Amor pra Recomeçar: quero te convidar a assistir meu primeiro podcast e conhecer um pouco mais da minha história. E, depois de assistir, me diga: se não fosse esse o nome do meu livro, que nome você daria para ele?
LIVRO – Amor pra Recomeçar: transforme seu sonho em sucesso
Estar com a Figo no Fórum E‑Commerce Brasil 2026 foi, para mim, viver em três dias a confirmação de uma tese que venho construindo em conjunto com sócios maravilhosos há anos no varejo e na tecnologia.
Entre 28 e 30 de julho, caminhar pelos pavilhões do Distrito Anhembi, em São Paulo, era atravessar um mapa vivo do comércio eletrônico brasileiro. O Fórum reuniu sellers, marketplaces, grandes marcas, meios de pagamento, startups e empreendedores em trilhas que iam de gestão e operações até inovação.
Como empreendedor, eu senti na pele como o evento espelha o momento do mercado: um e‑commerce que já ultrapassou a fase de expansão desordenada e começa a olhar com muito mais cuidado para margem, eficiência, integração de canais e liderança. Estar ali com a Figo significava colocar nossa visão exatamente no centro dessa conversa, ao lado de quem está desenhando o futuro do varejo digital no Brasil.
Por que a Figo existe, na minha visão
Quando eu falo da Figo, não falo apenas de uma plataforma de pagamento ou de um marketplace; falo de uma resposta empreendedora a dores que vi muitas vezes na prática, em diferentes negócios. A Figo nasceu da convicção de que o varejo precisa de menos fricção, mais inteligência e novas fontes de receita, isso sem abrir mão da simplicidade na operação do dia a dia.
A Figo propõe uma lógica diferente, um jeito novo em um mercado já rico em inovações. É um marketplace físico e colaborativo, conectando lojas e indústrias como sellers e vendedores e colaboradores como afiliados, permitindo que qualquer loja tenha acesso a um estoque infinito sem assumir inventário próprio.
É dessa junção que surge a frase que carrego com orgulho: seu ecommerce em milhares de maquininhas. Eu realmente acredito que o e‑commerce não precisa ficar preso a uma única tela; ele pode se espalhar por uma rede de pontos de venda físicos, transformando cada maquininha em um canal de venda, serviços financeiros e relacionamento.
Em meio a muitas inovações, qual era o nosso diferencial
Uma coisa que me chamou atenção no Fórum foi a quantidade de iniciativas inovadoras presentes: marketplace digital amadurecido, soluções phygital, projetos de marketplace físico em grandes redes, plataformas de SEO com IA, ecossistemas completos de varejo omnichannel. Esse ambiente reforça como o varejo brasileiro está se reinventando em várias frentes ao mesmo tempo.
Nesse cenário rico em novidades, o que eu senti, e aqui falo com muita humildade e senso de realidade, é que a Figo trazia uma proposta diferente, alinhada ao seu propósito de negócio. Enquanto muitos players focavam em ampliar o alcance do marketplace digital ou em sofisticar a experiência online, nós estávamos propondo algo complementar: transformar o próprio ponto de venda físico em parte de um marketplace maior, com pagamento, split e serviços financeiros fluindo em um único ambiente.
Ver isso na prática, em conversas com lojistas, indústrias e parceiros, me mostrou que era uma contribuição específica dentro de um ecossistema com várias soluções interessantes. Não me sinto confortável em dizer que “somos os únicos inovadores”, porque há outras iniciativas importantes no mercado, inclusive testes de marketplace físico e modelos phygital em grandes redes e startups. Mas eu saí do evento com a sensação clara de que a Figo era a única empresa propondo essa combinação específica: marketplace físico colaborativo, gestão unificada de pagamentos multiadquirente e loja de serviços financeiros plugada ao PDV, sob uma mesma tese.
Para mim, mais do que “ser o único”, o ponto é estar fiel ao propósito da Figo e contribuir com uma visão original para um problema real: como fazer o varejo físico participar de verdade da lógica de marketplace, sem perder controle financeiro e sem aumentar a complexidade da operação.
Três dias de conexões intensas
No Fórum, a Figo esteve presente no estande da Wbuy, dentro de um ecossistema que já fala muito bem com o lojista digital. A Wbuy levou sua estrutura de plataforma de e‑commerce, e nós nos somamos a essa conversa mostrando como levar o comércio digital para o PDV físico, com multiadquirência, marketplace e serviços financeiros integrados.
Foram três dias de conexões intensas e excelentes. Falei com lojistas iniciando sua jornada digital, com grandes redes buscando integração entre canais, com indústrias querendo se aproximar mais do consumidor final e com parceiros de tecnologia interessados em construir algo junto. Em cada conversa, via um ponto em comum: a necessidade de simplificar o fluxo financeiro, ganhar transparência e transformar o ponto de venda em um ambiente de dados e serviços, não apenas de transação.
