#varejo

  • Quem você conhece que criou 5 empresas e vendeu 3 delas?

    Quem você conhece que criou 5 empresas e vendeu 3 delas?

    Mesmo assim, o que eu respondi quando meu filho perguntou: “pai, o que você faz?“.

    Hoje é aniversário do meu filho. 14 anos. E parece que foi ontem. Nesse mesmo dia, doze meses atrás, eu parei para contar pra ele o que eu estava construindo. Me lembro disso, pois naquele dia eu tinha visto a primeira versão na loja Figo Shop. Estava iniciando ali uma nova jornada a ser perseguida. A Figo, ali, ainda era um sonho. Apenas uma ideia em construção. Para mim, porém, ela já ocupava espaço todos os dias: nas conversas, nos planos, nas dúvidas, nas planilhas, nas madrugadas e, principalmente, naquela inquietação que sempre me acompanhou como empreendedor. Pois eu sabia que eu, novamente, poderia criar algo que ainda não existisse.


    Empreender novamente não foi uma decisão simples. Quando todos na minha posição pensariam em anos sabáticos, não. Eu estava, novamente, decidindo criar uma nova história. Depois de mais de 20 anos criando negócios, vivendo ciclos de crescimento, conquistas, mudanças e recomeços, eu poderia imaginar que a experiência deixaria tudo mais fácil. NÃO DEIXA!


    A experiência ajuda a enxergar alguns riscos antes. Ajuda a fazer perguntas melhores. Ajuda a entender que uma boa ideia, sozinha, não sustenta uma empresa. Mas ela não elimina o frio na barriga. Não reduz a responsabilidade. Traz novos aprendizados, como entender que algumas pessoas que você tinha certeza que estariam com você, mesmo sabendo da sua capacidade, simplesmente te viram as costas. Mas também mostram claramente quem sempre esteve ao seu lado. Uma certeza é clara: não existe respostas prontas.


    Esses últimos 12 meses na Figo foram espetaculares, pois dia a dia ela se mostra cada vez mais próspera. Deixou de ser uma ideia que precisava virar realidade, para uma realidade.

    A Figo nasceu com o propósito claro de aproximar fabricantes, lojistas, consultores e afiliados em um mesmo ecossistema de colaboração mútua. A ideia era levar mais oportunidades para o varejo físico, que está aos poucos perdendo espaço para o digital, usando tecnologia, marketplace e pagamentos para transformar uma simples maquininha em uma porta de acesso a uma prateleira praticamente infinita. Mais do que vender produtos, queríamos criar possibilidades.

    Possibilidades para fabricantes ampliarem sua presença. Para lojistas encontrarem novas receitas. Para microempreendedores independentes construírem sua própria carteira de clientes. Para afiliados se enxergarem como microempreendedores, com autonomia, escolha e participação real no crescimento de um negócio.


    Era uma visão grande. E toda visão grande exige paciência para ser construída. E isso eu tenho de sobra!


    Existe uma parte do empreendedorismo que quase ninguém vê. É a fase anterior ao lançamento: aquela em que ainda não existem aplausos, grandes anúncios ou resultados para comemorar publicamente. Existem testes. Existem mudanças de rota. Existem reuniões que parecem não acabar. Existem decisões difíceis, recursos limitados e a necessidade constante de escolher onde colocar energia.


    A Figo passou muito tempo sendo preparada antes de chegar ao mercado. Foram quase dois anos de construção, aprendizado e amadurecimento do modelo. Cada detalhe importava: tecnologia, parceiros, operação, proposta de valor, marca, canais comerciais e a experiência de quem estaria do outro lado usando a nossa solução.


    Foi um período intenso, mas necessário. Afinal, uma empresa não nasce no dia em que abre as portas. Ela começa bem antes, quando alguém decide continuar acreditando mesmo sem ter todas as garantias.


