Varejo em movimento

  • 2025 o ano dos recomeços: uma jornada, novo desafio

    2025 o ano dos recomeços: uma jornada, novo desafio

    Do livro às conversas com amigos, sócios e empreendedores, como um sonho antigo ganhou vida e abriu um novo desafio

    Foi um ano em que a palavra recomeço deixou de ser apenas conceito para virar prática diária. Entre o lançamento do livro, novas conexões com empreendedores e a rotina de produzir conteúdo sobre meu cotidiano e acontecimentos do dia a dia, mas também sobre coragem, vulnerabilidade e execução, 2025 consolidou uma fase em que a minha história como empreendedor recomeça novamente.

    Meu 2025 foi, acima de tudo, um ano de recomeços conscientes. Não daqueles que nascem do desespero, mas dos que vêm de uma escolha madura: honrar a própria história, reconhecer os tropeços, agradecer as conquistas e, ainda assim, decidir seguir em frente com mais amor, propósito e coragem.​

    O ano em que minha história virou livro

    Durante muito tempo, minha trajetória como empreendedor viveu apenas nas memórias, nos bastidores das empresas que ajudei a criar e nas conversas com amigos e parceiros de negócio. Em 2025, essa história ganhou forma, páginas e capa com o lançamento de “Amor pra Recomeçar: Transforme seu sonho em sucesso”. O livro nasceu do desejo de registrar não só as vitórias, mas também os fracassos, os desvios de rota, as associações erradas e os momentos em que parecia mais fácil desistir do que tentar de novo.​

    Ao escrever, revisitar capítulos difíceis e recontar passagens que ainda doíam, percebi que recomeçar nunca foi sinal de fraqueza na minha trajetória. Sempre que um negócio não deu certo, que uma decisão me afastou do que eu acreditava ou que precisei desfazer caminhos, ali estava escondida uma oportunidade de crescer, aprender e voltar melhor. O livro é, antes de tudo, um convite para que outras pessoas também se permitam transformar seus sonhos em projetos concretos, mesmo carregando cicatrizes no caminho.​

    Empreender na vida real, sem romantizar

    Ao longo do ano, tanto no site quanto nas redes, procurei mostrar um empreendedorismo mais humano, menos glamourizado e mais próximo da vida real. Compartilhei reflexões sobre visão de longo prazo, timing, coragem para mudar de direção e, principalmente, sobre a importância de não se apegar ao que deu certo ontem se isso estiver impedindo a construção do amanhã.​

    Passei a falar com mais clareza sobre aquilo que sempre moveu minhas decisões: criar negócios que geram impacto real na vida de clientes, parceiros e colaboradores, usando inovação, dados, marketing e relacionamento como ferramentas para construir valor de verdade. Mais do que contar “cases de sucesso”, quis abrir os bastidores da minha vida como empreendedor e principalmente das dúvidas aos medos, das conversas difíceis às apostas feitas quando quase ninguém via potencial.​

    Recomeços pessoais, novos laços e propósitos

    2025 também foi um ano de recomeços internos. Em paralelo aos projetos profissionais, precisei reorganizar prioridades, olhar com mais carinho para minha própria saúde emocional e revisar quais relações, agendas e compromissos ainda faziam sentido com a pessoa que venho me tornando. Assim como nos negócios, entendi que, na vida pessoal, recomeçar não é apagar o que foi vivido, e sim escolher seguir mais leve, mais inteiro e mais alinhado com o propósito que hoje me guia, essa é uma vantagem absoluta da maturidade dos meus 54 anos.​

    As mensagens que recebi de leitores do livro e de quem acompanha meus conteúdos foram combustível importante para continuar. Ler relatos de pessoas que decidiram tirar um projeto da gaveta, mudar de carreira, voltar a estudar ou simplesmente se tratar com menos dureza depois de um erro reforçou a certeza de que vulnerabilidade conecta e cura. Aos poucos, foi nascendo uma comunidade em torno da ideia de que recomeçar com amor, por si, pela própria história e pelos próprios sonhos é uma das decisões mais corajosas que alguém pode tomar.​

    O que levo deste ano para o próximo

    Se fosse para resumir os principais aprendizados deste ciclo, colocaria assim:

