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  • Do PPT ao caixa: como contar a história da Figo para diversos publicos

    Do PPT ao caixa: como contar a história da Figo para diversos publicos

    Um dos maiores aprendizados da minha trajetória empreendedora é que não existe “a” história da empresa. Existem várias versões da mesma verdade, contadas sob ângulos diferentes para públicos diferentes. O discurso que encanta um investidor não é exatamente o mesmo que faz um lojista se mexer, e certamente não é igual o que toca o consultor ou afiliado que está buscando renda extra. A arte está em alinhar todos eles sem perder a essência. Esse é o maior desafio de qualquer empreendedor em seu início de trajetória da sua nova iniciativa.

    Quando falo com investidores sobre a Figo, a história começa pelo tamanho do problema e do mercado. Mostro o volume de estoque parado no varejo, a ineficiência logística, o potencial de venda direta e colaborativa e o quanto o modelo de estoque infinito pode capturar parte dessa oportunidade. Entro em temas como TAM, escalabilidade, monetização via transações e serviços financeiros, impacto ESG real e capacidade de replicar o modelo em diferentes verticais do varejo. É uma conversa mais numérica, estratégica, de tese.

    Com o lojista, a narrativa muda de lugar. O foco deixa de ser o tamanho global do mercado e passa a ser a pergunta que realmente importa para ele: “Como isso faz meu caixa respirar e crescer?”. Aqui, falo sobre vender mais sem imobilizar tanto capital, sobre girar o próprio estoque usando a rede de outros lojistas, sobre reduzir ruptura e aumentar tíquete médio com acesso a “estoque infinito”. Mostro cenários práticos: se antes ele precisava comprar 100 peças para testar uma coleção, agora ele pode continuar comprando o tradicional, mas também pode tentar impulsionar vendas de novos produtos com muito menos risco apoiado por outras vendas pelo ecossistema.

    Já com o consultor de vendas, o centro da conversa é a vida real. Tempo, renda, propósito. Explico como ele ou ela poderá acessar catálogos de diferentes lojas e fabricantes, vender para sua rede, ganhar comissões claras e ser apoiado pela tecnologia em vez de ficar sozinho. É sobre como encaixar essa atividade na rotina, como crescer, como transformar contatos em clientes e clientes em uma carteira recorrente. É mostrar que não estamos falando de um “bico qualquer”, mas de um caminho de empreendedorismo colaborativo.

    Em todas essas versões, existe um fio condutor que não pode se perder: o propósito da Figo de destravar valor no varejo físico conectando pessoas, estoques e tecnologia. O investidor precisa sentir que essa visão é grande e defensável. O lojista precisa perceber que isso resolve problemas concretos do dia a dia. O consultor precisa enxergar que há espaço para o seu recomeço dentro desse ecossistema.

    Do slide ao caixa, da tese ao PDV, tudo é sobre contar uma boa história e depois fazer com que ela aconteça na prática na vida real. Fiz isso algumas vezes na minha vida com sucesso, vou fazer novamente, pois tenho pessoas comprometidas ao meu lado e juntos faremos novamente história no varejo brasileiro. No fim, a Figo também é uma forma de recomeçar a forma como contamos e vivemos o varejo: menos solitário, mais colaborativo; menos pesado, mais fluido; menos limitado, mais infinito.

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  • Reinventando o varejo com a Figo: como monetizar estoques multimarcas em um ecossistema colaborativo

    Reinventando o varejo com a Figo: como monetizar estoques multimarcas em um ecossistema colaborativo

    Sempre acreditei que recomeçar e se reinventar não é jogar a história fora, e sim olhar para ela com outros olhos. Quando escrevi meu livro “Amor pra Recomeçar”, meu desejo foi justamente mostrar que cada queda, cada mudança de rota e cada empresa construída, e às vezes vendida, carregavam sementes de um próximo episódio. No varejo, não é diferente: há um universo de ativos e experiências já existentes que podem ser ressignificados antes de pensarmos em construir algo novo do zero.

    A economia colaborativa nos deu exemplos claros disso. Carros ociosos viraram fonte de renda em aplicativos de corrida; quartos vazios se transformaram em hospedagem para viajantes; tempo livre virou serviço por demanda; conhecimento virou curso online. Em comum, uma lógica simples: alguém tem um ativo parado; outra pessoa tem uma necessidade; a tecnologia constrói a ponte e cria valor para os dois lados.

    No varejo físico, o estoque é um desses ativos em algumas vezes subaproveitados. Lojas com produtos que não giram; marcas com coleções passadas encalhadas em galpões; espaços físicos com capacidade ociosa. Em vez de tratar isso como perda, a pergunta é: como transformar esse estoque em parte de um grande “estoque infinito”, acessível a mais pontos de venda e mais pessoas, sem exigir que cada lojista banque tudo sozinho?

