#Multimarcas

  • A maquininha era só pagamento. Agora é canal de vendas infinito. FIGO!

    A maquininha era só pagamento. Agora é canal de vendas infinito. FIGO!

    Tem uma pergunta que ouço com frequência quando explico o que é a Figo:

    “Como você conseguiu simplificar tudo isso?”

    A resposta honesta é: não fui eu que simplifiquei. Foi o tempo.

    Trinta anos atuando no varejo físico, construindo CRM, trabalhando com software e entendendo como o lojista pensa, como ele compra, como ele perde vendas e como muitas vezes desiste de crescer porque o processo é caro e arriscado demais. Tudo isso foi, na prática, uma longa pesquisa de campo sem esse nome, apenas observação, experiência e prática.

    Quando chegou a hora de construir a Figo, eu já conhecia os desafios. E, ao mesmo tempo, lá no meu íntimo, sabia que superaria cada obstáculo. Eu entendia que meu maior desafio seria transformar tudo em algo claro e simples. Eu ainda não tinha todas as respostas, mas o caminho já estava desenhado na minha cabeça.

    O varejo físico convive com problemas invisíveis, mas presentes todos os dias, consumindo energia, tempo e resultado de qualquer varejista. De um lado está o fabricante. Do outro, o varejista. Entre os dois, existe uma cadeia longa, cara e, na maioria das vezes, mal conectada. Meu objetivo era criar algo que simplificasse tudo isso.

    O lojista não consegue oferecer variedade porque precisa comprar estoque antecipado. O fabricante não consegue escalar porque depende de grandes pedidos e de alcançar o maior número possível de varejistas. Distribuidores e fornecedores acabam vivendo no meio desse fogo cruzado.

    E o SmartPOS, o terminal que está todos os dias na frente do cliente e perto do varejista, muitas vezes fica subutilizado, mesmo sendo smart. No máximo, entrega uma ou outra funcionalidade além do seu core, que é processar pagamentos. Ou seja, havia muito mais potencial a ser explorado.

    A Figo nasceu para resolver exatamente isso.

    Ela é o primeiro marketplace físico do Brasil, integrado diretamente ao SmartPOS (maquininha). Conecta fabricantes, distribuidores, varejistas e afiliados em um único ecossistema. O varejista passa a oferecer produtos que não estão no seu estoque físico. O pagamento é orquestrado, o split acontece automaticamente entre os participantes e a liquidação é controlada. Tudo no mesmo fluxo, no mesmo terminal.

    É estoque infinito sem risco de capital para o lojista, mais conveniência para o consumidor e uma nova frente de escala para o fabricante, que passa a contar com um canal novo e relevante, pois pode simplesmente conectar seu ecommerce em milhares de maquininhas.

    Complexidade nos bastidores. Simplicidade direto na maquininha.

    No início, quando comecei a prospectar fornecedores de meios de pagamento, percebi que levaria tempo para alguém realmente entender o que eu queria construir. À primeira vista, todos me apresentavam soluções muito diferentes daquilo que eu tinha em mente. Mas isso não aconteceu por falta de competência. Aconteceu porque ainda era preciso compreender com profundidade o conceito da Figo.

    Hoje, olhando em retrospecto, talvez eu mesmo ainda não tivesse traduzido a ideia da melhor forma naquele momento. O processo foi amadurecendo dia após dia. Foram quase dois anos até chegarmos ao produto pronto, já em produção, com duas marcas de moda feminina.

    Na prática, eu e meus sócios nessa empreitada criamos uma empresa de pagamento cujo core business é o marketplace. Parece loucura, mas é exatamente isso.

    Ficou tão claro para o varejista que, quando ele vê na hora, entende imediatamente:

    “Eu posso vender mais sem precisar de mais dinheiro para comprar estoque?”

    Sim. É isso.

    Essa tradução não acontece por acaso. Ela acontece porque quem construiu o produto conhece os dois lados da conversa. Conhece o back-end sofisticado e conhece a linguagem do lojista que acorda cedo, paga aluguel caro e precisa de resultado hoje.

    Da teoria à prática

    Fizemos nosso MVP, a Figo foi testada com a Vestem, marca do setor de moda Fitness. A implantação aconteceu, o modelo funcionou e a venda foi concretizada.

    Não estou aqui para inflar números. Estou dizendo que o conceito saiu do papel, foi para o varejo real e provou que funciona.

    Isso muda tudo. Porque, no varejo brasileiro, teoria sem operação não vale nada.

    O próximo passo

    Estamos hoje lançando uma POC com uma marca de moda feminina premium. É o início.

    Não vou antecipar o nome. Mas posso dizer o que isso representa: a Figo entrando em um segmento que combina alto valor de produto, cliente exigente e uma cadeia de fornecimento complexa. O ambiente ideal para provar que o modelo escala com qualidade.

    O que eu aprendi construindo isso

    Resiliência e resistência de um empreendedor não é uma virtude romântica. Precisa ser uma habilidade operacional.