    • História bem contada abre portas. Quando você compartilha sua caminhada com honestidade, sem máscaras e sem edição exagerada, oportunidades começam a aparecer de lugares que você nem imaginava.​
    • Nem todo negócio que nasce precisa durar para sempre. Alguns existem para te ensinar algo, ampliar sua visão e te preparar para o que vem depois; entender isso tira o peso da culpa e devolve a responsabilidade para a escolha.​
    • Ninguém empreende sozinho. Sócios, equipes, mentores, clientes e até as críticas têm um papel importante na construção de qualquer jornada consistente.​
    • Cuidar de si é parte da estratégia. Sem saúde emocional, autoconsciência e limites claros, nenhum resultado financeiro se sustenta por muito tempo.​
    • Recomeçar não diminui o seu valor; eleva sua maturidade. Cada novo começo carrega a sabedoria de tudo o que já foi vivido, e é justamente isso que dá força para dar o próximo passo, mesmo com medo.​

    Entro no próximo ano com o compromisso de aprofundar essas conversas: escrevendo mais, me conectando com outros empreendedores, apoiando novas iniciativas e mantendo acesa a chama de transformar sonhos em negócios que façam sentido. Se a sua vida também está pedindo um novo capítulo, o convite é simples: recomece com amor, recomece pela sua história, pelo seu sonho e por tudo o que ainda pode nascer a partir dele.

    Minha nova jornada

    Na hora de olhar para frente, é impossível não reconhecer o papel de um novo desafio em minha vida como empreendedor, nesse momento estou envolvido em alguns projetos como investidor, mas como gestor e apaixonado, eu escolhi a Figo para imprimir toda minha energia nessa nova trajetória que estou construindo. A Figo nasce exatamente no ponto de interseção entre tudo o que vivi no varejo e na tecnologia e tudo aquilo em que acredito para o futuro: colaboração, dados na veia, foco no pequeno e médio empreendedor e uso inteligente da inovação para gerar resultado na vida real.​

    Ao transformar a loja física em um hub multicanal, com prateleira infinita, split de pagamentos e um ecossistema em que indústria, lojista e consumidor ganham juntos, a Figo materializa, em produto, a visão de negócios que venho defendendo há anos. Mais do que uma plataforma de pagamentos inteligentes, ela é a prova de que é possível usar tecnologia para reduzir barreiras, aumentar vendas, democratizar acesso e criar uma nova lógica de economia colaborativa no varejo brasileiro.​

    Por isso, quando falo em “amor pra recomeçar”, hoje não estou mais falando só da minha história pessoal, mas também do que a Figo representa: a coragem de propor um modelo novo em um mercado tradicional, de apostar no potencial de lojistas e indústrias que muitas vezes foram deixados de lado e de construir, na prática, um ambiente em que todo mundo pode vender mais e melhor. A Figo é, ao mesmo tempo, continuidade e recomeço da minha jornada empreendedora e é o capítulo em que toda a experiência acumulada encontra um propósito ainda maior: impulsionar milhares de outros sonhos a saírem do papel e ocuparem seu lugar no mundo.

    Quero agradecer todos os meus sócios, amigos e colaboradores nesse projeto maravilhoso, mas sobre tudo nesses tantos anos que eles participam em minha vida. Obrigado!

    Collage of various logos and images representing different business ventures and milestones from 2005 to 2022, including Walmart's Download Center, coolnex, peela, and more.
  • Como histórias se conectam: o Indie Food Lab e a Revolução da Gastronomia

    Como histórias se conectam: o Indie Food Lab e a Revolução da Gastronomia

    Hoje, visitei um projeto incrível de um empreendedor visionário e apaixonado por criar o novo. Vocês já o conhecem do meu livro Amor pra Recomeçar: Bernardo Zamijovsky. Quem ainda não leu, deveria, pois ali tento demonstrar de forma sutil quem é esse camarada admirável.

    O projeto é o Indie Food Lab, que nasce com a proposta de ser um hub de gastronomia colaborativa e tecnológica. Inaugurado na Avenida Paulista, o espaço traz a ambição de democratizar a comida autoral e transformar nossa relação diária com a alimentação. Mais do que um novo ponto de consumo, é um laboratório vivo onde a visão empreendedora do Bernardo se conecta com uma jornada construída ao longo de muitos anos. É a materialização de um sonho de uma década. Como escrevi em meu livro, apresento o personagem “Berna” como um símbolo de coragem, reinvenção e amor pelo que faz.

