Um dos maiores aprendizados da minha trajetória empreendedora é que não existe “a” história da empresa. Existem várias versões da mesma verdade, contadas sob ângulos diferentes para públicos diferentes. O discurso que encanta um investidor não é exatamente o mesmo que faz um lojista se mexer, e certamente não é igual o que toca o consultor ou afiliado que está buscando renda extra. A arte está em alinhar todos eles sem perder a essência. Esse é o maior desafio de qualquer empreendedor em seu início de trajetória da sua nova iniciativa.
Quando falo com investidores sobre a Figo, a história começa pelo tamanho do problema e do mercado. Mostro o volume de estoque parado no varejo, a ineficiência logística, o potencial de venda direta e colaborativa e o quanto o modelo de estoque infinito pode capturar parte dessa oportunidade. Entro em temas como TAM, escalabilidade, monetização via transações e serviços financeiros, impacto ESG real e capacidade de replicar o modelo em diferentes verticais do varejo. É uma conversa mais numérica, estratégica, de tese.
Com o lojista, a narrativa muda de lugar. O foco deixa de ser o tamanho global do mercado e passa a ser a pergunta que realmente importa para ele: “Como isso faz meu caixa respirar e crescer?”. Aqui, falo sobre vender mais sem imobilizar tanto capital, sobre girar o próprio estoque usando a rede de outros lojistas, sobre reduzir ruptura e aumentar tíquete médio com acesso a “estoque infinito”. Mostro cenários práticos: se antes ele precisava comprar 100 peças para testar uma coleção, agora ele pode continuar comprando o tradicional, mas também pode tentar impulsionar vendas de novos produtos com muito menos risco apoiado por outras vendas pelo ecossistema.
Já com o consultor de vendas, o centro da conversa é a vida real. Tempo, renda, propósito. Explico como ele ou ela poderá acessar catálogos de diferentes lojas e fabricantes, vender para sua rede, ganhar comissões claras e ser apoiado pela tecnologia em vez de ficar sozinho. É sobre como encaixar essa atividade na rotina, como crescer, como transformar contatos em clientes e clientes em uma carteira recorrente. É mostrar que não estamos falando de um “bico qualquer”, mas de um caminho de empreendedorismo colaborativo.
Em todas essas versões, existe um fio condutor que não pode se perder: o propósito da Figo de destravar valor no varejo físico conectando pessoas, estoques e tecnologia. O investidor precisa sentir que essa visão é grande e defensável. O lojista precisa perceber que isso resolve problemas concretos do dia a dia. O consultor precisa enxergar que há espaço para o seu recomeço dentro desse ecossistema.
Do slide ao caixa, da tese ao PDV, tudo é sobre contar uma boa história e depois fazer com que ela aconteça na prática na vida real. Fiz isso algumas vezes na minha vida com sucesso, vou fazer novamente, pois tenho pessoas comprometidas ao meu lado e juntos faremos novamente história no varejo brasileiro. No fim, a Figo também é uma forma de recomeçar a forma como contamos e vivemos o varejo: menos solitário, mais colaborativo; menos pesado, mais fluido; menos limitado, mais infinito.
Sempre acreditei que recomeçar e se reinventar não é jogar a história fora, e sim olhar para ela com outros olhos. Quando escrevi meu livro “Amor pra Recomeçar”, meu desejo foi justamente mostrar que cada queda, cada mudança de rota e cada empresa construída, e às vezes vendida, carregavam sementes de um próximo episódio. No varejo, não é diferente: há um universo de ativos e experiências já existentes que podem ser ressignificados antes de pensarmos em construir algo novo do zero.
A economia colaborativa nos deu exemplos claros disso. Carros ociosos viraram fonte de renda em aplicativos de corrida; quartos vazios se transformaram em hospedagem para viajantes; tempo livre virou serviço por demanda; conhecimento virou curso online. Em comum, uma lógica simples: alguém tem um ativo parado; outra pessoa tem uma necessidade; a tecnologia constrói a ponte e cria valor para os dois lados.
No varejo físico, o estoque é um desses ativos em algumas vezes subaproveitados. Lojas com produtos que não giram; marcas com coleções passadas encalhadas em galpões; espaços físicos com capacidade ociosa. Em vez de tratar isso como perda, a pergunta é: como transformar esse estoque em parte de um grande “estoque infinito”, acessível a mais pontos de venda e mais pessoas, sem exigir que cada lojista banque tudo sozinho?
A Figo materializa essa lógica ao permitir que lojistas vendam produtos de fabricantes e de outros lojistas como se fossem seus, usando tecnologia para orquestrar quem tem o produto, quem tem o cliente e quem viabiliza a transação. O lojista recomeça o seu mix de forma colaborativa, sem precisar recomeçar a loja do zero. O fabricante recomeça o ciclo de uma coleção que parecia encerrada. E o consultor recomeça sua jornada profissional com uma nova forma de vender, mais conectada e menos engessada.