    Construir a Figo está exigindo de mim muito mais do que eu esperava. Sou empreendedor de longa data, mas encontrei o projeto da minha vida. A Figo tem propósito, tem alma e me permitiu exercitar ainda mais minha resiliência e resistência.

    Eu e todos que estão envolvidos nesse projeto temos um único objetivo: vencer e mostrar ao mercado que a Figo pode se tornar uma das principais empresas deste país.

    Temos energia para adaptar o modelo várias vezes, lidar com a complexidade técnica de integrar múltiplos players e, ao mesmo tempo, manter a explicação simples o suficiente para que o varejista diga:

    “Entendi. Quero isso.”

    Esse equilíbrio entre profundidade e clareza define se um produto chega ao mercado ou fica preso em um slide de apresentação.

    A Figo chegou ao mercado.

    E isso é só o começo.

    Se você é varejista, fabricante ou distribuidor e quer entender como a Figo pode mudar sua operação, o caminho começa em www.soufigo.com.br.

  • As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz?

    As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz?

    As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz? Ou melhor, o que faziam? Eu te conto mais abaixo. :)

    A Lojas Renner investiu R$ 858 milhões em 2025 para integrar físico e digital. A C&A lançou um app que dobrou a taxa de conversão e cresceu 53% no e-commerce em um trimestre. A Riachuelo contratou um CEO vindo da Dafiti exatamente para liderar sua transformação omnichannel.
    O mercado não deixa dúvida: o consumidor brasileiro já decidiu que quer comprar em qualquer canal, a qualquer hora, sem fricção. Pesquisa da Wake e Opinion Box confirma: 78,9% dos consumidores transitam entre canais físicos e digitais. E empresas com operação omnichannel madura faturam três vezes mais e têm um LTV 170% maior que os concorrentes fragmentados.
    Esses são dados reais, publicados agora em 2025 e 2026.
    O problema é que toda essa transformação foi construída para quem tem escala, capital e estrutura de tecnologia. Para as grandes redes.

    E os outros 1,4 milhão de varejistas independentes de moda no Brasil? De novo, o que fazem?

    Esses continuam vendendo o que cabe no seu estoque. Atendendo o cliente com o que têm na prateleira. Perdendo venda por ruptura. Perdendo cliente para o concorrente que tem o tamanho certo, a cor que falta, a marca que o consumidor perguntou.
    Isso não é um problema de gestão. É um problema de infraestrutura.
    E é exatamente aí que entra a Figo.
    O que a Figo faz, de verdade?
    A Figo é um marketplace físico. Não uma plataforma digital, não um app de vitrine. E sim, um ecossistema que conecta fabricantes, distribuidores, varejistas e afiliados dentro de uma lógica simples: o vendedor que está em contato com o cliente na loja física pode oferecer muito mais do que o que está na gôndola.
    Quando o cliente entra na loja e pergunta por um produto que não está disponível, o vendedor não precisa mais dizer “não temos”. Ele acessa o catálogo digital integrado as maquininha Figo, mostra o produto, finaliza a venda e o item é entregue na casa do cliente. A loja vende. A marca vende. O varejista fatura a comissão. O consumidor sai satisfeito.

    Isso é o e-commerce das marcas chegando ao ponto de venda físico do multimarcas, de forma simples e praticamente sem custo.


    É o omnichannel que a Renner construiu com R$ 858 milhões, chegando ao pequeno varejista via Figo, sem que ele precise investir nada perto disso.
    O que muda para cada lado do ecossistema?
    Para o varejista, a mudança é imediata. Ele deixa de ser limitado pelo espaço físico da sua loja e pelo capital de giro disponível para estoque. Passa a oferecer um mix infinito sem imobilizar capital. E ainda amplia sua receita com um novo canal de remuneração por venda intermediada.
    Para a marca (Seller) e o distribuidor, é a abertura de um canal físico que não existia antes para seu e-commerce: é o vendedor do multimarcas como extensão da sua força de vendas, dentro de um ambiente de confiança, com atendimento humano, no momento em que o consumidor já está com intenção de compra.
    Para o consumidor, é a experiência que ele espera mas raramente encontra fora das grandes redes: variedade real, sem precisar sair da loja que ele já conhece e confia.
    A Figo é a máquininha que faltava. SERAA! :):)
    As grandes redes resolveram o omnichannel de dentro para fora, integrando seus próprios canais. É uma solução vertical, fechada, que funciona para quem tem diversas lojas próprias.
    A Figo resolve o omnichannel de fora para dentro do pequeno e médio varejista, conectando um ecossistema que já existe mas opera desconectado.
    Não é tecnologia pela tecnologia. É tecnologia resolvendo um problema concreto de quem está na ponta, atendendo o consumidor todos os dias, com as ferramentas que tem.
    O varejo de moda no Brasil movimentou R$ 92,5 bilhões em 2023. A maior parte desse dinheiro não passa pelas grandes redes. Passa por lojas menores, multimarcas, representantes, afiliados. Um universo pulverizado, carente de infraestrutura, com enorme potencial represado.
    A Figo foi construída para destravá-lo.
    O varejo que vende mais não é o que tem a maior loja. É o que tem o maior alcance.

