Hoje, inovação no varejo não é só ter um e-commerce: é conseguir vender mais, com menos ruptura e menos risco, utilizando como fonte de receita o estoque da indústria ou de outros varejistas.
É aqui que a Figo entra como protagonista dessa transformação. A Figo leva o conceito de marketplace para o mundo físico, conectando indústrias, lojas multimarcas e afiliados por meio de um marketplace inserido diretamente no seu SmartPOS, permitindo que cada ponto de venda acesse um estoque infinito de produtos. Com isso, o varejista multimarcas não precisa imobilizar capital de giro além de sua capacidade em mercadorias próprias.
Na prática, cada loja passa a vender o próprio mix, com um capital já definido periodicamente pelo varejista, e também o mix de outros lojistas que precisam escoar seus estoques. Esse movimento ajuda a indústria a melhorar a distribuição das vendas, aumentando o volume de reposição regionalmente, ampliando oferta, ticket médio e faturamento por metro quadrado.
Por trás dessa experiência simples para o lojista, existe uma infraestrutura robusta de pagamentos, split financeiro e logística integrada. A cobrança acontece diretamente no SmartPOS da Figo, com cartão de crédito, débito ou PIX, reduzindo riscos como o chargeback e garantindo que cada elo da cadeia receba exatamente o que lhe é devido, no prazo e com transparência. O vendedor vira um afiliado no mundo físico, ganhando comissão pelo fluxo de vendas que gera: recomenda, vende e é remunerado por isso, usando a tecnologia como aliada e não como barreira.
O resultado é um varejo mais inteligente, colaborativo e escalável, em que prateleira infinita deixa de ser um serviço restrito às grandes plataformas de software e OMS e passa a ser modelo operacional aplicado ao dia a dia de pequenas e médias lojas. Em um cenário de concorrência acirrada e margens pressionadas, transformar cada PDV em um hub multimarcas conectado pode ser a diferença entre apenas sobreviver e realmente crescer.
O varejo físico brasileiro vive um momento de transformação, com lojistas de diversos nichos enfrentando estoques limitados ou excessivos em meio a tendências globais como omnicanal e eficiência operacional destacadas na NRF 2026.
Uma empresa como a Figo surge como oportunidade estratégica para lojista médios e pequenos que buscam elevar vendas diárias sem grandes investimentos em capital ou espaço.
Solução para estoque limitado
Lojistas com pouco estoque e sem capital de giro para reposição rápida, ganham com o modelo de marketplace físico da Figo, integrado ao SmartPOS, pois eles agora podem acessar estoque infinito de parceiros e afiliados do marketplace Figo, vendendo produtos variados no PDV sem comprar antecipadamente, o que aumenta o sortimento e atrai mais clientes diariamente. Isso transforma limitações em vendas recorrentes, usando da força da consultoria de venda do lojista afiliado e de algumas ferramentas oferecidas na plataforma Figo, como IA que facilita a busca pelo produto mais adequado e mais próximo, e outros serviços para sugestões em tempo real e logística compartilhada.
Oportunidade com estoque Excedente
Para quem acumulou estoque por erros de compra ou estratégias conservadoras, a Figo abre portas para uma rede de lojistas em todo o Brasil, que passam a receber pedidos direto na maquininha e podem escoar seus estoques, simplesmente aceitando pedidos de afiliados. Assim, o excesso vira ativo rentável, gerando receita extra sem depender só da própria loja. Gestão inteligente via SmartPOS otimiza splits de pagamento e visibilidade, impulsionando giro e fidelização em escala colaborativa.
Expansão para nichos específicos
O modelo Figo Shop pretende entrar forte em setores como material de construção, com suas 153 mil lojas, sendo 102 mil independentes, lidando com rupturas frequentes e criando uma malha colaborativa onde estoque ocioso de uns supre a demanda urgente de outros. Não se limitando a vestuário, material de construção e setor de autopeças, um outro setor que se beneficiará do modelo figo serão as farmácias e drogarias independentes, que hoje no brasil atingem o número impressionante de cerca de 90 mil pontos de venda, que enfrentam rupturas de estoque semelhantes a outros setores, e a Figo possibilita uma grande rede de compartilhamento, ampliando sortimento em tempo real e vendas cruzadas sem investimentos extras. Esses nichos ganham resiliência, conectando PMEs locais em um ecossistema que equilibra oferta e demanda via marketplace Figo Shop.
Impacto colaborativo no varejo
A Figo conecta lojistas em ecossistema omnichannel, onde todos ganham: quem tem pouco estoque expande oferta; quem tem muito, encontra compradores afiliados e agora também escalável para construção e farmácias e outros setores do varejo. Isso alinha-se a movimentos virais como IA prática e competição e-commerce, posicionando PDVs físicos como hubs eficientes e escaláveis para PMEs de múltiplos setores.