    Em abril de 2026, a Figo iniciou oficialmente sua operação. Esse momento teve um significado muito especial para mim. Lançar uma empresa é emocionante, mas não representa o fim de uma jornada. Na verdade, é quando começa a parte mais desafiadora: transformar propósito em execução diária, ajustar o que for preciso, ouvir o mercado e construir confiança, uma relação por vez. A partir dali, o que era projeto passou a ser realidade. Passamos a conversar ainda mais com parceiros, marcas, consultores, lojistas e pessoas que enxergam valor em uma nova forma de gerar vendas no varejo. A Figo começou a ganhar voz, presença e movimento.


    Um dos marcos mais importantes desse período foi a participação da Figo no Fórum E-Commerce Brasil 2026, em julho. Foram dias intensos de conexões, conversas, aprendizados e oportunidades.
    Estar naquele ambiente reforçou algo que eu já sentia desde o início: existe uma demanda real por soluções que conectem o digital ao físico de forma simples, comercial e acessível. Apresentar a Figo para milhares de pessoas foi mais do que mostrar uma plataforma ou uma maquininha. Foi dividir uma visão de futuro. Foi falar de novos canais de venda, de renda extra para microempreendedores, de distribuição para marcas e de um varejo mais conectado, pois une pagamento físico com venda online. Cada conversa trouxe uma possibilidade. Algumas podem virar parceria. Outras podem gerar aprendizado. Todas ajudaram a fortalecer a certeza de que estamos construindo algo relevante.
    Eu escrevi meu livro Amor pra Recomeçar por conta de uma simples pergunta do meu filho, que hoje faz 14 anos. Ele me perguntou: “Pai, o que você faz?”. Foi ali que me dei conta de que não podemos deixar de lado nossa história. Foi ali que percebi que eu precisaria falar pra ele, de forma clara, como foi incrível minha vida até ali. Como foi viver, mesmo com tantos desafios, uma vida de realizações, mesmo aquelas super pequenas. Foi assim que nasceu em mim um sentimento: que eu deveria dizer a ele uma frase: “Mesmo que você tenha problemas, não deixe de seguir em frente. Se tiver que recomeçar mil vezes, recomece. Isso não é fraqueza. Recomeçar é coragem.” A Figo me reconectou com essa verdade. Mesmo depois de uma trajetória inteira empreendendo, criar algo novo nos obriga a voltar para o essencial: acreditar, aprender, escutar, corrigir, insistir e seguir em frente. Em muitos momentos, empreender é defender uma visão antes que ela seja compreendida por todos. É aceitar que nem tudo acontecerá no tempo que imaginamos. É entender que os desafios não significam que estamos no caminho errado. Muitas vezes, eles são justamente a confirmação de que estamos tentando construir algo que vale a pena.

    Os últimos 12 meses me lembraram que empresas são feitas de pessoas, confiança e propósito. Tecnologia é fundamental, modelos de negócio são indispensáveis e estratégia é decisiva. Mas nada substitui a disposição de continuar quando o cenário ainda é incerto.


    A Figo está apenas começando. Ainda temos muito a aprender, testar, ajustar e conquistar. Mas já existe uma base construída com trabalho, parceria e a vontade genuína de gerar prosperidade para quem caminha conosco.

    O nome Figo surgiu de forma simples, quase intuitiva, e hoje carrega para mim um significado ainda maior: fertilidade, abundância e crescimento. É exatamente isso que desejo construir com todos os parceiros que acreditarem nessa jornada.
    Depois de doze meses tão intensos, sigo com a mesma convicção que me trouxe até aqui: grandes transformações começam quando alguém decide transformar uma ideia em realidade.
    E, muitas vezes, tudo o que precisamos para começar é coragem para recomeçar.


    Escrevi esse texto hoje em homenagem ao meu filho Davi, pois desejo que ele, antes de qualquer coisa, saiba que foi difícil chegar até aqui, mas que eu faria tudo de novo. E com a certeza de que seria feliz novamente, todos os dias, como fui nessa minha jornada até aqui. Parabéns, Davisão. Te amo!