    Se você é varejista, fabricante, distribuidor ou investidor e quer entender como esse ecossistema funciona na prática, acesse: http://www.soufigo.com.br.

    Logotipo da empresa Figo, com uma gota estilizada e o nome 'figo' em letras roxas.

    http://www.soufigo.com.br

  • Histórinhas do Varejo com Figo: como vender coleção parada a preço cheio

    Histórinhas do Varejo com Figo: como vender coleção parada a preço cheio

    Nesse série de histórinhas, você vai conhecer de forma lúdica e didática o que é a Figo e como ela muda o jogo para fabricantes, lojistas e consumidores, transformando estoque parado em canal de vendas contínuo, conectando as coleções a uma rede de lojistas multimarcas em todo o Brasil, sem depender só de representantes. Isso aumenta o alcance da marca no ponto de venda físico, mantém o preço cheio por mais tempo e reduz a necessidade de liquidações que corroem margem e desvalorizam a coleção. Não deixe de ler, pois alem de tudo é uma delicia a leitura.

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  • O poder de um nome: por que a escolha certa pode ajudar uma empresa a prosperar

    O poder de um nome: por que a escolha certa pode ajudar uma empresa a prosperar

    Escolher o nome de uma empresa parece, para muita gente, só uma etapa criativa. Uma questão de gosto. Uma hora de brainstorming com post-it na parede.

    Mas na prática, é uma das decisões mais estratégicas da jornada.

    Um nome não serve apenas para identificar um negócio. Ele comunica propósito, transmite percepção e cria conexão emocional com o mercado antes mesmo de você abrir a boca para explicar o que faz.

    Um nome forte não nasce só da estética. Ele nasce quando som, significado e visão de futuro se encontram no mesmo lugar.

    No caso da Figo, essa escolha foi especial de um jeito que até hoje é difícil de explicar só pela lógica.

    Eu estava buscando um nome que traduzisse o que a empresa realmente seria. Queria algo simples, com força e propósito. Mas não conseguia chegar a uma definição final. Até que, em um determinado dia, uma palavra me veio à cabeça. Simples. Curta. Quatro letras. E que parecia perfeita: Figo.

    O mais curioso? Isso aconteceu antes de qualquer pesquisa mais profunda sobre o simbolismo da palavra. Primeiro veio a intuição. Depois, o significado.

    Quando fui conversar com minha sócia, Maysa, compartilhei algumas ideias. Em um momento da conversa, mencionei “Figo”. Ela pegou o caderno e disse: “Veja qual palavra eu escrevi hoje de manhã e queria te mostrar.”

    Era exatamente a mesma. Acredite se quiser! :-)

    Naquele momento, tudo fez sentido. Conexão, sintonia e, pra nós, destino. Como se o nome já estivesse escolhido antes mesmo de ser oficialmente escolhido.

    Com o tempo, ao pesquisar mais, a força dessa escolha ficou ainda mais evidente. Em diferentes civilizações, o figo aparece associado à fertilidade, à abundância, à prosperidade e à sustentação da vida. Na cultura greco-romana, símbolo de abundância. Na tradição bíblica, uma das Sete Espécies da Terra Prometida e símbolo de paz e prosperidade. Na tradição romana, a figueira aparece ligada ao mito de Rômulo e Remo, fundadores de Roma, reforçando a ideia de origem, fundação e ascensão. No budismo, a Bodhi Tree, uma figueira sagrada, é a árvore sob a qual Sidarta Gautama alcançou a iluminação.

    Quando você olha para esse conjunto, percebe que o nome Figo carrega algo muito maior do que identidade visual. Ele carrega uma mensagem simbólica coerente com a proposta do negócio: nutrir relações, gerar valor, sustentar crescimento e levar prosperidade a quem faz parte do ecossistema.

    E esse ponto é central.

    Empresas prosperam mais quando existe coerência entre nome, propósito e entrega. Quando o nome reforça a essência do negócio, ele deixa de ser apenas uma marca e passa a funcionar como um ativo estratégico. Ele encurta a distância entre percepção e posicionamento.

    O mercado tem bons exemplos disso.

    A Amazon começou com outro nome, “Cadabra”. Jeff Bezos trocou porque queria algo que comunicasse escala e grandiosidade antes mesmo de a empresa chegar lá. Escolheu o maior rio do mundo. Funcionou.

    A Nike veio da deusa grega da vitória, e essa associação sustenta toda a construção simbólica da marca em torno de conquista e superação.

    Quando nome e narrativa trabalham juntos, a marca não começa do zero. Ela já nasce com direção.

    Esse é o ponto que muitas empresas ignoram.

    Um nome não faz uma empresa prosperar sozinho. O que faz uma empresa prosperar é execução, estratégia, consistência e capacidade de gerar valor real. Mas um nome certo ajuda muito nesse processo. Ele fortalece identidade, diferenciação, memorabilidade e conexão emocional.

    Ele ajuda o mercado a entender mais rápido quem você é.

    Ele ajuda parceiros a enxergarem com mais clareza o que você propõe.