    A Figo materializa essa lógica ao permitir que lojistas vendam produtos de fabricantes e de outros lojistas como se fossem seus, usando tecnologia para orquestrar quem tem o produto, quem tem o cliente e quem viabiliza a transação. O lojista recomeça o seu mix de forma colaborativa, sem precisar recomeçar a loja do zero. O fabricante recomeça o ciclo de uma coleção que parecia encerrada. E o consultor recomeça sua jornada profissional com uma nova forma de vender, mais conectada e menos engessada.

    Quando olho para esse desenho, vejo um paralelo direto com o conceito de recomeço que trago na minha vida. Em vez de descartar aquilo que não funcionou como esperado, você encontra novos usos, novas conexões e novos arranjos. Um estoque parado pode ser um problema para um lojista isolado, mas pode ser uma solução quando passa a fazer parte de uma rede. Um espaço subutilizado pode ser custo fixo pesado para uma loja sozinha, mas pode virar ponto de experiência compartilhada em um ecossistema colaborativo.

    Recomeçar, no varejo, pode significar exatamente isso: sair da lógica de “cada um por si” e entrar na lógica de “como podemos ganhar juntos usando melhor o que já existe?”. A Figo não é apenas uma plataforma tecnológica; é uma proposta de olhar diferente para o varejo físico, inspirada pela mesma ideia e conceito que carrega o título do meu livro: o amor e a coragem de recomeçar e se transformar.

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  • ESG além do discurso: como a Figo conecta eficiência, impacto e resultado no varejo

    ESG além do discurso: como a Figo conecta eficiência, impacto e resultado no varejo

    Nos últimos anos, ESG virou quase obrigatório em qualquer apresentação corporativa. Está no relatório anual, no discurso do CEO, no material para investidores. Mas, na prática, ainda é comum ver ações muito mais próximas de marketing do que de transformação real. No varejo físico, isso é ainda mais sensível: a operação é intensiva em estoque, logística e pessoas, exatamente onde o impacto (positivo ou negativo) acontece de verdade.

    Quando penso na Figo e no alcance que o modelo chegará, não vejo ESG meramente como um “puxadinho” ou um discurso bacana que vem depois do modelo de negócio. Vejo ESG como consequência natural de uma boa solução de eficiência. Se você desenha uma plataforma que reduz desperdício, melhora o uso de ativos, aumenta renda e traz transparência para a cadeia, você inevitavelmente impacta as três letras ao mesmo tempo. E é justamente isso que acontece quando olhamos para E, S e G sob a lente da Figo.

    No E, de ambiental, o primeiro ponto é o estoque. Em segmentos como moda e bens de consumo, o excedente é gigantesco, com bilhões de dólares em estoque parado globalmente e uma fatia relevante desse valor no Brasil. Cada peça encalhada representa recurso natural, água, energia e emissões já gastos. Quando a Figo permite que esse estoque circule mais, seja por outros lojistas, seja via consultores de vendas, ela alonga o ciclo de vida do produto e reduz a necessidade de produzir “mais do mesmo” antes de esgotar o que já existe.

    Além disso, há a camada logística. Ao conectar diretamente fabricantes, lojistas e consultores em rotas mais inteligentes, com menos etapas intermediárias, a Figo contribui para reduzir quilômetros rodados desnecessariamente, minimizando emissões associadas ao transporte, um dos grandes gargalos de ESG nas cadeias de varejo e distribuição. Não é uma solução mágica, mas é um passo concreto na direção certa.

    No S, de social, o impacto é talvez ainda mais visível. A Figo cria um modelo em que três grupos ganham: fabricantes monetizam melhor seus estoques através de um canal novo de venda, lojistas vendem mais com menor risco de capital e pessoas comuns têm acesso a uma nova fonte de renda como consultores de vendas. É inclusão econômica aplicada na veia, especialmente relevante num país com desigualdade elevada e milhões buscando um “bico” que vá além de trabalhos precarizados, este é um dos propósitos que mais me encanta na Figo, sou empreendedor a muitos anos, mas essa é de fato a primeira vez que crio algo que atinge minha essência, vou ficar realizado se eu tiver o privilégio de concretizar isso.

    Por fim, o G de governança se manifesta na forma como tudo isso é organizado. Quando você trabalha com múltiplos atores na mesma venda, digo: plataforma, lojista, fabricante, consultor e cliente final, precisa de regras claras de split, responsabilidade, garantia, dados e compliance. Ao atuar como hub de pagamentos e serviços financeiros, a Figo tem a oportunidade (e o dever) de estruturar contratos digitais, trilhas de auditoria, métricas e políticas que protejam todos os envolvidos. ESG aqui é também transparência: quem faz o quê, quem ganha quanto, quem assume qual risco.