    O que é o Indie Food Lab 

    O Indie Food Lab reúne diferentes culinárias assinadas por chefs convidados em sua primeira unidade na Av. Paulista, 1912. Operando como uma collab gastronômica apoiada em tecnologia e eficiência, o espaço supera o conceito tradicional de food hall. Ele integra múltiplas cozinhas em uma operação unificada, com jornada digitalizada e pedidos em fluxo único, focando em uma experiência fluida tanto no salão quanto no delivery.

    O projeto combina arte, design e tecnologia para criar um ambiente impressionante, destacando-se pelo “Beco do Indie” com grafites e área externa e pela cozinha aberta, onde o cliente acompanha o preparo em tempo real. O resultado é um destino gastronômico urbano que equilibra velocidade, qualidade e autoria, perfeitamente alinhado ao novo comportamento de consumo de São Paulo.

    A visão de Berna 

    Bernardo Zamijovsky, executivo e empreendedor com trajetória consolidada em marketing e negócios, juntou-se a sócios de peso como Bruno Ramos (Ex-Linx), Luis Bento (Ex-NCR) e Ricardo Bachert. Juntos, trazem para o Indie Food Lab uma visão de marca que vai além de servir refeições: é sobre criar encontros, memórias e comunidade. A experiência do grupo em liderar grandes negócios reflete-se na apresentação do Indie como um hub independente, colaborativo e guiado por dados.

    No universo de Amor pra Recomeçar, Berna é o amigo inquieto e estratégico, aquele que não se contenta com o óbvio. Essa mesma energia vibra no Indie Food Lab, rompendo com o modelo de praça de alimentação ao propor um sistema integrado de chefs e operação, pensado para escalar sem perder a autenticidade.

    Minha conexão com o projeto 

    Minha jornada empreendedora, retratada no livro com todo o peso e beleza de construir algo do zero, encontra no Indie Food Lab um espelho particular. O que se vê na Paulista é a prova de uma tese que defendo: quando propósito, inovação e execução disciplinada se encontram, surgem modelos capazes de mudar mercados.

    Berna, o personagem, é o Bernardo da vida real: parceiro de conversas profundas sobre risco e futuro, coautor invisível de muitas decisões e alguém com quem compartilho uma visão de mundo. Ver o Indie ganhar vida é ver o arco narrativo de Berna saindo das páginas para o concreto: uma cozinha high-tech, sustentável e aberta para o Brasil.

    Fiquei honrado com o convite do Berna para ser sócio do projeto. Em outros tempos, eu aceitaria sem pestanejar. Mas, com a maturidade e os aprendizados que acumulei, hoje prezo pelo foco total nos projetos que lidero. Atualmente, estou dedicado à Figo como CEO e à Cannoli como investidor, empresas que fazem parte da minha vida há quase dois anos. Por isso, preferi torcer da arquibancada, enviando toda energia positiva para que a empresa prospere e se torne referência mundial em sua categoria. Além do amor investido, o projeto conta com profissionais maravilhosos. Obrigado, Berna, por pensar em mim; retribuo com carinho, sou seu fã e estou sempre à disposição para contribuir.

    Inovação e Experiência

    Um recomeço com gosto de futuro O Indie opera como uma plataforma: um único sistema conecta todas as culinárias e bebidas, otimizando a produtividade e simplificando a vida do consumidor. Totens de autoatendimento e uma operação centralizada transformam o ato de comer em uma experiência com lógica de produto digital. Isso dialoga diretamente com minha trajetória: dados, recorrência e eficiência são pilares inseparáveis.

    Hoje, tive a oportunidade de prestigiar meu amigo visitando o Indie com minha família. Como cada um lá em casa tem uma preferência culinária diferente, o modelo foi perfeito: fizemos pedidos de cozinhas distintas, mas recebemos tudo ao mesmo tempo, quente e pronto para consumirmos juntos. Encontrei ali um cantinho perfeito, moderno, com uma equipe hospitaleira. Foi, talvez, um dos almoços mais agradáveis que tive com minha família recentemente.

    Um grupo de cinco pessoas sentadas em um sofá moderno e vermelho, em um ambiente de um espaço gastronômico.

    Amor pra Recomeçar fala sobre a coragem de tentar de novo. O Indie Food Lab é um desses recomeços: uma nova forma de empreender onde a independência criativa encontra a disciplina da gestão. Fico feliz em ver essa iniciativa se tornar um ponto de encontro maravilhoso para os paulistanos e turistas da nossa querida Avenida Paulista.