Quando olho para esse desenho, vejo um paralelo direto com o conceito de recomeço que trago na minha vida. Em vez de descartar aquilo que não funcionou como esperado, você encontra novos usos, novas conexões e novos arranjos. Um estoque parado pode ser um problema para um lojista isolado, mas pode ser uma solução quando passa a fazer parte de uma rede. Um espaço subutilizado pode ser custo fixo pesado para uma loja sozinha, mas pode virar ponto de experiência compartilhada em um ecossistema colaborativo.
Recomeçar, no varejo, pode significar exatamente isso: sair da lógica de “cada um por si” e entrar na lógica de “como podemos ganhar juntos usando melhor o que já existe?”. A Figo não é apenas uma plataforma tecnológica; é uma proposta de olhar diferente para o varejo físico, inspirada pela mesma ideia e conceito que carrega o título do meu livro: o amor e a coragem de recomeçar e se transformar.
Seja um afiliado Figo, venha fazer parte dessa revolução.
Nos últimos anos, ESG virou quase obrigatório em qualquer apresentação corporativa. Está no relatório anual, no discurso do CEO, no material para investidores. Mas, na prática, ainda é comum ver ações muito mais próximas de marketing do que de transformação real. No varejo físico, isso é ainda mais sensível: a operação é intensiva em estoque, logística e pessoas, exatamente onde o impacto (positivo ou negativo) acontece de verdade.
Quando penso na Figo e no alcance que o modelo chegará, não vejo ESG meramente como um “puxadinho” ou um discurso bacana que vem depois do modelo de negócio. Vejo ESG como consequência natural de uma boa solução de eficiência. Se você desenha uma plataforma que reduz desperdício, melhora o uso de ativos, aumenta renda e traz transparência para a cadeia, você inevitavelmente impacta as três letras ao mesmo tempo. E é justamente isso que acontece quando olhamos para E, S e G sob a lente da Figo.
No E, de ambiental, o primeiro ponto é o estoque. Em segmentos como moda e bens de consumo, o excedente é gigantesco, com bilhões de dólares em estoque parado globalmente e uma fatia relevante desse valor no Brasil. Cada peça encalhada representa recurso natural, água, energia e emissões já gastos. Quando a Figo permite que esse estoque circule mais, seja por outros lojistas, seja via consultores de vendas, ela alonga o ciclo de vida do produto e reduz a necessidade de produzir “mais do mesmo” antes de esgotar o que já existe.
Além disso, há a camada logística. Ao conectar diretamente fabricantes, lojistas e consultores em rotas mais inteligentes, com menos etapas intermediárias, a Figo contribui para reduzir quilômetros rodados desnecessariamente, minimizando emissões associadas ao transporte, um dos grandes gargalos de ESG nas cadeias de varejo e distribuição. Não é uma solução mágica, mas é um passo concreto na direção certa.
No S, de social, o impacto é talvez ainda mais visível. A Figo cria um modelo em que três grupos ganham: fabricantes monetizam melhor seus estoques através de um canal novo de venda, lojistas vendem mais com menor risco de capital e pessoas comuns têm acesso a uma nova fonte de renda como consultores de vendas. É inclusão econômica aplicada na veia, especialmente relevante num país com desigualdade elevada e milhões buscando um “bico” que vá além de trabalhos precarizados, este é um dos propósitos que mais me encanta na Figo, sou empreendedor a muitos anos, mas essa é de fato a primeira vez que crio algo que atinge minha essência, vou ficar realizado se eu tiver o privilégio de concretizar isso.
Por fim, o G de governança se manifesta na forma como tudo isso é organizado. Quando você trabalha com múltiplos atores na mesma venda, digo: plataforma, lojista, fabricante, consultor e cliente final, precisa de regras claras de split, responsabilidade, garantia, dados e compliance. Ao atuar como hub de pagamentos e serviços financeiros, a Figo tem a oportunidade (e o dever) de estruturar contratos digitais, trilhas de auditoria, métricas e políticas que protejam todos os envolvidos. ESG aqui é também transparência: quem faz o quê, quem ganha quanto, quem assume qual risco.
No final do dia, o que me empolga é ver ESG saindo do slide e entrando no chão da loja, na negociação com o fornecedor, na rotina do consultor que vende mais um produto e leva um pouco mais de renda para casa. Quando impacto e eficiência andam juntos, a discussão deixa de ser custo e passa a ser estratégia. E é exatamente nesse ponto que eu acredito que a Figo pode fazer diferença.
Seja você também um afiliado, faça parte dessa revolução!
Existe uma cena que se repete em milhares de lojas pelo Brasil: prateleiras cheias, estoque abarrotado, mas caixa vazio. O lojista olha para o sistema, vê produtos encalhados há meses e sente um misto de frustração e impotência. A mercadoria está ali, ocupando espaço, consumindo capital e energia, mas não gera resultado. É como se parte do negócio estivesse congelada, esperando uma oportunidade que nunca chega.
