacional, conectando múltiplos meios de pagamento, reduzindo fricção no checkout, habilitando novas formas de vender, fortalecendo a fidelização do cliente e contribuindo de forma colaborativa para o ecossistema criado pelo Figo Shop.​

    Quando digo que a Figo chega em um momento perfeito é porque o consumidor atual já se acostumou com a jornada omnicanal; ele não vê isso como diferencial, vê como obrigação. No material que li, 69% dos consumidores declaram ser fiéis a varejistas que permitem comprar online e devolver na loja, o que exige uma jornada realmente integrada, com dados e regras alinhadas entre canais. A Figo atua como infraestrutura dessa integração, ajudando a transformar o PDV físico em extensão natural do e-commerce e o e-commerce em extensão natural da loja, com uma visão única de clientes, transações e relacionamento. Quando o varejista consegue enxergar o mesmo cliente em todos os pontos de contato, passa a construir experiências mais consistentes e programas de fidelidade mais relevantes, alinhados à busca por conexão e propósito destacada segundo o estudo.​

    A IA, por sua vez, só entrega seu máximo quando encontra dados de qualidade. Nesse sentido, cada transação processada pela Figo, cada escolha de meio de pagamento, cada recorrência de um cliente na loja se transforma em insumo para modelos de recomendação, segmentação e previsão cada vez mais inteligentes. Em um mundo em que 78% dos consumidores desejam que os varejistas usem IA para recomendar produtos de que possam gostar, a Figo ajuda a transformar o caos de dados do varejo físico em uma base estruturada para personalização em escala. A loja deixa de ser uma “caixa-preta” analógica e passa a operar com a mesma sofisticação de dados dos grandes players digitais, sem perder a proximidade humana do atendimento presencial.​

    Por fim, ficou claro que existe uma necessidade crescente de soluções de pagamento unificadas como base para experiências mais rápidas e inteligentes. É exatamente aqui que a Figo se posiciona: como infraestrutura que conecta pagamentos, dados e experiência em loja, permitindo que o varejista brasileiro participe de forma competitiva dessa nova era de experiências conectadas e IA, em vez de apenas reagir a ela. Ao reduzir fricção no checkout, integrar canais, estruturar dados e habilitar inteligência, a Figo não é apenas mais um fornecedor de tecnologia; é um parceiro estratégico para o varejo que quer continuar relevante, desejado e presente na vida dos consumidores nos próximos anos.

  • Chegou a era dos Marketplaces: cada vez mais presentes na vida das pessoas

    Chegou a era dos Marketplaces: cada vez mais presentes na vida das pessoas

    Como Assaí e Mercado Livre estão redesenhando o jogo e o que isso impacta no cotidiano do consumidor

    Em fevereiro de 2026, o Assaí anunciou sua entrada no marketplace do Mercado Livre, no modelo fulfillment, começando com aproximadamente 400 itens não perecíveis, como higiene, limpeza, mercearia seca, bebidas e itens não alimentares. As vendas terão início no segundo trimestre na região Sudeste, com expansão planejada para todo o Brasil até o fim de 2026, usando a infraestrutura logística do Mercado Livre para garantir prazos de entrega mais curtos e experiência integrada.

    Essa parceria é simbólica por dois motivos: mostra que até o atacarejo, historicamente cauteloso com e‑commerce alimentar, agora aposta na escala dos marketplaces, e confirma que o supermercado online e omnichannel deixou de ser exceção para virar parte do modelo padrão do varejo alimentar. Na prática, o consumidor passa a montar um único carrinho com produtos de diferentes vendedores, usando a mesma jornada de compra a que já está acostumado no Mercado Livre, mas agora com a força de uma rede como o Assaí.

    A combinação de conveniência, variedade e preço faz com que o marketplace ocupe um espaço diário na vida do brasileiro: da compra de eletrônicos ao alimento de rotina. Redes de atacarejo, supermercados e varejistas regionais estão acelerando o movimento omnichannel, conectando loja física, e‑commerce próprio, apps e marketplaces de terceiros em uma jornada contínua.

    Esse avanço tem uma consequência clara: o consumidor deixa de pensar em “loja” e passa a pensar em “acesso”. A pergunta deixa de ser “onde tem?” e passa a ser “como eu recebo?” seja retirando na loja, recebendo em casa ou comprando em um ponto físico que acessa estoques virtuais infinitos.