A economia colaborativa cresce globalmente, projetada para US$ 827,1 bilhões até 2032 com taxa anual de 7,7%, impulsionada pela digitalização e compartilhamento de recursos. No Brasil, MEIs e pequenos empreendedores enfrentam barreiras como acesso a crédito, instabilidade financeira e dificuldades para vender mais, uma grande parte desses empreendedores citam “gerar vendas” como principal dor em 2025. Isso se dá pelo motivo de cada vez ficar mais caro divulgar produtos e serviços nas redes sociais e nos atuais canais de veiculação, nesse contexto plataformas como a da Figo, via marketplace físico, surgem como aliadas ao integrar lojas físicas e seus estoques em um formato marketplace, trazendo uma oportunidade real de geração de vendas colaborativas.
Desafios do empreendedor
O cidadão comum que sonha com renda extra enfrenta uma burocracia pesada como MEI, especialmente com as regras de 2025 que somam renda pessoal ao limite anual, criando riscos de ultrapassagem involuntária e multas salgadas. Pequenos varejistas lidam com retenção de mão de obra, jornadas exaustivas e queda de vendas de 2,8% no terceiro trimestre de 2025, piorada por juros da Selic em 15%.
Exemplo Prático no Dia a Dia
Imagine um salão de cabeleireiro com fluxo constante de clientes, que esperam 20 ou 30 minutos pela vez, um momento perfeito de consumo passivo. Por que não oferecer shampoo, bijuteria, perfume ou camiseta da moda ali mesmo? Sem suporte, promover esses itens extras sai caro e ineficiente, travando o sonho de sustentar a família via empreendedorismo. Ai entra a Figo como Solução Imediata. A Figo vira aliada ideal: o profissional da beleza se torna afiliado, acessa estoques colaborativos via SmartPOS e vende como “consultor de cosméticos”, gerando renda extra na própria comunidade sem estoque ou chargeback. Assim, o tempo ocioso vira oportunidade real de ganho familiar e negócios locais fortalecidos. Tudo isso sem empatar um real de capital de giro.
Crescimento da Economia Colaborativa
No Brasil, a economia colaborativa transforma o varejo com compartilhamento de estoques e serviços, reduzindo desperdícios e custos fixos. Tendências de 2026 incluem IA para recomendações personalizadas, que geraram milhões em vendas em 2025, e colaboração previsiva entre indústria e varejo para estoques ágeis. A loja física ganha novo papel como centro logístico e relacional, alinhando físico e digital em omnicanal amplamente inserido no varejo Brasileiro.
Figo como Aliada Estratégica
A Figo revoluciona o varejo físico ao conectar estoques de lojas e indústrias via SmartPOS, criando “prateleira infinita” sem investimento extra em mercadorias. Lojistas acessam mix ampliado de produtos, vendem no local com pagamento via cartão ou PIX no POS, eliminando chargebacks e riscos financeiros. Para o cidadão comum, isso gera renda extra: um vendedor atua como afiliado sendo ele PF ou PJ, comissiona vendas de parceiros e impulsiona tráfego na loja.
Impacto na Renda Familiar
Com Figo, o empreendedor sem capital de giro oferece calçados, cosméticos, vestuários e outros, além de seu estoque principal, exponenciando ganhos em nichos como diversos. O modelo colaborativo reduz despesas, networking e eficiência, transformando desafios em oportunidades de autonomia. Em 2026, isso alinha com varejo inteligente, capacitando pequenos varejistas, profissionais autônomos e famílias a prosperar na economia compartilhada.
As tendências da NRF 2026 deixam claro que 2026 é o ano em que a IA vira infraestrutura de varejo e passa a operar ponta a ponta em e-commerce, marketplaces e pagamentos, não apenas como “feature”. No contexto brasileiro, isso abre espaço direto para modelos como o da Figo, conectando loja física, dados, pagamentos e orquestração de canais com IA aplicada ao dia a dia da operação.
Macro temas da NRF 2026
Commerce agentic (assistentes que compram por você): a NRF fala em “agentic commerce”, no qual agentes de IA mediam a decisão de compra do início ao fim, muitas vezes antes do cliente entrar em um site ou loja. Isso exige que catálogos, estoques, preços e promoções estejam “legíveis para máquinas” via APIs e dados estruturados.
IA como padrão, não mais diferencial: independente da palavra “bolha”e do temor desse mundo meio sombrio, análises mostram que investimentos globais em IA devem ultrapassar US$ 2 trilhões em 2026, tornando obrigatório incorporar IA em planejamento, operação, atendimento e marketing do varejo. Quem permanecer em soluções pontuais (chatbot, recomendação simples) tende a perder competitividade porque o benchmark subiu.
Dados e governança como ativo regulado: cresce a pressão por governança de dados e avaliação de impacto algorítmico, com multas relevantes para quem não tratar vieses, explicabilidade e revisão humana de decisões automatizadas. No Brasil, isso conversa com a agenda LGPD e futuras regulações específicas de IA para o varejo.