Ver pessoas parando no estande, ouvindo o conceito de marketplace físico, fazendo perguntas e trazendo casos reais, foi uma experiência forte. A cada troca, eu sentia que “seu ecommerce em milhares de maquininhas” deixava de ser um slogan e se tornava uma possibilidade concreta na cabeça de quem nos visitava.
O Fórum como porta aberta para crescimento
Do ponto de vista de negócio, o Fórum foi claramente uma porta aberta para o crescimento da Figo. Saí de lá com um pipeline de oportunidades muito mais qualificado: redes varejistas interessadas em testar o modelo, indústrias curiosas sobre a dinâmica de estoque infinito e parceiros tecnológicos buscando complementar suas ofertas com a nossa infraestrutura.
Mas, para mim, o impacto vai além das oportunidades comerciais. Estar naquele ambiente, ao lado de grandes players de tecnologia, meios de pagamento e plataformas de e‑commerce, reforçou a certeza de que a Figo não é uma solução acessória; ela é parte da conversa sobre como integrar físico e digital em um único organismo, com dados, pagamentos e logística trabalhando juntos.
Também foi um laboratório poderoso de narrativa. Explicar a tese da Figo para milhares de pessoas em três dias nos obrigou a afinar a forma de contar a história, deixar mais claro o “porquê” antes do “como” e traduzir conceitos técnicos (como multiadquirência, split automático e marketplace e afiliado físico) em benefícios que fazem sentido para quem está na linha de frente do varejo.
O que eu levo comigo depois do evento
Saí com várias certezas e alguns desafios saudáveis. A principal certeza é que existe espaço e necessidade para um modelo que transforma o PDV e também microempreendedores afiliados em hub de vendas, serviços financeiros e dados, conectando varejo físico e digital de forma muito mais fluida. Outra certeza é que conexões geram oportunidades: cada nova loja, indústria ou parceiro que entra na rede Figo abre possibilidades para todo o ecossistema que estamos construindo.
Os desafios que enxerguei são o tipo de desafio que alimenta quem empreende: aprofundar integrações com outros players, seguir educando o mercado sobre conceitos como marketplace físico e split, e manter a experiência simples para quem opera na ponta, apesar da complexidade que existe por trás da tecnologia. Ao mesmo tempo, ver a tese da Figo dialogar tão bem com os temas centrais do Fórum me dá convicção de que estamos no caminho certo.
Em resumo, estar no Fórum foi um marco importante na jornada da Figo e na minha jornada pessoal como empreendedor. Foram três dias intensos, cheios de conversas, aprendizados e confirmações de que é possível, sim, colocar seu ecommerce em milhares de maquininhas e, ao fazer isso, abrir novas portas de crescimento para todo o varejo brasileiro. Ao mesmo tempo, esse modelo cria para microempreendedores afiliados um novo formato de se remunerar, com receita nova e recorrente, a partir de um marketplace físico e colaborativo que conecta lojas, indústrias, vendedores e colaboradores em torno de um estoque infinito sem inventário próprio. Tudo isso com originalidade, mas também com respeito a tudo o que o ecossistema já vem construindo ao longo dos últimos anos.
Tem uma pergunta que ouço com frequência quando explico o que é a Figo:
“Como você conseguiu simplificar tudo isso?”
A resposta honesta é: não fui eu que simplifiquei. Foi o tempo.
Trinta anos atuando no varejo físico, construindo CRM, trabalhando com software e entendendo como o lojista pensa, como ele compra, como ele perde vendas e como muitas vezes desiste de crescer porque o processo é caro e arriscado demais. Tudo isso foi, na prática, uma longa pesquisa de campo sem esse nome, apenas observação, experiência e prática.
Quando chegou a hora de construir a Figo, eu já conhecia os desafios. E, ao mesmo tempo, lá no meu íntimo, sabia que superaria cada obstáculo. Eu entendia que meu maior desafio seria transformar tudo em algo claro e simples. Eu ainda não tinha todas as respostas, mas o caminho já estava desenhado na minha cabeça.
O varejo físico convive com problemas invisíveis, mas presentes todos os dias, consumindo energia, tempo e resultado de qualquer varejista. De um lado está o fabricante. Do outro, o varejista. Entre os dois, existe uma cadeia longa, cara e, na maioria das vezes, mal conectada. Meu objetivo era criar algo que simplificasse tudo isso.
O lojista não consegue oferecer variedade porque precisa comprar estoque antecipado. O fabricante não consegue escalar porque depende de grandes pedidos e de alcançar o maior número possível de varejistas. Distribuidores e fornecedores acabam vivendo no meio desse fogo cruzado.