    Como e onde a Figo entra nessa história?

    Enquanto grandes players usam o marketplace para escalar estoques próprios, a Figo atua como uma camada inteligente que ajuda o varejo a se conectar com estoques e serviços de forma distribuída. A plataforma Figo unifica pagamentos (cartões, PIX, links, dinheiro) e opera de forma multiadquirente em SmartPOS, pinpad, computador ou celular, simplificando o dia a dia financeiro do lojista, tudo isso para dar base e segurança aos varejistas afiliados que receberão comissionamento pelas vendas, mas também para proteger seus recebíveis de vendas de seu próprio estoque ofertados e vendidos por terceiros.

    No modelo de marketplace físico da Figo (Figoshop), o ponto de venda passa a enxergar e vender estoques de outros lojistas e indústrias em tempo real, diretamente pelo smartPOS. O vendedor da loja se torna um afiliado da plataforma, auxiliando o consumidor a acessar um “estoque infinito”, enquanto a Figo faz toda a gestão financeira, logística e de repasses via split de pagamento, isso por si só já é uma revolução silenciosa, mas tem mais, na era ​dos marketplaces isso pode ter valor significativo nas receitas dos lojistas que aderirem ao modelo, pois alem da fidelização do consumidor, o modelo ainda promove sustentabilidade ao diminuir desperdício de armazenagem equivocada e logísticas desnecessárias.

    O que torna a Figo relevante é que ela não substitui a presença física, e nem tem essa pretenção, pelo contrario, ela a potencializa. O consumidor continua indo à loja do bairro, conversando com o vendedor, pedindo opinião e vivendo a experiência física, mas agora com acesso a um sortimento virtual muito maior, que normalmente só estaria disponível em grandes e‑commerces.

    Para o lojista, isso significa:

    • Vender produtos de terceiros sem imobilizar capital em estoque físico, ampliando o mix com risco reduzido.
    • Usar o mesmo SmartPOS do seu cotidiano para cobrar, com pagamento instantâneo sem chargeback, menor risco de inadimplência e sem complicar o fechamento de caixa.
    • Ganhar novas fontes de receita com comissionamento sobre vendas de estoque virtual, enquanto a Figo opera a retaguarda financeira e logística.

    Na prática, a Figo leva o conceito de marketplace para dentro do varejo físico e para dentro do fluxo de pagamento, o que aumenta a probabilidade de penetração no dia a dia do brasileiro: a cada compra em um SmartPOS conectado, surge a oportunidade de acessar mais oferta, mais serviços e mais crédito.

    O paralelo que fiz aqui entre o que a Figo esta propondo e o que esta acontecendo entre dois gigantes, um do mundo fisico (ASSAI) e o outro do mundo virtual (Mercado livre), foi uma provocação que gostaria que você refletisse, pois são dessas inovações que surgem as grandes mudanças.

    O caso Assaí–Mercado Livre mostra o quanto o marketplace deixou de ser apenas “mais um canal” e passou a ser infraestrutura crítica do varejo brasileiro. Ao mesmo tempo, modelos como o da Figo apontam para uma próxima etapa: o marketplace não apenas na tela do celular, mas embutido no smartPOS, na maquininha e na rotina da loja física, permitindo que estoques virtuais convivam com a presença real do consumidor.

    Quando o brasileiro puder entrar em qualquer loja de bairro, ser atendido por uma pessoa que conhece seu contexto, pagar com o meio que quiser e, ainda assim, acessar um estoque praticamente ilimitado por trás daquele PDV, teremos o marketplace verdadeiramente incorporado ao cotidiano. É exatamente nessa encruzilhada entre físico e digital que a Figo se posiciona, como infraestrutura silenciosa, mas decisiva, para que o marketplace deixe de ser um destino e passe a ser um comportamento.

    O movimento entre Assaí e Mercado Livre mostra que não estamos falando apenas de uma nova parceria, mas de um novo estágio da relação entre o brasileiro, o varejo e os marketplaces. A Figo nasce exatamente nesse contexto, como peça relevante da vida cotidiana, conectando o mundo físico com estoques virtuais e ampliando, na prática, as opções de consumo de milhões de pessoas.