    No final do dia, o que me empolga é ver ESG saindo do slide e entrando no chão da loja, na negociação com o fornecedor, na rotina do consultor que vende mais um produto e leva um pouco mais de renda para casa. Quando impacto e eficiência andam juntos, a discussão deixa de ser custo e passa a ser estratégia. E é exatamente nesse ponto que eu acredito que a Figo pode fazer diferença.

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  • Renda extra no varejo: por que o consultor de vendas pode ser o novo “motor” da economia colaborativa

    Renda extra no varejo: por que o consultor de vendas pode ser o novo “motor” da economia colaborativa

    Durante muitos anos, o ícone da renda extra no Brasil foi a consultora que vendia cosméticos com um catálogo embaixo do braço. Natura, Avon, entre outras, construíram verdadeiros exércitos de empreendedores independentes que batiam de porta em porta, visitavam amigas, atendiam vizinhos e criavam uma relação de confiança baseada em conversa, indicação e proximidade. Mais do que um modelo de negócio, isso se tornou parte da cultura brasileira.

    Os números ajudam a entender essa força. O mercado de venda direta no Brasil já envolveu milhões de pessoas e segue movimentando bilhões de dólares por ano, com destaque para cosméticos, bem-estar e produtos de uso recorrente. Em muitos lares, essa renda complementar fez diferença para pagar contas, guardar um pouco mais no fim do mês ou até financiar sonhos maiores. Era (e ainda é) uma forma de empreender com risco relativamente baixo, apoiado por marcas estruturadas.

    O que está acontecendo agora é uma evolução desse comportamento. Se antes a consultora dependia de um único catálogo e de uma única marca, hoje a tecnologia permite que ela se conecte a diversos fornecedores, categorias e estoques e isso sem precisar carregar caixas ou manter um grande volume de produtos em casa. É aqui que a Figo entra com uma proposta diferente: transformar pessoas comuns em consultores de vendas conectados a estoques de lojistas e fabricantes, usando o marketplace Figo como base e a tecnologia como ponte. Uma força de venda inovadora para diversos fabricantes de diversas categoria.

    Imagine uma pessoa que conhece bem sua vizinhança e tem boa relação com o comércio local. Pela Figo, ela pode acessar catálogos de produtos de várias lojas e marcas, oferecer esses itens para sua rede de contatos, fechar pedidos e ganhar comissão pelas vendas, sem ter que bancar compra antecipada. De um lado, ajuda o pequeno lojista a vender mais porque aqui entra o estoque infinito Figo que promove vendas para diversos varejistas, físicos e on-line; de outro, permite que o fabricante chegue mais longe; no meio, cria uma nova fonte de renda para quem está disposto a empreender em formato colaborativo.

    Esse modelo resgata a essência da venda direta, reafirma o relacionamento, confiança e a recomendação da venda de produtos entre amigos e conhecidos, mas com uma camada de inteligência que garante que tudo aconteça de forma simples e objetiva, tudo isso com dados, meios de pagamento integrados, roteamento, orquestração e visão unificada de performance. O consultor (afiliado Figo) deixa de ser apenas um “vendedor de catálogo” e passa a ser um integrador de oportunidades, conectando demanda e oferta em diferentes pontos da cadeia. E o melhor: com flexibilidade de horário, baixo risco e potencial de escala para quem se destaca.

    Do ponto de vista social, isso tem um peso enorme. Em um país em que milhões buscam alternativas de renda, criar um caminho estruturado para que qualquer pessoa possa se tornar afiliado Figo de vendas, apoiado por tecnologia, é uma forma concreta de inclusão produtiva. É dar às pessoas a chance de recomeçar, muitas vezes em uma fase da vida em que os caminhos tradicionais pareciam mais estreitos.

    Quando olho para esse cenário, vejo a Figo como uma plataforma que faz duas coisas ao mesmo tempo: destrava valor para o varejo e abre portas para gente comum transformar seu tempo, sua rede e sua vontade em renda. E essa combinação, na minha visão, é a cara de uma nova economia colaborativa que está nascendo no varejo físico brasileiro.

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    Imagem mostrando um ambiente de loja com prateleiras de produtos, clientes interagindo e vários dispositivos móveis, destacando a solução Figo para gestão de estoque e fluxo de caixa.
  • Como transformar estoque parado em oportunidade: o impacto (real) da Figo no varejo físico

    Como transformar estoque parado em oportunidade: o impacto (real) da Figo no varejo físico

    Existe uma cena que se repete em milhares de lojas pelo Brasil: prateleiras cheias, estoque abarrotado, mas caixa vazio. O lojista olha para o sistema, vê produtos encalhados há meses e sente um misto de frustração e impotência. A mercadoria está ali, ocupando espaço, consumindo capital e energia, mas não gera resultado. É como se parte do negócio estivesse congelada, esperando uma oportunidade que nunca chega.