    Três homens sorrindo em um ambiente moderno e acolhedor, com decoração colorida ao fundo, representando um encontro no Indie Food Lab.

    Visitem: https://www.indiefoodlab.com.br

    Leia o livro: Amor pra recomeçar

    #indiefoodlab #foodhall #delivery #Foodtech

  • Startups de meios de pagamento no Brasil: por que esse mercado gera unicórnios e como a Figo pode ser o próximo

    Startups de meios de pagamento no Brasil: por que esse mercado gera unicórnios e como a Figo pode ser o próximo

    Startups de meios de pagamento vivem um dos momentos mais favoráveis da história, impulsionadas pela digitalização do consumo, pelo avanço do e-commerce e pela popularização de soluções como Pix, carteiras digitais e maquininhas inteligentes (SmartPOS). No Brasil, o setor de fintechs é líder na América Latina, com destaque para pagamentos e infraestrutura financeira, que atraem bilhões de reais em investimentos e já geraram cases de unicórnios como Nubank, PagSeguro e, mais recentemente, QI Tech, avaliada em mais de 1 bilhão de dólares.

    Por que meios de pagamento viraram “máquina de crescimento”

    Pagamentos são a porta de entrada do cliente em qualquer negócio: toda compra passa por um meio de pagamento, seja físico ou digital. Estudos indicam que o mercado de pagamentos no Brasil movimenta um profit pool da ordem de R$ 120 bilhões, com potencial de chegar a cerca de R$ 170 bilhões até 2030, puxado por digitalização, Pix e novas soluções de crédito embutido. Além disso, pagamentos instantâneos já respondem por uma fatia relevante das transações (mais de um terço no e-commerce e grande parcela no varejo físico), abrindo espaço para modelos inovadores de negócios, como “buy now pay later”, split de pagamento entre lojistas e plataformas, e banking-as-a-service.

    Capacidade de uma startup de pagamento ter sucesso

    A boa notícia é que uma startup de meios de pagamento não precisa nascer gigante para ter relevância: o setor recompensa modelos muito focados em nichos, setores e comunidades específicas. Há casos de fintechs que cresceram atendendo públicos segmentados, como adolescentes, PME, exportadores ou marketplaces e rapidamente escalaram para milhões de usuários e bilhões transacionados ao oferecer experiência simples, taxas competitivas e serviços adicionais como gestão financeira, crédito e fidelização. Isso mostra que a capacidade de sucesso está menos em disputar com bancos em tudo e mais em resolver profundamente a dor de um segmento: varejistas de bairro, e-commerce de nicho, economia de comunidade, profissionais autônomos, entre outros.

    O potencial desse tipo de startup

    O potencial de uma startup de meios de pagamento vai muito além da taxa da transação. Ao controlar o “momento do pagamento”, a empresa tem dados de comportamento, recorrência, ticket médio, inadimplência e sazonalidade, o que permite criar:

    Produtos de crédito mais inteligentes e com menos risco

    Soluções de gestão de caixa e antecipação de recebíveis

    Ferramentas de marketing, cashback e fidelidade integradas ao checkout

    Serviços de infraestrutura para terceiros (API, white label, embedded finance) 

    Com isso, uma startup desse segmento pode evoluir de “meio de pagamento” para “plataforma financeira completa”, capturando mais valor por cliente e se tornando peça-chave no crescimento de pequenos negócios, varejistas e marketplaces. Em mercados com alta informalidade e milhões de pequenos empreendedores, como o Brasil, o espaço para soluções que simplificam receber, pagar, registrar e financiar operações ainda é enorme.

    O que isso significa para quem empreende em pagamentos

    Para quem está construindo ou apostando em uma startup de meios de pagamento, o recado do mercado é direto:

    Existe espaço real para novas soluções, especialmente em nichos pouco atendidos

    Investidores continuam atentos a fintechs com modelo claro, foco B2B e tecnologia robusta

    O volume transacional cresce junto com o digital, ampliando o mercado endereçável ano após ano 

    Em outras palavras: com foco no problema certo, tecnologia alinhada à regulação e proposta de valor clara para o cliente final, uma startup de pagamentos tem hoje alta capacidade de alcançar escala, rentabilidade e relevância estratégica no ecossistema financeiro e do varejo.