IA aplicada ao e-commerce
IA como “motor de operação” e não só de marketing: em 2026, IA em e-commerce é exigida como operação real, integrando aquisição de tráfego, conversão, atendimento, logística e pós-venda em um fluxo mensurável. Soluções isoladas (recomendação básica, chatbot genérico) deixam de gerar vantagem competitiva.
Jornadas começando fora do site (assistentes e superapps): muitas jornadas passam a começar em assistentes de IA ou em ambientes de terceiros, e não mais na home do e-commerce. Isso obriga o varejista a estruturar dados de produtos, preços e disponibilidade para serem descobertos e transacionados via esses agentes externos.
Personalização profunda em tempo real: IA passa a alimentar engines de precificação, sortimento de vitrines e conteúdo de forma dinâmica, com base em comportamento, estoque e margem em tempo real. Na prática, vitrines, banners, e-mails e pushs são montados sob medida para cada contexto, e não apenas por segmentos amplos.
IA em marketplaces e super apps
Algoritmo decide quem joga: análises da NRF para o Brasil apontam que “o algoritmo decide quem entra no jogo” em marketplaces, à medida que ranking, buy box e exposição viram função de performance histórica, dados estruturados e qualidade operacional. Estar em super apps e grandes marketplaces amplia venda, mas a disputa real é por relevância algorítmica, não só por presença.
Arquiteturas API-first e dados modulares: para dialogar com superapps, assistentes e plataformas globais, sistemas precisam ser modulares e abertos, com catálogos, promoções, estoques e regras comerciais expostos via APIs robustas. Isso é crucial para que agentes de IA confiem nos dados e possam atuar em nome de pessoas ou empresas.
Marketplaces como plataformas de serviços de IA para sellers: há um movimento de marketplaces oferecerem IA “embutida” para sellers: otimização automática de anúncios, conteúdo, preço, estoque e atendimento. Isso redistribui poder para pequenos lojistas que conseguem “plugar-se” a essa inteligência sem construir tudo do zero
IA em operações e meios de pagamento
IA embedded no core operacional: fornecedores globais de tecnologia para varejo apresentam soluções em que IA está embutida no planejamento, operações, fulfillment e commerce, harmonizando dados de vendas, estoque, clientes e fornecedores. Isso melhora acurácia de previsão, reduz esforço manual de planejamento e viabiliza omnicanalidade sem aumentar complexidade.
Pagamentos mais automáticos e invisíveis: há forte avanço em automação de transações, com soluções que tornam o pagamento mais rápido e, muitas vezes, invisível ao usuário, especialmente em self-checkout e formatos híbridos. Isso inclui desde automação de numerário em lojas físicas até integrações fluídas entre carteiras digitais, PIX e crédito integrado em jornadas omnicanal, aqui a Figo navegara em um terreno muito fértil e com possibilidades reais de aumentar as vendas, utilizando o cruzamento de estoques como ponto focal na geração e potencialização do faturamento do varejista.
Commerce “sem canal” (channel-less): soluções de comércio começam a permitir que preços, estoques e promoções sejam consumidos por qualquer interface (site, aplicativo, chatbot, assistente de IA), criando uma experiência verdadeiramente “sem canal”. Isso reforça o papel dos meios de pagamento como camada de infraestrutura que acompanha o cliente, em vez de ficar preso ao PDV físico ou digital
Como aplicar no Brasil (e na Figo)
Orquestrar a jornada omnicanal com IA embarcado no smartPOS: usar IA para sugerir próximas ações ao lojista no smartPOS (quem contatar, qual oferta sugerir, como reengajar um cliente de marketplace na loja física), com base em dados de vendas, comportamento e estoque. Na prática, o PDV vira um cockpit inteligente, não apenas um terminal de cobrança, pois Figo utiliza do carisma do vendedor, como um consultor de venda para potencializar a força da IA.
Criar “camada de inteligência” sobre pagamentos: aproveitar dados transacionais (PIX, crédito, débito, carteiras) para pontuar risco, propensão à recompra e sensibilidade a preço, alimentando motores de crédito privado, BNPL e loyalty proprietários da Figo e dos lojistas. Isso alinha a tendência de IA no core financeiro com a realidade de um Brasil centrado em PIX, parcelado e programas de fidelidade.
Oferecer IA pronta para o pequeno varejista: empacotar capacidades de IA (recomendações, pricing dinâmico simplificado, conteúdo automatizado, campanhas de CRM) como serviços plug-and-play para os lojistas do ecossistema. Assim, Figo vira o “atalho” para que o pequeno varejo brasileiro acesse as mesmas capacidades que grandes redes estão vendo na NRF 2026. Esse é o principal objetivo da Figo.