E o SmartPOS, o terminal que está todos os dias na frente do cliente e perto do varejista, muitas vezes fica subutilizado, mesmo sendo smart. No máximo, entrega uma ou outra funcionalidade além do seu core, que é processar pagamentos. Ou seja, havia muito mais potencial a ser explorado.
A Figo nasceu para resolver exatamente isso.
Ela é o primeiro marketplace físico do Brasil, integrado diretamente ao SmartPOS (maquininha). Conecta fabricantes, distribuidores, varejistas e afiliados em um único ecossistema. O varejista passa a oferecer produtos que não estão no seu estoque físico. O pagamento é orquestrado, o split acontece automaticamente entre os participantes e a liquidação é controlada. Tudo no mesmo fluxo, no mesmo terminal.
É estoque infinito sem risco de capital para o lojista, mais conveniência para o consumidor e uma nova frente de escala para o fabricante, que passa a contar com um canal novo e relevante, pois pode simplesmente conectar seu ecommerce em milhares de maquininhas.
Complexidade nos bastidores. Simplicidade direto na maquininha.
No início, quando comecei a prospectar fornecedores de meios de pagamento, percebi que levaria tempo para alguém realmente entender o que eu queria construir. À primeira vista, todos me apresentavam soluções muito diferentes daquilo que eu tinha em mente. Mas isso não aconteceu por falta de competência. Aconteceu porque ainda era preciso compreender com profundidade o conceito da Figo.
Hoje, olhando em retrospecto, talvez eu mesmo ainda não tivesse traduzido a ideia da melhor forma naquele momento. O processo foi amadurecendo dia após dia. Foram quase dois anos até chegarmos ao produto pronto, já em produção, com duas marcas de moda feminina.
Na prática, eu e meus sócios nessa empreitada criamos uma empresa de pagamento cujo core business é o marketplace. Parece loucura, mas é exatamente isso.
Ficou tão claro para o varejista que, quando ele vê na hora, entende imediatamente:
“Eu posso vender mais sem precisar de mais dinheiro para comprar estoque?”
Sim. É isso.
Essa tradução não acontece por acaso. Ela acontece porque quem construiu o produto conhece os dois lados da conversa. Conhece o back-end sofisticado e conhece a linguagem do lojista que acorda cedo, paga aluguel caro e precisa de resultado hoje.
Da teoria à prática
Fizemos nosso MVP, a Figo foi testada com a Vestem, marca do setor de moda Fitness. A implantação aconteceu, o modelo funcionou e a venda foi concretizada.
Não estou aqui para inflar números. Estou dizendo que o conceito saiu do papel, foi para o varejo real e provou que funciona.
Isso muda tudo. Porque, no varejo brasileiro, teoria sem operação não vale nada.
O próximo passo
Estamos hoje lançando uma POC com uma marca de moda feminina premium. É o início.
Não vou antecipar o nome. Mas posso dizer o que isso representa: a Figo entrando em um segmento que combina alto valor de produto, cliente exigente e uma cadeia de fornecimento complexa. O ambiente ideal para provar que o modelo escala com qualidade.
O que eu aprendi construindo isso
Resiliência e resistência de um empreendedor não é uma virtude romântica. Precisa ser uma habilidade operacional.
Construir a Figo está exigindo de mim muito mais do que eu esperava. Sou empreendedor de longa data, mas encontrei o projeto da minha vida. A Figo tem propósito, tem alma e me permitiu exercitar ainda mais minha resiliência e resistência.
Eu e todos que estão envolvidos nesse projeto temos um único objetivo: vencer e mostrar ao mercado que a Figo pode se tornar uma das principais empresas deste país.
Temos energia para adaptar o modelo várias vezes, lidar com a complexidade técnica de integrar múltiplos players e, ao mesmo tempo, manter a explicação simples o suficiente para que o varejista diga:
“Entendi. Quero isso.”
Esse equilíbrio entre profundidade e clareza define se um produto chega ao mercado ou fica preso em um slide de apresentação.
A Figo chegou ao mercado.
E isso é só o começo.
Se você é varejista, fabricante ou distribuidor e quer entender como a Figo pode mudar sua operação, o caminho começa em www.soufigo.com.br.
As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz? Ou melhor, o que faziam? Eu te conto mais abaixo. :)
A Lojas Renner investiu R$ 858 milhões em 2025 para integrar físico e digital. A C&A lançou um app que dobrou a taxa de conversão e cresceu 53% no e-commerce em um trimestre. A Riachuelo contratou um CEO vindo da Dafiti exatamente para liderar sua transformação omnichannel. O mercado não deixa dúvida: o consumidor brasileiro já decidiu que quer comprar em qualquer canal, a qualquer hora, sem fricção. Pesquisa da Wake e Opinion Box confirma: 78,9% dos consumidores transitam entre canais físicos e digitais. E empresas com operação omnichannel madura faturam três vezes mais e têm um LTV 170% maior que os concorrentes fragmentados. Esses são dados reais, publicados agora em 2025 e 2026. O problema é que toda essa transformação foi construída para quem tem escala, capital e estrutura de tecnologia. Para as grandes redes.