    Quer saber mais da história, assista um podcast no youtube que participei recentemente.

    http://www.amorparecomecar.com.br

    Compre o livro: https://clubedeautores.com.br/livro/amor-pra-recomecar

    Acesse minhas redes socias:

    Instagram: @marcelopereira.figo e @sou_figo

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  • A maquininha era só pagamento. Agora é canal de vendas infinito. FIGO!

    A maquininha era só pagamento. Agora é canal de vendas infinito. FIGO!

    Tem uma pergunta que ouço com frequência quando explico o que é a Figo:

    “Como você conseguiu simplificar tudo isso?”

    A resposta honesta é: não fui eu que simplifiquei. Foi o tempo.

    Trinta anos atuando no varejo físico, construindo CRM, trabalhando com software e entendendo como o lojista pensa, como ele compra, como ele perde vendas e como muitas vezes desiste de crescer porque o processo é caro e arriscado demais. Tudo isso foi, na prática, uma longa pesquisa de campo sem esse nome, apenas observação, experiência e prática.

    Quando chegou a hora de construir a Figo, eu já conhecia os desafios. E, ao mesmo tempo, lá no meu íntimo, sabia que superaria cada obstáculo. Eu entendia que meu maior desafio seria transformar tudo em algo claro e simples. Eu ainda não tinha todas as respostas, mas o caminho já estava desenhado na minha cabeça.

    O varejo físico convive com problemas invisíveis, mas presentes todos os dias, consumindo energia, tempo e resultado de qualquer varejista. De um lado está o fabricante. Do outro, o varejista. Entre os dois, existe uma cadeia longa, cara e, na maioria das vezes, mal conectada. Meu objetivo era criar algo que simplificasse tudo isso.

    O lojista não consegue oferecer variedade porque precisa comprar estoque antecipado. O fabricante não consegue escalar porque depende de grandes pedidos e de alcançar o maior número possível de varejistas. Distribuidores e fornecedores acabam vivendo no meio desse fogo cruzado.

    E o SmartPOS, o terminal que está todos os dias na frente do cliente e perto do varejista, muitas vezes fica subutilizado, mesmo sendo smart. No máximo, entrega uma ou outra funcionalidade além do seu core, que é processar pagamentos. Ou seja, havia muito mais potencial a ser explorado.

    A Figo nasceu para resolver exatamente isso.

    Ela é o primeiro marketplace físico do Brasil, integrado diretamente ao SmartPOS (maquininha). Conecta fabricantes, distribuidores, varejistas e afiliados em um único ecossistema. O varejista passa a oferecer produtos que não estão no seu estoque físico. O pagamento é orquestrado, o split acontece automaticamente entre os participantes e a liquidação é controlada. Tudo no mesmo fluxo, no mesmo terminal.

    É estoque infinito sem risco de capital para o lojista, mais conveniência para o consumidor e uma nova frente de escala para o fabricante, que passa a contar com um canal novo e relevante, pois pode simplesmente conectar seu ecommerce em milhares de maquininhas.

    Complexidade nos bastidores. Simplicidade direto na maquininha.

    No início, quando comecei a prospectar fornecedores de meios de pagamento, percebi que levaria tempo para alguém realmente entender o que eu queria construir. À primeira vista, todos me apresentavam soluções muito diferentes daquilo que eu tinha em mente. Mas isso não aconteceu por falta de competência. Aconteceu porque ainda era preciso compreender com profundidade o conceito da Figo.

    Hoje, olhando em retrospecto, talvez eu mesmo ainda não tivesse traduzido a ideia da melhor forma naquele momento. O processo foi amadurecendo dia após dia. Foram quase dois anos até chegarmos ao produto pronto, já em produção, com duas marcas de moda feminina.