    A combinação entre fintech e varejo físico abre espaço para modelos ainda mais poderosos, como o da FIGO. A plataforma opera um marketplace com conceito de “estoque infinito” para o varejo físico: o lojista pode vender muito além do que tem na própria prateleira, acessando um sortimento ampliado via marketplace e oferecendo isso ao cliente diretamente em sua loja. Isso multiplica o potencial de faturamento por metro quadrado, aumenta o ticket médio e transforma a loja em um hub de soluções para o consumidor.

    Ao mesmo tempo, a cobrança via SmartPOS, com arquitetura desenhada para reduzir riscos de chargeback e fricções de pagamento, cria uma base de volume financeiro recorrente, previsível e altamente escalável, alinhada às melhores práticas das fintechs de meios de pagamento. Essa combinação de marketplace, “estoque infinito” e infraestrutura de pagamentos inteligente posiciona a FIGO no cruzamento entre varejo, comunidade e serviços financeiros. Exatamente o tipo de tese que já levou outras startups brasileiras de pagamento e infraestrutura financeira ao status de unicórnio, unindo inovação, dados e oportunidade em um mercado gigante e ainda pouco explorado em profundidade.

    www.figoshop.com.br

    Ilustração de uma mulher em um supermercado usando uma máquina de pagamento inteligente, com uma interface digital mostrando produtos e gráficos de crescimento ao fundo.
  • Economia nas comunidades, mais de R$ 200 bilhões em consumo e 17 milhões de consumidores

    Economia nas comunidades, mais de R$ 200 bilhões em consumo e 17 milhões de consumidores

    A “economia nas comunidades” ganhou mais protagonismo nesta semana, com destaque para projetos e debates que reforçam o papel do varejo local como motor de desenvolvimento econômico, social e digital. Para quem atua com moda, calçados, cosméticos e serviços de proximidade, o recado é claro: fortalecer o bairro, o entorno e a base de clientes locais é, ao mesmo tempo, estratégia de crescimento e blindagem em um cenário macroeconômico mais cauteloso.

    O que aconteceu de relevante

    Iniciativas de “bairro digital” e plataformas que conectam consumidores a lojas locais ganharam evidência, como projetos que unem marketplace, agenda de comerciantes e serviços da vizinhança em um só ambiente digital, com foco em fortalecer a economia de bairro. Entidades do varejo reforçaram, em conteúdos recentes, que priorizar o comércio local faz o dinheiro circular dentro da comunidade, gerando emprego, investimento e senso de pertencimento. Ao mesmo tempo, análises sobre o varejo em 2025 mostram um cenário de crescimento mais lento, exigindo que pequenos negócios usem criatividade e tecnologia para não ficarem reféns apenas do fluxo das grandes redes.

    Por que isso importa para o varejista

    Para lojas de moda, calçados e cosméticos, a economia de comunidade significa vender mais para quem está perto, com conveniência, confiança e reconhecimento de marca local. Pequenos mercados e lojas de bairro vêm ganhando força justamente porque oferecem proximidade e experiência humanizada em um momento em que o consumidor valoriza consumo consciente e relações mais pessoais com as marcas. Isso abre espaço para ações como: clubes de benefícios por bairro, parcerias entre comércios vizinhos, eventos locais e campanhas de “compre do seu bairro”.

    Como a FIGO pretende potencializar a economia nas comunidades

    A FIGO oferece uma plataforma inteligente, colaborativa, sem necessidade de integração, com amplo alcance em estoque e variedade, ideal para quem quer atuar forte na comunidade, mas com potência digital de grande rede. Sua tecnologia permite que lojistas estejam presentes em um canal único e amplo, com acesso a um “estoque infinito” de parceiros e, ao mesmo tempo, ofertem seus próprios produtos de forma simples, de forma híbrida com seu marketplace integrado virtualmente nas maquininhas Figo e com a captura do pagamento presencial para dar segurança a transação. Assim o varejista consegue vender para o cliente do bairro e, se quiser, ampliar o mix oferecendo produtos de outros fornecedores, lojistas e industria, sem assumir a complexidade da operação. A FIGO se encarrega de toda a jornada, sendo: pagamento, repasse, logística compartilhada e campanhas promocionais, removendo fricções operacionais e colocando qualquer negócio, mesmo pequeno, em um patamar competitivo próximo ao das grandes redes.