E os outros 1,4 milhão de varejistas independentes de moda no Brasil? De novo, o que fazem?
Esses continuam vendendo o que cabe no seu estoque. Atendendo o cliente com o que têm na prateleira. Perdendo venda por ruptura. Perdendo cliente para o concorrente que tem o tamanho certo, a cor que falta, a marca que o consumidor perguntou. Isso não é um problema de gestão. É um problema de infraestrutura. E é exatamente aí que entra a Figo. O que a Figo faz, de verdade? A Figo é um marketplace físico. Não uma plataforma digital, não um app de vitrine. E sim, um ecossistema que conecta fabricantes, distribuidores, varejistas e afiliados dentro de uma lógica simples: o vendedor que está em contato com o cliente na loja física pode oferecer muito mais do que o que está na gôndola. Quando o cliente entra na loja e pergunta por um produto que não está disponível, o vendedor não precisa mais dizer “não temos”. Ele acessa o catálogo digital integrado as maquininha Figo, mostra o produto, finaliza a venda e o item é entregue na casa do cliente. A loja vende. A marca vende. O varejista fatura a comissão. O consumidor sai satisfeito.
Isso é o e-commerce das marcas chegando ao ponto de venda físico do multimarcas, de forma simples e praticamente sem custo.
É o omnichannel que a Renner construiu com R$ 858 milhões, chegando ao pequeno varejista via Figo, sem que ele precise investir nada perto disso. O que muda para cada lado do ecossistema? Para o varejista, a mudança é imediata. Ele deixa de ser limitado pelo espaço físico da sua loja e pelo capital de giro disponível para estoque. Passa a oferecer um mix infinito sem imobilizar capital. E ainda amplia sua receita com um novo canal de remuneração por venda intermediada. Para a marca (Seller) e o distribuidor, é a abertura de um canal físico que não existia antes para seu e-commerce: é o vendedor do multimarcas como extensão da sua força de vendas, dentro de um ambiente de confiança, com atendimento humano, no momento em que o consumidor já está com intenção de compra. Para o consumidor, é a experiência que ele espera mas raramente encontra fora das grandes redes: variedade real, sem precisar sair da loja que ele já conhece e confia. A Figo é a máquininha que faltava. SERAA! :):) As grandes redes resolveram o omnichannel de dentro para fora, integrando seus próprios canais. É uma solução vertical, fechada, que funciona para quem tem diversas lojas próprias. A Figo resolve o omnichannel de fora para dentro do pequeno e médio varejista, conectando um ecossistema que já existe mas opera desconectado. Não é tecnologia pela tecnologia. É tecnologia resolvendo um problema concreto de quem está na ponta, atendendo o consumidor todos os dias, com as ferramentas que tem. O varejo de moda no Brasil movimentou R$ 92,5 bilhões em 2023. A maior parte desse dinheiro não passa pelas grandes redes. Passa por lojas menores, multimarcas, representantes, afiliados. Um universo pulverizado, carente de infraestrutura, com enorme potencial represado. A Figo foi construída para destravá-lo. O varejo que vende mais não é o que tem a maior loja. É o que tem o maior alcance.
Se você é varejista, fabricante, distribuidor ou investidor e quer entender como esse ecossistema funciona na prática, acesse: http://www.soufigo.com.br.
Nesse série de histórinhas, você vai conhecer de forma lúdica e didática o que é a Figo e como ela muda o jogo para fabricantes, lojistas e consumidores, transformando estoque parado em canal de vendas contínuo, conectando as coleções a uma rede de lojistas multimarcas em todo o Brasil, sem depender só de representantes. Isso aumenta o alcance da marca no ponto de venda físico, mantém o preço cheio por mais tempo e reduz a necessidade de liquidações que corroem margem e desvalorizam a coleção. Não deixe de ler, pois alem de tudo é uma delicia a leitura.
Escolher o nome de uma empresa parece, para muita gente, só uma etapa criativa. Uma questão de gosto. Uma hora de brainstorming com post-it na parede.
Mas na prática, é uma das decisões mais estratégicas da jornada.
Um nome não serve apenas para identificar um negócio. Ele comunica propósito, transmite percepção e cria conexão emocional com o mercado antes mesmo de você abrir a boca para explicar o que faz.
Um nome forte não nasce só da estética. Ele nasce quando som, significado e visão de futuro se encontram no mesmo lugar.
No caso da Figo, essa escolha foi especial de um jeito que até hoje é difícil de explicar só pela lógica.