Do livro às conversas com amigos, sócios e empreendedores, como um sonho antigo ganhou vida e abriu um novo desafio
Foi um ano em que a palavra recomeço deixou de ser apenas conceito para virar prática diária. Entre o lançamento do livro, novas conexões com empreendedores e a rotina de produzir conteúdo sobre meu cotidiano e acontecimentos do dia a dia, mas também sobre coragem, vulnerabilidade e execução, 2025 consolidou uma fase em que a minha história como empreendedor recomeça novamente.
Meu 2025 foi, acima de tudo, um ano de recomeços conscientes. Não daqueles que nascem do desespero, mas dos que vêm de uma escolha madura: honrar a própria história, reconhecer os tropeços, agradecer as conquistas e, ainda assim, decidir seguir em frente com mais amor, propósito e coragem.
O ano em que minha história virou livro
Durante muito tempo, minha trajetória como empreendedor viveu apenas nas memórias, nos bastidores das empresas que ajudei a criar e nas conversas com amigos e parceiros de negócio. Em 2025, essa história ganhou forma, páginas e capa com o lançamento de “Amor pra Recomeçar: Transforme seu sonho em sucesso”. O livro nasceu do desejo de registrar não só as vitórias, mas também os fracassos, os desvios de rota, as associações erradas e os momentos em que parecia mais fácil desistir do que tentar de novo.
Ao escrever, revisitar capítulos difíceis e recontar passagens que ainda doíam, percebi que recomeçar nunca foi sinal de fraqueza na minha trajetória. Sempre que um negócio não deu certo, que uma decisão me afastou do que eu acreditava ou que precisei desfazer caminhos, ali estava escondida uma oportunidade de crescer, aprender e voltar melhor. O livro é, antes de tudo, um convite para que outras pessoas também se permitam transformar seus sonhos em projetos concretos, mesmo carregando cicatrizes no caminho.
Empreender na vida real, sem romantizar
Ao longo do ano, tanto no site quanto nas redes, procurei mostrar um empreendedorismo mais humano, menos glamourizado e mais próximo da vida real. Compartilhei reflexões sobre visão de longo prazo, timing, coragem para mudar de direção e, principalmente, sobre a importância de não se apegar ao que deu certo ontem se isso estiver impedindo a construção do amanhã.
Passei a falar com mais clareza sobre aquilo que sempre moveu minhas decisões: criar negócios que geram impacto real na vida de clientes, parceiros e colaboradores, usando inovação, dados, marketing e relacionamento como ferramentas para construir valor de verdade. Mais do que contar “cases de sucesso”, quis abrir os bastidores da minha vida como empreendedor e principalmente das dúvidas aos medos, das conversas difíceis às apostas feitas quando quase ninguém via potencial.
Recomeços pessoais, novos laços e propósitos
2025 também foi um ano de recomeços internos. Em paralelo aos projetos profissionais, precisei reorganizar prioridades, olhar com mais carinho para minha própria saúde emocional e revisar quais relações, agendas e compromissos ainda faziam sentido com a pessoa que venho me tornando. Assim como nos negócios, entendi que, na vida pessoal, recomeçar não é apagar o que foi vivido, e sim escolher seguir mais leve, mais inteiro e mais alinhado com o propósito que hoje me guia, essa é uma vantagem absoluta da maturidade dos meus 54 anos.
As mensagens que recebi de leitores do livro e de quem acompanha meus conteúdos foram combustível importante para continuar. Ler relatos de pessoas que decidiram tirar um projeto da gaveta, mudar de carreira, voltar a estudar ou simplesmente se tratar com menos dureza depois de um erro reforçou a certeza de que vulnerabilidade conecta e cura. Aos poucos, foi nascendo uma comunidade em torno da ideia de que recomeçar com amor, por si, pela própria história e pelos próprios sonhos é uma das decisões mais corajosas que alguém pode tomar.
O que levo deste ano para o próximo
Se fosse para resumir os principais aprendizados deste ciclo, colocaria assim:
História bem contada abre portas. Quando você compartilha sua caminhada com honestidade, sem máscaras e sem edição exagerada, oportunidades começam a aparecer de lugares que você nem imaginava.
Nem todo negócio que nasce precisa durar para sempre. Alguns existem para te ensinar algo, ampliar sua visão e te preparar para o que vem depois; entender isso tira o peso da culpa e devolve a responsabilidade para a escolha.
Ninguém empreende sozinho. Sócios, equipes, mentores, clientes e até as críticas têm um papel importante na construção de qualquer jornada consistente.
Cuidar de si é parte da estratégia. Sem saúde emocional, autoconsciência e limites claros, nenhum resultado financeiro se sustenta por muito tempo.
Recomeçar não diminui o seu valor; eleva sua maturidade. Cada novo começo carrega a sabedoria de tudo o que já foi vivido, e é justamente isso que dá força para dar o próximo passo, mesmo com medo.
