#modacenter

  • A maquininha era só pagamento. Agora é canal de vendas infinito. FIGO!

    A maquininha era só pagamento. Agora é canal de vendas infinito. FIGO!

    Tem uma pergunta que ouço com frequência quando explico o que é a Figo:

    “Como você conseguiu simplificar tudo isso?”

    A resposta honesta é: não fui eu que simplifiquei. Foi o tempo.

    Trinta anos atuando no varejo físico, construindo CRM, trabalhando com software e entendendo como o lojista pensa, como ele compra, como ele perde vendas e como muitas vezes desiste de crescer porque o processo é caro e arriscado demais. Tudo isso foi, na prática, uma longa pesquisa de campo sem esse nome, apenas observação, experiência e prática.

    Quando chegou a hora de construir a Figo, eu já conhecia os desafios. E, ao mesmo tempo, lá no meu íntimo, sabia que superaria cada obstáculo. Eu entendia que meu maior desafio seria transformar tudo em algo claro e simples. Eu ainda não tinha todas as respostas, mas o caminho já estava desenhado na minha cabeça.

    O varejo físico convive com problemas invisíveis, mas presentes todos os dias, consumindo energia, tempo e resultado de qualquer varejista. De um lado está o fabricante. Do outro, o varejista. Entre os dois, existe uma cadeia longa, cara e, na maioria das vezes, mal conectada. Meu objetivo era criar algo que simplificasse tudo isso.

    O lojista não consegue oferecer variedade porque precisa comprar estoque antecipado. O fabricante não consegue escalar porque depende de grandes pedidos e de alcançar o maior número possível de varejistas. Distribuidores e fornecedores acabam vivendo no meio desse fogo cruzado.

    E o SmartPOS, o terminal que está todos os dias na frente do cliente e perto do varejista, muitas vezes fica subutilizado, mesmo sendo smart. No máximo, entrega uma ou outra funcionalidade além do seu core, que é processar pagamentos. Ou seja, havia muito mais potencial a ser explorado.

    A Figo nasceu para resolver exatamente isso.

    Ela é o primeiro marketplace físico do Brasil, integrado diretamente ao SmartPOS (maquininha). Conecta fabricantes, distribuidores, varejistas e afiliados em um único ecossistema. O varejista passa a oferecer produtos que não estão no seu estoque físico. O pagamento é orquestrado, o split acontece automaticamente entre os participantes e a liquidação é controlada. Tudo no mesmo fluxo, no mesmo terminal.

    É estoque infinito sem risco de capital para o lojista, mais conveniência para o consumidor e uma nova frente de escala para o fabricante, que passa a contar com um canal novo e relevante, pois pode simplesmente conectar seu ecommerce em milhares de maquininhas.

    Complexidade nos bastidores. Simplicidade direto na maquininha.

    No início, quando comecei a prospectar fornecedores de meios de pagamento, percebi que levaria tempo para alguém realmente entender o que eu queria construir. À primeira vista, todos me apresentavam soluções muito diferentes daquilo que eu tinha em mente. Mas isso não aconteceu por falta de competência. Aconteceu porque ainda era preciso compreender com profundidade o conceito da Figo.

    Hoje, olhando em retrospecto, talvez eu mesmo ainda não tivesse traduzido a ideia da melhor forma naquele momento. O processo foi amadurecendo dia após dia. Foram quase dois anos até chegarmos ao produto pronto, já em produção, com duas marcas de moda feminina.

    Na prática, eu e meus sócios nessa empreitada criamos uma empresa de pagamento cujo core business é o marketplace. Parece loucura, mas é exatamente isso.

    Ficou tão claro para o varejista que, quando ele vê na hora, entende imediatamente:

    “Eu posso vender mais sem precisar de mais dinheiro para comprar estoque?”

    Sim. É isso.

    Essa tradução não acontece por acaso. Ela acontece porque quem construiu o produto conhece os dois lados da conversa. Conhece o back-end sofisticado e conhece a linguagem do lojista que acorda cedo, paga aluguel caro e precisa de resultado hoje.

    Da teoria à prática

    Fizemos nosso MVP, a Figo foi testada com a Vestem, marca do setor de moda Fitness. A implantação aconteceu, o modelo funcionou e a venda foi concretizada.

    Não estou aqui para inflar números. Estou dizendo que o conceito saiu do papel, foi para o varejo real e provou que funciona.

    Isso muda tudo. Porque, no varejo brasileiro, teoria sem operação não vale nada.

    O próximo passo

    Estamos hoje lançando uma POC com uma marca de moda feminina premium. É o início.

    Não vou antecipar o nome. Mas posso dizer o que isso representa: a Figo entrando em um segmento que combina alto valor de produto, cliente exigente e uma cadeia de fornecimento complexa. O ambiente ideal para provar que o modelo escala com qualidade.

    O que eu aprendi construindo isso

    Resiliência e resistência de um empreendedor não é uma virtude romântica. Precisa ser uma habilidade operacional.

    Construir a Figo está exigindo de mim muito mais do que eu esperava. Sou empreendedor de longa data, mas encontrei o projeto da minha vida. A Figo tem propósito, tem alma e me permitiu exercitar ainda mais minha resiliência e resistência.

    Eu e todos que estão envolvidos nesse projeto temos um único objetivo: vencer e mostrar ao mercado que a Figo pode se tornar uma das principais empresas deste país.

    Temos energia para adaptar o modelo várias vezes, lidar com a complexidade técnica de integrar múltiplos players e, ao mesmo tempo, manter a explicação simples o suficiente para que o varejista diga:

    “Entendi. Quero isso.”

    Esse equilíbrio entre profundidade e clareza define se um produto chega ao mercado ou fica preso em um slide de apresentação.

    A Figo chegou ao mercado.