Eu estava buscando um nome que traduzisse o que a empresa realmente seria. Queria algo simples, com força e propósito. Mas não conseguia chegar a uma definição final. Até que, em um determinado dia, uma palavra me veio à cabeça. Simples. Curta. Quatro letras. E que parecia perfeita: Figo.
O mais curioso? Isso aconteceu antes de qualquer pesquisa mais profunda sobre o simbolismo da palavra. Primeiro veio a intuição. Depois, o significado.
Quando fui conversar com minha sócia, Maysa, compartilhei algumas ideias. Em um momento da conversa, mencionei “Figo”. Ela pegou o caderno e disse: “Veja qual palavra eu escrevi hoje de manhã e queria te mostrar.”
Era exatamente a mesma. Acredite se quiser! :-)
Naquele momento, tudo fez sentido. Conexão, sintonia e, pra nós, destino. Como se o nome já estivesse escolhido antes mesmo de ser oficialmente escolhido.
Com o tempo, ao pesquisar mais, a força dessa escolha ficou ainda mais evidente. Em diferentes civilizações, o figo aparece associado à fertilidade, à abundância, à prosperidade e à sustentação da vida. Na cultura greco-romana, símbolo de abundância. Na tradição bíblica, uma das Sete Espécies da Terra Prometida e símbolo de paz e prosperidade. Na tradição romana, a figueira aparece ligada ao mito de Rômulo e Remo, fundadores de Roma, reforçando a ideia de origem, fundação e ascensão. No budismo, a Bodhi Tree, uma figueira sagrada, é a árvore sob a qual Sidarta Gautama alcançou a iluminação.
Quando você olha para esse conjunto, percebe que o nome Figo carrega algo muito maior do que identidade visual. Ele carrega uma mensagem simbólica coerente com a proposta do negócio: nutrir relações, gerar valor, sustentar crescimento e levar prosperidade a quem faz parte do ecossistema.
E esse ponto é central.
Empresas prosperam mais quando existe coerência entre nome, propósito e entrega. Quando o nome reforça a essência do negócio, ele deixa de ser apenas uma marca e passa a funcionar como um ativo estratégico. Ele encurta a distância entre percepção e posicionamento.
O mercado tem bons exemplos disso.
A Amazon começou com outro nome, “Cadabra”. Jeff Bezos trocou porque queria algo que comunicasse escala e grandiosidade antes mesmo de a empresa chegar lá. Escolheu o maior rio do mundo. Funcionou.
A Nike veio da deusa grega da vitória, e essa associação sustenta toda a construção simbólica da marca em torno de conquista e superação.
Quando nome e narrativa trabalham juntos, a marca não começa do zero. Ela já nasce com direção.
Esse é o ponto que muitas empresas ignoram.
Um nome não faz uma empresa prosperar sozinho. O que faz uma empresa prosperar é execução, estratégia, consistência e capacidade de gerar valor real. Mas um nome certo ajuda muito nesse processo. Ele fortalece identidade, diferenciação, memorabilidade e conexão emocional.
Ele ajuda o mercado a entender mais rápido quem você é.
Ele ajuda parceiros a enxergarem com mais clareza o que você propõe.
E ajuda a própria empresa a construir cultura com mais verdade desde o início.
A Figo nasceu com um nome que já carregava propósito. Agora, a missão é honrar esse significado todos os dias.
Hoje, olhando para trás, fica ainda mais claro que escolhemos a palavra mais adequada possível. Não apenas pelo simbolismo histórico, que por si só já é extraordinário, mas porque ela traduz exatamente aquilo em que acreditamos.
Figo é prosperidade. Figo é crescimento. Figo é sustentação. Figo é conexão.
E, acima de tudo, esse é o propósito da Figo: levar prosperidade aos nossos parceiros.
No varejo de moda, todo mundo está correndo atrás da mesma equação: vender mais, arriscar menos estoque e entregar uma experiência fluida para um cliente que já não aceita ouvir “não tenho esse produto aqui”. Ao mesmo tempo, lojistas e indústrias entram em 2026 pressionados por margens apertadas, excesso de oferta e um ambiente de e‑commerce cada vez mais competitivo e caro para crescer.
É nesse contexto que o conceito de estoque infinito ganha protagonismo –e que a Figo surge como um modelo diferente, levando a lógica de marketplace e prateleira infinita para o mundo físico, diretamente no SmartPOS (maquininha) da loja.
O problema dos dois lados: loja e indústria
Do lado do lojista de moda (principalmente o pequeno e o multimarcas):
Espaço físico limitado, que impede trabalhar todo o sortimento desejado.
Capital de giro curto, que limita quantidade de coleção e profundidade de grade.
Perda diária de vendas porque o produto, o tamanho ou a cor que o cliente quer não está ali na hora.
Do lado da indústria de moda:
Estoques elevados e coleção que muitas vezes não encontra o PDV certo na hora certa.