    Quando a gente olha os números, a dimensão desse problema fica ainda mais clara. Estudos recentes mostram que só no Brasil existem bilhões de reais empatados em estoque parado, especialmente em setores como moda, bem-estar e isso no varejo físico em geral. É dinheiro que poderia estar financiando expansão, inovação, marketing ou simplesmente dando fôlego para o fluxo de caixa, mas está silenciado em caixas, araras e almoxarifados. Ao mesmo tempo, há consumidores buscando variedade, tamanhos, cores e condições de pagamento que muitas lojas não conseguem oferecer sozinhas.

    A grande virada de chave está em mudar a pergunta. Em vez de “como faço para me livrar do meu estoque?”, o lojista agora pode passar a pensar “como posso vender mais usando também o estoque dos outros?”. É aqui que entra o conceito de estoque infinito e de uso inteligente de estoques de terceiros, sendo eles fabricantes, distribuidores e até outros lojistas como extensão do seu próprio mix, sem precisar imobilizar mais capital.

    A Figo com seu propósito de unificar chega justamente para orquestrar esse movimento. De um lado, conecta fabricantes com estoque excedente ou coleções passadas; de outro, lojistas que querem ampliar sortimento, aumentar tíquete médio e reduzir ruptura sem assumir o risco de comprar tudo antecipado. Por trás dessa relação, a tecnologia faz o trabalho pesado: integra pagamentos, roteia pedidos, organiza split entre todos os envolvidos e garante que a venda aconteça da forma mais simples possível, isso para quem vende, como para quem compra.

    Quando você combina estoque de terceiros, meios de pagamento inteligentes e uma camada de dados que entende o que vende melhor em cada região, algo poderoso acontece: o estoque deixa de ser um peso morto e passa a ser um ativo vivo, fluido, colaborativo. Em vez de mercadoria parada, você tem produtos circulando entre fabricantes, lojistas e consumidores com muito mais fluidez e velocidade. E, no limite, isso é bom para todos: para quem produz, porque monetiza melhor; para quem vende, porque ganha margem e relevância; e para quem compra, porque encontra aquilo que precisa com mais facilidade em um estoque praticamente infinito.

    Existe ainda um componente importante de impacto. Quando você aproveita melhor o estoque existente, reduz a necessidade de novas produções desnecessárias, diminui desperdícios e evita logística redundante. Menos caminhões rodando à toa, menos peças indo para descarte, mais inteligência na forma como a cadeia inteira se organiza. Sem fazer discurso bonito, a Figo coloca ESG em prática na origem: antes de falar de compensação, fala de evitar o problema.

    No fundo, transformar estoque parado em oportunidade é uma forma de recomeçar o varejo sem destruir o que já foi construído. É usar melhor o que existe, liberar o que está travado e abrir espaço para um novo ciclo de crescimento. E é exatamente disso que eu acredito como empreendedor quando falo em recomeçar com amor: não é negar o passado, é ressignificar o que você já tem e usar isso como combustível para o próximo passo, trago isso na Figo e acredito que nosso propósito alem de claro é também nobre.

    Ambiente de loja moderna com prateleiras, caixas e uma variedade de produtos. Destacam-se elementos relacionados à tecnologia e gestão de estoque, com foco em integração de pagamentos e eficiência operacional.
  • Omnicanal no Varejo 2026: como a Figo une mundo físico, digital e pagamentos em uma única experiência?

    Omnicanal no Varejo 2026: como a Figo une mundo físico, digital e pagamentos em uma única experiência?

    Hoje li um material que me inspirou muito a escrever este artigo, pois me fez perceber o quanto estamos alinhados com um presente em que o mundo digital está profundamente conectado ao mundo físico e como esses dois canais não só podem, como devem, conversar entre si o tempo todo.​

    O varejo de 2026 está no meio de uma virada histórica: o consumidor continua frequentando a loja física, principalmente nas compras de maior valor, mas agora chega muito mais informado, impaciente com qualquer tipo de fricção e disposto a trocar de marca se não encontrar a experiência que deseja. Ele quer pagar como quiser, transitar entre online e offline sem barreiras e, de preferência, se relacionar com marcas que tenham um propósito claro e coerente com seus valores, especialmente quando encontra um vendedor que o acolhe, tira dúvidas e conduz o fechamento da venda com atenção às suas expectativas.​

    Ao mesmo tempo, a IA entra em cena como um novo “cérebro” para apoiar o varejista, trazendo uma capacidade inovadora e cada vez mais acessível de personalizar ofertas, prever demandas, automatizar jornadas e até conduzir toda a experiência de compra. Muitos consumidores já usam assistentes de IA para comprar e grande parte declara que aceitaria delegar toda a jornada à tecnologia, desde que haja transparência, controle e responsabilidade. Do lado dos varejistas, quase 9 em cada 10 estão abertos ao chamado comércio “agêntico” e se movimentam para incorporar IA em recomendações, operações e atendimento, mas ainda veem a relação humana e o contato direto com o consumidor como um diferencial indispensável.​

