Um dos maiores aprendizados da minha trajetória empreendedora é que não existe “a” história da empresa. Existem várias versões da mesma verdade, contadas sob ângulos diferentes para públicos diferentes. O discurso que encanta um investidor não é exatamente o mesmo que faz um lojista se mexer, e certamente não é igual o que toca o consultor ou afiliado que está buscando renda extra. A arte está em alinhar todos eles sem perder a essência. Esse é o maior desafio de qualquer empreendedor em seu início de trajetória da sua nova iniciativa.
Quando falo com investidores sobre a Figo, a história começa pelo tamanho do problema e do mercado. Mostro o volume de estoque parado no varejo, a ineficiência logística, o potencial de venda direta e colaborativa e o quanto o modelo de estoque infinito pode capturar parte dessa oportunidade. Entro em temas como TAM, escalabilidade, monetização via transações e serviços financeiros, impacto ESG real e capacidade de replicar o modelo em diferentes verticais do varejo. É uma conversa mais numérica, estratégica, de tese.
Com o lojista, a narrativa muda de lugar. O foco deixa de ser o tamanho global do mercado e passa a ser a pergunta que realmente importa para ele: “Como isso faz meu caixa respirar e crescer?”. Aqui, falo sobre vender mais sem imobilizar tanto capital, sobre girar o próprio estoque usando a rede de outros lojistas, sobre reduzir ruptura e aumentar tíquete médio com acesso a “estoque infinito”. Mostro cenários práticos: se antes ele precisava comprar 100 peças para testar uma coleção, agora ele pode continuar comprando o tradicional, mas também pode tentar impulsionar vendas de novos produtos com muito menos risco apoiado por outras vendas pelo ecossistema.
Já com o consultor de vendas, o centro da conversa é a vida real. Tempo, renda, propósito. Explico como ele ou ela poderá acessar catálogos de diferentes lojas e fabricantes, vender para sua rede, ganhar comissões claras e ser apoiado pela tecnologia em vez de ficar sozinho. É sobre como encaixar essa atividade na rotina, como crescer, como transformar contatos em clientes e clientes em uma carteira recorrente. É mostrar que não estamos falando de um “bico qualquer”, mas de um caminho de empreendedorismo colaborativo.
Em todas essas versões, existe um fio condutor que não pode se perder: o propósito da Figo de destravar valor no varejo físico conectando pessoas, estoques e tecnologia. O investidor precisa sentir que essa visão é grande e defensável. O lojista precisa perceber que isso resolve problemas concretos do dia a dia. O consultor precisa enxergar que há espaço para o seu recomeço dentro desse ecossistema.
Do slide ao caixa, da tese ao PDV, tudo é sobre contar uma boa história e depois fazer com que ela aconteça na prática na vida real. Fiz isso algumas vezes na minha vida com sucesso, vou fazer novamente, pois tenho pessoas comprometidas ao meu lado e juntos faremos novamente história no varejo brasileiro. No fim, a Figo também é uma forma de recomeçar a forma como contamos e vivemos o varejo: menos solitário, mais colaborativo; menos pesado, mais fluido; menos limitado, mais infinito.
Sempre acreditei que recomeçar e se reinventar não é jogar a história fora, e sim olhar para ela com outros olhos. Quando escrevi meu livro “Amor pra Recomeçar”, meu desejo foi justamente mostrar que cada queda, cada mudança de rota e cada empresa construída, e às vezes vendida, carregavam sementes de um próximo episódio. No varejo, não é diferente: há um universo de ativos e experiências já existentes que podem ser ressignificados antes de pensarmos em construir algo novo do zero.
A economia colaborativa nos deu exemplos claros disso. Carros ociosos viraram fonte de renda em aplicativos de corrida; quartos vazios se transformaram em hospedagem para viajantes; tempo livre virou serviço por demanda; conhecimento virou curso online. Em comum, uma lógica simples: alguém tem um ativo parado; outra pessoa tem uma necessidade; a tecnologia constrói a ponte e cria valor para os dois lados.