Quando a gente olha os números, a dimensão desse problema fica ainda mais clara. Estudos recentes mostram que só no Brasil existem bilhões de reais empatados em estoque parado, especialmente em setores como moda, bem-estar e isso no varejo físico em geral. É dinheiro que poderia estar financiando expansão, inovação, marketing ou simplesmente dando fôlego para o fluxo de caixa, mas está silenciado em caixas, araras e almoxarifados. Ao mesmo tempo, há consumidores buscando variedade, tamanhos, cores e condições de pagamento que muitas lojas não conseguem oferecer sozinhas.
A grande virada de chave está em mudar a pergunta. Em vez de “como faço para me livrar do meu estoque?”, o lojista agora pode passar a pensar “como posso vender mais usando também o estoque dos outros?”. É aqui que entra o conceito de estoque infinito e de uso inteligente de estoques de terceiros, sendo eles fabricantes, distribuidores e até outros lojistas como extensão do seu próprio mix, sem precisar imobilizar mais capital.
A Figo com seu propósito de unificar chega justamente para orquestrar esse movimento. De um lado, conecta fabricantes com estoque excedente ou coleções passadas; de outro, lojistas que querem ampliar sortimento, aumentar tíquete médio e reduzir ruptura sem assumir o risco de comprar tudo antecipado. Por trás dessa relação, a tecnologia faz o trabalho pesado: integra pagamentos, roteia pedidos, organiza split entre todos os envolvidos e garante que a venda aconteça da forma mais simples possível, isso para quem vende, como para quem compra.
Quando você combina estoque de terceiros, meios de pagamento inteligentes e uma camada de dados que entende o que vende melhor em cada região, algo poderoso acontece: o estoque deixa de ser um peso morto e passa a ser um ativo vivo, fluido, colaborativo. Em vez de mercadoria parada, você tem produtos circulando entre fabricantes, lojistas e consumidores com muito mais fluidez e velocidade. E, no limite, isso é bom para todos: para quem produz, porque monetiza melhor; para quem vende, porque ganha margem e relevância; e para quem compra, porque encontra aquilo que precisa com mais facilidade em um estoque praticamente infinito.
Existe ainda um componente importante de impacto. Quando você aproveita melhor o estoque existente, reduz a necessidade de novas produções desnecessárias, diminui desperdícios e evita logística redundante. Menos caminhões rodando à toa, menos peças indo para descarte, mais inteligência na forma como a cadeia inteira se organiza. Sem fazer discurso bonito, a Figo coloca ESG em prática na origem: antes de falar de compensação, fala de evitar o problema.
No fundo, transformar estoque parado em oportunidade é uma forma de recomeçar o varejo sem destruir o que já foi construído. É usar melhor o que existe, liberar o que está travado e abrir espaço para um novo ciclo de crescimento. E é exatamente disso que eu acredito como empreendedor quando falo em recomeçar com amor: não é negar o passado, é ressignificar o que você já tem e usar isso como combustível para o próximo passo, trago isso na Figo e acredito que nosso propósito alem de claro é também nobre.
O cliente sumiu ou só esqueceu de você? A ciência por trás da fidelização em bares e restaurantes
Se você já pisou em uma farmácia no Brasil, já ouviu essa frase. A prática é tão comum que nós ditamos os números no automático. Mas você já parou para se perguntar por que farmácias e drogarias são tão obcecadas por capturar os seus dados no mundo físico?
A resposta curta: previsibilidade. A resposta longa: eles entenderam antes de todo mundo que o dado é o motor da recompra.
Quando você informa seu CPF em troca de um desconto na farmácia, o que acontece nos bastidores é a construção de um histórico contínuo e riquíssimo de consumo. A rede passa a saber quais categorias você consome, a frequência com que você precisa de um produto de uso contínuo, a marca da fralda do seu filho e até a sua sensibilidade a preços. Com isso, eles criam campanhas hiper-segmentadas que garantem que você volte lá no mês seguinte, em vez de ir na concorrência da esquina.
Agora, olhe para o mercado de foodservice.
Bares e restaurantes proporcionam experiências muito mais emocionais e engajadoras do que a compra de um xarope. O cliente senta, come, bebe, elogia o chef, paga a conta… e vai embora como um completo anônimo, mesmo depois de ter feito amizade com o garçom ou atendente, porque?
O que um dono de restaurante não sabe é que até 71% das vendas de um restaurante vêm de clientes recorrentes, a maioria dos donos de estabelecimentos ainda confia na “esperança” para que o cliente volte. Eles investem rios de dinheiro em marketing fisico através de materiais gráficos (folheterias) e redes sociais para atrair clientes novos, mas deixam o ouro escoar entre seus dedos literalmente, pois perdem a oportunidade de manter a base de clientes que já provou e gostou do produto ativa em seu CRM, não percebem que se você não se relacionar de forma direta com seu cliente, você se manterá no esquecimento.