    É nesse cenário de alta complexidade e aceleração das inovações que a Figo se torna estratégica e chega em um momento extremamente oportuno, é quase como “unir a fome com a vontade de comer”. A Figo nasce exatamente no ponto de encontro entre três forças: o varejo físico, os meios de pagamento e a inteligência sobre o comportamento de compra em loja. Quando 60% dos consumidores afirmam que abandonam a compra se não puderem pagar como desejam, fica claro que o PDV não pode mais ser apenas um “caixa”; ele precisa ser uma plataforma flexível, capaz de integrar cartões, carteiras digitais, benefícios, PIX, crédito e o que vier a seguir.​

    A Figo organiza essa complexidade para o varejista, promovendo a união perfeita do físico e do digital ao convergir, em uma maquininha (smartPOS) e outros devices, todos os serviços financeiros e, ao mesmo tempo, integrar o Figo Shop, seu marketplace com “prateleira infinita”. Com isso, gera mais receita para o varejista que tem muito estoque e encontra um novo canal de venda, e também ajuda quem está com dificuldade de comprar mais mercadoria, oferecendo a oportunidade de gerar receita via comissionamento, vendendo produtos de outros varejistas. Tudo isso ocorre em uma única camada transacional, conectando múltiplos meios de pagamento, reduzindo fricção no checkout, habilitando novas formas de vender, fortalecendo a fidelização do cliente e contribuindo de forma colaborativa para o ecossistema criado pelo Figo Shop.​

    Quando digo que a Figo chega em um momento perfeito é porque o consumidor atual já se acostumou com a jornada omnicanal; ele não vê isso como diferencial, vê como obrigação. No material que li, 69% dos consumidores declaram ser fiéis a varejistas que permitem comprar online e devolver na loja, o que exige uma jornada realmente integrada, com dados e regras alinhadas entre canais. A Figo atua como infraestrutura dessa integração, ajudando a transformar o PDV físico em extensão natural do e-commerce e o e-commerce em extensão natural da loja, com uma visão única de clientes, transações e relacionamento. Quando o varejista consegue enxergar o mesmo cliente em todos os pontos de contato, passa a construir experiências mais consistentes e programas de fidelidade mais relevantes, alinhados à busca por conexão e propósito destacada segundo o estudo.​

    A IA, por sua vez, só entrega seu máximo quando encontra dados de qualidade. Nesse sentido, cada transação processada pela Figo, cada escolha de meio de pagamento, cada recorrência de um cliente na loja se transforma em insumo para modelos de recomendação, segmentação e previsão cada vez mais inteligentes. Em um mundo em que 78% dos consumidores desejam que os varejistas usem IA para recomendar produtos de que possam gostar, a Figo ajuda a transformar o caos de dados do varejo físico em uma base estruturada para personalização em escala. A loja deixa de ser uma “caixa-preta” analógica e passa a operar com a mesma sofisticação de dados dos grandes players digitais, sem perder a proximidade humana do atendimento presencial.​

    Por fim, ficou claro que existe uma necessidade crescente de soluções de pagamento unificadas como base para experiências mais rápidas e inteligentes. É exatamente aqui que a Figo se posiciona: como infraestrutura que conecta pagamentos, dados e experiência em loja, permitindo que o varejista brasileiro participe de forma competitiva dessa nova era de experiências conectadas e IA, em vez de apenas reagir a ela. Ao reduzir fricção no checkout, integrar canais, estruturar dados e habilitar inteligência, a Figo não é apenas mais um fornecedor de tecnologia; é um parceiro estratégico para o varejo que quer continuar relevante, desejado e presente na vida dos consumidores nos próximos anos.

  • Chegou a era dos Marketplaces: cada vez mais presentes na vida das pessoas

    Chegou a era dos Marketplaces: cada vez mais presentes na vida das pessoas

    Como Assaí e Mercado Livre estão redesenhando o jogo e o que isso impacta no cotidiano do consumidor

    Em fevereiro de 2026, o Assaí anunciou sua entrada no marketplace do Mercado Livre, no modelo fulfillment, começando com aproximadamente 400 itens não perecíveis, como higiene, limpeza, mercearia seca, bebidas e itens não alimentares. As vendas terão início no segundo trimestre na região Sudeste, com expansão planejada para todo o Brasil até o fim de 2026, usando a infraestrutura logística do Mercado Livre para garantir prazos de entrega mais curtos e experiência integrada.

    Essa parceria é simbólica por dois motivos: mostra que até o atacarejo, historicamente cauteloso com e‑commerce alimentar, agora aposta na escala dos marketplaces, e confirma que o supermercado online e omnichannel deixou de ser exceção para virar parte do modelo padrão do varejo alimentar. Na prática, o consumidor passa a montar um único carrinho com produtos de diferentes vendedores, usando a mesma jornada de compra a que já está acostumado no Mercado Livre, mas agora com a força de uma rede como o Assaí.