    E ajuda a própria empresa a construir cultura com mais verdade desde o início.

    A Figo nasceu com um nome que já carregava propósito. Agora, a missão é honrar esse significado todos os dias.

    Hoje, olhando para trás, fica ainda mais claro que escolhemos a palavra mais adequada possível. Não apenas pelo simbolismo histórico, que por si só já é extraordinário, mas porque ela traduz exatamente aquilo em que acreditamos.

    Figo é prosperidade.
    Figo é crescimento.
    Figo é sustentação.
    Figo é conexão.

    E, acima de tudo, esse é o propósito da Figo: levar prosperidade aos nossos parceiros.

    Quer fazer parte desse ecossistema? Acesse www.soufigo.com.br

    Painel publicitário em uma cidade, questionando sobre o que as empresas Figo, Amazon e Nike têm em comum.
  • Estoque infinito no mundo físico: como lojistas e indústrias de moda podem vender mais sem abrir novas lojas

    Estoque infinito no mundo físico: como lojistas e indústrias de moda podem vender mais sem abrir novas lojas

    No varejo de moda, todo mundo está correndo atrás da mesma equação: vender mais, arriscar menos estoque e entregar uma experiência fluida para um cliente que já não aceita ouvir “não tenho esse produto aqui”. Ao mesmo tempo, lojistas e indústrias entram em 2026 pressionados por margens apertadas, excesso de oferta e um ambiente de e‑commerce cada vez mais competitivo e caro para crescer.

    É nesse contexto que o conceito de estoque infinito ganha protagonismo –e que a Figo surge como um modelo diferente, levando a lógica de marketplace e prateleira infinita para o mundo físico, diretamente no SmartPOS (maquininha) da loja.


    O problema dos dois lados: loja e indústria

    Do lado do lojista de moda (principalmente o pequeno e o multimarcas):

    • Espaço físico limitado, que impede trabalhar todo o sortimento desejado.
    • Capital de giro curto, que limita quantidade de coleção e profundidade de grade.
    • Perda diária de vendas porque o produto, o tamanho ou a cor que o cliente quer não está ali na hora.

    Do lado da indústria de moda:

    • Estoques elevados e coleção que muitas vezes não encontra o PDV certo na hora certa.
    • Dependência de poucos grandes canais, aumentando risco comercial e pressão por desconto.
    • Crescimento caro via mídia digital e canais próprios, num cenário em que omnichannel deixou de ser diferencial e virou “básico”.

    Todos sentem a mesma dor: muito esforço para pouco resultado em uma cadeia que não conversa em tempo real.


    O que é “estoque infinito” no mundo físico

    Prateleira infinita, na prática, é a capacidade de oferecer ao cliente todo o catálogo, mesmo que o produto não esteja fisicamente na loja naquele momento. O vendedor acessa estoques de outros pontos (outras lojas, CD, indústria, e‑commerce) e conclui a venda como se tudo estivesse ali, sem deixar o cliente ir embora.

    No modelo tradicional, isso costuma depender de grandes redes, integrações complexas e projetos caros de omnichannel. A proposta da Figo é democratizar essa lógica para o varejo físico e multimarcas, conectando lojistas e indústria em um marketplace do mundo físico, plugado direto na maquininha.


    Como a Figo funciona na prática

    A Figo se posiciona como um ecossistema do varejo físico: um marketplace integrado na maquininha que conecta estoques de lojas e indústrias em uma única plataforma.

    Na ponta do lojista:

    • A loja continua vendendo seu estoque normalmente, como sempre fez.
    • Quando o produto desejado não está ali, o vendedor acessa o catálogo compartilhado da Figo direto na maquininha e vende o estoque de outras lojas e marcas.
    • A loja recebe comissão sobre cada venda intermediada, com split de pagamento e logística orquestrada pela plataforma.

    Na ponta da indústria de moda:

    • A coleção passa a estar disponível em uma rede de PDVs físicos, sem necessidade de abrir novas lojas próprias.
    • Lojistas atuam como “afiliados físicos” da marca, recomendando e vendendo produtos mesmo além do mix que compraram no atacado.
    • O giro de estoque aumenta, com muito mais capilaridade e pulverização de risco comercial.

    Tudo isso apoiado por processos automatizados de split, emissão de documentos e conciliação, reduzindo fricção operacional e deixando os parceiros focados em produto, atendimento e marca.

    Na prática a Figo não inventou uma necessidade. Ela identificou uma demanda real, já existente, e a reorganizou de forma mais inteligente. O resultado é uma proposta de valor que vai além do produto: entrega conveniência, serviço, e benefícios financeiros e operacionais, tudo integrado em uma única experiência.


    Benefícios para o lojista de moda

    Para o lojista, a Figo transforma a loja física em um hub multimarcas com prateleira infinita.

    Os principais ganhos são:

    • Mais vendas por metro quadrado, graças a um catálogo virtual ilimitado sem necessidade de estocar tudo.
    • Menos ruptura de estoque, evitando perder venda porque “o produto não está aqui hoje”.
    • Nova fonte de receita com comissões sobre a venda de produtos de outras lojas e indústrias.
    • Zero investimento inicial relevante em tecnologia complexa, pois a experiência acontece na maquininha que ele já usa.

