Hoje li um material que me inspirou muito a escrever este artigo, pois me fez perceber o quanto estamos alinhados com um presente em que o mundo digital está profundamente conectado ao mundo físico e como esses dois canais não só podem, como devem, conversar entre si o tempo todo.
O varejo de 2026 está no meio de uma virada histórica: o consumidor continua frequentando a loja física, principalmente nas compras de maior valor, mas agora chega muito mais informado, impaciente com qualquer tipo de fricção e disposto a trocar de marca se não encontrar a experiência que deseja. Ele quer pagar como quiser, transitar entre online e offline sem barreiras e, de preferência, se relacionar com marcas que tenham um propósito claro e coerente com seus valores, especialmente quando encontra um vendedor que o acolhe, tira dúvidas e conduz o fechamento da venda com atenção às suas expectativas.
Ao mesmo tempo, a IA entra em cena como um novo “cérebro” para apoiar o varejista, trazendo uma capacidade inovadora e cada vez mais acessível de personalizar ofertas, prever demandas, automatizar jornadas e até conduzir toda a experiência de compra. Muitos consumidores já usam assistentes de IA para comprar e grande parte declara que aceitaria delegar toda a jornada à tecnologia, desde que haja transparência, controle e responsabilidade. Do lado dos varejistas, quase 9 em cada 10 estão abertos ao chamado comércio “agêntico” e se movimentam para incorporar IA em recomendações, operações e atendimento, mas ainda veem a relação humana e o contato direto com o consumidor como um diferencial indispensável.
É nesse cenário de alta complexidade e aceleração das inovações que a Figo se torna estratégica e chega em um momento extremamente oportuno, é quase como “unir a fome com a vontade de comer”. A Figo nasce exatamente no ponto de encontro entre três forças: o varejo físico, os meios de pagamento e a inteligência sobre o comportamento de compra em loja. Quando 60% dos consumidores afirmam que abandonam a compra se não puderem pagar como desejam, fica claro que o PDV não pode mais ser apenas um “caixa”; ele precisa ser uma plataforma flexível, capaz de integrar cartões, carteiras digitais, benefícios, PIX, crédito e o que vier a seguir.
A Figo organiza essa complexidade para o varejista, promovendo a união perfeita do físico e do digital ao convergir, em uma maquininha (smartPOS) e outros devices, todos os serviços financeiros e, ao mesmo tempo, integrar o Figo Shop, seu marketplace com “prateleira infinita”. Com isso, gera mais receita para o varejista que tem muito estoque e encontra um novo canal de venda, e também ajuda quem está com dificuldade de comprar mais mercadoria, oferecendo a oportunidade de gerar receita via comissionamento, vendendo produtos de outros varejistas. Tudo isso ocorre em uma única camada transacional, conectando múltiplos meios de pagamento, reduzindo fricção no checkout, habilitando novas formas de vender, fortalecendo a fidelização do cliente e contribuindo de forma colaborativa para o ecossistema criado pelo Figo Shop.
Quando digo que a Figo chega em um momento perfeito é porque o consumidor atual já se acostumou com a jornada omnicanal; ele não vê isso como diferencial, vê como obrigação. No material que li, 69% dos consumidores declaram ser fiéis a varejistas que permitem comprar online e devolver na loja, o que exige uma jornada realmente integrada, com dados e regras alinhadas entre canais. A Figo atua como infraestrutura dessa integração, ajudando a transformar o PDV físico em extensão natural do e-commerce e o e-commerce em extensão natural da loja, com uma visão única de clientes, transações e relacionamento. Quando o varejista consegue enxergar o mesmo cliente em todos os pontos de contato, passa a construir experiências mais consistentes e programas de fidelidade mais relevantes, alinhados à busca por conexão e propósito destacada segundo o estudo.
A IA, por sua vez, só entrega seu máximo quando encontra dados de qualidade. Nesse sentido, cada transação processada pela Figo, cada escolha de meio de pagamento, cada recorrência de um cliente na loja se transforma em insumo para modelos de recomendação, segmentação e previsão cada vez mais inteligentes. Em um mundo em que 78% dos consumidores desejam que os varejistas usem IA para recomendar produtos de que possam gostar, a Figo ajuda a transformar o caos de dados do varejo físico em uma base estruturada para personalização em escala. A loja deixa de ser uma “caixa-preta” analógica e passa a operar com a mesma sofisticação de dados dos grandes players digitais, sem perder a proximidade humana do atendimento presencial.
Por fim, ficou claro que existe uma necessidade crescente de soluções de pagamento unificadas como base para experiências mais rápidas e inteligentes. É exatamente aqui que a Figo se posiciona: como infraestrutura que conecta pagamentos, dados e experiência em loja, permitindo que o varejista brasileiro participe de forma competitiva dessa nova era de experiências conectadas e IA, em vez de apenas reagir a ela. Ao reduzir fricção no checkout, integrar canais, estruturar dados e habilitar inteligência, a Figo não é apenas mais um fornecedor de tecnologia; é um parceiro estratégico para o varejo que quer continuar relevante, desejado e presente na vida dos consumidores nos próximos anos.

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