Entro no próximo ano com o compromisso de aprofundar essas conversas: escrevendo mais, me conectando com outros empreendedores, apoiando novas iniciativas e mantendo acesa a chama de transformar sonhos em negócios que façam sentido. Se a sua vida também está pedindo um novo capítulo, o convite é simples: recomece com amor, recomece pela sua história, pelo seu sonho e por tudo o que ainda pode nascer a partir dele.
Minha nova jornada
Na hora de olhar para frente, é impossível não reconhecer o papel de um novo desafio em minha vida como empreendedor, nesse momento estou envolvido em alguns projetos como investidor, mas como gestor e apaixonado, eu escolhi a Figo para imprimir toda minha energia nessa nova trajetória que estou construindo. A Figo nasce exatamente no ponto de interseção entre tudo o que vivi no varejo e na tecnologia e tudo aquilo em que acredito para o futuro: colaboração, dados na veia, foco no pequeno e médio empreendedor e uso inteligente da inovação para gerar resultado na vida real.
Ao transformar a loja física em um hub multicanal, com prateleira infinita, split de pagamentos e um ecossistema em que indústria, lojista e consumidor ganham juntos, a Figo materializa, em produto, a visão de negócios que venho defendendo há anos. Mais do que uma plataforma de pagamentos inteligentes, ela é a prova de que é possível usar tecnologia para reduzir barreiras, aumentar vendas, democratizar acesso e criar uma nova lógica de economia colaborativa no varejo brasileiro.
Por isso, quando falo em “amor pra recomeçar”, hoje não estou mais falando só da minha história pessoal, mas também do que a Figo representa: a coragem de propor um modelo novo em um mercado tradicional, de apostar no potencial de lojistas e indústrias que muitas vezes foram deixados de lado e de construir, na prática, um ambiente em que todo mundo pode vender mais e melhor. A Figo é, ao mesmo tempo, continuidade e recomeço da minha jornada empreendedora e é o capítulo em que toda a experiência acumulada encontra um propósito ainda maior: impulsionar milhares de outros sonhos a saírem do papel e ocuparem seu lugar no mundo.
Quero agradecer todos os meus sócios, amigos e colaboradores nesse projeto maravilhoso, mas sobre tudo nesses tantos anos que eles participam em minha vida. Obrigado!
Hoje, visitei um projeto incrível de um empreendedor visionário e apaixonado por criar o novo. Vocês já o conhecem do meu livro Amor pra Recomeçar: Bernardo Zamijovsky. Quem ainda não leu, deveria, pois ali tento demonstrar de forma sutil quem é esse camarada admirável.
O projeto é o Indie Food Lab, que nasce com a proposta de ser um hub de gastronomia colaborativa e tecnológica. Inaugurado na Avenida Paulista, o espaço traz a ambição de democratizar a comida autoral e transformar nossa relação diária com a alimentação. Mais do que um novo ponto de consumo, é um laboratório vivo onde a visão empreendedora do Bernardo se conecta com uma jornada construída ao longo de muitos anos. É a materialização de um sonho de uma década. Como escrevi em meu livro, apresento o personagem “Berna” como um símbolo de coragem, reinvenção e amor pelo que faz.
O que é o Indie Food Lab
O Indie Food Lab reúne diferentes culinárias assinadas por chefs convidados em sua primeira unidade na Av. Paulista, 1912. Operando como uma collab gastronômica apoiada em tecnologia e eficiência, o espaço supera o conceito tradicional de food hall. Ele integra múltiplas cozinhas em uma operação unificada, com jornada digitalizada e pedidos em fluxo único, focando em uma experiência fluida tanto no salão quanto no delivery.
O projeto combina arte, design e tecnologia para criar um ambiente impressionante, destacando-se pelo “Beco do Indie” com grafites e área externa e pela cozinha aberta, onde o cliente acompanha o preparo em tempo real. O resultado é um destino gastronômico urbano que equilibra velocidade, qualidade e autoria, perfeitamente alinhado ao novo comportamento de consumo de São Paulo.
A visão de Berna
Bernardo Zamijovsky, executivo e empreendedor com trajetória consolidada em marketing e negócios, juntou-se a sócios de peso como Bruno Ramos (Ex-Linx), Luis Bento (Ex-NCR) e Ricardo Bachert. Juntos, trazem para o Indie Food Lab uma visão de marca que vai além de servir refeições: é sobre criar encontros, memórias e comunidade. A experiência do grupo em liderar grandes negócios reflete-se na apresentação do Indie como um hub independente, colaborativo e guiado por dados.
No universo de Amor pra Recomeçar, Berna é o amigo inquieto e estratégico, aquele que não se contenta com o óbvio. Essa mesma energia vibra no Indie Food Lab, rompendo com o modelo de praça de alimentação ao propor um sistema integrado de chefs e operação, pensado para escalar sem perder a autenticidade.