    Em um cenário em que omnichannel virou requisito básico, isso coloca o pequeno e médio lojista em um patamar tecnológico que antes parecia restrito a grandes redes.


    Benefícios para a indústria de moda

    Para a indústria, a Figo abre um novo canal de sell‑out usando a força da rede de lojas físicas.

    Os impactos mais relevantes:

    • Maior capilaridade em PDVs físicos, sem o custo e o risco de expansão de lojas próprias.
    • Giro mais inteligente de coleção, com acesso a demanda real de múltiplas praças em tempo quase real.
    • Redução da dependência de poucos grandes clientes ou plataformas globais, pulverizando risco comercial.
    • Possibilidade de testar produtos, cápsulas e coleções em diferentes perfis de lojistas sem reinventar toda a operação de canais.

    Em resumo, a indústria passa a enxergar a rede de varejo físico não só como “cliente de atacado”, mas como uma verdadeira rede de afiliados e distribuidores omnichannel da marca em um canal fisico de venda.


    Por que isso é relevante agora

    Dados recentes mostram que o varejo físico segue vivo, mas precisa ser mais inteligente, conectado e eficiente para crescer. Omnichannel, tecnologia no PDV e modelos colaborativos de estoque deixaram de ser “tendência” para virar base operacional do varejo que quer sobreviver aos próximos ciclos.

    A Figo se posiciona exatamente nessa interseção:

    • Mundo físico +
    • Estoque infinito +
    • Pagamentos inteligentes via maquininha +
    • Modelo colaborativo entre lojistas, indústrias e vendedores.

    E agora?

    Se você é lojista de moda e quer vender mais sem aumentar o estoque, ou se é indústria e quer colocar sua coleção em centenas de lojas físicas sem abrir nenhuma nova operação, esse é o tipo de modelo que vale testar.

    Estou abrindo agenda para conversar com lojas multimarcas e indústrias que queiram construir essa próxima fase do varejo de moda com a gente. Se fizer sentido para você, me manda uma mensagem no LinkedIn ou comente “quero entender melhor” em nosso perfil no instagran (@Sou_figo)e eu retorno com detalhes e ideias de piloto para o seu cenário.

    Um atendente sorridente em uma loja mostra um smartphone para uma cliente, que está segurando uma sacola de compras. Ao fundo, há prateleiras com produtos variados.

  • Do PPT ao caixa: como contar a história da Figo para diversos publicos

    Do PPT ao caixa: como contar a história da Figo para diversos publicos

    Um dos maiores aprendizados da minha trajetória empreendedora é que não existe “a” história da empresa. Existem várias versões da mesma verdade, contadas sob ângulos diferentes para públicos diferentes. O discurso que encanta um investidor não é exatamente o mesmo que faz um lojista se mexer, e certamente não é igual o que toca o consultor ou afiliado que está buscando renda extra. A arte está em alinhar todos eles sem perder a essência. Esse é o maior desafio de qualquer empreendedor em seu início de trajetória da sua nova iniciativa.

    Quando falo com investidores sobre a Figo, a história começa pelo tamanho do problema e do mercado. Mostro o volume de estoque parado no varejo, a ineficiência logística, o potencial de venda direta e colaborativa e o quanto o modelo de estoque infinito pode capturar parte dessa oportunidade. Entro em temas como TAM, escalabilidade, monetização via transações e serviços financeiros, impacto ESG real e capacidade de replicar o modelo em diferentes verticais do varejo. É uma conversa mais numérica, estratégica, de tese.

    Com o lojista, a narrativa muda de lugar. O foco deixa de ser o tamanho global do mercado e passa a ser a pergunta que realmente importa para ele: “Como isso faz meu caixa respirar e crescer?”. Aqui, falo sobre vender mais sem imobilizar tanto capital, sobre girar o próprio estoque usando a rede de outros lojistas, sobre reduzir ruptura e aumentar tíquete médio com acesso a “estoque infinito”. Mostro cenários práticos: se antes ele precisava comprar 100 peças para testar uma coleção, agora ele pode continuar comprando o tradicional, mas também pode tentar impulsionar vendas de novos produtos com muito menos risco apoiado por outras vendas pelo ecossistema.

    Já com o consultor de vendas, o centro da conversa é a vida real. Tempo, renda, propósito. Explico como ele ou ela poderá acessar catálogos de diferentes lojas e fabricantes, vender para sua rede, ganhar comissões claras e ser apoiado pela tecnologia em vez de ficar sozinho. É sobre como encaixar essa atividade na rotina, como crescer, como transformar contatos em clientes e clientes em uma carteira recorrente. É mostrar que não estamos falando de um “bico qualquer”, mas de um caminho de empreendedorismo colaborativo.