Dependência de poucos grandes canais, aumentando risco comercial e pressão por desconto.
Crescimento caro via mídia digital e canais próprios, num cenário em que omnichannel deixou de ser diferencial e virou “básico”.
Todos sentem a mesma dor: muito esforço para pouco resultado em uma cadeia que não conversa em tempo real.
O que é “estoque infinito” no mundo físico
Prateleira infinita, na prática, é a capacidade de oferecer ao cliente todo o catálogo, mesmo que o produto não esteja fisicamente na loja naquele momento. O vendedor acessa estoques de outros pontos (outras lojas, CD, indústria, e‑commerce) e conclui a venda como se tudo estivesse ali, sem deixar o cliente ir embora.
No modelo tradicional, isso costuma depender de grandes redes, integrações complexas e projetos caros de omnichannel. A proposta da Figo é democratizar essa lógica para o varejo físico e multimarcas, conectando lojistas e indústria em um marketplace do mundo físico, plugado direto na maquininha.
Como a Figo funciona na prática
A Figo se posiciona como um ecossistema do varejo físico: um marketplace integrado na maquininha que conecta estoques de lojas e indústrias em uma única plataforma.
Na ponta do lojista:
A loja continua vendendo seu estoque normalmente, como sempre fez.
Quando o produto desejado não está ali, o vendedor acessa o catálogo compartilhado da Figo direto na maquininha e vende o estoque de outras lojas e marcas.
A loja recebe comissão sobre cada venda intermediada, com split de pagamento e logística orquestrada pela plataforma.
Na ponta da indústria de moda:
A coleção passa a estar disponível em uma rede de PDVs físicos, sem necessidade de abrir novas lojas próprias.
Lojistas atuam como “afiliados físicos” da marca, recomendando e vendendo produtos mesmo além do mix que compraram no atacado.
O giro de estoque aumenta, com muito mais capilaridade e pulverização de risco comercial.
Tudo isso apoiado por processos automatizados de split, emissão de documentos e conciliação, reduzindo fricção operacional e deixando os parceiros focados em produto, atendimento e marca.
Na prática a Figo não inventou uma necessidade. Ela identificou uma demanda real, já existente, e a reorganizou de forma mais inteligente. O resultado é uma proposta de valor que vai além do produto: entrega conveniência, serviço, e benefícios financeiros e operacionais, tudo integrado em uma única experiência.
Benefícios para o lojista de moda
Para o lojista, a Figo transforma a loja física em um hub multimarcas com prateleira infinita.
Os principais ganhos são:
Mais vendas por metro quadrado, graças a um catálogo virtual ilimitado sem necessidade de estocar tudo.
Menos ruptura de estoque, evitando perder venda porque “o produto não está aqui hoje”.
Nova fonte de receita com comissões sobre a venda de produtos de outras lojas e indústrias.
Zero investimento inicial relevante em tecnologia complexa, pois a experiência acontece na maquininha que ele já usa.
Em um cenário em que omnichannel virou requisito básico, isso coloca o pequeno e médio lojista em um patamar tecnológico que antes parecia restrito a grandes redes.
Benefícios para a indústria de moda
Para a indústria, a Figo abre um novo canal de sell‑out usando a força da rede de lojas físicas.
Os impactos mais relevantes:
Maior capilaridade em PDVs físicos, sem o custo e o risco de expansão de lojas próprias.
Giro mais inteligente de coleção, com acesso a demanda real de múltiplas praças em tempo quase real.
Redução da dependência de poucos grandes clientes ou plataformas globais, pulverizando risco comercial.
Possibilidade de testar produtos, cápsulas e coleções em diferentes perfis de lojistas sem reinventar toda a operação de canais.
Em resumo, a indústria passa a enxergar a rede de varejo físico não só como “cliente de atacado”, mas como uma verdadeira rede de afiliados e distribuidores omnichannel da marca em um canal fisico de venda.
Por que isso é relevante agora
Dados recentes mostram que o varejo físico segue vivo, mas precisa ser mais inteligente, conectado e eficiente para crescer. Omnichannel, tecnologia no PDV e modelos colaborativos de estoque deixaram de ser “tendência” para virar base operacional do varejo que quer sobreviver aos próximos ciclos.
A Figo se posiciona exatamente nessa interseção:
Mundo físico +
Estoque infinito +
Pagamentos inteligentes via maquininha +
Modelo colaborativo entre lojistas, indústrias e vendedores.
E agora?
Se você é lojista de moda e quer vender mais sem aumentar o estoque, ou se é indústria e quer colocar sua coleção em centenas de lojas físicas sem abrir nenhuma nova operação, esse é o tipo de modelo que vale testar.