Na UNICO empresa que vendi para LINX, eu vi de perto como a gestão estratégica de dados e a fidelização transformam o jogo no varejo. E é exatamente essa ciência que estamos trazendo agora para o foodservice com a Cannoli CRM.
E se o seu restaurante pudesse conhecer o cliente tão bem quanto a farmácia conhece?
Imagine capturar os dados do seu cliente de forma natural, direto na maquininha de pagamento ou no app do atendente, sem fricção. De repente, você deixa de ter clientes anônimos e passa a ter um CRM inteligente (CDP) que te diz exatamente:
Quem são seus melhores clientes (RFV);
Qual é o dia da semana preferido de cada um;
Como o clima influencia o que eles pedem;
E quem está há mais de 30 dias sem aparecer.
Hoje é sexta-feira dia do seu hambúrguer preferido;
Em vez do mandar aquele folhetinho na PIZZA ou distribuir no farol perto do seu estabelecimento, ou até mesmo um “desconto no balcão” que o cliente esquece em cinco minutos, implante um sistema de CRM com cashback inteligente, criando um compromisso financeiro. O cliente odeia perder saldo. E quando combinamos isso com uma mensagem de WhatsApp / SMS / MMS automatizada e personalizada, enviada no momento exato em que ele está decidindo o que comer, a mágica acontece.
Fidelizar não é sorte. É método, é dado, é ciência.
As farmácias já descobriram isso há anos. Chegou a hora de bares e restaurantes servirem a refeição sem abrir mão da relação.
Como Assaí e Mercado Livre estão redesenhando o jogo e o que isso impacta no cotidiano do consumidor
Em fevereiro de 2026, o Assaí anunciou sua entrada no marketplace do Mercado Livre, no modelo fulfillment, começando com aproximadamente 400 itens não perecíveis, como higiene, limpeza, mercearia seca, bebidas e itens não alimentares. As vendas terão início no segundo trimestre na região Sudeste, com expansão planejada para todo o Brasil até o fim de 2026, usando a infraestrutura logística do Mercado Livre para garantir prazos de entrega mais curtos e experiência integrada.
Essa parceria é simbólica por dois motivos: mostra que até o atacarejo, historicamente cauteloso com e‑commerce alimentar, agora aposta na escala dos marketplaces, e confirma que o supermercado online e omnichannel deixou de ser exceção para virar parte do modelo padrão do varejo alimentar. Na prática, o consumidor passa a montar um único carrinho com produtos de diferentes vendedores, usando a mesma jornada de compra a que já está acostumado no Mercado Livre, mas agora com a força de uma rede como o Assaí.
A combinação de conveniência, variedade e preço faz com que o marketplace ocupe um espaço diário na vida do brasileiro: da compra de eletrônicos ao alimento de rotina. Redes de atacarejo, supermercados e varejistas regionais estão acelerando o movimento omnichannel, conectando loja física, e‑commerce próprio, apps e marketplaces de terceiros em uma jornada contínua.
Esse avanço tem uma consequência clara: o consumidor deixa de pensar em “loja” e passa a pensar em “acesso”. A pergunta deixa de ser “onde tem?” e passa a ser “como eu recebo?” seja retirando na loja, recebendo em casa ou comprando em um ponto físico que acessa estoques virtuais infinitos.
Como e onde a Figo entra nessa história?
Enquanto grandes players usam o marketplace para escalar estoques próprios, a Figo atua como uma camada inteligente que ajuda o varejo a se conectar com estoques e serviços de forma distribuída. A plataforma Figo unifica pagamentos (cartões, PIX, links, dinheiro) e opera de forma multiadquirente em SmartPOS, pinpad, computador ou celular, simplificando o dia a dia financeiro do lojista, tudo isso para dar base e segurança aos varejistas afiliados que receberão comissionamento pelas vendas, mas também para proteger seus recebíveis de vendas de seu próprio estoque ofertados e vendidos por terceiros.
No modelo de marketplace físico da Figo (Figoshop), o ponto de venda passa a enxergar e vender estoques de outros lojistas e indústrias em tempo real, diretamente pelo smartPOS. O vendedor da loja se torna um afiliado da plataforma, auxiliando o consumidor a acessar um “estoque infinito”, enquanto a Figo faz toda a gestão financeira, logística e de repasses via split de pagamento, isso por si só já é uma revolução silenciosa, mas tem mais, na era dos marketplaces isso pode ter valor significativo nas receitas dos lojistas que aderirem ao modelo, pois alem da fidelização do consumidor, o modelo ainda promove sustentabilidade ao diminuir desperdício de armazenagem equivocada e logísticas desnecessárias.
O que torna a Figo relevante é que ela não substitui a presença física, e nem tem essa pretenção, pelo contrario, ela a potencializa. O consumidor continua indo à loja do bairro, conversando com o vendedor, pedindo opinião e vivendo a experiência física, mas agora com acesso a um sortimento virtual muito maior, que normalmente só estaria disponível em grandes e‑commerces.