    FIGO frente às tendências de economia local

    • Economia circulando no bairro: o lojista vende mais para quem está perto, enquanto a FIGO amplia o ticket com sortimento maior sem exigir investimento pesado em estoque.
    • Digitalização do comércio de rua: projetos de “bairro digital” mostram que a combinação de marketplace e presença física é o caminho; a FIGO entrega exatamente esse modelo com marketplace + POS.
    • Sustentabilidade e consumo consciente: ao conectar marcas locais e pequenos empreendedores a uma plataforma com curadoria, a FIGO ajuda o consumidor a comprar melhor e mais próximo, reforçando a identidade da comunidade.

    O que o varejista deve fazer agora

    Nos próximos dias, o varejista que quer surfar a onda da economia nas comunidades pode:

    • Mapear seu entorno: entender quem são os clientes do bairro, quais categorias faltam e com quais vizinhos pode criar ações conjuntas. 
    • Transformar a loja em hub do bairro: usar a FIGO para ampliar o sortimento via “estoque infinito”, posicionando a loja como ponto de conveniência onde o cliente resolve tudo em um só lugar.
    • Criar campanhas “do bairro para o bairro”: usar maquininhas POS e o marketplace FIGO para ações como cashback local, kits personalizados e promoções temáticas por região, reforçando pertencimento e recorrência. 

    Ao somar tecnologia de marketplace, presença física via POS e foco em comunidade, FIGO se torna uma ferramenta estratégica para transformar qualquer ponto de venda em protagonista da economia local.

    Nesse últimos dias de novembro aconteceu a esperada e anual feira que demonstra a força das comunidades a Expo Favela Innovation Brasil, que se firmou como um grande palco da potência econômica e criativa das favelas, conectando empreendedores periféricos a marcas, mídia e investidores em escala nacional. Com milhares de participantes, horas de conteúdo e forte engajamento nas redes, o evento deixou de ser apenas uma feira e passou a funcionar como plataforma de visibilidade, formação e geração de negócios para quem empreende nas comunidades. Ao estruturar etapas estaduais com curadoria e levar os finalistas para São Paulo, reforça a ideia de que a inovação que nasce na periferia é estratégica para a economia brasileira e para a pauta de impacto social.

    Para ter uma idéia de como é gigante esse universo das comunidades, uma pesquisa do Data Favela e de outras organizações mostram que as favelas brasileiras movimentam algo entre R$ 200 bilhões e R$ 300 bilhões por ano em renda própria, valor superior ao PIB ou à renda anual de vários estados brasileiros e maior que o de alguns países latino‑americanos. Outro levantamento aponta um potencial de consumo estimado em cerca de R$ 167 bilhões ao ano, considerando mais de 6 mil favelas, 17 milhões de moradores e uma renda média em torno de R$ 3 mil por domicílio.​

    A Figo está antenada a esse movimento e se prepara para caminhar junto com essa revolução, conectando varejo, tecnologia e economia das comunidades.

    www.figoshop.com.br

  • Cada olhar, uma transformação!

    Cada olhar, uma transformação!

    Andrew Scott é um artista interdisciplinar norte americano, nascido em 1991, que conquistou destaque na arte contemporânea ao reinventar o conceito tradicional da moldura. Sua técnica inovadora, batizada de “quebras de moldura”, vai além de simples alterações visuais: Scott transforma fisicamente as molduras, criando um diálogo único e dinâmico entre a obra e o espaço onde ela está inserida. Essa ruptura com o convencional tem encantado o público global, refletindo-se em mais de um bilhão de visualizações nas redes sociais. Suas obras, que abordam temas profundos como escapismo e solidão, também provocam uma nova forma de interação emocional com a arte nas pessoas, conectando-as de maneira inesperada e autêntica.

    Fazendo uma alusão a isso, proponho uma reflexão pra você que esta lendo isso agora. Este gesto de transformação olhando para algo estabelecido e conseguir reinventá-lo, recriando a experiência e sua percepção se conecta fortemente com a essência do empreendedorismo. Empreender é exatamente isso: olhar para um setor, uma indústria ou simplesmente uma ideia, e encontrar, não apenas uma versão melhorada, mas uma nova forma de existir, de operar e de impactar o mercado e a sociedade é o que nos leva a outro nível é o que faz o ser humano brilhante e iluminado.