    A combinação de conveniência, variedade e preço faz com que o marketplace ocupe um espaço diário na vida do brasileiro: da compra de eletrônicos ao alimento de rotina. Redes de atacarejo, supermercados e varejistas regionais estão acelerando o movimento omnichannel, conectando loja física, e‑commerce próprio, apps e marketplaces de terceiros em uma jornada contínua.

    Esse avanço tem uma consequência clara: o consumidor deixa de pensar em “loja” e passa a pensar em “acesso”. A pergunta deixa de ser “onde tem?” e passa a ser “como eu recebo?” seja retirando na loja, recebendo em casa ou comprando em um ponto físico que acessa estoques virtuais infinitos.

    Como e onde a Figo entra nessa história?

    Enquanto grandes players usam o marketplace para escalar estoques próprios, a Figo atua como uma camada inteligente que ajuda o varejo a se conectar com estoques e serviços de forma distribuída. A plataforma Figo unifica pagamentos (cartões, PIX, links, dinheiro) e opera de forma multiadquirente em SmartPOS, pinpad, computador ou celular, simplificando o dia a dia financeiro do lojista, tudo isso para dar base e segurança aos varejistas afiliados que receberão comissionamento pelas vendas, mas também para proteger seus recebíveis de vendas de seu próprio estoque ofertados e vendidos por terceiros.

    No modelo de marketplace físico da Figo (Figoshop), o ponto de venda passa a enxergar e vender estoques de outros lojistas e indústrias em tempo real, diretamente pelo smartPOS. O vendedor da loja se torna um afiliado da plataforma, auxiliando o consumidor a acessar um “estoque infinito”, enquanto a Figo faz toda a gestão financeira, logística e de repasses via split de pagamento, isso por si só já é uma revolução silenciosa, mas tem mais, na era ​dos marketplaces isso pode ter valor significativo nas receitas dos lojistas que aderirem ao modelo, pois alem da fidelização do consumidor, o modelo ainda promove sustentabilidade ao diminuir desperdício de armazenagem equivocada e logísticas desnecessárias.

    O que torna a Figo relevante é que ela não substitui a presença física, e nem tem essa pretenção, pelo contrario, ela a potencializa. O consumidor continua indo à loja do bairro, conversando com o vendedor, pedindo opinião e vivendo a experiência física, mas agora com acesso a um sortimento virtual muito maior, que normalmente só estaria disponível em grandes e‑commerces.

    Para o lojista, isso significa:

    • Vender produtos de terceiros sem imobilizar capital em estoque físico, ampliando o mix com risco reduzido.
    • Usar o mesmo SmartPOS do seu cotidiano para cobrar, com pagamento instantâneo sem chargeback, menor risco de inadimplência e sem complicar o fechamento de caixa.
    • Ganhar novas fontes de receita com comissionamento sobre vendas de estoque virtual, enquanto a Figo opera a retaguarda financeira e logística.

    Na prática, a Figo leva o conceito de marketplace para dentro do varejo físico e para dentro do fluxo de pagamento, o que aumenta a probabilidade de penetração no dia a dia do brasileiro: a cada compra em um SmartPOS conectado, surge a oportunidade de acessar mais oferta, mais serviços e mais crédito.

    O paralelo que fiz aqui entre o que a Figo esta propondo e o que esta acontecendo entre dois gigantes, um do mundo fisico (ASSAI) e o outro do mundo virtual (Mercado livre), foi uma provocação que gostaria que você refletisse, pois são dessas inovações que surgem as grandes mudanças.

    O caso Assaí–Mercado Livre mostra o quanto o marketplace deixou de ser apenas “mais um canal” e passou a ser infraestrutura crítica do varejo brasileiro. Ao mesmo tempo, modelos como o da Figo apontam para uma próxima etapa: o marketplace não apenas na tela do celular, mas embutido no smartPOS, na maquininha e na rotina da loja física, permitindo que estoques virtuais convivam com a presença real do consumidor.

    Quando o brasileiro puder entrar em qualquer loja de bairro, ser atendido por uma pessoa que conhece seu contexto, pagar com o meio que quiser e, ainda assim, acessar um estoque praticamente ilimitado por trás daquele PDV, teremos o marketplace verdadeiramente incorporado ao cotidiano. É exatamente nessa encruzilhada entre físico e digital que a Figo se posiciona, como infraestrutura silenciosa, mas decisiva, para que o marketplace deixe de ser um destino e passe a ser um comportamento.

    O movimento entre Assaí e Mercado Livre mostra que não estamos falando apenas de uma nova parceria, mas de um novo estágio da relação entre o brasileiro, o varejo e os marketplaces. A Figo nasce exatamente nesse contexto, como peça relevante da vida cotidiana, conectando o mundo físico com estoques virtuais e ampliando, na prática, as opções de consumo de milhões de pessoas.