    Em todas essas versões, existe um fio condutor que não pode se perder: o propósito da Figo de destravar valor no varejo físico conectando pessoas, estoques e tecnologia. O investidor precisa sentir que essa visão é grande e defensável. O lojista precisa perceber que isso resolve problemas concretos do dia a dia. O consultor precisa enxergar que há espaço para o seu recomeço dentro desse ecossistema.

    Do slide ao caixa, da tese ao PDV, tudo é sobre contar uma boa história e depois fazer com que ela aconteça na prática na vida real. Fiz isso algumas vezes na minha vida com sucesso, vou fazer novamente, pois tenho pessoas comprometidas ao meu lado e juntos faremos novamente história no varejo brasileiro. No fim, a Figo também é uma forma de recomeçar a forma como contamos e vivemos o varejo: menos solitário, mais colaborativo; menos pesado, mais fluido; menos limitado, mais infinito.

    Venha fazer parte dessa revolução!

    www.soufigo.com.br

  • Reinventando o varejo com a Figo: como monetizar estoques multimarcas em um ecossistema colaborativo

    Reinventando o varejo com a Figo: como monetizar estoques multimarcas em um ecossistema colaborativo

    Sempre acreditei que recomeçar e se reinventar não é jogar a história fora, e sim olhar para ela com outros olhos. Quando escrevi meu livro “Amor pra Recomeçar”, meu desejo foi justamente mostrar que cada queda, cada mudança de rota e cada empresa construída, e às vezes vendida, carregavam sementes de um próximo episódio. No varejo, não é diferente: há um universo de ativos e experiências já existentes que podem ser ressignificados antes de pensarmos em construir algo novo do zero.

    A economia colaborativa nos deu exemplos claros disso. Carros ociosos viraram fonte de renda em aplicativos de corrida; quartos vazios se transformaram em hospedagem para viajantes; tempo livre virou serviço por demanda; conhecimento virou curso online. Em comum, uma lógica simples: alguém tem um ativo parado; outra pessoa tem uma necessidade; a tecnologia constrói a ponte e cria valor para os dois lados.

    No varejo físico, o estoque é um desses ativos em algumas vezes subaproveitados. Lojas com produtos que não giram; marcas com coleções passadas encalhadas em galpões; espaços físicos com capacidade ociosa. Em vez de tratar isso como perda, a pergunta é: como transformar esse estoque em parte de um grande “estoque infinito”, acessível a mais pontos de venda e mais pessoas, sem exigir que cada lojista banque tudo sozinho?

    A Figo materializa essa lógica ao permitir que lojistas vendam produtos de fabricantes e de outros lojistas como se fossem seus, usando tecnologia para orquestrar quem tem o produto, quem tem o cliente e quem viabiliza a transação. O lojista recomeça o seu mix de forma colaborativa, sem precisar recomeçar a loja do zero. O fabricante recomeça o ciclo de uma coleção que parecia encerrada. E o consultor recomeça sua jornada profissional com uma nova forma de vender, mais conectada e menos engessada.

    Quando olho para esse desenho, vejo um paralelo direto com o conceito de recomeço que trago na minha vida. Em vez de descartar aquilo que não funcionou como esperado, você encontra novos usos, novas conexões e novos arranjos. Um estoque parado pode ser um problema para um lojista isolado, mas pode ser uma solução quando passa a fazer parte de uma rede. Um espaço subutilizado pode ser custo fixo pesado para uma loja sozinha, mas pode virar ponto de experiência compartilhada em um ecossistema colaborativo.

    Recomeçar, no varejo, pode significar exatamente isso: sair da lógica de “cada um por si” e entrar na lógica de “como podemos ganhar juntos usando melhor o que já existe?”. A Figo não é apenas uma plataforma tecnológica; é uma proposta de olhar diferente para o varejo físico, inspirada pela mesma ideia e conceito que carrega o título do meu livro: o amor e a coragem de recomeçar e se transformar.

    Seja um afiliado Figo, venha fazer parte dessa revolução.

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  • ESG além do discurso: como a Figo conecta eficiência, impacto e resultado no varejo

    ESG além do discurso: como a Figo conecta eficiência, impacto e resultado no varejo

    Nos últimos anos, ESG virou quase obrigatório em qualquer apresentação corporativa. Está no relatório anual, no discurso do CEO, no material para investidores. Mas, na prática, ainda é comum ver ações muito mais próximas de marketing do que de transformação real. No varejo físico, isso é ainda mais sensível: a operação é intensiva em estoque, logística e pessoas, exatamente onde o impacto (positivo ou negativo) acontece de verdade.

    Quando penso na Figo e no alcance que o modelo chegará, não vejo ESG meramente como um “puxadinho” ou um discurso bacana que vem depois do modelo de negócio. Vejo ESG como consequência natural de uma boa solução de eficiência. Se você desenha uma plataforma que reduz desperdício, melhora o uso de ativos, aumenta renda e traz transparência para a cadeia, você inevitavelmente impacta as três letras ao mesmo tempo. E é justamente isso que acontece quando olhamos para E, S e G sob a lente da Figo.