    E isso é só o começo.

    Se você é varejista, fabricante ou distribuidor e quer entender como a Figo pode mudar sua operação, o caminho começa em www.soufigo.com.br.

  • As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz?

    As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz?

    As grandes redes investem R$ 800 milhões por ano em omnichannel. E o pequeno varejista, o que faz? Ou melhor, o que faziam? Eu te conto mais abaixo. :)

    A Lojas Renner investiu R$ 858 milhões em 2025 para integrar físico e digital. A C&A lançou um app que dobrou a taxa de conversão e cresceu 53% no e-commerce em um trimestre. A Riachuelo contratou um CEO vindo da Dafiti exatamente para liderar sua transformação omnichannel.
    O mercado não deixa dúvida: o consumidor brasileiro já decidiu que quer comprar em qualquer canal, a qualquer hora, sem fricção. Pesquisa da Wake e Opinion Box confirma: 78,9% dos consumidores transitam entre canais físicos e digitais. E empresas com operação omnichannel madura faturam três vezes mais e têm um LTV 170% maior que os concorrentes fragmentados.
    Esses são dados reais, publicados agora em 2025 e 2026.
    O problema é que toda essa transformação foi construída para quem tem escala, capital e estrutura de tecnologia. Para as grandes redes.

    E os outros 1,4 milhão de varejistas independentes de moda no Brasil? De novo, o que fazem?

    Esses continuam vendendo o que cabe no seu estoque. Atendendo o cliente com o que têm na prateleira. Perdendo venda por ruptura. Perdendo cliente para o concorrente que tem o tamanho certo, a cor que falta, a marca que o consumidor perguntou.
    Isso não é um problema de gestão. É um problema de infraestrutura.
    E é exatamente aí que entra a Figo.
    O que a Figo faz, de verdade?
    A Figo é um marketplace físico. Não uma plataforma digital, não um app de vitrine. E sim, um ecossistema que conecta fabricantes, distribuidores, varejistas e afiliados dentro de uma lógica simples: o vendedor que está em contato com o cliente na loja física pode oferecer muito mais do que o que está na gôndola.
    Quando o cliente entra na loja e pergunta por um produto que não está disponível, o vendedor não precisa mais dizer “não temos”. Ele acessa o catálogo digital integrado as maquininha Figo, mostra o produto, finaliza a venda e o item é entregue na casa do cliente. A loja vende. A marca vende. O varejista fatura a comissão. O consumidor sai satisfeito.

    Isso é o e-commerce das marcas chegando ao ponto de venda físico do multimarcas, de forma simples e praticamente sem custo.


    É o omnichannel que a Renner construiu com R$ 858 milhões, chegando ao pequeno varejista via Figo, sem que ele precise investir nada perto disso.
    O que muda para cada lado do ecossistema?
    Para o varejista, a mudança é imediata. Ele deixa de ser limitado pelo espaço físico da sua loja e pelo capital de giro disponível para estoque. Passa a oferecer um mix infinito sem imobilizar capital. E ainda amplia sua receita com um novo canal de remuneração por venda intermediada.
    Para a marca (Seller) e o distribuidor, é a abertura de um canal físico que não existia antes para seu e-commerce: é o vendedor do multimarcas como extensão da sua força de vendas, dentro de um ambiente de confiança, com atendimento humano, no momento em que o consumidor já está com intenção de compra.
    Para o consumidor, é a experiência que ele espera mas raramente encontra fora das grandes redes: variedade real, sem precisar sair da loja que ele já conhece e confia.
    A Figo é a máquininha que faltava. SERAA! :):)
    As grandes redes resolveram o omnichannel de dentro para fora, integrando seus próprios canais. É uma solução vertical, fechada, que funciona para quem tem diversas lojas próprias.
    A Figo resolve o omnichannel de fora para dentro do pequeno e médio varejista, conectando um ecossistema que já existe mas opera desconectado.
    Não é tecnologia pela tecnologia. É tecnologia resolvendo um problema concreto de quem está na ponta, atendendo o consumidor todos os dias, com as ferramentas que tem.
    O varejo de moda no Brasil movimentou R$ 92,5 bilhões em 2023. A maior parte desse dinheiro não passa pelas grandes redes. Passa por lojas menores, multimarcas, representantes, afiliados. Um universo pulverizado, carente de infraestrutura, com enorme potencial represado.
    A Figo foi construída para destravá-lo.
    O varejo que vende mais não é o que tem a maior loja. É o que tem o maior alcance.

    Se você é varejista, fabricante, distribuidor ou investidor e quer entender como esse ecossistema funciona na prática, acesse: http://www.soufigo.com.br.

    Logotipo da empresa Figo, com uma gota estilizada e o nome 'figo' em letras roxas.

    http://www.soufigo.com.br

  • Histórinhas do Varejo com Figo: como vender coleção parada a preço cheio

    Histórinhas do Varejo com Figo: como vender coleção parada a preço cheio

    Nesse série de histórinhas, você vai conhecer de forma lúdica e didática o que é a Figo e como ela muda o jogo para fabricantes, lojistas e consumidores, transformando estoque parado em canal de vendas contínuo, conectando as coleções a uma rede de lojistas multimarcas em todo o Brasil, sem depender só de representantes. Isso aumenta o alcance da marca no ponto de venda físico, mantém o preço cheio por mais tempo e reduz a necessidade de liquidações que corroem margem e desvalorizam a coleção. Não deixe de ler, pois alem de tudo é uma delicia a leitura.

    #varejomoda, #fabricantemoda, #modabrasileira, #modafeminina, #modaatacado, #Multimarcas, #modacenter, #modanobrasil, #empreendedorismo, #modaempreendedora, #varejo, #comerciante, #moda2026, #influenciadormoda,