  • Prateleira infinita no mundo físico: como a Figo transforma o varejo com estoque compartilhado via SmartPOS

    Prateleira infinita no mundo físico: como a Figo transforma o varejo com estoque compartilhado via SmartPOS

    Hoje, inovação no varejo não é só ter um e-commerce: é conseguir vender mais, com menos ruptura e menos risco, utilizando como fonte de receita o estoque da indústria ou de outros varejistas.

    É aqui que a Figo entra como protagonista dessa transformação. A Figo leva o conceito de marketplace para o mundo físico, conectando indústrias, lojas multimarcas e afiliados por meio de um marketplace inserido diretamente no seu SmartPOS, permitindo que cada ponto de venda acesse um estoque infinito de produtos. Com isso, o varejista multimarcas não precisa imobilizar capital de giro além de sua capacidade em mercadorias próprias.

    Na prática, cada loja passa a vender o próprio mix, com um capital já definido periodicamente pelo varejista, e também o mix de outros lojistas que precisam escoar seus estoques. Esse movimento ajuda a indústria a melhorar a distribuição das vendas, aumentando o volume de reposição regionalmente, ampliando oferta, ticket médio e faturamento por metro quadrado.

    Por trás dessa experiência simples para o lojista, existe uma infraestrutura robusta de pagamentos, split financeiro e logística integrada. A cobrança acontece diretamente no SmartPOS da Figo, com cartão de crédito, débito ou PIX, reduzindo riscos como o chargeback e garantindo que cada elo da cadeia receba exatamente o que lhe é devido, no prazo e com transparência. O vendedor vira um afiliado no mundo físico, ganhando comissão pelo fluxo de vendas que gera: recomenda, vende e é remunerado por isso, usando a tecnologia como aliada e não como barreira.

    O resultado é um varejo mais inteligente, colaborativo e escalável, em que prateleira infinita deixa de ser um serviço restrito às grandes plataformas de software e OMS e passa a ser modelo operacional aplicado ao dia a dia de pequenas e médias lojas. Em um cenário de concorrência acirrada e margens pressionadas, transformar cada PDV em um hub multimarcas conectado pode ser a diferença entre apenas sobreviver e realmente crescer.

    www.figoshop.com.br

  • Transformação do Varejo: a revolução do estoque infinito com Figo

    Transformação do Varejo: a revolução do estoque infinito com Figo

    O varejo físico brasileiro vive um momento de transformação, com lojistas de diversos nichos enfrentando estoques limitados ou excessivos em meio a tendências globais como omnicanal e eficiência operacional destacadas na NRF 2026.

    Uma empresa como a Figo surge como oportunidade estratégica para lojista médios e pequenos que buscam elevar vendas diárias sem grandes investimentos em capital ou espaço.

    Solução para estoque limitado

    Lojistas com pouco estoque e sem capital de giro para reposição rápida, ganham com o modelo de marketplace físico da Figo, integrado ao SmartPOS, pois eles agora podem acessar estoque infinito de parceiros e afiliados do marketplace Figo, vendendo produtos variados no PDV sem comprar antecipadamente, o que aumenta o sortimento e atrai mais clientes diariamente.
    Isso transforma limitações em vendas recorrentes, usando da força da consultoria de venda do lojista afiliado e de algumas ferramentas oferecidas na plataforma Figo, como IA que facilita a busca pelo produto mais adequado e mais próximo, e outros serviços para sugestões em tempo real e logística compartilhada.

    Oportunidade com estoque Excedente

    Para quem acumulou estoque por erros de compra ou estratégias conservadoras, a Figo abre portas para uma rede de lojistas em todo o Brasil, que passam a receber pedidos direto na maquininha e podem escoar seus estoques, simplesmente aceitando pedidos de afiliados. Assim, o excesso vira ativo rentável, gerando receita extra sem depender só da própria loja.
    Gestão inteligente via SmartPOS otimiza splits de pagamento e visibilidade, impulsionando giro e fidelização em escala colaborativa.

    Expansão para nichos específicos

    O modelo Figo Shop pretende entrar forte em setores como material de construção, com suas 153 mil lojas, sendo 102 mil independentes, lidando com rupturas frequentes e criando uma malha colaborativa onde estoque ocioso de uns supre a demanda urgente de outros.
    Não se limitando a vestuário, material de construção e setor de autopeças, um outro setor que se beneficiará do modelo figo serão as farmácias e drogarias independentes, que hoje no brasil atingem o número impressionante de cerca de 90 mil pontos de venda, que enfrentam rupturas de estoque semelhantes a outros setores, e a Figo possibilita uma grande rede de compartilhamento, ampliando sortimento em tempo real e vendas cruzadas sem investimentos extras.
    Esses nichos ganham resiliência, conectando PMEs locais em um ecossistema que equilibra oferta e demanda via marketplace Figo Shop.