    No E, de ambiental, o primeiro ponto é o estoque. Em segmentos como moda e bens de consumo, o excedente é gigantesco, com bilhões de dólares em estoque parado globalmente e uma fatia relevante desse valor no Brasil. Cada peça encalhada representa recurso natural, água, energia e emissões já gastos. Quando a Figo permite que esse estoque circule mais, seja por outros lojistas, seja via consultores de vendas, ela alonga o ciclo de vida do produto e reduz a necessidade de produzir “mais do mesmo” antes de esgotar o que já existe.

    Além disso, há a camada logística. Ao conectar diretamente fabricantes, lojistas e consultores em rotas mais inteligentes, com menos etapas intermediárias, a Figo contribui para reduzir quilômetros rodados desnecessariamente, minimizando emissões associadas ao transporte, um dos grandes gargalos de ESG nas cadeias de varejo e distribuição. Não é uma solução mágica, mas é um passo concreto na direção certa.

    No S, de social, o impacto é talvez ainda mais visível. A Figo cria um modelo em que três grupos ganham: fabricantes monetizam melhor seus estoques através de um canal novo de venda, lojistas vendem mais com menor risco de capital e pessoas comuns têm acesso a uma nova fonte de renda como consultores de vendas. É inclusão econômica aplicada na veia, especialmente relevante num país com desigualdade elevada e milhões buscando um “bico” que vá além de trabalhos precarizados, este é um dos propósitos que mais me encanta na Figo, sou empreendedor a muitos anos, mas essa é de fato a primeira vez que crio algo que atinge minha essência, vou ficar realizado se eu tiver o privilégio de concretizar isso.

    Por fim, o G de governança se manifesta na forma como tudo isso é organizado. Quando você trabalha com múltiplos atores na mesma venda, digo: plataforma, lojista, fabricante, consultor e cliente final, precisa de regras claras de split, responsabilidade, garantia, dados e compliance. Ao atuar como hub de pagamentos e serviços financeiros, a Figo tem a oportunidade (e o dever) de estruturar contratos digitais, trilhas de auditoria, métricas e políticas que protejam todos os envolvidos. ESG aqui é também transparência: quem faz o quê, quem ganha quanto, quem assume qual risco.

    No final do dia, o que me empolga é ver ESG saindo do slide e entrando no chão da loja, na negociação com o fornecedor, na rotina do consultor que vende mais um produto e leva um pouco mais de renda para casa. Quando impacto e eficiência andam juntos, a discussão deixa de ser custo e passa a ser estratégia. E é exatamente nesse ponto que eu acredito que a Figo pode fazer diferença.

    Seja você também um afiliado, faça parte dessa revolução!

    www.soufigo.com.br

  • Omnicanal no Varejo 2026: como a Figo une mundo físico, digital e pagamentos em uma única experiência?

    Omnicanal no Varejo 2026: como a Figo une mundo físico, digital e pagamentos em uma única experiência?

    Hoje li um material que me inspirou muito a escrever este artigo, pois me fez perceber o quanto estamos alinhados com um presente em que o mundo digital está profundamente conectado ao mundo físico e como esses dois canais não só podem, como devem, conversar entre si o tempo todo.​

    O varejo de 2026 está no meio de uma virada histórica: o consumidor continua frequentando a loja física, principalmente nas compras de maior valor, mas agora chega muito mais informado, impaciente com qualquer tipo de fricção e disposto a trocar de marca se não encontrar a experiência que deseja. Ele quer pagar como quiser, transitar entre online e offline sem barreiras e, de preferência, se relacionar com marcas que tenham um propósito claro e coerente com seus valores, especialmente quando encontra um vendedor que o acolhe, tira dúvidas e conduz o fechamento da venda com atenção às suas expectativas.​

    Ao mesmo tempo, a IA entra em cena como um novo “cérebro” para apoiar o varejista, trazendo uma capacidade inovadora e cada vez mais acessível de personalizar ofertas, prever demandas, automatizar jornadas e até conduzir toda a experiência de compra. Muitos consumidores já usam assistentes de IA para comprar e grande parte declara que aceitaria delegar toda a jornada à tecnologia, desde que haja transparência, controle e responsabilidade. Do lado dos varejistas, quase 9 em cada 10 estão abertos ao chamado comércio “agêntico” e se movimentam para incorporar IA em recomendações, operações e atendimento, mas ainda veem a relação humana e o contato direto com o consumidor como um diferencial indispensável.​

    É nesse cenário de alta complexidade e aceleração das inovações que a Figo se torna estratégica e chega em um momento extremamente oportuno, é quase como “unir a fome com a vontade de comer”. A Figo nasce exatamente no ponto de encontro entre três forças: o varejo físico, os meios de pagamento e a inteligência sobre o comportamento de compra em loja. Quando 60% dos consumidores afirmam que abandonam a compra se não puderem pagar como desejam, fica claro que o PDV não pode mais ser apenas um “caixa”; ele precisa ser uma plataforma flexível, capaz de integrar cartões, carteiras digitais, benefícios, PIX, crédito e o que vier a seguir.​

