As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz?

As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz? Ou melhor, o que faziam? Eu te conto mais abaixo. :)

A Lojas Renner investiu R$ 858 milhões em 2025 para integrar físico e digital. A C&A lançou um app que dobrou a taxa de conversão e cresceu 53% no e-commerce em um trimestre. A Riachuelo contratou um CEO vindo da Dafiti exatamente para liderar sua transformação omnichannel.
O mercado não deixa dúvida: o consumidor brasileiro já decidiu que quer comprar em qualquer canal, a qualquer hora, sem fricção. Pesquisa da Wake e Opinion Box confirma: 78,9% dos consumidores transitam entre canais físicos e digitais. E empresas com operação omnichannel madura faturam três vezes mais e têm um LTV 170% maior que os concorrentes fragmentados.
Esses são dados reais, publicados agora em 2025 e 2026.
O problema é que toda essa transformação foi construída para quem tem escala, capital e estrutura de tecnologia. Para as grandes redes.

E os outros 1,4 milhão de varejistas independentes de moda no Brasil? De novo, o que fazem?

Esses continuam vendendo o que cabe no seu estoque. Atendendo o cliente com o que têm na prateleira. Perdendo venda por ruptura. Perdendo cliente para o concorrente que tem o tamanho certo, a cor que falta, a marca que o consumidor perguntou.
Isso não é um problema de gestão. É um problema de infraestrutura.
E é exatamente aí que entra a Figo.
O que a Figo faz, de verdade?
A Figo é um marketplace físico. Não uma plataforma digital, não um app de vitrine. E sim, um ecossistema que conecta fabricantes, distribuidores, varejistas e afiliados dentro de uma lógica simples: o vendedor que está em contato com o cliente na loja física pode oferecer muito mais do que o que está na gôndola.
Quando o cliente entra na loja e pergunta por um produto que não está disponível, o vendedor não precisa mais dizer “não temos”. Ele acessa o catálogo digital integrado as maquininha Figo, mostra o produto, finaliza a venda e o item é entregue na casa do cliente. A loja vende. A marca vende. O varejista fatura a comissão. O consumidor sai satisfeito.

Isso é o e-commerce das marcas chegando ao ponto de venda físico do multimarcas, de forma simples e praticamente sem custo.


É o omnichannel que a Renner construiu com R$ 858 milhões, chegando ao pequeno varejista via Figo, sem que ele precise investir nada perto disso.
O que muda para cada lado do ecossistema?
Para o varejista, a mudança é imediata. Ele deixa de ser limitado pelo espaço físico da sua loja e pelo capital de giro disponível para estoque. Passa a oferecer um mix infinito sem imobilizar capital. E ainda amplia sua receita com um novo canal de remuneração por venda intermediada.
Para a marca (Seller) e o distribuidor, é a abertura de um canal físico que não existia antes para seu e-commerce: é o vendedor do multimarcas como extensão da sua força de vendas, dentro de um ambiente de confiança, com atendimento humano, no momento em que o consumidor já está com intenção de compra.
Para o consumidor, é a experiência que ele espera mas raramente encontra fora das grandes redes: variedade real, sem precisar sair da loja que ele já conhece e confia.
A Figo é a máquininha que faltava. SERAA! :):)
As grandes redes resolveram o omnichannel de dentro para fora, integrando seus próprios canais. É uma solução vertical, fechada, que funciona para quem tem diversas lojas próprias.
A Figo resolve o omnichannel de fora para dentro do pequeno e médio varejista, conectando um ecossistema que já existe mas opera desconectado.
Não é tecnologia pela tecnologia. É tecnologia resolvendo um problema concreto de quem está na ponta, atendendo o consumidor todos os dias, com as ferramentas que tem.
O varejo de moda no Brasil movimentou R$ 92,5 bilhões em 2023. A maior parte desse dinheiro não passa pelas grandes redes. Passa por lojas menores, multimarcas, representantes, afiliados. Um universo pulverizado, carente de infraestrutura, com enorme potencial represado.
A Figo foi construída para destravá-lo.
O varejo que vende mais não é o que tem a maior loja. É o que tem o maior alcance.

Se você é varejista, fabricante, distribuidor ou investidor e quer entender como esse ecossistema funciona na prática, acesse: http://www.soufigo.com.br.

Logotipo da empresa Figo, com uma gota estilizada e o nome 'figo' em letras roxas.

http://www.soufigo.com.br


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