Estou abrindo agenda para conversar com lojas multimarcas e indústrias que queiram construir essa próxima fase do varejo de moda com a gente. Se fizer sentido para você, me manda uma mensagem no LinkedIn ou comente “quero entender melhor” em nosso perfil no instagran (@Sou_figo)e eu retorno com detalhes e ideias de piloto para o seu cenário.
Um dos maiores aprendizados da minha trajetória empreendedora é que não existe “a” história da empresa. Existem várias versões da mesma verdade, contadas sob ângulos diferentes para públicos diferentes. O discurso que encanta um investidor não é exatamente o mesmo que faz um lojista se mexer, e certamente não é igual o que toca o consultor ou afiliado que está buscando renda extra. A arte está em alinhar todos eles sem perder a essência. Esse é o maior desafio de qualquer empreendedor em seu início de trajetória da sua nova iniciativa.
Quando falo com investidores sobre a Figo, a história começa pelo tamanho do problema e do mercado. Mostro o volume de estoque parado no varejo, a ineficiência logística, o potencial de venda direta e colaborativa e o quanto o modelo de estoque infinito pode capturar parte dessa oportunidade. Entro em temas como TAM, escalabilidade, monetização via transações e serviços financeiros, impacto ESG real e capacidade de replicar o modelo em diferentes verticais do varejo. É uma conversa mais numérica, estratégica, de tese.
Com o lojista, a narrativa muda de lugar. O foco deixa de ser o tamanho global do mercado e passa a ser a pergunta que realmente importa para ele: “Como isso faz meu caixa respirar e crescer?”. Aqui, falo sobre vender mais sem imobilizar tanto capital, sobre girar o próprio estoque usando a rede de outros lojistas, sobre reduzir ruptura e aumentar tíquete médio com acesso a “estoque infinito”. Mostro cenários práticos: se antes ele precisava comprar 100 peças para testar uma coleção, agora ele pode continuar comprando o tradicional, mas também pode tentar impulsionar vendas de novos produtos com muito menos risco apoiado por outras vendas pelo ecossistema.
Já com o consultor de vendas, o centro da conversa é a vida real. Tempo, renda, propósito. Explico como ele ou ela poderá acessar catálogos de diferentes lojas e fabricantes, vender para sua rede, ganhar comissões claras e ser apoiado pela tecnologia em vez de ficar sozinho. É sobre como encaixar essa atividade na rotina, como crescer, como transformar contatos em clientes e clientes em uma carteira recorrente. É mostrar que não estamos falando de um “bico qualquer”, mas de um caminho de empreendedorismo colaborativo.
Em todas essas versões, existe um fio condutor que não pode se perder: o propósito da Figo de destravar valor no varejo físico conectando pessoas, estoques e tecnologia. O investidor precisa sentir que essa visão é grande e defensável. O lojista precisa perceber que isso resolve problemas concretos do dia a dia. O consultor precisa enxergar que há espaço para o seu recomeço dentro desse ecossistema.
Do slide ao caixa, da tese ao PDV, tudo é sobre contar uma boa história e depois fazer com que ela aconteça na prática na vida real. Fiz isso algumas vezes na minha vida com sucesso, vou fazer novamente, pois tenho pessoas comprometidas ao meu lado e juntos faremos novamente história no varejo brasileiro. No fim, a Figo também é uma forma de recomeçar a forma como contamos e vivemos o varejo: menos solitário, mais colaborativo; menos pesado, mais fluido; menos limitado, mais infinito.
Sempre acreditei que recomeçar e se reinventar não é jogar a história fora, e sim olhar para ela com outros olhos. Quando escrevi meu livro “Amor pra Recomeçar”, meu desejo foi justamente mostrar que cada queda, cada mudança de rota e cada empresa construída, e às vezes vendida, carregavam sementes de um próximo episódio. No varejo, não é diferente: há um universo de ativos e experiências já existentes que podem ser ressignificados antes de pensarmos em construir algo novo do zero.
A economia colaborativa nos deu exemplos claros disso. Carros ociosos viraram fonte de renda em aplicativos de corrida; quartos vazios se transformaram em hospedagem para viajantes; tempo livre virou serviço por demanda; conhecimento virou curso online. Em comum, uma lógica simples: alguém tem um ativo parado; outra pessoa tem uma necessidade; a tecnologia constrói a ponte e cria valor para os dois lados.
No varejo físico, o estoque é um desses ativos em algumas vezes subaproveitados. Lojas com produtos que não giram; marcas com coleções passadas encalhadas em galpões; espaços físicos com capacidade ociosa. Em vez de tratar isso como perda, a pergunta é: como transformar esse estoque em parte de um grande “estoque infinito”, acessível a mais pontos de venda e mais pessoas, sem exigir que cada lojista banque tudo sozinho?