    A Figo organiza essa complexidade para o varejista, promovendo a união perfeita do físico e do digital ao convergir, em uma maquininha (smartPOS) e outros devices, todos os serviços financeiros e, ao mesmo tempo, integrar o Figo Shop, seu marketplace com “prateleira infinita”. Com isso, gera mais receita para o varejista que tem muito estoque e encontra um novo canal de venda, e também ajuda quem está com dificuldade de comprar mais mercadoria, oferecendo a oportunidade de gerar receita via comissionamento, vendendo produtos de outros varejistas. Tudo isso ocorre em uma única camada transacional, conectando múltiplos meios de pagamento, reduzindo fricção no checkout, habilitando novas formas de vender, fortalecendo a fidelização do cliente e contribuindo de forma colaborativa para o ecossistema criado pelo Figo Shop.​

    Quando digo que a Figo chega em um momento perfeito é porque o consumidor atual já se acostumou com a jornada omnicanal; ele não vê isso como diferencial, vê como obrigação. No material que li, 69% dos consumidores declaram ser fiéis a varejistas que permitem comprar online e devolver na loja, o que exige uma jornada realmente integrada, com dados e regras alinhadas entre canais. A Figo atua como infraestrutura dessa integração, ajudando a transformar o PDV físico em extensão natural do e-commerce e o e-commerce em extensão natural da loja, com uma visão única de clientes, transações e relacionamento. Quando o varejista consegue enxergar o mesmo cliente em todos os pontos de contato, passa a construir experiências mais consistentes e programas de fidelidade mais relevantes, alinhados à busca por conexão e propósito destacada segundo o estudo.​

    A IA, por sua vez, só entrega seu máximo quando encontra dados de qualidade. Nesse sentido, cada transação processada pela Figo, cada escolha de meio de pagamento, cada recorrência de um cliente na loja se transforma em insumo para modelos de recomendação, segmentação e previsão cada vez mais inteligentes. Em um mundo em que 78% dos consumidores desejam que os varejistas usem IA para recomendar produtos de que possam gostar, a Figo ajuda a transformar o caos de dados do varejo físico em uma base estruturada para personalização em escala. A loja deixa de ser uma “caixa-preta” analógica e passa a operar com a mesma sofisticação de dados dos grandes players digitais, sem perder a proximidade humana do atendimento presencial.​

    Por fim, ficou claro que existe uma necessidade crescente de soluções de pagamento unificadas como base para experiências mais rápidas e inteligentes. É exatamente aqui que a Figo se posiciona: como infraestrutura que conecta pagamentos, dados e experiência em loja, permitindo que o varejista brasileiro participe de forma competitiva dessa nova era de experiências conectadas e IA, em vez de apenas reagir a ela. Ao reduzir fricção no checkout, integrar canais, estruturar dados e habilitar inteligência, a Figo não é apenas mais um fornecedor de tecnologia; é um parceiro estratégico para o varejo que quer continuar relevante, desejado e presente na vida dos consumidores nos próximos anos.

  • Prateleira infinita no mundo físico: como a Figo transforma o varejo com estoque compartilhado via SmartPOS

    Prateleira infinita no mundo físico: como a Figo transforma o varejo com estoque compartilhado via SmartPOS

    Hoje, inovação no varejo não é só ter um e-commerce: é conseguir vender mais, com menos ruptura e menos risco, utilizando como fonte de receita o estoque da indústria ou de outros varejistas.

    É aqui que a Figo entra como protagonista dessa transformação. A Figo leva o conceito de marketplace para o mundo físico, conectando indústrias, lojas multimarcas e afiliados por meio de um marketplace inserido diretamente no seu SmartPOS, permitindo que cada ponto de venda acesse um estoque infinito de produtos. Com isso, o varejista multimarcas não precisa imobilizar capital de giro além de sua capacidade em mercadorias próprias.

    Na prática, cada loja passa a vender o próprio mix, com um capital já definido periodicamente pelo varejista, e também o mix de outros lojistas que precisam escoar seus estoques. Esse movimento ajuda a indústria a melhorar a distribuição das vendas, aumentando o volume de reposição regionalmente, ampliando oferta, ticket médio e faturamento por metro quadrado.

    Por trás dessa experiência simples para o lojista, existe uma infraestrutura robusta de pagamentos, split financeiro e logística integrada. A cobrança acontece diretamente no SmartPOS da Figo, com cartão de crédito, débito ou PIX, reduzindo riscos como o chargeback e garantindo que cada elo da cadeia receba exatamente o que lhe é devido, no prazo e com transparência. O vendedor vira um afiliado no mundo físico, ganhando comissão pelo fluxo de vendas que gera: recomenda, vende e é remunerado por isso, usando a tecnologia como aliada e não como barreira.

    O resultado é um varejo mais inteligente, colaborativo e escalável, em que prateleira infinita deixa de ser um serviço restrito às grandes plataformas de software e OMS e passa a ser modelo operacional aplicado ao dia a dia de pequenas e médias lojas. Em um cenário de concorrência acirrada e margens pressionadas, transformar cada PDV em um hub multimarcas conectado pode ser a diferença entre apenas sobreviver e realmente crescer.

    www.figoshop.com.br