No varejo físico, o estoque é um desses ativos em algumas vezes subaproveitados. Lojas com produtos que não giram; marcas com coleções passadas encalhadas em galpões; espaços físicos com capacidade ociosa. Em vez de tratar isso como perda, a pergunta é: como transformar esse estoque em parte de um grande “estoque infinito”, acessível a mais pontos de venda e mais pessoas, sem exigir que cada lojista banque tudo sozinho?
A Figo materializa essa lógica ao permitir que lojistas vendam produtos de fabricantes e de outros lojistas como se fossem seus, usando tecnologia para orquestrar quem tem o produto, quem tem o cliente e quem viabiliza a transação. O lojista recomeça o seu mix de forma colaborativa, sem precisar recomeçar a loja do zero. O fabricante recomeça o ciclo de uma coleção que parecia encerrada. E o consultor recomeça sua jornada profissional com uma nova forma de vender, mais conectada e menos engessada.
Quando olho para esse desenho, vejo um paralelo direto com o conceito de recomeço que trago na minha vida. Em vez de descartar aquilo que não funcionou como esperado, você encontra novos usos, novas conexões e novos arranjos. Um estoque parado pode ser um problema para um lojista isolado, mas pode ser uma solução quando passa a fazer parte de uma rede. Um espaço subutilizado pode ser custo fixo pesado para uma loja sozinha, mas pode virar ponto de experiência compartilhada em um ecossistema colaborativo.
Recomeçar, no varejo, pode significar exatamente isso: sair da lógica de “cada um por si” e entrar na lógica de “como podemos ganhar juntos usando melhor o que já existe?”. A Figo não é apenas uma plataforma tecnológica; é uma proposta de olhar diferente para o varejo físico, inspirada pela mesma ideia e conceito que carrega o título do meu livro: o amor e a coragem de recomeçar e se transformar.
Seja um afiliado Figo, venha fazer parte dessa revolução.
Nos últimos anos, ESG virou quase obrigatório em qualquer apresentação corporativa. Está no relatório anual, no discurso do CEO, no material para investidores. Mas, na prática, ainda é comum ver ações muito mais próximas de marketing do que de transformação real. No varejo físico, isso é ainda mais sensível: a operação é intensiva em estoque, logística e pessoas, exatamente onde o impacto (positivo ou negativo) acontece de verdade.
Quando penso na Figo e no alcance que o modelo chegará, não vejo ESG meramente como um “puxadinho” ou um discurso bacana que vem depois do modelo de negócio. Vejo ESG como consequência natural de uma boa solução de eficiência. Se você desenha uma plataforma que reduz desperdício, melhora o uso de ativos, aumenta renda e traz transparência para a cadeia, você inevitavelmente impacta as três letras ao mesmo tempo. E é justamente isso que acontece quando olhamos para E, S e G sob a lente da Figo.
No E, de ambiental, o primeiro ponto é o estoque. Em segmentos como moda e bens de consumo, o excedente é gigantesco, com bilhões de dólares em estoque parado globalmente e uma fatia relevante desse valor no Brasil. Cada peça encalhada representa recurso natural, água, energia e emissões já gastos. Quando a Figo permite que esse estoque circule mais, seja por outros lojistas, seja via consultores de vendas, ela alonga o ciclo de vida do produto e reduz a necessidade de produzir “mais do mesmo” antes de esgotar o que já existe.
Além disso, há a camada logística. Ao conectar diretamente fabricantes, lojistas e consultores em rotas mais inteligentes, com menos etapas intermediárias, a Figo contribui para reduzir quilômetros rodados desnecessariamente, minimizando emissões associadas ao transporte, um dos grandes gargalos de ESG nas cadeias de varejo e distribuição. Não é uma solução mágica, mas é um passo concreto na direção certa.