    Na prática, eu e meus sócios nessa empreitada criamos uma empresa de pagamento cujo core business é o marketplace. Parece loucura, mas é exatamente isso.

    Ficou tão claro para o varejista que, quando ele vê na hora, entende imediatamente:

    “Eu posso vender mais sem precisar de mais dinheiro para comprar estoque?”

    Sim. É isso.

    Essa tradução não acontece por acaso. Ela acontece porque quem construiu o produto conhece os dois lados da conversa. Conhece o back-end sofisticado e conhece a linguagem do lojista que acorda cedo, paga aluguel caro e precisa de resultado hoje.

    Da teoria à prática

    Fizemos nosso MVP, a Figo foi testada com a Vestem, marca do setor de moda Fitness. A implantação aconteceu, o modelo funcionou e a venda foi concretizada.

    Não estou aqui para inflar números. Estou dizendo que o conceito saiu do papel, foi para o varejo real e provou que funciona.

    Isso muda tudo. Porque, no varejo brasileiro, teoria sem operação não vale nada.

    O próximo passo

    Estamos hoje lançando uma POC com uma marca de moda feminina premium. É o início.

    Não vou antecipar o nome. Mas posso dizer o que isso representa: a Figo entrando em um segmento que combina alto valor de produto, cliente exigente e uma cadeia de fornecimento complexa. O ambiente ideal para provar que o modelo escala com qualidade.

    O que eu aprendi construindo isso

    Resiliência e resistência de um empreendedor não é uma virtude romântica. Precisa ser uma habilidade operacional.

    Construir a Figo está exigindo de mim muito mais do que eu esperava. Sou empreendedor de longa data, mas encontrei o projeto da minha vida. A Figo tem propósito, tem alma e me permitiu exercitar ainda mais minha resiliência e resistência.

    Eu e todos que estão envolvidos nesse projeto temos um único objetivo: vencer e mostrar ao mercado que a Figo pode se tornar uma das principais empresas deste país.

    Temos energia para adaptar o modelo várias vezes, lidar com a complexidade técnica de integrar múltiplos players e, ao mesmo tempo, manter a explicação simples o suficiente para que o varejista diga:

    “Entendi. Quero isso.”

    Esse equilíbrio entre profundidade e clareza define se um produto chega ao mercado ou fica preso em um slide de apresentação.

    A Figo chegou ao mercado.

    E isso é só o começo.

    Se você é varejista, fabricante ou distribuidor e quer entender como a Figo pode mudar sua operação, o caminho começa em www.soufigo.com.br.

  • As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz?

    As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz?

    As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz? Ou melhor, o que faziam? Eu te conto mais abaixo. :)

    A Lojas Renner investiu R$ 858 milhões em 2025 para integrar físico e digital. A C&A lançou um app que dobrou a taxa de conversão e cresceu 53% no e-commerce em um trimestre. A Riachuelo contratou um CEO vindo da Dafiti exatamente para liderar sua transformação omnichannel.
    O mercado não deixa dúvida: o consumidor brasileiro já decidiu que quer comprar em qualquer canal, a qualquer hora, sem fricção. Pesquisa da Wake e Opinion Box confirma: 78,9% dos consumidores transitam entre canais físicos e digitais. E empresas com operação omnichannel madura faturam três vezes mais e têm um LTV 170% maior que os concorrentes fragmentados.
    Esses são dados reais, publicados agora em 2025 e 2026.
    O problema é que toda essa transformação foi construída para quem tem escala, capital e estrutura de tecnologia. Para as grandes redes.

    E os outros 1,4 milhão de varejistas independentes de moda no Brasil? De novo, o que fazem?