Para o lojista, isso significa:
Vender produtos de terceiros sem imobilizar capital em estoque físico, ampliando o mix com risco reduzido.
Usar o mesmo SmartPOS do seu cotidiano para cobrar, com pagamento instantâneo sem chargeback, menor risco de inadimplência e sem complicar o fechamento de caixa.
Ganhar novas fontes de receita com comissionamento sobre vendas de estoque virtual, enquanto a Figo opera a retaguarda financeira e logística.
Na prática, a Figo leva o conceito de marketplace para dentro do varejo físico e para dentro do fluxo de pagamento, o que aumenta a probabilidade de penetração no dia a dia do brasileiro: a cada compra em um SmartPOS conectado, surge a oportunidade de acessar mais oferta, mais serviços e mais crédito.
O paralelo que fiz aqui entre o que a Figo esta propondo e o que esta acontecendo entre dois gigantes, um do mundo fisico (ASSAI) e o outro do mundo virtual (Mercado livre), foi uma provocação que gostaria que você refletisse, pois são dessas inovações que surgem as grandes mudanças.
O caso Assaí–Mercado Livre mostra o quanto o marketplace deixou de ser apenas “mais um canal” e passou a ser infraestrutura crítica do varejo brasileiro. Ao mesmo tempo, modelos como o da Figo apontam para uma próxima etapa: o marketplace não apenas na tela do celular, mas embutido no smartPOS, na maquininha e na rotina da loja física, permitindo que estoques virtuais convivam com a presença real do consumidor.
Quando o brasileiro puder entrar em qualquer loja de bairro, ser atendido por uma pessoa que conhece seu contexto, pagar com o meio que quiser e, ainda assim, acessar um estoque praticamente ilimitado por trás daquele PDV, teremos o marketplace verdadeiramente incorporado ao cotidiano. É exatamente nessa encruzilhada entre físico e digital que a Figo se posiciona, como infraestrutura silenciosa, mas decisiva, para que o marketplace deixe de ser um destino e passe a ser um comportamento.
O movimento entre Assaí e Mercado Livre mostra que não estamos falando apenas de uma nova parceria, mas de um novo estágio da relação entre o brasileiro, o varejo e os marketplaces. A Figo nasce exatamente nesse contexto, como peça relevante da vida cotidiana, conectando o mundo físico com estoques virtuais e ampliando, na prática, as opções de consumo de milhões de pessoas.
O setor de food service é um dos mercados mais dinâmicos e competitivos da economia. O varejo de food service como: restaurantes, cafeterias, padarias, hamburguerias e operações de delivery, disputam diariamente a atenção do consumidor, que possui cada vez mais opções e menos tempo para decidir onde consumir.
Nesse cenário, muitos empresários ainda concentram seus esforços apenas na conquista de novos clientes. Porém, o verdadeiro crescimento sustentável está na capacidade de manter e desenvolver relacionamento com quem já consome a marca. É exatamente nesse ponto que o CRM se torna uma ferramenta estratégica.
O papel do CRM no varejo alimentar
CRM, ou Customer Relationship Management, vai muito além de armazenar contatos de clientes. Ele representa a inteligência que permite entender comportamento de consumo, prever tendências e construir estratégias de relacionamento que aumentam a recorrência de compras.
No food service, onde margens são pressionadas e o custo de aquisição de novos clientes cresce constantemente, conhecer profundamente a própria base de consumidores pode ser a diferença entre operar com previsibilidade ou viver de picos de vendas.
Um CRM eficiente permite que o varejista saiba:
• Quem são seus clientes mais recorrentes
• Qual é o ticket médio de cada perfil de consumidor
• Qual o intervalo entre as compras
• Quais produtos são preferidos
• Quais clientes estão deixando de consumir
• Qual o melhor momento para se comunicar com cada público
Sem essas informações, a maioria das ações comerciais acontece de forma intuitiva, dependente da memória do cliente ou de promoções genéricas que reduzem margem e nem sempre geram fidelização.
A importância de soluções especializadas para o Food Service
Embora existam diversos sistemas de CRM no mercado, o food service possui particularidades que exigem soluções específicas. O consumo é frequente, emocional e altamente influenciado por fatores como rotina, clima, conveniência e experiência.
É nesse contexto que plataformas como a Cannoli ganham relevância.
A Cannoli foi desenvolvida para integrar dados de vendas, comportamento do consumidor e comunicação automatizada em um único ecossistema, permitindo que o estabelecimento transforme cada venda em uma oportunidade de relacionamento, capturando dados de forma digital por meio de vendas online ou direto no ponto de venda de forma fisica, por meio de SmartPOS ou desktop.
Entre os principais impactos no dia a dia do varejista estão:
Centralização e organização de dados
A plataforma captura informações diretamente no momento da venda, seja por integrações com sistemas de pedidos, aplicativos de delivery ou equipamentos de pagamento. Isso elimina a dependência de controles manuais e permite que o estabelecimento construa uma base estruturada de clientes.