No S, de social, o impacto é talvez ainda mais visível. A Figo cria um modelo em que três grupos ganham: fabricantes monetizam melhor seus estoques através de um canal novo de venda, lojistas vendem mais com menor risco de capital e pessoas comuns têm acesso a uma nova fonte de renda como consultores de vendas. É inclusão econômica aplicada na veia, especialmente relevante num país com desigualdade elevada e milhões buscando um “bico” que vá além de trabalhos precarizados, este é um dos propósitos que mais me encanta na Figo, sou empreendedor a muitos anos, mas essa é de fato a primeira vez que crio algo que atinge minha essência, vou ficar realizado se eu tiver o privilégio de concretizar isso.
Por fim, o G de governança se manifesta na forma como tudo isso é organizado. Quando você trabalha com múltiplos atores na mesma venda, digo: plataforma, lojista, fabricante, consultor e cliente final, precisa de regras claras de split, responsabilidade, garantia, dados e compliance. Ao atuar como hub de pagamentos e serviços financeiros, a Figo tem a oportunidade (e o dever) de estruturar contratos digitais, trilhas de auditoria, métricas e políticas que protejam todos os envolvidos. ESG aqui é também transparência: quem faz o quê, quem ganha quanto, quem assume qual risco.
No final do dia, o que me empolga é ver ESG saindo do slide e entrando no chão da loja, na negociação com o fornecedor, na rotina do consultor que vende mais um produto e leva um pouco mais de renda para casa. Quando impacto e eficiência andam juntos, a discussão deixa de ser custo e passa a ser estratégia. E é exatamente nesse ponto que eu acredito que a Figo pode fazer diferença.
Seja você também um afiliado, faça parte dessa revolução!
Hoje li um material que me inspirou muito a escrever este artigo, pois me fez perceber o quanto estamos alinhados com um presente em que o mundo digital está profundamente conectado ao mundo físico e como esses dois canais não só podem, como devem, conversar entre si o tempo todo.
O varejo de 2026 está no meio de uma virada histórica: o consumidor continua frequentando a loja física, principalmente nas compras de maior valor, mas agora chega muito mais informado, impaciente com qualquer tipo de fricção e disposto a trocar de marca se não encontrar a experiência que deseja. Ele quer pagar como quiser, transitar entre online e offline sem barreiras e, de preferência, se relacionar com marcas que tenham um propósito claro e coerente com seus valores, especialmente quando encontra um vendedor que o acolhe, tira dúvidas e conduz o fechamento da venda com atenção às suas expectativas.
Ao mesmo tempo, a IA entra em cena como um novo “cérebro” para apoiar o varejista, trazendo uma capacidade inovadora e cada vez mais acessível de personalizar ofertas, prever demandas, automatizar jornadas e até conduzir toda a experiência de compra. Muitos consumidores já usam assistentes de IA para comprar e grande parte declara que aceitaria delegar toda a jornada à tecnologia, desde que haja transparência, controle e responsabilidade. Do lado dos varejistas, quase 9 em cada 10 estão abertos ao chamado comércio “agêntico” e se movimentam para incorporar IA em recomendações, operações e atendimento, mas ainda veem a relação humana e o contato direto com o consumidor como um diferencial indispensável.
É nesse cenário de alta complexidade e aceleração das inovações que a Figo se torna estratégica e chega em um momento extremamente oportuno, é quase como “unir a fome com a vontade de comer”. A Figo nasce exatamente no ponto de encontro entre três forças: o varejo físico, os meios de pagamento e a inteligência sobre o comportamento de compra em loja. Quando 60% dos consumidores afirmam que abandonam a compra se não puderem pagar como desejam, fica claro que o PDV não pode mais ser apenas um “caixa”; ele precisa ser uma plataforma flexível, capaz de integrar cartões, carteiras digitais, benefícios, PIX, crédito e o que vier a seguir.
A Figo organiza essa complexidade para o varejista, promovendo a união perfeita do físico e do digital ao convergir, em uma maquininha (smartPOS) e outros devices, todos os serviços financeiros e, ao mesmo tempo, integrar o Figo Shop, seu marketplace com “prateleira infinita”. Com isso, gera mais receita para o varejista que tem muito estoque e encontra um novo canal de venda, e também ajuda quem está com dificuldade de comprar mais mercadoria, oferecendo a oportunidade de gerar receita via comissionamento, vendendo produtos de outros varejistas. Tudo isso ocorre em uma única camada transacional, conectando múltiplos meios de pagamento, reduzindo fricção no checkout, habilitando novas formas de vender, fortalecendo a fidelização do cliente e contribuindo de forma colaborativa para o ecossistema criado pelo Figo Shop.