    Apliquei essa visão transformadora, na prática, em todas as empresas que construí ao longo da minha vida, e tive a graça de encontrar outros empreendedores que compartilham do mesmo olhar e da mesma vontade de transformar. É exatamente essa capacidade de transformação que inspira a Figo Shop. Motivada pela coragem e inovação de tantos visionários em diversas áreas e também pelo brilhante olhar de Andrew Scott. Assim chega a Figo Shop determinada a revolucionar o varejo e a experiência de compra via marketplace fisico no Brasil. O objetivo é reinventar a forma como clientes e lojas se conectam entre si e compartilham não penas estoques, compartilham eficiência, valorizando experiência, personalização e crescimento mutuo.

    Assim como Scott oxigena o universo das artes plásticas, rompendo barreiras físicas e conceituais, a Figo Shop aposta na transformação do ecossistema varejista, criando um ambiente onde tecnologia, atendimento e inovação andam lado a lado. A proposta é ressignificar o consumo fisico por meio de uma plataforma híbrida, digital por usar tecnologia e física por permitir o pagamento presencial, fomentando relações mais humanas e estratégicas entre compradores, vendedores e marcas.

    A história de Andrew Scott não só inspira, mas nos lembra que a transformação, mesmo que parta de um simples olhar diferenciado, seja numa moldura ou num mercado, tem o poder de construir algo novo, maior, disruptivo e fundamentalmente impactante. O empreendedor, ao mirar o que já existe com essa visão de recriação, tem nas mãos a chave para transformar indústrias inteiras, assim como a Figo Shop pretende fazer no comércio brasileiro.

    www.figoshop.com.br

    Arte de Andrew Scott

  • Varejo em movimento: super novidades e insights da semana

    Varejo em movimento: super novidades e insights da semana

    🚀 Como FIGO pode potencializar seus resultados

    A semana foi marcada por anúncios estratégicos, batalhas intensificadas entre gigantes do e-commerce e tendências cada vez mais presentes no dia a dia dos varejistas. Confira tudo o que aconteceu, seus impactos diretos e como a plataforma FIGO se destaca diante desses movimentos.

    1. Parcerias e Movimentação das gigantes do e-commerce brasileiro

    Casas Bahia & Mercado Livre anunciaram uma parceria inédita: seus produtos agora estão disponíveis na plataforma do Mercado Livre. Isso aumenta a competição e oferta para os consumidores, especialmente nos segmentos de eletrônicos e eletrodomésticos. O movimento reforça a estratégia das grandes em busca de omnicanalidade e integração com múltiplas plataformas, potencializando vendas em datas especiais como Black Friday, que registrou crescimento de mais de 10% neste ano.

    Ações intensas de cupons e crédito marcam o período, com Mercado Livre, Casas Bahia, Shopee, Temu e o mais novo de todos no Brasil, mas que entrou com tudo, o TikTok Shop, direcionando milhões de reais em descontos e crédito para seus clientes, disputando a atenção do consumidor.

    Importância para o varejista

    Essa integração entre canais e o foco em benefícios adicionais como descontos e crédito direto ao consumidor geram oportunidade de maior tráfego e fidelização, mas ao mesmo tempo geram mais custo. Para lojas de moda, calçados e cosméticos, entrar ou expandir atuação em marketplaces é uma estratégia cada vez mais importante e essencial para escalar, convencionalmente pra isso essas lojas precisam investir, alem do Take rate (comissão do marketplace), um valor expressivo em mídia, que em alguns casos inviabiliza o custo de aquisição de clientes (o famoso CAC).

    Por que FIGO marketplace?

    A FIGO oferece uma plataforma inteligente, sem necessidade de integração, com amplo alcance em estoque e variedade, sem custo de ADS. Sua tecnologia permite que lojistas estejam presentes em um canal único e amplo, onde há acesso a um estoque praticamente infinito, além de poderem ofertar seus próprios produtos de forma simples e eficiente. Tudo isso acontece dentro do marketplace virtual FIGO, mas com presença física garantida pelas maquininhas POS e impulsionado pela consultoria do comerciante/lojista e seus colaboradores, que ampliam o alcance da loja sem que o varejista perca o controle financeiro. A FIGO assume toda a operação: controle logístico, campanhas promocionais e conciliação financeira, permitindo que o lojista foque no crescimento do negócio. O marketplace Figo resolve fricções operacionais e coloca qualquer negócio, mesmo pequeno, em destaque diante da sofisticação das grandes redes, unindo inovação virtual e presença física de maneira prática e segura.