Segmentação inteligente de consumidores
Com base nos dados coletados, o varejista consegue criar audiências específicas. Por exemplo, clientes que costumam comprar apenas no almoço, consumidores que estão há semanas sem retornar ou aqueles que possuem alto ticket médio.
Essa segmentação permite campanhas muito mais assertivas.
Comunicação automatizada e personalizada
Uma das maiores vantagens do CRM é a capacidade de manter a marca presente na rotina do cliente. Plataformas como a Cannoli permitem o envio automático de mensagens personalizadas via WhatsApp, utilizando gatilhos como aniversário, pós-compra, período sem consumo ou promoções específicas.
Essa comunicação deixa de ser genérica e passa a ser relevante, aumentando significativamente as chances de conversão.
Programas de fidelização com cashback
O cashback se tornou uma das estratégias mais eficazes para estimular recorrência. Além do incentivo financeiro, ele cria um compromisso emocional com a marca, já que o consumidor tende a retornar para utilizar o saldo acumulado.
Quando integrado ao CRM, o cashback passa a ser estratégico, permitindo campanhas direcionadas e regras personalizadas para aumentar fluxo em dias e horários específicos.
Análise de resultados e previsibilidade
O uso contínuo de dados permite acompanhar o desempenho das campanhas, entender o comportamento dos clientes e ajustar estratégias rapidamente. Isso reduz decisões baseadas apenas em percepção e aumenta a previsibilidade do faturamento.
Exemplo prático de impacto
Uma hamburgueria de médio porte enfrentava um problema comum: grande volume de clientes aos finais de semana e queda significativa no movimento durante a semana. A operação investia constantemente em anúncios para atrair novos consumidores, mas tinha pouca estratégia para reter quem já conhecia a marca.
Após a implementação de um CRM especializado como a Cannoli, a empresa estruturou sua base de clientes e identificou um grupo relevante de consumidores que costumava visitar o estabelecimento aos sábados, mas não retornava em outros dias.
Com base nessa informação, foram criadas campanhas automáticas oferecendo cashback adicional para consumo entre segunda e quarta-feira, além de mensagens personalizadas enviadas alguns dias após a visita do cliente.
Em poucos meses, o estabelecimento conseguiu:
• Aumentar a frequência de retorno dos clientes
• Reduzir a dependência de mídia paga
• Melhorar a ocupação em dias de menor movimento
• Aumentar o ticket médio dos clientes fidelizados
O resultado não foi apenas crescimento de faturamento, mas maior estabilidade operacional e previsibilidade financeira.
CRM como vantagem competitiva
O consumidor moderno valoriza experiências personalizadas e relacionamento com marcas que demonstram proximidade. Empresas que conseguem utilizar dados de forma estratégica deixam de competir apenas por preço e passam a competir por relevância.
No food service, onde a decisão de compra muitas vezes é impulsiva e baseada em lembrança de marca, manter relacionamento constante é fundamental.
O futuro do relacionamento no Food Service
A digitalização do varejo alimentar não está apenas na adoção de novos canais de venda, mas na capacidade de entender e antecipar o comportamento do consumidor. O CRM deixa de ser um diferencial e passa a ser um elemento essencial para operações que desejam crescer de forma estruturada.
Plataformas como a Cannoli representam essa evolução ao transformar dados em relacionamento e relacionamento em recorrência de vendas.
No final, o maior ativo de um restaurante não é apenas o cardápio ou a localização, mas a capacidade de construir conexões duradouras com seus clientes. E essa conexão, cada vez mais, será construída com inteligência, tecnologia e estratégia.
Começar a Figo é, ao mesmo tempo, um déjà‑vu da minha trajetória e um salto para algo ainda maior: a chance concreta de transformar décadas de aprendizado em um negócio com potencial real e explosivo para se tornar um unicórnio brasileiro. Recomeçar, para mim, nunca foi voltar ao zero, mas avançar a partir das cicatrizes e conquistas que construí ao longo da jornada, como conto em meu livro “Amor pra Recomeçar”.
Sempre digo que cada empresa que criei deixou uma marca e um aprendizado que hoje desembocam na Figo. Hoje enxergo com muita clareza que tudo está conectado: tudo o que construí e de que participei sempre teve, no centro, tecnologia, varejo, fidelização e meios de pagamento. Sinto uma serenidade mais madura neste recomeço, porque acredito demais no potencial que eu e todos que hoje caminham comigo nesse novo negócio temos para construir algo realmente transformador. Tive o privilégio e a oportunidade de erguer empresas do nada e conduzi-las a saídas relevantes com grandes corporações, e é justamente por isso que sei que agora o jogo é ainda mais estratégico. A Figo não nasce apenas como mais um negócio, mas como a síntese de uma tese de vida: usar inovação para destravar valor real para lojistas, indústrias e consumidores.