Quando digo que a Figo chega em um momento perfeito é porque o consumidor atual já se acostumou com a jornada omnicanal; ele não vê isso como diferencial, vê como obrigação. No material que li, 69% dos consumidores declaram ser fiéis a varejistas que permitem comprar online e devolver na loja, o que exige uma jornada realmente integrada, com dados e regras alinhadas entre canais. A Figo atua como infraestrutura dessa integração, ajudando a transformar o PDV físico em extensão natural do e-commerce e o e-commerce em extensão natural da loja, com uma visão única de clientes, transações e relacionamento. Quando o varejista consegue enxergar o mesmo cliente em todos os pontos de contato, passa a construir experiências mais consistentes e programas de fidelidade mais relevantes, alinhados à busca por conexão e propósito destacada segundo o estudo.
A IA, por sua vez, só entrega seu máximo quando encontra dados de qualidade. Nesse sentido, cada transação processada pela Figo, cada escolha de meio de pagamento, cada recorrência de um cliente na loja se transforma em insumo para modelos de recomendação, segmentação e previsão cada vez mais inteligentes. Em um mundo em que 78% dos consumidores desejam que os varejistas usem IA para recomendar produtos de que possam gostar, a Figo ajuda a transformar o caos de dados do varejo físico em uma base estruturada para personalização em escala. A loja deixa de ser uma “caixa-preta” analógica e passa a operar com a mesma sofisticação de dados dos grandes players digitais, sem perder a proximidade humana do atendimento presencial.
Por fim, ficou claro que existe uma necessidade crescente de soluções de pagamento unificadas como base para experiências mais rápidas e inteligentes. É exatamente aqui que a Figo se posiciona: como infraestrutura que conecta pagamentos, dados e experiência em loja, permitindo que o varejista brasileiro participe de forma competitiva dessa nova era de experiências conectadas e IA, em vez de apenas reagir a ela. Ao reduzir fricção no checkout, integrar canais, estruturar dados e habilitar inteligência, a Figo não é apenas mais um fornecedor de tecnologia; é um parceiro estratégico para o varejo que quer continuar relevante, desejado e presente na vida dos consumidores nos próximos anos.
O cliente sumiu ou só esqueceu de você? A ciência por trás da fidelização em bares e restaurantes
Se você já pisou em uma farmácia no Brasil, já ouviu essa frase. A prática é tão comum que nós ditamos os números no automático. Mas você já parou para se perguntar por que farmácias e drogarias são tão obcecadas por capturar os seus dados no mundo físico?
A resposta curta: previsibilidade. A resposta longa: eles entenderam antes de todo mundo que o dado é o motor da recompra.
Quando você informa seu CPF em troca de um desconto na farmácia, o que acontece nos bastidores é a construção de um histórico contínuo e riquíssimo de consumo. A rede passa a saber quais categorias você consome, a frequência com que você precisa de um produto de uso contínuo, a marca da fralda do seu filho e até a sua sensibilidade a preços. Com isso, eles criam campanhas hiper-segmentadas que garantem que você volte lá no mês seguinte, em vez de ir na concorrência da esquina.
Agora, olhe para o mercado de foodservice.
Bares e restaurantes proporcionam experiências muito mais emocionais e engajadoras do que a compra de um xarope. O cliente senta, come, bebe, elogia o chef, paga a conta… e vai embora como um completo anônimo, mesmo depois de ter feito amizade com o garçom ou atendente, porque?