    Impacto colaborativo no varejo

    A Figo conecta lojistas em ecossistema omnichannel, onde todos ganham: quem tem pouco estoque expande oferta; quem tem muito, encontra compradores afiliados e agora também escalável para construção e farmácias e outros setores do varejo.
    Isso alinha-se a movimentos virais como IA prática e competição e-commerce, posicionando PDVs físicos como hubs eficientes e escaláveis para PMEs de múltiplos setores.

    Imagem ilustrativa mostrando um lojista preocupado em um corredor de supermercado, com prateleiras parcialmente vazias. O texto aborda os desafios do varejo multimarcas, destacando problemas como ruptura de estoque e excesso de estoque, além de listar fatores que impactam o negócio.
    Um supermercado com prateleiras desordenadas, mostrando uma seção de 'Falta de Estoque' à esquerda e 'Excesso de Estoque' à direita, com produtos espalhados pelo chão.
  • Economia colaborativa no Brasil: desafios e oportunidades

    Economia colaborativa no Brasil: desafios e oportunidades

    A economia colaborativa cresce globalmente, projetada para US$ 827,1 bilhões até 2032 com taxa anual de 7,7%, impulsionada pela digitalização e compartilhamento de recursos. No Brasil, MEIs e pequenos empreendedores enfrentam barreiras como acesso a crédito, instabilidade financeira e dificuldades para vender mais, uma grande parte desses empreendedores citam “gerar vendas” como principal dor em 2025. Isso se dá pelo motivo de cada vez ficar mais caro divulgar produtos e serviços nas redes sociais e nos atuais canais de veiculação, nesse contexto plataformas como a da Figo, via marketplace físico, surgem como aliadas ao integrar lojas físicas e seus estoques em um formato marketplace, trazendo uma oportunidade real de geração de vendas colaborativas.

    Desafios do empreendedor

    O cidadão comum que sonha com renda extra enfrenta uma burocracia pesada como MEI, especialmente com as regras de 2025 que somam renda pessoal ao limite anual, criando riscos de ultrapassagem involuntária e multas salgadas. Pequenos varejistas lidam com retenção de mão de obra, jornadas exaustivas e queda de vendas de 2,8% no terceiro trimestre de 2025, piorada por juros da Selic em 15%.

    Exemplo Prático no Dia a Dia

    Imagine um salão de cabeleireiro com fluxo constante de clientes, que esperam 20 ou 30 minutos pela vez, um momento perfeito de consumo passivo. Por que não oferecer shampoo, bijuteria, perfume ou camiseta da moda ali mesmo? Sem suporte, promover esses itens extras sai caro e ineficiente, travando o sonho de sustentar a família via empreendedorismo. Ai entra a Figo como Solução Imediata. A Figo vira aliada ideal: o profissional da beleza se torna afiliado, acessa estoques colaborativos via SmartPOS e vende como “consultor de cosméticos”, gerando renda extra na própria comunidade sem estoque ou chargeback. Assim, o tempo ocioso vira oportunidade real de ganho familiar e negócios locais fortalecidos. Tudo isso sem empatar um real de capital de giro.

    Crescimento da Economia Colaborativa

    No Brasil, a economia colaborativa transforma o varejo com compartilhamento de estoques e serviços, reduzindo desperdícios e custos fixos. Tendências de 2026 incluem IA para recomendações personalizadas, que geraram milhões em vendas em 2025, e colaboração previsiva entre indústria e varejo para estoques ágeis. A loja física ganha novo papel como centro logístico e relacional, alinhando físico e digital em omnicanal amplamente inserido no varejo Brasileiro.

    Figo como Aliada Estratégica

    A Figo revoluciona o varejo físico ao conectar estoques de lojas e indústrias via SmartPOS, criando “prateleira infinita” sem investimento extra em mercadorias. Lojistas acessam mix ampliado de produtos, vendem no local com pagamento via cartão ou PIX no POS, eliminando chargebacks e riscos financeiros. Para o cidadão comum, isso gera renda extra: um vendedor atua como afiliado sendo ele PF ou PJ, comissiona vendas de parceiros e impulsiona tráfego na loja.

    Impacto na Renda Familiar

    Com Figo, o empreendedor sem capital de giro oferece calçados, cosméticos, vestuários e outros, além de seu estoque principal, exponenciando ganhos em nichos como diversos. O modelo colaborativo reduz despesas, networking e eficiência, transformando desafios em oportunidades de autonomia. Em 2026, isso alinha com varejo inteligente, capacitando pequenos varejistas, profissionais autônomos e famílias a prosperar na economia compartilhada.

    Loja de calçados com um atendente e uma cliente trocando produtos. À esquerda, uma mulher está sentada em uma cadeira.