Minha conexão com o projeto
Minha jornada empreendedora, retratada no livro com todo o peso e beleza de construir algo do zero, encontra no Indie Food Lab um espelho particular. O que se vê na Paulista é a prova de uma tese que defendo: quando propósito, inovação e execução disciplinada se encontram, surgem modelos capazes de mudar mercados.
Berna, o personagem, é o Bernardo da vida real: parceiro de conversas profundas sobre risco e futuro, coautor invisível de muitas decisões e alguém com quem compartilho uma visão de mundo. Ver o Indie ganhar vida é ver o arco narrativo de Berna saindo das páginas para o concreto: uma cozinha high-tech, sustentável e aberta para o Brasil.
Fiquei honrado com o convite do Berna para ser sócio do projeto. Em outros tempos, eu aceitaria sem pestanejar. Mas, com a maturidade e os aprendizados que acumulei, hoje prezo pelo foco total nos projetos que lidero. Atualmente, estou dedicado à Figo como CEO e à Cannoli como investidor, empresas que fazem parte da minha vida há quase dois anos. Por isso, preferi torcer da arquibancada, enviando toda energia positiva para que a empresa prospere e se torne referência mundial em sua categoria. Além do amor investido, o projeto conta com profissionais maravilhosos. Obrigado, Berna, por pensar em mim; retribuo com carinho, sou seu fã e estou sempre à disposição para contribuir.
Inovação e Experiência
Um recomeço com gosto de futuro O Indie opera como uma plataforma: um único sistema conecta todas as culinárias e bebidas, otimizando a produtividade e simplificando a vida do consumidor. Totens de autoatendimento e uma operação centralizada transformam o ato de comer em uma experiência com lógica de produto digital. Isso dialoga diretamente com minha trajetória: dados, recorrência e eficiência são pilares inseparáveis.
Hoje, tive a oportunidade de prestigiar meu amigo visitando o Indie com minha família. Como cada um lá em casa tem uma preferência culinária diferente, o modelo foi perfeito: fizemos pedidos de cozinhas distintas, mas recebemos tudo ao mesmo tempo, quente e pronto para consumirmos juntos. Encontrei ali um cantinho perfeito, moderno, com uma equipe hospitaleira. Foi, talvez, um dos almoços mais agradáveis que tive com minha família recentemente.
Amor pra Recomeçar fala sobre a coragem de tentar de novo. O Indie Food Lab é um desses recomeços: uma nova forma de empreender onde a independência criativa encontra a disciplina da gestão. Fico feliz em ver essa iniciativa se tornar um ponto de encontro maravilhoso para os paulistanos e turistas da nossa querida Avenida Paulista.
Startups de meios de pagamento vivem um dos momentos mais favoráveis da história, impulsionadas pela digitalização do consumo, pelo avanço do e-commerce e pela popularização de soluções como Pix, carteiras digitais e maquininhas inteligentes (SmartPOS). No Brasil, o setor de fintechs é líder na América Latina, com destaque para pagamentos e infraestrutura financeira, que atraem bilhões de reais em investimentos e já geraram cases de unicórnios como Nubank, PagSeguro e, mais recentemente, QI Tech, avaliada em mais de 1 bilhão de dólares.
Por que meios de pagamento viraram “máquina de crescimento”
Pagamentos são a porta de entrada do cliente em qualquer negócio: toda compra passa por um meio de pagamento, seja físico ou digital. Estudos indicam que o mercado de pagamentos no Brasil movimenta um profit pool da ordem de R$ 120 bilhões, com potencial de chegar a cerca de R$ 170 bilhões até 2030, puxado por digitalização, Pix e novas soluções de crédito embutido. Além disso, pagamentos instantâneos já respondem por uma fatia relevante das transações (mais de um terço no e-commerce e grande parcela no varejo físico), abrindo espaço para modelos inovadores de negócios, como “buy now pay later”, split de pagamento entre lojistas e plataformas, e banking-as-a-service.
Capacidade de uma startup de pagamento ter sucesso
A boa notícia é que uma startup de meios de pagamento não precisa nascer gigante para ter relevância: o setor recompensa modelos muito focados em nichos, setores e comunidades específicas. Há casos de fintechs que cresceram atendendo públicos segmentados, como adolescentes, PME, exportadores ou marketplaces e rapidamente escalaram para milhões de usuários e bilhões transacionados ao oferecer experiência simples, taxas competitivas e serviços adicionais como gestão financeira, crédito e fidelização. Isso mostra que a capacidade de sucesso está menos em disputar com bancos em tudo e mais em resolver profundamente a dor de um segmento: varejistas de bairro, e-commerce de nicho, economia de comunidade, profissionais autônomos, entre outros.