O que um dono de restaurante não sabe é que até 71% das vendas de um restaurante vêm de clientes recorrentes, a maioria dos donos de estabelecimentos ainda confia na “esperança” para que o cliente volte. Eles investem rios de dinheiro em marketing fisico através de materiais gráficos (folheterias) e redes sociais para atrair clientes novos, mas deixam o ouro escoar entre seus dedos literalmente, pois perdem a oportunidade de manter a base de clientes que já provou e gostou do produto ativa em seu CRM, não percebem que se você não se relacionar de forma direta com seu cliente, você se manterá no esquecimento.
Na UNICO empresa que vendi para LINX, eu vi de perto como a gestão estratégica de dados e a fidelização transformam o jogo no varejo. E é exatamente essa ciência que estamos trazendo agora para o foodservice com a Cannoli CRM.
E se o seu restaurante pudesse conhecer o cliente tão bem quanto a farmácia conhece?
Imagine capturar os dados do seu cliente de forma natural, direto na maquininha de pagamento ou no app do atendente, sem fricção. De repente, você deixa de ter clientes anônimos e passa a ter um CRM inteligente (CDP) que te diz exatamente:
Quem são seus melhores clientes (RFV);
Qual é o dia da semana preferido de cada um;
Como o clima influencia o que eles pedem;
E quem está há mais de 30 dias sem aparecer.
Hoje é sexta-feira dia do seu hambúrguer preferido;
Em vez do mandar aquele folhetinho na PIZZA ou distribuir no farol perto do seu estabelecimento, ou até mesmo um “desconto no balcão” que o cliente esquece em cinco minutos, implante um sistema de CRM com cashback inteligente, criando um compromisso financeiro. O cliente odeia perder saldo. E quando combinamos isso com uma mensagem de WhatsApp / SMS / MMS automatizada e personalizada, enviada no momento exato em que ele está decidindo o que comer, a mágica acontece.
Fidelizar não é sorte. É método, é dado, é ciência.
As farmácias já descobriram isso há anos. Chegou a hora de bares e restaurantes servirem a refeição sem abrir mão da relação.
O setor de food service é um dos mercados mais dinâmicos e competitivos da economia. O varejo de food service como: restaurantes, cafeterias, padarias, hamburguerias e operações de delivery, disputam diariamente a atenção do consumidor, que possui cada vez mais opções e menos tempo para decidir onde consumir.
Nesse cenário, muitos empresários ainda concentram seus esforços apenas na conquista de novos clientes. Porém, o verdadeiro crescimento sustentável está na capacidade de manter e desenvolver relacionamento com quem já consome a marca. É exatamente nesse ponto que o CRM se torna uma ferramenta estratégica.
O papel do CRM no varejo alimentar
CRM, ou Customer Relationship Management, vai muito além de armazenar contatos de clientes. Ele representa a inteligência que permite entender comportamento de consumo, prever tendências e construir estratégias de relacionamento que aumentam a recorrência de compras.
No food service, onde margens são pressionadas e o custo de aquisição de novos clientes cresce constantemente, conhecer profundamente a própria base de consumidores pode ser a diferença entre operar com previsibilidade ou viver de picos de vendas.
Um CRM eficiente permite que o varejista saiba:
• Quem são seus clientes mais recorrentes
• Qual é o ticket médio de cada perfil de consumidor
• Qual o intervalo entre as compras
• Quais produtos são preferidos
• Quais clientes estão deixando de consumir
• Qual o melhor momento para se comunicar com cada público
Sem essas informações, a maioria das ações comerciais acontece de forma intuitiva, dependente da memória do cliente ou de promoções genéricas que reduzem margem e nem sempre geram fidelização.
A importância de soluções especializadas para o Food Service
Embora existam diversos sistemas de CRM no mercado, o food service possui particularidades que exigem soluções específicas. O consumo é frequente, emocional e altamente influenciado por fatores como rotina, clima, conveniência e experiência.
É nesse contexto que plataformas como a Cannoli ganham relevância.
A Cannoli foi desenvolvida para integrar dados de vendas, comportamento do consumidor e comunicação automatizada em um único ecossistema, permitindo que o estabelecimento transforme cada venda em uma oportunidade de relacionamento, capturando dados de forma digital por meio de vendas online ou direto no ponto de venda de forma fisica, por meio de SmartPOS ou desktop.