    2. Tendências globais: IA, automação e social commerce

    A NRF 2026 revela que inteligência artificial continua no topo das prioridades, com foco em algoritmos, automação e dados para elevar a precisão da jornada de compra, recomendação de produtos e experiência personalizada. Os Estados Unidos mantêm base sólida, enquanto a China aposta na fusão entre entretenimento e social commerce, inspirando plataformas brasileiras a inovar, no caso da Figo é um pouco diferente, pois a IA ajuda a consultar o estoque em tempo real, mas a relação humana é preservada em sua essência, o lojista com base no estoque infinito que a plataforma oferece, pode com todo sua persuasão de vendedor, influenciar diretamente o consumidor na melhor escolha e orienta-lo como um consultor no momento do fechamento da venda.

    Experiências imersivas por meio de consultoria no momento da venda e a omnicanalidade ganham destaque: o consumidor espera transição fluida entre loja física, online e canais sociais.

    Importância para o varejista

    Investir em automação, IA aplicada e estrutura omnichannel não é mais tendência, é necessidade para competir de igual com grandes players. Moda e cosméticos se beneficiam especialmente de recomendações personalizadas, oferta em múltiplos canais e experiência unificada, a Figo é tudo isso em uma única experiência.

    FIGO marketplace

    A FIGO está pronta para aplicar IA em recomendações, análise preditiva de vendas e otimização de campanhas. Além disso, oferece soluções omnichannel com sincronização de estoques, pedidos, experiência de atendimento e marketing em todos os pontos de contato. Isso simplifica processos, acelera decisões e reduz custos operacionais, permite que pequenos lojistas possam ter patamar de igualdade com qualquer gigante de mercado.

    3. Experiência do cliente e propósito de marca

    Pesquisas recentes indicam que 78% dos brasileiros priorizam marcas que oferecem atendimento excepcional e valores bem definidos (“consumo com propósito”) especialmente no físico, pensando nisso a Figo traz essa oportunidade real ao lojista, pois o alimenta com uma ferramenta maravilhosa, o acesso ao estoque infinito que a plataforma oferece, pode inclusive ampliar seu mix de produtos, abrindo uma ampla variedade de produtos, imaginem que uma loja de periferia que tem limite de espaço e capital de giro que hoje só venda roupas, pode amanhã vender calçados, cosméticos, bijuterias e outros, com um detalhe simples, sem investimento algum, somente participando da venda como um consultor afiliado.

    O impacto para moda, calçados e cosméticos é enorme, pois os clientes buscam marcas autênticas, sociais e sustentáveis e que tenham acesso simples e ilimitados.

    Importância para o varejista

    Reputação, confiança e propósito ganham peso nas decisões de compra, exigindo transparência e comunicação ativa, tudo que a plataforma Figo pode oferecer, pois é ela a moderadora de tudo e vai orquestrar o bom relacionamento entre os lojistas, consumidores e fornecedores.

    FIGO marketplace

    Na FIGO, os varejistas conseguem criar vitrines personalizadas, comunicar valores de marca, ativar campanhas de engajamento social e monitorar reputação com dados reais. A plataforma facilita a aproximação entre marca. loja e consumidor, tornando cada interação uma oportunidade de fidelização e bom relacionamento.

    Visão Estratégica para os próximos dias

    O varejista que deseja se destacar precisa:

    • Investir na presença multicanal, integrando operações e campanhas e a capacidade de atender bem seu consumidor com variedade e estoque.
    • Aproveitar datas promocionais e estratégias de cupons, ampliando ofertas e fidelizando com benefícios reais.
    • Apostar em IA e automação para recomendação, logística e gestão inteligente ou se beneficiar de uma plataforma que pode oferecer tudo isso em um único lugar.
    • Comunicar valores e propósito da marca, sendo autêntico e próximo do seu cliente, a consultoria e a influencia do lojista no momento da venda ainda é fundamental para fidelizar e melhorar suas vendas.

    A plataforma FIGO é o parceiro ideal para essa jornada, oferecendo tecnologia, inovação e suporte orientado para resultado. Chegou a hora de acelerar!

    www.figoshop.com.br