A Figo materializa essa lógica ao permitir que lojistas vendam produtos de fabricantes e de outros lojistas como se fossem seus, usando tecnologia para orquestrar quem tem o produto, quem tem o cliente e quem viabiliza a transação. O lojista recomeça o seu mix de forma colaborativa, sem precisar recomeçar a loja do zero. O fabricante recomeça o ciclo de uma coleção que parecia encerrada. E o consultor recomeça sua jornada profissional com uma nova forma de vender, mais conectada e menos engessada.
Quando olho para esse desenho, vejo um paralelo direto com o conceito de recomeço que trago na minha vida. Em vez de descartar aquilo que não funcionou como esperado, você encontra novos usos, novas conexões e novos arranjos. Um estoque parado pode ser um problema para um lojista isolado, mas pode ser uma solução quando passa a fazer parte de uma rede. Um espaço subutilizado pode ser custo fixo pesado para uma loja sozinha, mas pode virar ponto de experiência compartilhada em um ecossistema colaborativo.
Recomeçar, no varejo, pode significar exatamente isso: sair da lógica de “cada um por si” e entrar na lógica de “como podemos ganhar juntos usando melhor o que já existe?”. A Figo não é apenas uma plataforma tecnológica; é uma proposta de olhar diferente para o varejo físico, inspirada pela mesma ideia e conceito que carrega o título do meu livro: o amor e a coragem de recomeçar e se transformar.
Seja um afiliado Figo, venha fazer parte dessa revolução.
Nos últimos anos, ESG virou quase obrigatório em qualquer apresentação corporativa. Está no relatório anual, no discurso do CEO, no material para investidores. Mas, na prática, ainda é comum ver ações muito mais próximas de marketing do que de transformação real. No varejo físico, isso é ainda mais sensível: a operação é intensiva em estoque, logística e pessoas, exatamente onde o impacto (positivo ou negativo) acontece de verdade.
Quando penso na Figo e no alcance que o modelo chegará, não vejo ESG meramente como um “puxadinho” ou um discurso bacana que vem depois do modelo de negócio. Vejo ESG como consequência natural de uma boa solução de eficiência. Se você desenha uma plataforma que reduz desperdício, melhora o uso de ativos, aumenta renda e traz transparência para a cadeia, você inevitavelmente impacta as três letras ao mesmo tempo. E é justamente isso que acontece quando olhamos para E, S e G sob a lente da Figo.
No E, de ambiental, o primeiro ponto é o estoque. Em segmentos como moda e bens de consumo, o excedente é gigantesco, com bilhões de dólares em estoque parado globalmente e uma fatia relevante desse valor no Brasil. Cada peça encalhada representa recurso natural, água, energia e emissões já gastos. Quando a Figo permite que esse estoque circule mais, seja por outros lojistas, seja via consultores de vendas, ela alonga o ciclo de vida do produto e reduz a necessidade de produzir “mais do mesmo” antes de esgotar o que já existe.
Além disso, há a camada logística. Ao conectar diretamente fabricantes, lojistas e consultores em rotas mais inteligentes, com menos etapas intermediárias, a Figo contribui para reduzir quilômetros rodados desnecessariamente, minimizando emissões associadas ao transporte, um dos grandes gargalos de ESG nas cadeias de varejo e distribuição. Não é uma solução mágica, mas é um passo concreto na direção certa.
No S, de social, o impacto é talvez ainda mais visível. A Figo cria um modelo em que três grupos ganham: fabricantes monetizam melhor seus estoques através de um canal novo de venda, lojistas vendem mais com menor risco de capital e pessoas comuns têm acesso a uma nova fonte de renda como consultores de vendas. É inclusão econômica aplicada na veia, especialmente relevante num país com desigualdade elevada e milhões buscando um “bico” que vá além de trabalhos precarizados, este é um dos propósitos que mais me encanta na Figo, sou empreendedor a muitos anos, mas essa é de fato a primeira vez que crio algo que atinge minha essência, vou ficar realizado se eu tiver o privilégio de concretizar isso.
Por fim, o G de governança se manifesta na forma como tudo isso é organizado. Quando você trabalha com múltiplos atores na mesma venda, digo: plataforma, lojista, fabricante, consultor e cliente final, precisa de regras claras de split, responsabilidade, garantia, dados e compliance. Ao atuar como hub de pagamentos e serviços financeiros, a Figo tem a oportunidade (e o dever) de estruturar contratos digitais, trilhas de auditoria, métricas e políticas que protejam todos os envolvidos. ESG aqui é também transparência: quem faz o quê, quem ganha quanto, quem assume qual risco.
No final do dia, o que me empolga é ver ESG saindo do slide e entrando no chão da loja, na negociação com o fornecedor, na rotina do consultor que vende mais um produto e leva um pouco mais de renda para casa. Quando impacto e eficiência andam juntos, a discussão deixa de ser custo e passa a ser estratégia. E é exatamente nesse ponto que eu acredito que a Figo pode fazer diferença.
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