Entre os principais impactos no dia a dia do varejista estão:
Centralização e organização de dados
A plataforma captura informações diretamente no momento da venda, seja por integrações com sistemas de pedidos, aplicativos de delivery ou equipamentos de pagamento. Isso elimina a dependência de controles manuais e permite que o estabelecimento construa uma base estruturada de clientes.
Segmentação inteligente de consumidores
Com base nos dados coletados, o varejista consegue criar audiências específicas. Por exemplo, clientes que costumam comprar apenas no almoço, consumidores que estão há semanas sem retornar ou aqueles que possuem alto ticket médio.
Essa segmentação permite campanhas muito mais assertivas.
Comunicação automatizada e personalizada
Uma das maiores vantagens do CRM é a capacidade de manter a marca presente na rotina do cliente. Plataformas como a Cannoli permitem o envio automático de mensagens personalizadas via WhatsApp, utilizando gatilhos como aniversário, pós-compra, período sem consumo ou promoções específicas.
Essa comunicação deixa de ser genérica e passa a ser relevante, aumentando significativamente as chances de conversão.
Programas de fidelização com cashback
O cashback se tornou uma das estratégias mais eficazes para estimular recorrência. Além do incentivo financeiro, ele cria um compromisso emocional com a marca, já que o consumidor tende a retornar para utilizar o saldo acumulado.
Quando integrado ao CRM, o cashback passa a ser estratégico, permitindo campanhas direcionadas e regras personalizadas para aumentar fluxo em dias e horários específicos.
Análise de resultados e previsibilidade
O uso contínuo de dados permite acompanhar o desempenho das campanhas, entender o comportamento dos clientes e ajustar estratégias rapidamente. Isso reduz decisões baseadas apenas em percepção e aumenta a previsibilidade do faturamento.
Exemplo prático de impacto
Uma hamburgueria de médio porte enfrentava um problema comum: grande volume de clientes aos finais de semana e queda significativa no movimento durante a semana. A operação investia constantemente em anúncios para atrair novos consumidores, mas tinha pouca estratégia para reter quem já conhecia a marca.
Após a implementação de um CRM especializado como a Cannoli, a empresa estruturou sua base de clientes e identificou um grupo relevante de consumidores que costumava visitar o estabelecimento aos sábados, mas não retornava em outros dias.
Com base nessa informação, foram criadas campanhas automáticas oferecendo cashback adicional para consumo entre segunda e quarta-feira, além de mensagens personalizadas enviadas alguns dias após a visita do cliente.
Em poucos meses, o estabelecimento conseguiu:
• Aumentar a frequência de retorno dos clientes
• Reduzir a dependência de mídia paga
• Melhorar a ocupação em dias de menor movimento
• Aumentar o ticket médio dos clientes fidelizados
O resultado não foi apenas crescimento de faturamento, mas maior estabilidade operacional e previsibilidade financeira.
CRM como vantagem competitiva
O consumidor moderno valoriza experiências personalizadas e relacionamento com marcas que demonstram proximidade. Empresas que conseguem utilizar dados de forma estratégica deixam de competir apenas por preço e passam a competir por relevância.
No food service, onde a decisão de compra muitas vezes é impulsiva e baseada em lembrança de marca, manter relacionamento constante é fundamental.
O futuro do relacionamento no Food Service
A digitalização do varejo alimentar não está apenas na adoção de novos canais de venda, mas na capacidade de entender e antecipar o comportamento do consumidor. O CRM deixa de ser um diferencial e passa a ser um elemento essencial para operações que desejam crescer de forma estruturada.
Plataformas como a Cannoli representam essa evolução ao transformar dados em relacionamento e relacionamento em recorrência de vendas.
No final, o maior ativo de um restaurante não é apenas o cardápio ou a localização, mas a capacidade de construir conexões duradouras com seus clientes. E essa conexão, cada vez mais, será construída com inteligência, tecnologia e estratégia.
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