Iniciar a Figo me devolve aquela mistura única de frio na barriga e brilho nos olhos que só um novo negócio é capaz de provocar, e é justamente essa emoção que me lembra por que escolhi ser empreendedor. Existe uma alegria quase física em ver uma ideia sair do papel, virar produto, entrar na loja física e levar na prática, que uma idéia pode resolver dores antigas como ruptura, limitação de mix e falta de capital de giro, dores latentes de qualquer varejista.
Estamos prontos para ver cada loja sendo integrada, cada indústria conectada e cada teste e venda acontecendo via Figo Shop no SmartPOS, com sua prateleira infinita; isso é, para mim, a confirmação de que estamos construindo algo que mexe com a lógica do mercado, não apenas com o meu ego empreendedor ou dos meus sócios. O que mais me gratifica é perceber que o que estamos criando democratiza acesso: o pequeno lojista passa a operar como um hub multimarcas, a indústria ganha capilaridade e o consumidor encontra mais opções sem precisar enxergar toda a inteligência que existe por trás. No fim, o mercado inteiro ganha com uma plataforma como a Figo.
Ao mesmo tempo, eu sei, talvez como nunca soube antes, que romantizar o recomeço é um atalho para a frustração. Por trás de cada capítulo inspirador da minha história existem noites em claro, negociações duras, decisões solitárias e a necessidade diária de sustentar uma visão que ainda não é óbvia para todo mundo. Nesta fase da Figo, resiliência, para mim, é continuar acreditando no modelo colaborativo mesmo quando a adoção é gradual e os números ainda não mostram todo o potencial do negócio. Resistência é suportar a pressão do caixa, os ajustes de produto, as dúvidas externas e internas, e ainda assim manter o time alinhado em torno de um único propósito: transformar o varejo físico em um grande marketplace vivo, integrado e sustentável. Recomeçar, mais uma vez, significa aceitar que o desconforto faz parte do processo e que os tropeços dessa fase são apenas matéria‑prima para os próximos acertos.
Dentro desse contexto, ficou ainda mais claro para mim que, em um projeto com a ambição da Figo, ter o investidor certo e alinhado ao propósito não é detalhe: pode ser um dos grandes acertos dessa jornada. Capital, neste momento, é oxigênio para acelerar tecnologia, integrar novos parceiros, estruturar a operação e, principalmente, sustentar o tempo necessário para que o modelo de marketplace físico ganhe escala. Mas eu já entendi que não se trata apenas de dinheiro: o investidor ideal precisa trazer validação estratégica, ampliar o alcance da tese, ajudar na abertura de portas em redes de varejo e potenciais indústrias e, sobretudo, ter a visão e a paciência de agregar em algo que ainda está em construção. Depois de ter vivido processos de aquisição por grandes grupos, essa relação, para mim, mudou de patamar: quero parceiros de longo prazo, construídos em transparência e alinhamento genuíno sobre o tamanho do sonho.
É justamente por tudo isso que eu enxergo a Figo como um capítulo diferente na minha vida empreendedora. A Figo nasce exatamente na interseção entre tudo o que eu acredito ser necessário para o varejo e algo importante que o varejo brasileiro precisa agora. Ao transformar lojas físicas em hubs multimarcas, integrando estoques de indústrias e lojistas com um marketplace embarcado no SmartPOS, dando acesso à prateleira infinita, ao split de pagamentos e à logística orquestrada, a plataforma passa a atacar problemas estruturais do mercado: ruptura, baixa produtividade por metro quadrado, falta de capital de giro e dificuldade de operar o omnichannel de verdade. A Figo está perfeitamente alinhada às tendências de crescimento dos marketplaces, da economia colaborativa e do varejo omnicanal em um Brasil que ainda tem um oceano de oportunidades para digitalizar o mundo físico. É por isso que eu enxergo este projeto como algo realmente único na minha trajetória: a Figo tem, de fato, a combinação rara de dor grande, solução escalável e timing certo para, com o apoio dos investidores certos e com a mesma coragem que sempre guiou meus recomeços, ter a chance real de se tornar um unicórnio brasileiro.
No fim do dia, investir na Figo, como eu e meus sócios decidimos fazer, é acreditar que o futuro do varejo brasileiro passa por inovação de verdade, capaz de resolver os problemas que, silenciosamente, atrapalham o dia a dia de muitos varejistas.
Hoje, inovação no varejo não é só ter um e-commerce: é conseguir vender mais, com menos ruptura e menos risco, utilizando como fonte de receita o estoque da indústria ou de outros varejistas.
É aqui que a Figo entra como protagonista dessa transformação. A Figo leva o conceito de marketplace para o mundo físico, conectando indústrias, lojas multimarcas e afiliados por meio de um marketplace inserido diretamente no seu SmartPOS, permitindo que cada ponto de venda acesse um estoque infinito de produtos. Com isso, o varejista multimarcas não precisa imobilizar capital de giro além de sua capacidade em mercadorias próprias.