O potencial desse tipo de startup
O potencial de uma startup de meios de pagamento vai muito além da taxa da transação. Ao controlar o “momento do pagamento”, a empresa tem dados de comportamento, recorrência, ticket médio, inadimplência e sazonalidade, o que permite criar:
Produtos de crédito mais inteligentes e com menos risco
Soluções de gestão de caixa e antecipação de recebíveis
Ferramentas de marketing, cashback e fidelidade integradas ao checkout
Serviços de infraestrutura para terceiros (API, white label, embedded finance)
Com isso, uma startup desse segmento pode evoluir de “meio de pagamento” para “plataforma financeira completa”, capturando mais valor por cliente e se tornando peça-chave no crescimento de pequenos negócios, varejistas e marketplaces. Em mercados com alta informalidade e milhões de pequenos empreendedores, como o Brasil, o espaço para soluções que simplificam receber, pagar, registrar e financiar operações ainda é enorme.
O que isso significa para quem empreende em pagamentos
Para quem está construindo ou apostando em uma startup de meios de pagamento, o recado do mercado é direto:
Existe espaço real para novas soluções, especialmente em nichos pouco atendidos
Investidores continuam atentos a fintechs com modelo claro, foco B2B e tecnologia robusta
O volume transacional cresce junto com o digital, ampliando o mercado endereçável ano após ano
Em outras palavras: com foco no problema certo, tecnologia alinhada à regulação e proposta de valor clara para o cliente final, uma startup de pagamentos tem hoje alta capacidade de alcançar escala, rentabilidade e relevância estratégica no ecossistema financeiro e do varejo.
A combinação entre fintech e varejo físico abre espaço para modelos ainda mais poderosos, como o da FIGO. A plataforma opera um marketplace com conceito de “estoque infinito” para o varejo físico: o lojista pode vender muito além do que tem na própria prateleira, acessando um sortimento ampliado via marketplace e oferecendo isso ao cliente diretamente em sua loja. Isso multiplica o potencial de faturamento por metro quadrado, aumenta o ticket médio e transforma a loja em um hub de soluções para o consumidor.
Ao mesmo tempo, a cobrança via SmartPOS, com arquitetura desenhada para reduzir riscos de chargeback e fricções de pagamento, cria uma base de volume financeiro recorrente, previsível e altamente escalável, alinhada às melhores práticas das fintechs de meios de pagamento. Essa combinação de marketplace, “estoque infinito” e infraestrutura de pagamentos inteligente posiciona a FIGO no cruzamento entre varejo, comunidade e serviços financeiros. Exatamente o tipo de tese que já levou outras startups brasileiras de pagamento e infraestrutura financeira ao status de unicórnio, unindo inovação, dados e oportunidade em um mercado gigante e ainda pouco explorado em profundidade.
No início dos anos 2000, a internet ainda era um território desconhecido para a maioria dos brasileiros. A música, por sua vez, vivia um momento de transição. Os CDs dominavam o mercado, e o conceito de ouvir canções de forma digital parecia algo distante, quase utópico. Foi nesse cenário que nasceu a iMusica, uma startup ousada, criada para transformar a maneira como as pessoas se conectavam com a música.
A iMusica foi mais do que uma empresa pioneira, ela participou de um movimento. Muito antes de o termo streaming se tornar parte do nosso vocabulário cotidiano, a equipe da iMusica já sonhava com um modelo onde o acesso fosse mais importante do que a posse. A ideia era simples, mas revolucionária: levar a música digital ao alcance de todos, democratizando o entretenimento e abrindo um novo capítulo na história da indústria fonográfica brasileira.
O projeto ganhou corpo com o Coolnex Card, um cartão pré-pago que permitia baixar músicas legalmente, alem de rádios via streaming patrocinadas, tudo isso em uma época em que o download de música e videos ainda eram sinônimo de pirataria. Era uma proposta inovadora, que unia tecnologia, marketing e cultura pop em um mesmo propósito: criar um ecossistema legítimo e acessível de consumo digital.
A repercussão foi imediata. Matérias em grandes portais e veículos de comunicação destacavam o pioneirismo da iniciativa, apontando a iMusica e a Coolnex, como responsáveis por abrir caminho para o que hoje conhecemos como streaming musical. O que parecia um experimento ousado se tornaria a semente de uma revolução que mudaria para sempre a forma como ouvimos música no Brasil e no Mundo!
Antes que o mundo conhecesse nomes como Spotify e Deezer, o Brasil já havia testemunhado o nascimento de uma ideia parecida, fruto de mentes inquietas que acreditavam que a inovação nasce da coragem de fazer o que ninguém mais está disposto a tentar, pessoas como Paulo Lima (atual presidente da Universal music), Felipe Llerena (atual presidente da ABMI), Eduardo Almeida e Marcelo Pereira (empreendedores). A Coolnex foi, assim, o embrião de uma era: a da música como experiência digital, viva e compartilhada.
Vejam: Matérias e reportagens que foram publicadas sobre Coolnex e iMusica
O “diário virtual” virou revolução em pouco tempo e a Coolnex estava lá apoiando o movimento.