    Esses continuam vendendo o que cabe no seu estoque. Atendendo o cliente com o que têm na prateleira. Perdendo venda por ruptura. Perdendo cliente para o concorrente que tem o tamanho certo, a cor que falta, a marca que o consumidor perguntou.
    Isso não é um problema de gestão. É um problema de infraestrutura.
    E é exatamente aí que entra a Figo.
    O que a Figo faz, de verdade?
    A Figo é um marketplace físico. Não uma plataforma digital, não um app de vitrine. E sim, um ecossistema que conecta fabricantes, distribuidores, varejistas e afiliados dentro de uma lógica simples: o vendedor que está em contato com o cliente na loja física pode oferecer muito mais do que o que está na gôndola.
    Quando o cliente entra na loja e pergunta por um produto que não está disponível, o vendedor não precisa mais dizer “não temos”. Ele acessa o catálogo digital integrado as maquininha Figo, mostra o produto, finaliza a venda e o item é entregue na casa do cliente. A loja vende. A marca vende. O varejista fatura a comissão. O consumidor sai satisfeito.

    Isso é o e-commerce das marcas chegando ao ponto de venda físico do multimarcas, de forma simples e praticamente sem custo.


    É o omnichannel que a Renner construiu com R$ 858 milhões, chegando ao pequeno varejista via Figo, sem que ele precise investir nada perto disso.
    O que muda para cada lado do ecossistema?
    Para o varejista, a mudança é imediata. Ele deixa de ser limitado pelo espaço físico da sua loja e pelo capital de giro disponível para estoque. Passa a oferecer um mix infinito sem imobilizar capital. E ainda amplia sua receita com um novo canal de remuneração por venda intermediada.
    Para a marca (Seller) e o distribuidor, é a abertura de um canal físico que não existia antes para seu e-commerce: é o vendedor do multimarcas como extensão da sua força de vendas, dentro de um ambiente de confiança, com atendimento humano, no momento em que o consumidor já está com intenção de compra.
    Para o consumidor, é a experiência que ele espera mas raramente encontra fora das grandes redes: variedade real, sem precisar sair da loja que ele já conhece e confia.
    A Figo é a máquininha que faltava. SERAA! :):)
    As grandes redes resolveram o omnichannel de dentro para fora, integrando seus próprios canais. É uma solução vertical, fechada, que funciona para quem tem diversas lojas próprias.
    A Figo resolve o omnichannel de fora para dentro do pequeno e médio varejista, conectando um ecossistema que já existe mas opera desconectado.
    Não é tecnologia pela tecnologia. É tecnologia resolvendo um problema concreto de quem está na ponta, atendendo o consumidor todos os dias, com as ferramentas que tem.
    O varejo de moda no Brasil movimentou R$ 92,5 bilhões em 2023. A maior parte desse dinheiro não passa pelas grandes redes. Passa por lojas menores, multimarcas, representantes, afiliados. Um universo pulverizado, carente de infraestrutura, com enorme potencial represado.
    A Figo foi construída para destravá-lo.
    O varejo que vende mais não é o que tem a maior loja. É o que tem o maior alcance.

    Se você é varejista, fabricante, distribuidor ou investidor e quer entender como esse ecossistema funciona na prática, acesse: http://www.soufigo.com.br.

    Logotipo da empresa Figo, com uma gota estilizada e o nome 'figo' em letras roxas.

    http://www.soufigo.com.br

  • Histórinhas do Varejo com Figo: como vender coleção parada a preço cheio

    Histórinhas do Varejo com Figo: como vender coleção parada a preço cheio

    Nesse série de histórinhas, você vai conhecer de forma lúdica e didática o que é a Figo e como ela muda o jogo para fabricantes, lojistas e consumidores, transformando estoque parado em canal de vendas contínuo, conectando as coleções a uma rede de lojistas multimarcas em todo o Brasil, sem depender só de representantes. Isso aumenta o alcance da marca no ponto de venda físico, mantém o preço cheio por mais tempo e reduz a necessidade de liquidações que corroem margem e desvalorizam a coleção. Não deixe de ler, pois alem de tudo é uma delicia a leitura.

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