Na prática, cada loja passa a vender o próprio mix, com um capital já definido periodicamente pelo varejista, e também o mix de outros lojistas que precisam escoar seus estoques. Esse movimento ajuda a indústria a melhorar a distribuição das vendas, aumentando o volume de reposição regionalmente, ampliando oferta, ticket médio e faturamento por metro quadrado.
Por trás dessa experiência simples para o lojista, existe uma infraestrutura robusta de pagamentos, split financeiro e logística integrada. A cobrança acontece diretamente no SmartPOS da Figo, com cartão de crédito, débito ou PIX, reduzindo riscos como o chargeback e garantindo que cada elo da cadeia receba exatamente o que lhe é devido, no prazo e com transparência. O vendedor vira um afiliado no mundo físico, ganhando comissão pelo fluxo de vendas que gera: recomenda, vende e é remunerado por isso, usando a tecnologia como aliada e não como barreira.
O resultado é um varejo mais inteligente, colaborativo e escalável, em que prateleira infinita deixa de ser um serviço restrito às grandes plataformas de software e OMS e passa a ser modelo operacional aplicado ao dia a dia de pequenas e médias lojas. Em um cenário de concorrência acirrada e margens pressionadas, transformar cada PDV em um hub multimarcas conectado pode ser a diferença entre apenas sobreviver e realmente crescer.
A economia colaborativa cresce globalmente, projetada para US$ 827,1 bilhões até 2032 com taxa anual de 7,7%, impulsionada pela digitalização e compartilhamento de recursos. No Brasil, MEIs e pequenos empreendedores enfrentam barreiras como acesso a crédito, instabilidade financeira e dificuldades para vender mais, uma grande parte desses empreendedores citam “gerar vendas” como principal dor em 2025. Isso se dá pelo motivo de cada vez ficar mais caro divulgar produtos e serviços nas redes sociais e nos atuais canais de veiculação, nesse contexto plataformas como a da Figo, via marketplace físico, surgem como aliadas ao integrar lojas físicas e seus estoques em um formato marketplace, trazendo uma oportunidade real de geração de vendas colaborativas.
Desafios do empreendedor
O cidadão comum que sonha com renda extra enfrenta uma burocracia pesada como MEI, especialmente com as regras de 2025 que somam renda pessoal ao limite anual, criando riscos de ultrapassagem involuntária e multas salgadas. Pequenos varejistas lidam com retenção de mão de obra, jornadas exaustivas e queda de vendas de 2,8% no terceiro trimestre de 2025, piorada por juros da Selic em 15%.
Exemplo Prático no Dia a Dia
Imagine um salão de cabeleireiro com fluxo constante de clientes, que esperam 20 ou 30 minutos pela vez, um momento perfeito de consumo passivo. Por que não oferecer shampoo, bijuteria, perfume ou camiseta da moda ali mesmo? Sem suporte, promover esses itens extras sai caro e ineficiente, travando o sonho de sustentar a família via empreendedorismo. Ai entra a Figo como Solução Imediata. A Figo vira aliada ideal: o profissional da beleza se torna afiliado, acessa estoques colaborativos via SmartPOS e vende como “consultor de cosméticos”, gerando renda extra na própria comunidade sem estoque ou chargeback. Assim, o tempo ocioso vira oportunidade real de ganho familiar e negócios locais fortalecidos. Tudo isso sem empatar um real de capital de giro.
Crescimento da Economia Colaborativa
No Brasil, a economia colaborativa transforma o varejo com compartilhamento de estoques e serviços, reduzindo desperdícios e custos fixos. Tendências de 2026 incluem IA para recomendações personalizadas, que geraram milhões em vendas em 2025, e colaboração previsiva entre indústria e varejo para estoques ágeis. A loja física ganha novo papel como centro logístico e relacional, alinhando físico e digital em omnicanal amplamente inserido no varejo Brasileiro.
Figo como Aliada Estratégica
A Figo revoluciona o varejo físico ao conectar estoques de lojas e indústrias via SmartPOS, criando “prateleira infinita” sem investimento extra em mercadorias. Lojistas acessam mix ampliado de produtos, vendem no local com pagamento via cartão ou PIX no POS, eliminando chargebacks e riscos financeiros. Para o cidadão comum, isso gera renda extra: um vendedor atua como afiliado sendo ele PF ou PJ, comissiona vendas de parceiros e impulsiona tráfego na loja.
Impacto na Renda Familiar
Com Figo, o empreendedor sem capital de giro oferece calçados, cosméticos, vestuários e outros, além de seu estoque principal, exponenciando ganhos em nichos como diversos. O modelo colaborativo reduz despesas, networking e eficiência, transformando desafios em oportunidades de autonomia. Em 2026, isso alinha com varejo inteligente, capacitando pequenos varejistas, profissionais autônomos e famílias a prosperar na economia compartilhada.
Você precisa fazer login para comentar.