No final dos anos 1990, a internet ainda era um território novo no Brasil e no mundo. Era um ambiente hostil, experimental e silencioso. Os primeiros blogs nasceram como simples diários online, criados por pessoas que, mesmo naquela época, já queriam falar sobre si mesmas ou sobre coisas que as influenciavam.
Eram espaços pessoais onde se escrevia sobre o cotidiano, as opiniões e as paixões. Inicialmente, o termo usado era weblog, mas logo evoluiu para “blog”. Isso aconteceu mais ou menos no final daquela década, tornando o termo popular e acessível para muitos que se interessavam em ler artigos escritos por pessoas comuns.
Nessa época, criar um site exigia conhecimentos técnicos, mas plataformas como Blogger, LiveJournal e WordPress começaram a simplificar o processo. Com apenas alguns cliques, qualquer pessoa podia se tornar autora e editora de seu próprio conteúdo, um feito revolucionário para uma era que ainda dependia de grandes veículos de mídia para informar o público.
Nascia ali a força da voz independente. O grande diferencial dos blogs era a autenticidade. Eram vozes humanas, livres de filtros editoriais. O leitor sentia que estava conversando com alguém real, não com uma corporação. Essa conexão direta trouxe credibilidade e criou comunidades verdadeiras, as primeiras tribos digitais. Também surgiram blogs especializados. Um deles, de tecnologia, ficou muito famoso: o TechCrunch, que influenciou startups e investidores, inclusive eu que fui influenciado por ele. Outros blogs, como os de moda, transformaram amadores em ícones de estilo. Blogs políticos passaram a pautar discussões nacionais.
A opinião individual, pela primeira vez, competia com a grande mídia. Foi assim que nascia um movimento conhecido como Blogosfera. À medida que milhares de blogs surgiam, uma rede invisível começou a se formar: a Blogosfera. Era mais do que um conjunto de sites; era um ecossistema de ideias, debates e interações. Links entre blogs, comentários e listas de recomendações criaram uma teia de conexões que deu à internet um caráter social antes mesmo das redes sociais existirem. A Blogosfera inaugurou a era da interatividade.
O leitor deixou de ser passivo e passou a participar. Iniciava-se ali um movimento de interação com as mídias que mudaria para sempre o modo como todos consumimos comunicação. Agora era possível entrar na conversa com o blogueiro e expressar sua voz, suas ideias e, de forma simples, o ato de comentar um post, compartilhar ou até mesmo produzir seu próprio conteúdo. Era o embrião do que hoje chamamos de Web 2.0. Do amador ao influenciador, com o tempo os blogs deixaram de ser apenas o hobby de poucos e passaram a ser a profissão de muitos. Surgiam, a partir desse movimento, os primeiros influenciadores digitais, muito antes do Instagram e do YouTube.
As empresas perceberam o poder dessas vozes e começaram a investir em publicidade e parcerias. O que começou como uma forma de expressão pessoal se transformou em um novo modelo de comunicação, descentralizado e participativo. A lógica da audiência mudou: mais do que números de leitores, importava o vínculo criado com a comunidade. A Blogosfera foi o início de um movimento que mudaria tudo, pois logo à frente viria outro ainda maior, chamado redes sociais. Mas o legado da Blogosfera permanece vivo. Ela foi a base da cultura digital moderna, ensinou as pessoas a contar histórias, construir marcas pessoais e criar valor por meio da autenticidade.
Hoje, o espírito dos blogs está em cada post no LinkedIn, em cada thread no X (antigo Twitter), em cada vídeo de opinião no YouTube ou em cada Story e Reels do Instagram. A Blogosfera nos ensinou que compartilhar ideias pode transformar o mundo e, sobretudo, conectar pessoas. Achei legal escrever este texto porque queria trazer uma reflexão sobre a Blogosfera, pois vejo que esse movimento foi muito mais do que um fenômeno digital, foi o despertar da voz individual em escala global. Foi o início de uma internet feita por pessoas e para pessoas, onde cada história importa, cada opinião ecoa e cada conexão tem o poder de mudar realidades. Participei diretamente dessa época e ajudei, de alguma forma, a difundir e propagar essa ideia. Com a Coolnex, ajudamos a divulgar esse movimento, criando milhares de Gift Cards de centenas de blogs. Abaixo vou compartilhar muitas imagens desses blogs. Foi muito bacana viver essa evolução da comunicação, onde, a partir de uma iniciativa própria, podíamos expor nossas ideias, vontades, desejos e até anseios.
A Blogosfera não apenas deu voz a milhões, ela ensinou o mundo a ouvir pessoas comuns como eu e você. Os cartões serviram de oportunidade e inspiração para muitos, e fico muito orgulhoso de poder dizer que eu participei e tive a oportunidade de promover isso. Obrigado!
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