Estar com a Figo no Fórum E‑Commerce Brasil 2026 foi, para mim, viver em três dias a confirmação de uma tese que venho construindo em conjunto com sócios maravilhosos há anos no varejo e na tecnologia.
Entre 28 e 30 de julho, caminhar pelos pavilhões do Distrito Anhembi, em São Paulo, era atravessar um mapa vivo do comércio eletrônico brasileiro. O Fórum reuniu sellers, marketplaces, grandes marcas, meios de pagamento, startups e empreendedores em trilhas que iam de gestão e operações até inovação.
Como empreendedor, eu senti na pele como o evento espelha o momento do mercado: um e‑commerce que já ultrapassou a fase de expansão desordenada e começa a olhar com muito mais cuidado para margem, eficiência, integração de canais e liderança. Estar ali com a Figo significava colocar nossa visão exatamente no centro dessa conversa, ao lado de quem está desenhando o futuro do varejo digital no Brasil.
Por que a Figo existe, na minha visão
Quando eu falo da Figo, não falo apenas de uma plataforma de pagamento ou de um marketplace; falo de uma resposta empreendedora a dores que vi muitas vezes na prática, em diferentes negócios. A Figo nasceu da convicção de que o varejo precisa de menos fricção, mais inteligência e novas fontes de receita, isso sem abrir mão da simplicidade na operação do dia a dia.
A Figo propõe uma lógica diferente, um jeito novo em um mercado já rico em inovações. É um marketplace físico e colaborativo, conectando lojas e indústrias como sellers e vendedores e colaboradores como afiliados, permitindo que qualquer loja tenha acesso a um estoque infinito sem assumir inventário próprio.
É dessa junção que surge a frase que carrego com orgulho: seu ecommerce em milhares de maquininhas. Eu realmente acredito que o e‑commerce não precisa ficar preso a uma única tela; ele pode se espalhar por uma rede de pontos de venda físicos, transformando cada maquininha em um canal de venda, serviços financeiros e relacionamento.
Em meio a muitas inovações, qual era o nosso diferencial
Uma coisa que me chamou atenção no Fórum foi a quantidade de iniciativas inovadoras presentes: marketplace digital amadurecido, soluções phygital, projetos de marketplace físico em grandes redes, plataformas de SEO com IA, ecossistemas completos de varejo omnichannel. Esse ambiente reforça como o varejo brasileiro está se reinventando em várias frentes ao mesmo tempo.
Nesse cenário rico em novidades, o que eu senti, e aqui falo com muita humildade e senso de realidade, é que a Figo trazia uma proposta diferente, alinhada ao seu propósito de negócio. Enquanto muitos players focavam em ampliar o alcance do marketplace digital ou em sofisticar a experiência online, nós estávamos propondo algo complementar: transformar o próprio ponto de venda físico em parte de um marketplace maior, com pagamento, split e serviços financeiros fluindo em um único ambiente.
Ver isso na prática, em conversas com lojistas, indústrias e parceiros, me mostrou que era uma contribuição específica dentro de um ecossistema com várias soluções interessantes. Não me sinto confortável em dizer que “somos os únicos inovadores”, porque há outras iniciativas importantes no mercado, inclusive testes de marketplace físico e modelos phygital em grandes redes e startups. Mas eu saí do evento com a sensação clara de que a Figo era a única empresa propondo essa combinação específica: marketplace físico colaborativo, gestão unificada de pagamentos multiadquirente e loja de serviços financeiros plugada ao PDV, sob uma mesma tese.
Para mim, mais do que “ser o único”, o ponto é estar fiel ao propósito da Figo e contribuir com uma visão original para um problema real: como fazer o varejo físico participar de verdade da lógica de marketplace, sem perder controle financeiro e sem aumentar a complexidade da operação.
Três dias de conexões intensas
No Fórum, a Figo esteve presente no estande da Wbuy, dentro de um ecossistema que já fala muito bem com o lojista digital. A Wbuy levou sua estrutura de plataforma de e‑commerce, e nós nos somamos a essa conversa mostrando como levar o comércio digital para o PDV físico, com multiadquirência, marketplace e serviços financeiros integrados.
Foram três dias de conexões intensas e excelentes. Falei com lojistas iniciando sua jornada digital, com grandes redes buscando integração entre canais, com indústrias querendo se aproximar mais do consumidor final e com parceiros de tecnologia interessados em construir algo junto. Em cada conversa, via um ponto em comum: a necessidade de simplificar o fluxo financeiro, ganhar transparência e transformar o ponto de venda em um ambiente de dados e serviços, não apenas de transação.
Ver pessoas parando no estande, ouvindo o conceito de marketplace físico, fazendo perguntas e trazendo casos reais, foi uma experiência forte. A cada troca, eu sentia que “seu ecommerce em milhares de maquininhas” deixava de ser um slogan e se tornava uma possibilidade concreta na cabeça de quem nos visitava.
O Fórum como porta aberta para crescimento
Do ponto de vista de negócio, o Fórum foi claramente uma porta aberta para o crescimento da Figo. Saí de lá com um pipeline de oportunidades muito mais qualificado: redes varejistas interessadas em testar o modelo, indústrias curiosas sobre a dinâmica de estoque infinito e parceiros tecnológicos buscando complementar suas ofertas com a nossa infraestrutura.
Mas, para mim, o impacto vai além das oportunidades comerciais. Estar naquele ambiente, ao lado de grandes players de tecnologia, meios de pagamento e plataformas de e‑commerce, reforçou a certeza de que a Figo não é uma solução acessória; ela é parte da conversa sobre como integrar físico e digital em um único organismo, com dados, pagamentos e logística trabalhando juntos.
Também foi um laboratório poderoso de narrativa. Explicar a tese da Figo para milhares de pessoas em três dias nos obrigou a afinar a forma de contar a história, deixar mais claro o “porquê” antes do “como” e traduzir conceitos técnicos (como multiadquirência, split automático e marketplace e afiliado físico) em benefícios que fazem sentido para quem está na linha de frente do varejo.
O que eu levo comigo depois do evento
Saí com várias certezas e alguns desafios saudáveis. A principal certeza é que existe espaço e necessidade para um modelo que transforma o PDV e também microempreendedores afiliados em hub de vendas, serviços financeiros e dados, conectando varejo físico e digital de forma muito mais fluida. Outra certeza é que conexões geram oportunidades: cada nova loja, indústria ou parceiro que entra na rede Figo abre possibilidades para todo o ecossistema que estamos construindo.
Os desafios que enxerguei são o tipo de desafio que alimenta quem empreende: aprofundar integrações com outros players, seguir educando o mercado sobre conceitos como marketplace físico e split, e manter a experiência simples para quem opera na ponta, apesar da complexidade que existe por trás da tecnologia. Ao mesmo tempo, ver a tese da Figo dialogar tão bem com os temas centrais do Fórum me dá convicção de que estamos no caminho certo.
Em resumo, estar no Fórum foi um marco importante na jornada da Figo e na minha jornada pessoal como empreendedor. Foram três dias intensos, cheios de conversas, aprendizados e confirmações de que é possível, sim, colocar seu ecommerce em milhares de maquininhas e, ao fazer isso, abrir novas portas de crescimento para todo o varejo brasileiro. Ao mesmo tempo, esse modelo cria para microempreendedores afiliados um novo formato de se remunerar, com receita nova e recorrente, a partir de um marketplace físico e colaborativo que conecta lojas, indústrias, vendedores e colaboradores em torno de um estoque infinito sem inventário próprio. Tudo isso com originalidade, mas também com respeito a tudo o que o ecossistema já vem construindo ao longo dos últimos anos.

















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